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Inscrições online para o SBSS 2016 encerram nesta quinta-feira

O evento vai reunir uma gama de eventos paralelos com lançamentos e debates sobre gestão em baias coletivas

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Com mais de 700 pré inscritos o SBSS 2016 vai reunir o setor em Chapecó na próxima semana, com a presença confirmada das maiores empresas do setor e participantes das agroindústrias de todo o país e América do Sul. Com vagas limitadas o IX Simpósio Brasil Sul de Suinocultura encerra as inscrições online na próxima quarta feira dia 04 de agosto. O evento vai reunir uma gama de eventos paralelos com lançamentos e debates sobre gestão em baias coletivas. Abrindo a programação do SBSS 2016 o Seminário Técnico Brasil Sul vai discutir a gestação coletiva de matrizes suínas organizado pelo MAPA, ABPA e ABCS. Participe desse debate com a presença das maiores autoridades no assunto. Acesso gratuito. Inscrições em [email protected], o evento inicia as 8h30min na Sala Agostinho Duarte.

No intervalo do meio dia a Boehringer Ingelheim promove o Lunch & Learning “Ponto chave na prevenção e controle da Doença de Glasser com Dr. Nelson Morés – Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves na Sala Welcy Canal; a Cargill – Nutron promove a Palestra “As soluções da Nutron para Suinocultura: Rapid TPS e Notox Reproduction” – na Sala Agostinho Duarte – Piso Térreo. No Espaço MSD – Mezanino do Piso 1 acontece a apresentação IDAL® – Vacinas Intradérmicas.

Na segunda rodada de  eventos paralelos a Vetanco promove a 2ª Mesa Redonda – Ciência & Indústria Vetanco “Impacto das diarreias de terminação na produtividade dos suínos e rentabilidade da agroindústria” – Como o conhecimento científico pode ser aplicado na prática da suinocultura na Sala Agostinho Duarte as 17h.  No mesmo horário a ICC promoce a palestra Imunonutrição : desafios e oportunidades em produção de Suínos com o palestrante – PhD em nutrição e produção animal Gustavo Gattás na Sala Cyro Sosnoski. A Tectron promove o Workshop Diamond V XPC, abertura Daniel Pigatto Monteiro e palestra  com  Dr. Caio A. Silva (UEL)  – “Como melhorar a produtividade de matrizes hiperprolíficas” na Sala Welcy Canal.

Ainda na programação paralela a Merial promove o lançamento  ZACTRAN –  APLICAÇÃO INTELIGENTE, RETORNO RÁPIDO, palestra  de tema "Contribuição efetiva e racional de antibióticos na suinocultura" com   o Prof. Dr. David Barcellos – UFRGS e MSC Juliana Calveyra – Gerente Técnica de Suínos – Merial na Sala Eli Camargo.

Confira a programação completa e palestrantes nacionais e internacionais que vão enriquecer os debates do maior evento técnico da suinocultura brasileira. Venha atualizar seus conhecimentos, participar dos debates, rever amigos, renovar o seu networking e fazer bons negócios no coração da Suinocultura Brasileira.

Este ano a grande novidade é que teremos tradução simultânea para o espanhol em todas as palestras, para atender uma demanda reprimida dos colegas latinos por uma programação técnica voltada para a suinocultura tecnificada e de ponta. Já são mais de 70 empresas confirmadas e 100% dos estandes comercializados.

Entre os patrocinadores desta edição estão: AB Vista, Adisseo, Agroceres Multimix, Álamo, Aleris, Alltech, APC Inc. ACSURS, ABCS, ACCS, Bayer, BASF,  Bentonita, Biomin, Boehringer Ingelheim, Cargill, Ceva Saúde Animal, DeHeus, DB Genética Suína, Desvet, DSM, Elanco,Eurotec, Evance, Farmabase, Fatec, Feed&Food, Grasp, Hipra, Huvepharma, ICC, IDEXX, Ilender, Impextraco,IPEVE,  Jornal O Presente Rural, Venco, Lavizoo, MCassab, Merial, Microvet, MGMAX, MSD, Nutriad, Oligobasics, Olmix, OuroFino, Poli Nutri, Safeeds, Salus, Sanphar, Sauvet, Suiaves, Tectron, Theseo,Vaccinar, Vansil,Vetanco,Vitafort,Yes, Zimpro, ZhengChang e Zoetis, entre outras em fechamento.

Programação do SBSS 2016

09, 10 e 11 de Agosto de 2016

Programação Científica

09 de agosto de 2016

14h – Abertura.

14h05 – 14h55 – Fundamentos econômicos na cadeia de suínos separando fatos e mitos. Palestrante: Dr. Alvimar Jales

14h55- 15h45 – Gestão da assistência técnica no sistema de produção. Palestrante: Dr. Fabrício Borges

15h45 -16h15 – Pausa para o café – Patrocínio AB Vista

16h15- 17h05 – Pessoas e informação: pilares para resultados de excelência. Palestrante: Dr. Everton Gubert

17h10 – Abertura Oficial

17h30 – Palestra de Abertura          

19h – Coquetel de abertura

10 de agosto de 2016

08h – Como produtores europeus alcançam excelentes resultados utilizando baias de gestação coletivas. Palestrante: Dr. Ad van Wesen

08h50 – Inseminação artificial em tempo fixo. Palestrante: Dr. Rafael Ulguim.

09h40 – Pausa para café – Patrocínio Theseo

10h10 – Manejo pré-abate e qualidade de carne. Palestrante: Dr. Brandon Fields

11h – Estratégias para a manutenção de embriões viáveis: um novo olhar para o período pós-cobertura. Palestrante: Prof. Dra. Fernanda Almeida

Intervalo – Almoço e Eventos Paralelos

14h – Ractopamina na produção de suínos. Palestrante: Prof. Dr. Vinícius Cantarelli.

14h50 – Atualização sobre a situação do Seneca Valley Virus .Palestrante: Prof. Dr. Amauri Alfieri

15h40 – Critérios utilizados na condena de carcaças pelo serviço oficial.

16h30 – Pausa para café – Patrocínio Poli Nutri             

17h – Eventos Paralelos

20h – Jantar Show Bayer Saúde Animal

11 de agosto de 2016

08h – Coleta e remessa de material para o laboratório e interpretação de resultados. Palestrante: Dra. Suzana Satomi Kuschiishi

08h50 – Uso prudente de terapêuticos na suinocultura. Palestrante: Dr. Ricardo Lippke

09h40 – Pausa para café – 30 minutos.

10h10 – Circovírus Suíno Tipo 2: situação atual e perspectivas futuras. Palestrante: Dra. Lana Teixeira Fernandes

11h – Impacto da ambiência no desempenho de suínos. Palestrante: Dr. Juan Maqueda

11h50 – Encerramento das atividades.

Fonte: Assessoria

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Suínos

Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões

Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

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Foto: Divulgação

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.

Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock

A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello

produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho

Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.

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Foto: Shutterstock

Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão superiores aos praticados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) neste mês de julho.

Segundo o Cepea, esse comportamento foge do padrão do setor, já que, normalmente, o mercado independente (spot) registra cotações mais elevadas devido aos maiores custos e riscos assumidos pelos produtores.

De acordo com os pesquisadores, essa inversão vem sendo observada ao longo de 2026 em algumas praças da Região Sul, com destaque para Braço do Norte (SC).

O Cepea atribui esse cenário às dificuldades enfrentadas pelo mercado independente, que segue pressionado pela elevada oferta de suínos e pela demanda enfraquecida. A combinação desses fatores tem mantido os preços em patamares baixos ao longo de todo o ano.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso

Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.

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Foto: Divulgação/Acrismat

Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer,

Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer: “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor” – Foto: Divulgação/Acrismat

apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.

Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.

Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações.

Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins: “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção” – Foto: Divulgação/Acrismat

o mercado interno. “Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.

Gestão eficiente será decisiva

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.

Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.

Presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho: “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas” – Foto: Divulgação/Acrismat

Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.

Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.

Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.

Segundo ele, um dos principais objetivos do 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso foi aproximar os produtores das informações técnicas e econômicas que impactam diretamente a rentabilidade das granjas, fortalecendo o setor para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Fonte: Assessoria Acrismat
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