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Inscrições abertas para programa que combate efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul

Esta é uma das ações que estão sendo executadas dentro do Supera Estiagem, projeto incluído no Plano Rio Grande – programa liderado pelo governador Eduardo Leite de reconstrução, adaptação e resiliência climática do Rio Grande do Sul.

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Foto: Fernando Dias

O Governo do Rio Grande do Sul já recebeu mais de 670 projetos de irrigação. São sistemas que estão e serão instalados e que vão ajudar na mitigação dos efeitos da estiagem sempre que houver incidência no Rio Grande do Sul. Como forma de incentivar o produtor, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) tem o Programa de Irrigação, que está com o edital aberto, e paga diretamente ao produtor uma subvenção de 20% do valor do projeto, limitado a R$ 100 mil por beneficiário.

Foto: Juliana Caldas

Esta é uma das ações que estão sendo executadas dentro do Supera Estiagem, projeto incluído no Plano Rio Grande – programa liderado pelo governador Eduardo Leite de reconstrução, adaptação e resiliência climática do Rio Grande do Sul. Confira aqui o Plano Rio Grande.

O Programa de Irrigação é destinado a qualquer produtor rural e não é atrelado a nenhum financiamento por instituição de crédito, podendo o produtor fazer investimento próprio ou procurar a linha de crédito que melhor atender os seus interesses para a instalação do sistema de irrigação, que podem ser: aspersão (pivôs, carretel, simples); localizada (gotejamento/microaspersão); sulcos (várzeas para milho e soja); e reservatórios de água para fins de Irrigação.

Atualmente, o Estado conta com apenas 4% da área de sequeiro irrigada. “Investir na irrigação é o melhor seguro agrícola que o produtor pode ter. É garantia de produtividade, principalmente em períodos de estiagens como a que estamos enfrentando em algumas regiões, e certeza de renda aos nossos produtores. O governo do Estado tem recursos à disposição e quer investir em irrigação. Além de pensar na produção agropecuária do Rio Grande do Sul, é sinônimo de desenvolvimento estadual”, afirmou o secretário da Agricultura, Clair Kuhn.

Regiões com mais projetos

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O Programa de Irrigação já recebeu mais de 670 projetos, somando a fase um da política pública. Juntos, os projetos representam um potencial de quase 9 mil hectares a mais de área irrigada e um benefício do governo do Estado de cerca de R$ 22 milhões pagos direto ao produtor rural, além de mais de R$ 170 milhões em investimentos pelo produtor para a instalação dos sistemas de irrigação.

Ao todo no Rio Grande do Sul, são 172 municípios que já enviaram projetos. Na fase em vigor, que está com edital aberto, a região das Missões é a que mais enviou, representando 34% do total recebido. Em segundo lugar no envio de número de projetos está a região de Planalto Médio (27%), seguido da Campanha (17%), Central (15%), Serra (4%) e outras regiões (3%).

Entre a finalidade dos projetos, a irrigação de grãos, como soja, milho e outros, lidera com 54% dos projetos apresentados. A pastagem/pecuária representa 17%, seguida pela fruticultura (16%), olericultura (13%) e outros (2%).

Fonte: Assessoria Seapi

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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