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Notícias Workshop Sindiavipar

Inovações vão marcar encontro anual das indústrias avícolas do Paraná

Workshop Sindiavipar 2022 acontece entre esta quarta (23) e quinta-feira (24) no Lar Centro de Eventos, em Medianeira (PR)

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Presidente do Sindiavipar e da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues: "Já temos uma avicultura jovem e moderna, mas que pode ser ainda mais dinâmica, criativa e inovadora" - Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Quais são os atuais desafios do agro brasileiro? Qual é o status da avicultura nacional? Como está o cenário mundial de proteínas e commodities? Quais são soluções para o investimento em energia fotovoltaica no setor? E como funciona a sanidade e a inspeção de produtos avícolas? Todas essas perguntas serão respondidas e analisadas no Workshop Sindiavipar 2022, que acontece entre esta quarta (23) e quinta-feira (24) no Lar Centro de Eventos, em Medianeira, PR,

O evento, que propõe o câmbio e a atualização de conhecimentos, apresentará contribuições técnicas e sociais com ênfase na evolução e modernização do segmento no Paraná. Entre os principais palestrantes estão a deputada federal e ex-ministra do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina; o assessor de Agronegócio do Banco do Brasil, Marcos Vinícius Wagner; a auditora fiscal do Dipoa/SDA/Mapa, Elenita Albuquerque; o diretor de Mercados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Luís Rua; o consultor do Safras & Mercados, Paulo Molinari; o especialista em Processos de Qualidade da Cobb, Eder Barbon; e o general technical manager Latin America da Aviagen, Dr. Mário Sérgio Assayag.

Por meio de parcerias com grandes empresas – como Coob, MSD, DSM, Pluma, Globoaves, Vaxxinova e Aviagen – o Sindiavipar viabilizou diversas atrações, com destaque para a Arena de Inovação.

Modernização da avicultura paranaense

Tecnologia e inovação comandam o tom e o visual desta edição, que promete ser a maior de todas. O investimento em disrupção marca, segundo o presidente da Lar e do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues, um novo momento da avicultura paranaense. “Queremos apresentar adventos tecnológicos de ponta para expressar o potencial do setor e, também, para acompanhar e estimular as transformações vivenciadas por ele nos últimos anos. Já temos uma avicultura jovem e moderna, mas que pode ser ainda mais dinâmica, criativa e inovadora”, exaltou

A Arena de Inovação é uma iniciativa estruturada para aumentar o engajamento com o público do evento, fornecendo uma nova experiência. O espaço contemplará as soluções mais modernas e inteligentes para processos avícolas. “Com a ciência como aliada, conseguiremos impulsionar o segmento e potencializar a eficiência da cadeia produtiva, conquistando mais eficiência e ampliando nossos mercados”.

Os participantes serão convidados a seguir uma jornada imersiva, descobrindo novas tecnologias, como realidade virtual e propostas sustentáveis. Outra atração será o ambiente dedicado a doze agritechs, com a exposição de produtos e serviços inovadores e tecnológicos. “Uma vez que o Paraná é responsável por 35% da produção de carne de frango brasileira e por 40% das exportações, ou seja, é a grande liderança nacional, o seu desempenho e a sua competitividade devem ser acompanhados de inovação e aprimoramento tecnológico. É assim que vamos aumentar nossa produtividade, diminuir impactos ambientais e garantir a qualidade dos nossos produtos, bem como nossa vantagem frente a outros estados e países”, finalizou Rodrigues.

Programação

Os participantes serão recepcionados a partir das 10 horas nesta quarta-feira no Lar Centro de Eventos e a programação do evento inicia às 14 horas, com a palestra  “Impacto econômico das doenças respiratórias para indústria avícola”, com Eder Barbon, da Cobb/Vantress. A abertura oficial está marcada para as 19 horas com a palestra magna sobre “Desafios do agro brasileiro”, com a deputada federal e ex-ministra do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina. “Todas as temáticas das palestras estão definidas, faltando apenas a confirmação de alguns palestrantes. Nós esperamos que esse workshop seja o melhor de todos que já foram realizados, porque estamos dando um ar de modernidade e de atualidade. Serão dois dias de trabalho que tenho certeza que vão contribuir muito com a atividade e certamente para as 600 pessoas que esperamos neste evento”, anseia Rodrigues.

Jantar do Galo

Neste ano, o tradicional Jantar do Galo vai celebrar as três décadas de fundação do Sindiavipar. Durante a confraternização, serão homenageados os destaques da avicultura paranaense e brasileira.

Programação do 7º Workshop Sindiaviapar

Quarta-feira (23)

10h – Recepção/Credenciamento

10h às 12h – Contato com fornecedores e visitação na Arena de Inovação

12h às 13h30 – Almoço no local do evento

13h30 às 14h – Boas-vindas com o presidente do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues

14h às 14h40 – Impacto econômico das doenças respiratórias para indústria avícola, com Eder Barbon, da Cobb/Vantress

14h40 às 15h20 – Implicação de variante de IBV2 (Infectious bronchitis vírus) no Paraná e as experiências da Europa/Oriente Médio, com o médico-veterinário, especialista em Engenharia de Produção, doutor em Ciências Biológicas e gerente técnico para América Latina da Aviagen, Mário Sérgio Assayag

15h20 às 15h50 – O futuro do empreendedorismo é o ser humano, com o presidente da MSD Saúde Animal, Delair Bolis

15h50 às 16h10 – Coffee break

16h10 às 16h30 – Startups

16h30 às 17h15 – Panorama da Avicultura, com o diretor da Associação brasileira de Proteína Animal, Luís Rua

17h15 às 18h45 – Contato com fornecedores e visitação na Arena de Inovação

18h45 às 19h – Solenidade de abertura

19h às 19h40 – Palestra magna – Desafios do agro brasileiro, com a deputada federal e ex-ministra do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina

19h40 às 20h15 – Homenagens, premiações e reconhecimentos

20h15 – Jantar do Galo com música ambiente ao vivo e atrações artísticas, no local do evento

Quinta-feira (24) 

08h30 – Recepção e visitação na Arena de Inovação

09h às 09h30 – Investimento em energia fotovoltaica na avicultura integrada, com o assessor de Agronegócio do Banco do Brasil, Marcos Vinícius Wagner

09h30 às 10h10 – Cenário mundial de proteínas e commodities, consultor do Safras & Mercados, Paulo Molinari

10h10 às 10h20 – Startups

10h20 às 10h40 – Coffee break

10h40 às 11h30 – Movo sistema de inspeção baseado em risco, com a auditora fiscal do Dipoa/SDA/Mapa, Elenita Albuquerque

11h30 às 11h40 – Startups

11h40 às 12h – Sorteio de brindes e encerramento

12h às 13h30 – Almoço no local do evento

13h30 às 15h – Interação com fornecedores e Arena de Inovação

Fonte: Com assessoria

Notícias São Paulo

Campanha de vacinação contra Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça-feira, 30 de junho

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

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Foto e texto: Assessoria

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que a Campanha de vacinação contra a Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça, dia 30 de junho. A campanha subsequente referente ao segundo semestre de 2026 tem início na quarta-feira, dia 1º de julho com prazo para imunização das bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade até 31 de dezembro.

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.

A declaração de vacinação deve ser feita pelo médico-veterinário responsável pela imunização, que, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à campanha, validará a imunização dos animais.

A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.

Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração. 

O modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose trata-se de uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.

É estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do Estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Rio Grande do Sul

Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

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Foto: Divulgação

Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias

Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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