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Inscrições para curso (online) de gestão de lojas agropecuárias & pet shops do Farmácia na Fazenda começam esta semana

De acordo com a Farmácia na Fazenda e VeteAgroGestão, a primeira turma pode se inscrever a partir desta sexta-feira dia 18/06/2021

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O Farmácia na Fazenda e a VeteAgroGestão  informam  a abertura das inscrições para o curso (online e ao vivo) ‘Gestão de Gestão de Lojas Agropecuárias & Pet Shops para Gestores de lojas agropecuárias e pet shops, Veterinários, Zootecnistas, Acadêmicos de Ciências Agrárias, Administradores, Economistas e demais pessoas interessadas.

De acordo com as empresas promotoras, as inscrições da primeira turma começam nesta sexta-feira 18/06 e vão até o dia 30 de junho.

O curso tem como objetivo propiciar didaticamente aos participantes os principais aspectos e ferramentas de gestão da loja agropecuária & pet shops e suas inter-relações com o mercado, em linguagem clara e objetiva, visando uma administração correta e eficiente do estabelecimento, buscando a profissionalização do seu negócio.

A Coordenação convidou professores experientes em agronegócio e gestão e administração para ministrar o curso que terá módulos de mercado de lojas agro &pet Shops; fundamentos de gestão e administração, contabilidade básica, custos , formação de preço de vendas, atendimento e negociação, armazenamento e controle de estoque, contando ainda com uma oficina (ao vivo e on line) de formação de preços de vendas.

Ainda segundo a Coordenação, a carga horária total do curso é de 40 horas, e terá início no dia 01 de julho de 2021, por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem da VeteAgroGestão.. Para o primeiro curso, o número de vagas é de 35 vagas, com um encontro semanal durante 09 semanas, tendo distribuição de farto material didático.

As inscrições podem ser realizadas no link: https://www.farmacianafazenda.com.br/product/curso-gestao-de-lojas-agropecuarias-pet-shops/ . Maiores informações e solicitação de ficha de inscrição  no contato@farmacianafazenda.com.br ou 71-99161-2740

Fonte: Assessoria
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BRF conclui aquisição do Grupo Hercosul e avança no segmento de pet food

Closing da operação garante avanço da Companhia na consolidação da Visão 2030, que projeta a BRF como uma das líderes de mercado até 2025

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, anuncia o closing da aquisição do Grupo Hercosul, conjunto de empresas com sólida trajetória no mercado brasileiro de pet food, atuante no desenvolvimento, produção e distribuição de rações secas e úmidas para cães e gatos. A aquisição da Mogiana Alimentos (dona de marcas consolidadas no segmento de pet food nas categorias Super Premium e High Premium de rações para cachorros e gatos) também foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) sem restrições, o que impulsiona ainda mais a Companhia a tornar-se uma das líderes do segmento. A BRF aguarda o trânsito em julgado da decisão do CADE e atendimento das demais condições precedentes para o fechamento desta transação.

A soma das aquisições realizadas pela BRF Pet – subsidiária integral – do Grupo Hercosul e da Mogiana totalizam um investimento de R$ 1,35 bilhão, e contemplam 100% do capital social das empresas que compõem o Grupo Hercosul, formado pela Hercosul Alimentos, Hercosul Comercial, Hercosul Transportes e Hercosul Internacional; que detém duas unidades produtivas, sendo uma em Ivoti (RS) e a outra, recentemente construída em Juan León Mallorquín, no Paraguai, quatro centros de distribuição (três no Brasil e um no Paraguai) e frota própria de transporte. Já a estrutura da Mogiana compreende duas unidades produtivas, sendo uma em Campinas e outra em Bastos, ambas no interior de São Paulo. Desta forma, a BRF dá um salto no market share valor no segmento PET, ocupando aproximadamente 10%, conforme estimativas baseadas nos dados fornecidos pela ABINPET (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação).

“Esse importante passo mostra a disciplina e a consistência na estratégia a longo prazo de nos tornarmos uma das líderes do segmento de pet food até 2025, que acreditamos ser um dos mais promissores. Avançamos neste mercado para atuar de forma ainda mais intensa em diversos canais”, comenta Lorival Luz, CEO Global da BRF.

Com as aquisições, a Companhia promoverá a integração das operações de pet food, impulsionando sua estratégia comercial com foco no canal de distribuição especializado, agregando marcas fortes e trazendo importantes ganhos da sinergia, como na compra de grãos e coprodutos para a fabricação de rações, além, da ampliação de participação de mercado, expansão geográfica e rentabilidade.

Fonte: Assessorio
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Pet PET

Frente fria chegando: como preparar a casa para os pets?

Com a chegada do inverno e dias de muito frio à vista, Médica-Veterinária da ROYAL CANIN®️ traz as principais orientações para que as baixas temperaturas não afetem a saúde de gatos e cães

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Com a chegada de mais uma frente fria neste inverno rigoroso no Brasil, há cuidados específicos que devemos ter com os pets, em uma rotina adaptada para as baixas temperaturas. O banho em cães, por exemplo, deve ser evitado em dias sem sol, já para os gatos, o banho não é recomendado. Por isso, a Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, Natália Lopes, traz dez dicas de cuidados com animais neste período de frio.

Visita a uma Clínica-Veterinária
É importante uma visita ao Médico-Veterinário no início da estação para uma avaliação geral do pet. Com a queda nas temperaturas, o sistema imunológico dos animais pode ficar mais suscetível. Então aproveite a estação mais fria e veja se seu pet está com as vacinas anuais em dia e faça aqueles exames de rotina anual.

Cheque se a vacinação está em dia
“Os pets podem pegar gripe?” Sim! Inclusive, é essencial garantir que todas as vacinas estejam em dia: os cães podem tomar a vacina contra Gripe Canina. Já para os gatos, a vacina mais importante no inverno é a Quádrupla Felina.

Sensação térmica
“Assim como nós, os pets sentem mais frio no inverno?” Precisamos ficar atentos aos sinais de que o cão pode estar sendo afetado negativamente pelo frio no inverno. O que fica aparente são tremores visíveis, encolhimento, patas levantando repetidamente ou tentativa constante de recolhê-las. Uma boa regra geral é: se a temperatura estiver muito fria para você, o mesmo valerá para o pet.

Uso de roupinhas
“Precisamos vesti-los com roupinhas o tempo todo ou há momentos certos para isso?” Dependendo das características do seu pet, o uso de roupinhas de frio poderá sim amenizar a sensação térmica das baixas temperaturas. Mas é importante ficar atento à reação do seu pet. Gatos, por exemplo, dificilmente ficam confortáveis com o uso de roupas. Nesses casos, respeite o conforto do animal e busque por alternativas de aquecimento. Outro ponto importante sobre o uso de roupas é manter os pelos do seu pet livres de nós que podem

aparecer com o atrito. Portanto, nada de uso contínuo. Escove seu pet diariamente e aproveite este momento para estreitar seus laços com ele.

A caminha ideal
“Devemos trocar a caminha por uma diferenciada, mais quente?” É importante que o pet possa escolher o ambiente que ele se sente mais confortável. Portanto, mantenha a caminha que ele está acostumado e ainda adicione uma coberta ou mantinha que possa manter o ambiente mais aquecido e aconchegante.

O cuidado com os pets idosos
“Os cuidados entre filhotes e pets mais velhos têm diferença no inverno?” Independente da fase de vida, os cuidados com os pets devem ser regulares, com check-ups periódicos e cuidados preventivos como a vacinação. Garanta um ambiente com o conforto térmico necessário e observe qualquer mudança de comportamento.

Hora do rango
Sabe aquela sensação de mais fome no inverno? Essa máxima não vale para os pets. Nutricionalmente eles não precisam de mudanças na alimentação, por isso, não é necessário aumentar a quantidade de alimento. Respeite sempre a recomendação do Médico-Veterinário ou as orientações da embalagem do fabricante.

Exercício é bom e eles gostam
Não deixe de fazer os tradicionais exercícios com seu pet, mesmo que ele pareça mais preguiçoso. Exercício é também o momento de lazer e a manutenção do peso dos animais é super importante. Evite dar petiscos e alimentos de consumo humano para não interferir na dieta e não haver riscos de sobrepeso ou até mesmo intoxicações alimentares.

Água abastecida
Ofereça água e também a deixe sempre disponível. Mesmo com um clima mais frio, é importante incentivar os animais a beberem água para garantir a hidratação. Espalhe bebedouros ou tigelas pela casa e inclua na dieta do pet alimentos úmidos como os tradicionais sachês, que garantem que eles tenham uma boa ingestão hídrica ao mesmo tempo que nutricional, e deixam o alimento ainda mais atrativo

Nada de fugir do banho
É recomendado diminuir a frequência de banhos durante essa estação. Opte por banhar o animal apenas nos dias ensolarados, em que a temperatura está mais quente. Durante o inverno, a lavagem deve sempre ser feita com água morna e seguida de secagem.

Fonte: Assessoria
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Saiba como cuidar bem do seu pet idoso

Confira as principais características e comportamentos dos bichanos com o avançar dos anos

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No dia 26 de julho é comemorado o Dia dos Avós. Assim como eles que têm um lugar cativo em nossos corações e merecem um carinho especial, os pets idosos também precisam de cuidados. A médica veterinária e coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN®️, doutora Priscila Rizelo, alerta sobre a importância de sensibilizar os tutores sobre as questões do envelhecimento de gatos e cães, e explica as principais características e comportamentos dos bichanos com o avançar dos anos.

Quando o gato ou o cão fica idoso?

De acordo com a médica veterinária, existem diferenças nas idades em que um gato e cão são considerados idosos. “Eles começam a envelhecer em idades diferentes. De modo geral, o envelhecimento ocorre em duas fases, mas isso também se modifica de acordo com a espécie e com o porte, no caso dos cães. A primeira fase é a que inicia o processo de envelhecimento, quando consideramos o pet um adulto maduro, e a segunda é onde de fato o pet já é considerado um idoso. No caso dos gatos, o amadurecimento começa aos 7 anos e aos 12 anos, o felino é considerado idoso”, diz. Já com os cães é um pouco diferente, de acordo com o porte. Nos pequenos e mini, aos 8 anos temos a primeira fase de envelhecimento e aos 12 anos a segunda; no médio porte (10 a 25 kg) aos 7 e 10 anos e, os cães de grande porte (25 a 45 kg) aos 2 e aos 8 anos, respectivamente.

Sinais de envelhecimento

A médica veterinária explica que no início do amadurecimento os sinais ainda não são tão visíveis aos olhos do tutor. “É no segundo momento que percebemos evidências representativas como a mudança na textura e quantidade de pelo, além da tonalidade que passa a ser mais branca assim como nos humanos. O cristalino dos olhos começa a ficar mais opaco, o pet tem diminuição da energia para as atividades (menos tempo e menor desempenho e qualidade) e o aumento das horas de sono”, afirma Rizelo.

Doenças na terceira idade dos pets

Ela conta sobre as doenças mais comuns dos pets mais velhos. “Doenças cardíacas, doenças osteoarticulares, doenças renais, diabetes, problemas relacionados à celeridade cerebral, distúrbios cognitivos (vocalizações, alteração no sono, dificuldade de reconhecimento do tutor) e doenças periodontais podem ser recorrentes nessas fases e necessitam tratamento adequado”, revela, reforçando que durante toda vida, é essencial ter o acompanhamento especializado com o médico veterinário para o diagnóstico precoce, que aumenta a expectativa de vida dos pets. “Alguns cuidados básicos que os tutores precisam ter acompanhamento veterinário, alimentação adequada e adaptação do ambiente conforme as necessidades do pet idoso” diz Priscila.

Alimentação para pets idosos e cuidados especiais

Alimentos úmidos são indicados para os pets na fase de envelhecimento, já que eles podem apresentar dificuldades de ingestão e mastigação dos croquetes do alimento seco. Além da boa alimentação, é importante proporcionar mais conforto, momentos de repouso ao pet e facilitar o acesso aos comedouros, bebedouros e, no caso dos gatos, também a caixa de areia. Esses recursos devem ser adaptados, estar facilmente localizados e em maior quantidade, evitando degraus e locais sem iluminação a fim de orientá-los e promover ambientes confortáveis e aquecidos para descanso e sono do pet”, finaliza a especialista.

Fonte: Assessoria
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