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Inscrições abertas para Rota do Leite do Agroleite 2025

Percurso técnico valoriza excelência na produção leiteira e conecta participantes com experiências de destaque na cadeia do leite.

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Foto: Divulgação/Castrolanda

A organização do Agroleite abriu nesta terça-feira (08) as inscrições da Rota do Leite. A atividade será promovida pelo Agroleite 2025 nos quatro dias de evento, de 05 a 08 de agosto, e oportuniza ao público a possibilidade de conhecer algumas propriedades leiteiras do município de Castro, a Capital Nacional do Leite.

Ao todo serão nove propriedades visitadas sendo duas na terça-feira (05 de agosto), três na quarta-feira (06 de agosto), três na quinta-feira (07 de agosto) e uma na sexta-feira (08 de agosto). As visitas estão sendo organizadas e serão acompanhadas pela equipe da assistência técnica da área de Negócios Leite da Castrolanda.

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Mauro Cezar de Faria, gerente executivo de Pecuária da Castrolanda, relata que a produção das propriedades a serem visitadas varia de 1.700 litros a 40 mil litros por dia, em sistemas diversos de produção, mas todas com alto desempenho. “Independente da propriedade que o visitante venha conhecer, é possível verificar que as propriedades leiteiras podem ser altamente eficientes em diferentes sistemas e escalas de produção”, destaca Faria.

A inscrição deve ser feita pelo site do Agroleite, clique aqui para acessar, no menu ‘Inscrições Rota do Leite’. Do site do Agroleite o interessado será encaminhado para a plataforma Sympla para fazer a inscrição, cujo custo simbólico será de R$ 12,50 por inscrição e inclui o transporte até a propriedade escolhida.

As vagas são limitadas a 43 visitantes por fazenda. Recomenda-se que os participantes observem a previsão do tempo e em caso de previsão de chuva levem guarda-chuva e/ou capa de chuva e botas. O local de embarque será no estacionamento de ônibus e vans, no final da área de expansão do Castrolanda Expo Center. Os inscritos devem comparecer ao local de embarque com 15 minutos de antecedência. Caso os inscritos não compareçam, será possível que outros interessados integrem o grupo na hora do embarque fazendo o pagamento via PIX.

Conforme política da plataforma Sympla, os cancelamentos de pedidos pagos serão aceitos até sete dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento. O Sympla ainda permite editar o participante de um ingresso uma única vez, essa opção fica disponível até 24 horas antes do início do evento.

Confira abaixo o cronograma completo de visitas:

– Terça-feira:

Chácara Willy Davis

Proprietário: Ervino Benke

Localidade: Maracanã

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça holandesa, as quais são alojadas em sistema semiconfinado de alto desempenho. A mão de obra é familiar, em processo de sucessão. Atualmente, a produção diária de leite é de 1.700 litros/dia.

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h15

Previsão de retorno no parque: 16h30

Agropecuária Salomons

Proprietário: Charles Salomons

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça holandesa, confinadas em sistema free stall. A mesma é caracterizada por ser referência em genética. Apresenta produção de leite diária de 17.800 litros.

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno no parque: 16h30

– Quarta-feira:

Genética Arm

Proprietário: Armando Rabbers

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça holandesa confinadas em sistema free stall. A mesma é caracterizada por ser referência em tecnologia, pois é pioneira na ordenha voluntária automática (robotizada). A produção de leite diária é de 7.305 litros.

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Agropecuária Harm

Proprietário: Lucas Rabbers

Localidade: Maracanã

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas confinadas da raça holandesa, apresenta ordenha convencional e ordenha voluntária automática (ordenha robotizada). Atualmente a produção de leite diária é de 34.100 litros.

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno no parque: 16h30

Fazenda Ipê

Proprietário: Pablo Borg e Rogério Borg

Localidade: Santa Clara

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça holandesa, em sistema confinado com ordenha carrossel. A produção diária de leite é de 16.400 litros.

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno no parque: 16h30

– Quinta-feira:

Centro de treinamento para pecuaristas (CTP)

Localidade: Maracanã

Perfil da fazenda: a propriedade é caracterizada por ser uma instituição de formação profissional, focada em oferecer treinamentos, cursos e aulas para produtores rurais e demais públicos da área. A propriedade é dividida em grande unidade (com vacas holandesas confinadas, produzindo 12.300 litros de leite por dia) e, pequena unidade (com vacas da raça jersey semiconfinadas e com produção diária de 1.500 litros de leite).

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h

Previsão de retorno no parque: 11h30

Agropecuária Fini

Proprietário: Hans Jan Groenwold

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça holandesa, as quais são confinadas em sistema free stall, é caracterizada por ser referência em genética. Atualmente a produção de leite diária é de 42.700 litros.

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno no parque: 16h30

Sempre verde

Proprietário: Douwe Jantinus Groenwold

Localidade: Castrolanda

Perfil da fazenda: a propriedade conta com animais da raça holandesa confinadas em sistemas compost barn em cross ventilation e excelência na gestão de dados. A produção diária de leite nesta propriedade é de 40.100 litros.

Saída do parque: 13h30

Previsão de chegada na propriedade: 14h

Previsão de retorno no parque: 16h30

– Sexta-feira:

Agrojet Milk Makers

Proprietário: Edson Hitoshi Kayano

Localidade: Pedras

Perfil da fazenda: a propriedade possui vacas da raça jersey, confinadas em sistema free stall e compost barn. A produção de leite diária é de 9.300 litros.

Saída do parque: 8h30

Previsão de chegada na propriedade: 9h20

Previsão de retorno no parque: 12h

Agroleite 2025

Foto: Shutterstock

O Agroleite 2025, vitrine da tecnologia da cadeia do leite da América Latina, será realizado entre os dias 05 a 08 de agosto em Castro-PR, a Capital Nacional do Leite, no Castrolanda Expo Center e Parque Dario Macedo. Na edição em que comemora 25 anos, o evento contará com cerca de 360 expositores, um crescimento de mais de 10% em relação a edição de 2024. A Castrolanda, realizadora do evento, espera um público estimado de 160 mil visitantes durante os quatro dias de exposição. Todas as informações da programação são divulgadas no site www.agroleitecastrolanda.com.br, no aplicativo Meu Agroleite e nas redes sociais @agroleitecastrolanda. O evento é aberto ao público e gratuito.

Parceria e patrocinadores Diamante: O evento é realizado em parceria com o Governo do Estado do Paraná e Prefeitura Municipal de Castro. Na cota diamante o Agroleite 2025 recebe a assinatura de Alta Genetics, Boehringer Ingelheim, Bouwman- Livestock & Agriculture, Cogent Iamax, De Heus, Essencial Nutrição, Grupo Calpar, Hércules- Estruturas e Construtora, Inpasa, JA Saúde Animal, Lely, Menarim Agro, MSD Saúde Animal, Nobre Nutrição Animal, Nutrição Castrolanda, Nutron, Ourofino Saúde Animal, Pro Tork Agriculture, Seal Plus, Sicredi, Tetra Pak, Tortuga e UCB Vet Saúde Animal.

Fonte: Assessoria Castrolanda

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Leite importado pode ser vetado em compras públicas no Brasil

Proposta abre exceção apenas quando não houver produto nacional disponível.

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Foto: Divulgação

Um projeto de lei que veda a compra de leite importado por órgãos públicos recebeu parecer favorável do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. O texto é relatado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), que protocolou nesta semana parecer pela aprovação da proposta. Com isso, o tema pode entrar em votação nas próximas sessões.

Lupion apontou que a redação aprovada em outras comissões da Câmara está em conformidade com os preceitos constitucionais e jurídicos, e, por isso, apresentou voto favorável ao projeto. O Projeto de Lei 2.353/2011 inclui dispositivo na Lei de Licitações e Contratos Administrativos para proibir a aquisição de leite de origem estrangeira por órgãos públicos.

Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deputado, Pedro Lupion: “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores” – Foto: Divulgação/FPA

A exceção prevista na proposta ocorre apenas quando “não houver disponibilidade de produto nacional”. Nesses casos, o órgão público deverá justificar previamente a compra de leite importado.

A tramitação do projeto ocorre em um contexto de pressão do setor produtivo por medidas que reduzam as importações do produto. Produtores de leite alegam que os preços praticados no mercado têm comprimido as margens e inviabilizado a atividade, especialmente entre os pequenos produtores.

Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços pagos ao produtor recuaram mais de 25% em 2025, encerrando o ano em R$ 1,99 por litro. Segundo os pesquisadores, o Custo Operacional Efetivo (COE) subiu 1,32% em janeiro e mais 0,32% em fevereiro.

Deputado Zé Silva: “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais” – Foto: Divulgação/FPA

Em outra ocasião, Lupion defendeu que o Tribunal de Contas da União (TCU) analise possíveis distorções relacionadas à importação de leite e os impactos sobre a cadeia produtiva. “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores. Precisamos entender se existe equilíbrio competitivo ou se há distorções que estão pressionando os preços pagos ao produtor”, destacou.

O integrante da FPA, deputado Zé Silva (União-MG), lembrou que medidas voltadas à cadeia leiteira impactam 1,1 milhão de produtores no país e mais de 5 milhões de empregos. “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais. Nós sabemos que hoje o custo de produção de um litro de leite é de R$ 1,90 a R$ 2”, afirmou.

Parlamentares pedem celeridade em processo antidumping

Quem também acompanha de perto as pautas relacionadas à cadeia leiteira é a vice-presidente da FPA na região Sudeste, deputada Ana Paula Leão (PP-MG). Um dos pleitos defendidos pelos parlamentares é a adoção de medidas antidumping contra o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai.

Vice-presidente da FPA na região Sudeste e deputada, Ana Paula Leão: “O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial” – Foto: Divulgação/FPA

A investigação foi aberta em 2024, e o pedido do setor é para que sejam adotadas medidas provisórias enquanto o processo segue em análise. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) é o órgão responsável por avaliar a demanda. “O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial”, destacou a deputada.

Já o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC), lembrou que a imposição de medidas antidumping de forma provisória não alivia a situação de forma imediata, mas ajuda para que o processo tenha um desfecho definitivo. “A Argentina coloca leite aqui no Brasil com preço 53% menor do que vende lá dentro do seu próprio país. Com qual finalidade? Exterminar os produtores brasileiros para depois tomar conta do nosso mercado e praticar o preço que quiserem. Precisamos que esse leite seja taxado agora na fronteira.”

Fonte: Assessoria FPA
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Exportações de carne bovina de Mato Grosso crescem mais de 50%

Resultado foi impulsionado pela demanda internacional e valorização da tonelada embarcada.

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Fotos: Shutterstock

Mato Grosso voltou a se destacar no cenário internacional da carne bovina ao registrar um desempenho recorde no primeiro trimestre de 2026. O estado exportou 251,83 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC), volume que representa 26,72% de toda a carne bovina embarcada pelo Brasil no período — o maior já registrado para um primeiro trimestre na série histórica.

O resultado expressivo também aparece na comparação anual. Em relação ao mesmo período de 2025, o crescimento foi de 53,39% no volume exportado. Já a receita atingiu US$ 1,11 bilhão, alta de 74,71%, impulsionada tanto pelo aumento da demanda internacional quanto pela valorização da tonelada embarcada, que alcançou média de US$ 4,54 mil.

A China manteve-se como principal destino da carne mato-grossense no trimestre, concentrando 50,82% dos embarques, o equivalente a 127,97 mil TEC. O país asiático segue como motor da demanda global, sustentando volumes elevados de importação. No entanto, outros mercados começam a ganhar relevância. Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 9,14% das compras (23,03 mil TEC), e chamam atenção pelo ritmo de crescimento: em apenas três meses, já adquiriram 57,38% de todo o volume exportado para o país ao longo de 2025.

Na avaliação do diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, o resultado reflete um conjunto de fatores que vêm fortalecendo a pecuária. “Mato Grosso tem avançado na abertura de mercados e na valorização da sua carne. Esse crescimento mostra não só a força da produção, mas também a confiança dos compradores internacionais na qualidade e na regularidade do produto”.

“Além de volume, estamos ganhando valor. Isso passa por uma combinação de eficiência produtiva, melhoria genética, manejo e, cada vez mais, pela adoção de práticas sustentáveis, que são exigências dos mercados mais exigentes”, enfatiza o diretor de Projetos do Imac.

Fonte: Assessoria Imac
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Brasil abre mercado para exportação de miúdos bovinos ao Vietnã

Negociação amplia oportunidades para a cadeia da carne e reforça presença em um dos principais destinos do agro brasileiro.

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O governo brasileiro concluiu negociações com o Vietnã que permitirão a exportação de miúdos bovinos (coração, fígado e rins) para aquele mercado.

A abertura fortalece o comércio com o quarto principal destino das exportações do agronegócio brasileiro e amplia as oportunidades para a cadeia bovina nacional, ao favorecer o aproveitamento integral do animal.

O Vietnã importou mais de US$ 3,5 bilhões em produtos agropecuários brasileiros em 2025, com destaque para milho, complexo soja, fibras e produtos têxteis.

Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 592 aberturas de mercado desde o início da atual gestão.

Esse resultado decorre da atuação coordenada do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Fonte: Assessoria Mapa
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