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Notícias Suinocultura

Inscrições para Pig Meeting encerram no dia 13 de outubro

Pig Meeting vai reunir mediadores em estúdio e palestrantes remotos via streaming

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O Pig Meeting segue as novas tendências de mesclar real e virtual, e será transmitido através de plataforma dedicada de streaming sem limites de participantes, levando conhecimento onde o público estiver, seja ele nas granjas, em casa, nas empresas ou agroindústrias. Uma tecnologia que possibilita a difusão de conhecimento e a união do setor, mesmo que à distância. Para atender às novas demandas que o Nucleovet  adaptou a transferência de conhecimento através de uma plataforma online,  com o evento técnico híbrido que será realizado no dia 14 de outubro das 13h30 até às 18h.

A abertura do evento será às 13h30 com o filósofo, escritor, educador e professor universitário com mestrado e doutorado em Educação Mario Sérgio Cortella com a  palestra “Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes”. Inscrições até  13 de outubro tem o valor de R$200 para profissionais e R$150 para estudantes e cada inscrito receberá de brinde uma caneta premium da cobiçada marca Crown.

O evento conta com o apoio de entidades do setor de proteína animal, como: ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal, ICASA – Instituto Catarinense de Sanidade Animal, SOMEVESC – Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária, ACCS – Associação Catarinense de Suinocultura, EPAGRI, UNOESC – Xanxerê, ABRAVES – PR,  Mercado Brasilis, IFC,  Sindirações, CRMV- SC, Cidasc e SINDICARNES .

Na programação técnica o Painel Ambiência reúne o médico veterinária pela Universidade Autônoma de Barcelona – Espanha e mestre em Sanidade e Produção de Suínos Miquel Collell com o tema “Ambiência na produção de suínos e como isso pode prejudicar o desenvolvimento dos animais: Desafios e Oportunidades”. Collel  é diretor técnico Global de Suínos na MSD. A palestra terá tradução simultânea  para português.

Na sequência a engenheira agrônoma, especializada em Engenharia de Construções Rurais, conhecedora dos temas Ambiência e Zootecnia de Precisão para Suinocultura, Daniella Jorge de Moura, apresenta “Novas tecnologias aplicadas ao controle ambiental na produção de suínos”. O moderador no Painel Ambiência será o médico veterinário Tiago Mores.

Na segunda parte da programação, o Painel Biosseguridade e Mercado reúne o médico veterinário e PhD em Nutrição de Suínos Francisco Domingues – Head of Swine Operation at Japfa Comfeed Vietnam, que vai abordar “Peste Suína Africana sob o ponto de vista prático: o que aconteceu e qual será o futuro na produção de suínos” e   Wagner Hiroshi Yanaguizawa, analista do Rabobank com o tema “O que esperar do mercado mundial de carnes com a Peste Suína Africana?”.

O engenheiro agrônomo Yanaguizawa atuou como analista de inteligência de mercado da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) responsável pelos levantamentos, análise e elaboração dos relatórios periódicos do setor, antes de assumir a cadeira de Analista de Proteína Animal do Rabobank. Com sede em Utrecht, na Holanda, o Rabobank é um banco de origens cooperativas que se consolidou como um importante financiador de empresas do setor de alimentos e agronegócio. Com forte atuação global e presente em 40 países, o Rabobank conecta mercados produtores e consumidores das principais commodities agrícolas em todas as fases de produção: dos insumos à produção e estocagem, processamento, exportação e varejo. O moderador será o médico veterinário Alessandro Crivellaro.

As inscrições antecipadas podem ser feitas no site do evento.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Conab

Monitoramento Agrícola atribui atraso de plantio da safra ao período seco

Anomalias do Índice de Vegetação refletem tanto o atraso na semeadura dos cultivos de verão quanto os impactos nos cultivos de inverno

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Divulgação/AENPr

O início de semeadura da safra 2020/21 está em compasso de espera de chuvas mais abundantes na maioria das regiões produtoras de grãos do país.  A ajuda da natureza até a primeira quinzena deste mês ficou abaixo da média esperada, assim como a umidade de solo ideal para cultivo, sobretudo nas maiores regiões produtoras como Centro-Oeste e Sudeste.

A análise está no Boletim de Monitoramento Agrícola, produzido e publicado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As anomalias do  Índice de Vegetação, de acordo com a publicação,  refletem tanto o atraso na semeadura dos cultivos de verão quanto os impactos nos cultivos de inverno. Por outro lado, o tempo firme favorece as lavouras na maturação e a colheita do trigo nos três estados da região Sul.

Evolução das lavouras

O estado do Paraná é o que mais adiantou a colheita do trigo, com 79% da área cultivada, cenário que é semelhante ao da safra passada. No Rio Grande do Sul, cujo desenvolvimento do cereal foi favorecido pelo tempo firme, radiação solar e significativas amplitudes térmicas na maturação dos grãos em alguns locais, a colheita atingiu 19% e, em Santa Catarina, 12% das lavouras estão em condições de colheita.

Para a soja, em Mato Grosso, com a semeadura lenta até o final da primeira quinzena, foram registrados atrasos de 14% em relação à safra anterior, em grande parte das localidades produtoras. Em Goiás,  as previsões de chuvas volumosas não se confirmaram e o plantio da oleaginosa ocorreu de forma lenta em grande parte do estado. Já em Mato Grosso do Sul, muitos produtores iniciaram a semeadura, mas permanece a expectativa de previsões climáticas favoráveis. Em Minas Gerais, o plantio está estimado em torno de 15%, e São Paulo sofre também com atraso em relação ao ano anterior.

Quanto à evolução do milho primeira safra, com risco de comprometimento das condições regulares ou ruins das lavouras, devido o baixo volume pluviométrico, melhor situação encontra-se no Paraná, que não sofreu atraso significativo no plantio em relação à safra passada. Minas Gerais estima o plantio em 25%, e em Goiás, a jornada deve ocorrer após o plantio da soja.

Fonte: Conab
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Notícias Safra 2020/2021

Plantio de soja do Paraná quase dobra em 1 semana; clima ainda preocupa, diz Deral

Em igual período da safra 2019/20, o plantio atingia 65% da área

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Paulo Pires/Divulgação

O plantio de soja 2020/21 do Paraná atingiu até segunda-feira (26) 61% da área estimada, avanço de 29 pontos percentuais em relação à semana anterior, reduzindo o atraso frente aos níveis vistos nos últimos anos, mostraram dados divulgados pelo Departamento de Economia Rural (Deral) na terça-feira (27).

Em igual período da safra 2019/20, o plantio atingia 65% da área, mesmo nível que era verificado na temporada 2018/19. Nos últimos cinco anos, de acordo com o Deral, o ritmo mais acelerado foi registrado em 2017/18, quando a semeadura alcançava 73% da área nesta data.

Os trabalhos deste ano têm sido afetados por uma seca prolongada no Estado, um dos maiores produtores de grãos do país. Segundo o Deral, algumas chuvas registradas na semana passada ajudaram com a semeadura, mas os agricultores seguem enfrentando dificuldades.

“O produtor paranaense está correndo contra o tempo, tentando plantar o máximo que ele consegue no que lhe é permitido na questão de umidade”, disse à Reuters o analista Marcelo Garrido, do Deral. “Ainda não dá para falar em quebra de safra, em redução de produtividade, mas a gente fica acompanhando bem a situação de como vai ser essa continuidade… justamente porque a tendência é que o clima continue a ser irregular por causa da previsão do La Niña”, acrescentou.

Em relação às condições da soja, o órgão indicou que 83% das lavouras apresentam condição boa, enquanto apenas 1% foi classificada como ruim. O atraso no plantio da oleaginosa impacta também na janela para a segunda safra de milho, principal do cereal no país, cujo plantio tem início logo após a colheita da soja. Segundo Garrido, já é possível dizer que isso “preocupa o produtor, de uma forma geral”.

O Deral informou que divulgará na próxima quinta-feira dados atualizados de área e produção do levantamento de outubro. No mês passado, a safra 2020/21 de soja foi estimada em 20,4 milhões de toneladas, queda de 1% na comparação anual.

Ainda de acordo com o departamento, o plantio da primeira safra de milho atingiu 92% da área projetada, avanço de 6 pontos ante a semana passada e em linha com o registrado em igual período da safra anterior.

Já a colheita do trigo da safra 2019/20 alcançou 90% da área, versus 84% na semana anterior e 87% no ano passado. O Deral avaliou 82% das lavouras em condições boas, e somente 1% em condição ruim.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Preço do milho sobe 28% em outubro e tem novo recorde no Brasil, diz Cepea

Indicador do milho está em alta consecutiva há 20 dias e, na terça-feira (27) atingiu R$ 81,48/saca de 60 kg

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O Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) está em alta consecutiva há 20 dias e, na terça-feira (27) atingiu R$ 81,48/saca de 60 kg, recorde real da série histórica do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, iniciada em agosto de 2004 (os valores diários foram deflacionados pelo IGP-DI de setembro/2020).

No acumulado de 2020, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) acumula alta de 67,7%, em termos nominais. Na parcial de outubro (até dia 27), a média é de R$ 71,11/sc, valor 45,6% superior ao do mesmo período do ano passado, em termos reais.

Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso tem vindo principalmente da elevação dos valores nos portos – diante da maior paridade de exportação, por conta das valorizações internacionais e do dólar. Além disso, as aquecidas demandas doméstica e externa também influenciam os preços no Brasil. Atentos à baixa disponibilidade do cereal e aos possíveis impactos do clima sobre a próxima safra, vendedores limitam novas ofertas e sustentam o movimento de alta.

Muitos compradores consultados pelo Cepea já demostram dificuldades em encontrar novos lotes de milho no spot e também indicam ter margens comprometidas diante do atual preço. Com isso, no último dia 16, o governo anunciou a suspensão temporária das tarifas de importação de milho e também de soja. Contudo, ao avaliarem a viabilidade das importações, demandantes se esbarram nas dificuldades logísticas e no dólar elevado.

Portos

Enquanto a importação é facilitada, o milho brasileiro segue atrativo ao mercado internacional, contexto quem mantém firme as exportações. Nos primeiros 16 dias úteis de outubro, a Secex aponta que foram embarcadas 4,3 milhões de toneladas do cereal. Quanto aos preços, levantamento do Cepea mostra que, no acumulado da parcial de outubro (até o dia 27), as cotações do cereal subiram 21% em Paranaguá (PR) e 19% em Santos (SP).

Regiões

Os preços do milho estão em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, mas as valorizações mais intensas são verificadas nas consumidoras, como São Paulo e Santa Catarina, devido a dificuldades em encontrar o cereal para negociar. Também há relatos de baixa disponibilidade de cereal no spot do Rio Grande do Sul, fazendo com que compradores busquem novos lotes de Mato Grosso do Sul, do Paraná e, até mesmo, de países vizinhos. No Paraná, apesar de a colheita da segunda safra ter sido finalizada há poucos dias, produtores consultados pelo Cepea limitam as ofertas e se concentram nos trabalhos de campo.

Quanto ao Centro-Oeste brasileiro, pesquisadores do Cepea indicam que a colheita foi elevada neste ano, mas produtores, aproveitando os altos preços, já comercializaram boa parte da produção, mantendo armazenado o volume restante, à espera de novas valorizações. No Nordeste, nem mesmo a colheita regional em estados como Sergipe limitou o avanço nas cotações.

Fonte: Cepea
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Evonik Guana

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