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Inscrições em pacote para o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura encerram dia 21 de julho

Após o dia 21 de julho, as inscrições passam a R$ 450 e R$ 350 respectivamente

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Gestão, desafios sanitários, patologias e nutrição na suinocultura estão entre os temas debatidos no evento programado para os dias 09, 10 e 11 de agosto, no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó, SC. Nesta edição, o SBSS contará com palestrantes nacionais e internacionais. O evento técnico, promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários, é voltado aos empresários, pesquisadores, estudantes e profissionais da cadeia avícola.

Confira a programação completa com temas que vão enriquecer os debates no maior evento técnico da suinocultura brasileira. Venha atualizar seus conhecimentos, participar dos diálogos, rever amigos, renovar seu networking e fazer bons negócios no coração da suinocultura brasileira.

Edição do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura terá tradução simultânea para o espanhol em todas as palestras, para atender a demanda do mercado latino.

A programação técnica do SBSS é voltada para a suinocultura tecnificada e de ponta. Já são mais de 60 empresas confirmadas e 100% dos estandes comercializados.

Entre os patrocinadores desta edição estão: AB Vista, Adisseo, Agroceres Multimix, Álamo, Aleris, Alltech, APC Inc. ACSURS, ABCS, ACCS, Bayer, BASF,  Bentonita, Biomin, Boehringer Ingelheim, Cargill, Ceva Saúde Animal, DeHeus, DB Genética Suína, Desvet, DSM, Elanco,Eurotec, Evance, Farmabase, Fatec, Feed&Food, Grasp, Hipra, Huvepharma, ICC, IDEXX, Ilender, Impextraco,IPEVE,  Jornal O Presente Rural, Venco, Lavizoo, MCassab, Merial, Microvet, MGMAX, MSD, Nutriad, Oligobasics, Olmix, OuroFino, Poli Nutri, Safeeds, Salus, Sanphar, Sauvet, Suiaves, Tectron, Theseo,Vaccinar, Vansil,Vetanco,Vitafort,Yes, Zimpro, ZhengChang e Zoetis, entre outras em fechamento.

Para inscrições avulsas acesse – http://nucleovet.com.br/IX_SBSS/inscricao.php ou solicite pacote para sua equipe e convidados no email panty@pantyassessoria.com.br

Programação

09 de agosto de 2016

14h – Abertura

14h05 às 14h55 – Fundamentos econômicos na cadeia de suínos separando fatos e mitos; Palestrante: Dr. Alvimar Jales;

14h55 às 15h45: Gestão da assistência técnica no sistema de produção; Palestrante: Dr. Fabrício Borges;

15h45 às 16h15 – Pausa para o café – Patrocínio AB Vista;

16h15 às 17h05: Pessoas e informação: pilares para resultados de excelência; Palestrante: Dr. Everton Gubert;

17h10: Abertura Oficial;

17h30: Palestra de Abertura       

19h: Coquetel de abertura.

10 de agosto de 2016

08h: Como produtores europeus alcançam excelentes resultados utilizando baias de gestação coletivas; Palestrante: Dr. Ad van Wesen;

08h50: Inseminação artificial em tempo fixo; Palestrante: Dr. Rafael Ulguim;

09h40: Pausa para café – Patrocínio Theseo;

10h10: Manejo pré-abate e qualidade de carne; Palestrante: Dr. Brandon Fields;

11h: Estratégias para a manutenção de embriões viáveis: um novo olhar para o período pós-cobertura; Palestrante: Prof. Dra. Fernanda Almeida;

Intervalo – Almoço;

14h: Ractopamina na produção de suínos; Palestrante: Prof. Dr. Vinícius Cantarelli;

14h50: Atualização sobre a situação do Seneca Valley Virus; Palestrante: Prof. Dr. Amauri Alfieri;

15h40: Critérios utilizados na condena de carcaças pelo serviço oficial; Palestrante: A confirmar;

16h30: Pausa para café – Patrocínio Poli Nutri;

17h: Eventos Paralelos;

20h: Jantar Show Bayer Saúde Animal.

11 de agosto de 2016

08h: Coleta e remessa de material para o laboratório e interpretação de resultados; Palestrante: Dra. Suzana Satomi Kuschiishi;

08h50: Uso prudente de terapêuticos na suinocultura; Palestrante: Dr. Ricardo Lippke

09h40: Pausa para café – 30 minutos;

10h10: Circovírus Suíno Tipo 2: situação atual e perspectivas futuras; Palestrante: Dra. Lana Teixeira Fernandes;

11h: Impacto da ambiência no desempenho de suínos; Palestrante: Dr. Juan Maqueda;

11h50: Encerramento das atividades.

Mais informações no Nucleovet com Fillipe pelo telefone 49 3329 1640 ou acesse o site http://www.nucleovet.com.br/IX_SBSS/

Fonte: Assessoria

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Suíno vivo registra variações nos preços em janeiro

Mercado apresenta comportamento distinto nas regiões acompanhadas pelo Cepea.

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Foto: Shutterstock

As cotações do suíno vivo apresentaram comportamento misto na última sexta-feira (09), conforme dados do Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq. Entre as principais praças acompanhadas, os preços oscilaram levemente, refletindo ajustes pontuais do mercado no curto prazo.

Em Minas Gerais, na modalidade posto, o quilo do suíno vivo foi cotado a R$ 8,35, registrando queda diária de 1,18% e recuo de 0,95% no acumulado do mês. No Paraná, o animal negociado “a retirar” foi cotado a R$ 8,25/kg, com leve alta de 0,36% no dia, embora ainda apresente variação mensal negativa de 0,24%.

No Rio Grande do Sul, o preço ficou em R$ 8,26/kg, com retração diária de 0,36% e queda de 0,48% no comparativo mensal. Santa Catarina também apresentou leve recuo, com o suíno cotado a R$ 8,31/kg, baixa de 0,12% no dia e variação negativa de 0,48% no mês.

São Paulo foi a única praça a registrar estabilidade no acumulado mensal. O preço do suíno vivo posto na indústria alcançou R$ 8,91/kg, com alta diária de 0,22% e variação mensal de 0,00%.

Os números indicam um mercado ainda ajustando preços no início de janeiro, com oscilações moderadas entre as regiões e sem movimentos expressivos de alta ou baixa.

Fonte: O Presente Rural com informações Cepea
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Suínos

ACCS empossa nova diretoria e reforça foco em mercado e sanidade na suinocultura catarinense

Entidade inicia novo mandato de quatro anos com Losivanio Lorenzi reeleito e destaca desafios ligados às exportações, biosseguridade e inovação no setor suinícola de Santa Catarina.

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Foto: Divulgação/ACCS

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) realizou, nesta sexta-feira (09), a posse oficial da diretoria eleita em assembleia geral no dia 10 de outubro do ano passado. O ato marcou o início formal do novo mandato da entidade e reafirmou a continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos em defesa da suinocultura catarinense.

Presidente reeleito da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi: “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade” – Foto: Divulgação/ACCS

Durante a cerimônia, o presidente reeleito, Losivanio Luiz de Lorenzi, destacou que a nova gestão mantém o compromisso com a representatividade do setor, aliando experiência e renovação. Segundo ele, alguns membros passaram por mudanças, a pedido, abrindo espaço para novas lideranças, sem perder o apoio e a contribuição daqueles que deixam os cargos diretivos. “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade”, afirmou.

Losivanio ressaltou que os principais desafios do novo mandato estão ligados ao acompanhamento constante do mercado, tanto no cenário estadual e nacional quanto no internacional.

Santa Catarina responde por mais de 50% das exportações brasileiras de carne suína e, em 2024, superou o Canadá, tornando-se o terceiro maior exportador mundial da proteína. Nesse contexto, o presidente reforçou a importância da atuação conjunta com indústrias e cooperativas, fundamentais para a comercialização da produção.

Outro ponto central abordado foi a manutenção do elevado status sanitário do rebanho

Foto: Divulgação/ACCS

catarinense. Para a ACCS, a biosseguridade e a sanidade animal são pilares estratégicos para a permanência e ampliação do acesso aos mercados internacionais, além de garantirem qualidade e segurança ao consumidor brasileiro. “É a sanidade que nos mantém competitivos e confiáveis no mundo”, destacou.

A nova diretoria assume com a missão de seguir inovando, acompanhando as transformações do setor, inclusive com o avanço de novas tecnologias e da inteligência artificial, sempre com foco na sustentabilidade da atividade, na qualidade de vida do suinocultor e na entrega de uma proteína segura e de alta qualidade à mesa do consumidor. O mandato tem duração de quatro anos.

Fonte: Assessoria ACCS
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Biosseguridade como estratégia para proteger a suinocultura catarinense

Nova portaria estadual reforça a prevenção sanitária nas granjas, combina exigências técnicas com prazos equilibrados e conta com apoio financeiro para manter Santa Catarina na liderança da produção de proteína animal.

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Foto: Shutterstock

Santa Catarina é reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência sanitária de sua produção animal. Esse reconhecimento não é fruto do acaso: é resultado de um trabalho contínuo, técnico e coletivo, que envolve produtores, agroindústrias, cooperativas, entidades de representação, pesquisa e o poder público. Nesse contexto, a Portaria SAPE nº 50/2025, em vigor desde 8 de novembro de 2025, representa um marco decisivo para a suinocultura tecnificada catarinense, ao estabelecer medidas claras e objetivas de biosseguridade para granjas comerciais.

Ao ser elaborada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) em conjunto com a Cidasc e outras instituições ligadas ao setor produtivo e à pesquisa agropecuária, a normativa consolida um entendimento que sempre defendemos: a prevenção é a melhor estratégia. Em um cenário global marcado por riscos sanitários crescentes, pressão por padrões mais rigorosos e mercados cada vez mais exigentes, proteger o plantel catarinense significa proteger empregos, renda no campo, investimentos industriais e a confiança dos compradores internacionais.

Diretor executivo do SINDICARNE, Jorge Luiz De Lima – Foto: ARQUIVO/MB Comunicação

A Portaria traz prazos que demonstram equilíbrio e respeito à realidade das propriedades. As granjas preexistentes têm período de adaptação, com adequações estruturais previstas para ocorrer entre 12 e 24 meses, conforme o tipo de ajuste necessário. Contudo, também há medidas de implementação imediata, principalmente de caráter organizacional, baseadas em rotinas padronizadas de higienização, controle e prevenção. É o tipo de avanço que qualifica a gestão e eleva a eficiência sem impor barreiras desproporcionais.

Vale destacar que muitas granjas catarinenses já operam nesse padrão, em razão das exigências sanitárias de mercados internacionais e do comprometimento histórico do setor com boas práticas. Por isso, a adaptação tende a ser tranquila, além de trazer ganhos diretos de controle, rastreabilidade e segurança. Entre as principais ações previstas, estão: uso obrigatório de roupas e calçados exclusivos da unidade de produção; desinfecção de equipamentos e veículos; controle rigoroso de pragas e restrição de visitas; tratamento da água utilizada; e manutenção de registros e documentação atualizados. São medidas que, embora pareçam simples, fazem enorme diferença quando aplicadas com disciplina.

Outro ponto que merece reconhecimento é a criação do Programa de Apoio às Medidas de Biosseguridade na Produção Animal Catarinense, instituído pela Resolução nº 07/2025. O Governo do Estado não apenas regulamentou: também viabilizou um caminho real para que o produtor possa investir. O programa permite financiamento de até R$ 70 mil por granja, com pagamento em cinco parcelas, sem correção monetária ou juros, e com possibilidade de subvenção de 20% a 40% sobre o valor contratado. Trata-se de um estímulo concreto, que fortalece a base produtiva e mantém Santa Catarina na liderança brasileira em produção e exportação de carne suína.

O processo é tecnicamente estruturado e acessível. O suinocultor deve elaborar um Plano de Ação (Plano de Adequação), com apoio de médico-veterinário da integradora, cooperativa ou assessoria técnica — incluindo alternativas como o Sistema Faesc/Senar-SC para produtores independentes. O documento é preenchido na plataforma Conecta Cidasc. A partir dele, a Cidasc emite o laudo técnico, e o produtor pode buscar o financiamento do Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FDR), com solicitação feita junto à Epagri, que atua como ponte para viabilizar o acesso à política pública.

Biosseguridade não é custo; é investimento. É ela que sustenta a sustentabilidade do setor, reduz perdas, previne crises e mantém nossa competitividade. A Portaria nº 50/2025 e o Programa Biosseguridade Animal SC mostram que Santa Catarina segue fazendo o que sempre fez de melhor: antecipar desafios, agir com responsabilidade e proteger seu patrimônio sanitário, garantindo segurança, qualidade e confiança do campo ao mercado.

Fonte: Assessoria Sape-SC
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