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Avicultura Edição comemorativa

Inscrições abertas para o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura

Evento ocorrerá nos dias 08, 09 e 10 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

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Fotos: Divulgação/UQ Eventos

Já estão abertas as inscrições para o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), evento destaque na disseminação de conhecimento do setor latino-americano. A edição comemorativa, promovida pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), ocorrerá nos dias 8, 9 e 10 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Os participantes também poderão visitar a tradicional feira de negócios, 16ª Poultry Fair. O investimento para o primeiro lote, até o dia 27 de fevereiro, é de R$ 580,00 para profissionais, R$ 400,00 para estudantes e R$ 100,00 para acessar somente a feira.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A presidente da comissão científica do Simpósio, Daiane Albuquerque, ressalta que a programação foi elaborada com base nos assuntos de maior relevância para o setor e conta com explanações de renomados pesquisadores e profissionais de diversos segmentos da cadeia avícola. “A grade científica está dividida em quatro blocos temáticos, com assuntos bem direcionados em cada período. Sendo Mercado e Nutrição no primeiro dia, seguido de Abatedouro e Manejo, e, por fim, Sanidade. Todos os temas foram pensados com muita estratégia para atender o cenário atual e oferecer conhecimentos que agreguem na indústria e no campo, de forma a somar resultados positivos”, adianta.

O evento é reconhecido pela difusão de informação, inovação tecnológica e intercâmbio de experiências entre médicos veterinários, zootecnistas, técnicos, agrônomos, estudantes, produtores rurais e empresários do setor.

Neste ano, ao completar 25 edições, o Nucleovet celebra o esforço e a dedicação dos profissionais voluntários que atuaram na construção e no desenvolvimento do Simpósio. “Cada edição é única e especial, mas estar na 25ª certamente nos enche de orgulho e gratidão. Será um momento de boas recordações, fortalecimento de laços e muito conhecimento, pois a grade de palestras está fantástica, com profissionais de renome e alto conhecimento”, destaca Daiane.

Evento completo

Presidente do Nucleovet, Tiago José Mores: “A colaboração internacional fomentada pelo evento também abre portas para parcerias estratégicas e a elaboração conjunta de soluções inovadoras que beneficiam o setor como um todo”

O presidente do Nucleovet, Tiago José Mores, pontua como a feira de negócios – que reúne empresas multinacionais de genética, sanidade, nutrição, aditivos, equipamentos para a avicultura, entre outras – permite a construção de conexões estratégicas entre os congressistas e representantes do setor, promovendo oportunidades de integração e futuras negociações. “A colaboração internacional fomentada pelo evento também abre portas para parcerias estratégicas e a elaboração conjunta de soluções inovadoras que beneficiam o setor como um todo. O impacto do SBSA vai além do avanço técnico e científico; ele também fortalece as bases para um desenvolvimento sustentável e cooperativo da avicultura em toda a América Latina”, observa Mores.

Inscrições

As inscrições para o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura + 16ª Poultry Fair estão no primeiro lote e podem ser realizadas por R$ 580,00 para profissionais e R$ 400,00 para estudantes, até 27 de fevereiro. Após essa data, o investimento no segundo lote será de R$ 720,00 para profissionais e de R$ 450,00 para estudantes. A partir do dia 28 de março e durante o evento, profissionais e estudantes poderão se inscrever por R$ 890,00 e R$ 500,00 respectivamente.

Os ingressos para acessar somente a 16ª Poultry Fair, sem participar da programação científica, podem ser adquiridos por R$ 100,00 até 27 de março. Após essa data, o investimento para participar da feira de negócios será de R$ 200,00.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSA serão concedidos códigos-convites bonificados. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos de universidades têm condições diferenciadas. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Nucleovet

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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