Notícias
Inovações tecnológicas atraem milhares de pessoas à EuroTier 2024
Feira acontece até sexta-feira (15) no Centro de Exposições de Hanôver, na Alemanha. O diretor do Jornal O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin participa do evento para acompanhar de perto as tendências que moldarão o setor agropecuário.

O maior evento global de pecuária e nutrição animal do mundo – a EuroTier – foi aberta para visitação nesta terça (12) e segue com programação até sexta-feira (15) no Centro de Exposições de Hanôver, na Alemanha, trazendo uma grande variedade de tecnologias e inovações para os setores de aves, suínos, peixes e bovinos. “São tecnologias desenvolvidas tanto para facilitar a mão de obra quanto para aprimorar a nutrição, saúde e bem-estar animal”, afirmou o diretor do Jornal O Presente Rural, Selmar Frank Marquesin, que participa do evento para acompanhar de perto as tendências que moldarão o setor agropecuário.
O pavilhão vai estar aberto para visitação do público das 09 às 18 horas. A cerimônia oficial de abertura está programação para o final da tarde desta terça-feira e a programação completa pode ser conferida aqui.
A edição 2024 conta com a participação de 2.219 mil expositores de 51 países. O Jornal O Presente Rural participa pela sétima vez consecutiva do evento, fazendo a cobertura das principais tecnologias e tendências que vão moldar as atividades pecuárias nos próximos meses. Simultâneo à feira, são realizadas discussões técnicas e minipalestras, com especialistas compartilhando conhecimentos sobre os avanços nos setores de proteína animal.
Nesta terça-feira, Marquesin participou de uma visita guiada pela feira, ocasião em que teve a oportunidade de conhecer algumas das tecnologias em destaque na EuroTier 2024. Entre as inovações apresentadas, esteve um robô para limpeza e desinfecção de aviários para aves de postura, um sistema para a suinocultura que utiliza pisos rebaixados para compensar a diferença de temperatura entre as matrizes e os leitões, ao mesmo tempo em que proporciona um ambiente mais limpo.
Robô para limpeza e desinfecção para aviários de postura
Outro destaque foi a utilização de robôs para limpeza de galpões em sistema de confinamento Compost Barn, modelo de criação de gado de leite que combina conforto animal com a compostagem dos dejetos orgânicos. “Uso de robôs é uma tecnologia bastante adotada na Europa para suprir a escassez de mão de obra, especialmente na criação de bovinos”, frisou Marquesin.
Também foi apresentado um sistema que libera vento em temperatura ambiente sobre as vacas para manter uma temperatura uniforme em todo galpão e também esteiras emborrachadas para melhorar o conforto e o bem-estar das vacas.
Sistema de ventilação para manter o ambiente com a mesma temperatura
Atrações
Promovida pela Sociedade Agrícola Alemã (DLG), a EuroTier se destaca como uma plataforma de inovações para o setor pecuário e será realizada em 25 pavilhões, com representações de diferentes países. Entre os eventos, a organizadora da feira vai apresentar seis DLG Spotlights para discussão sobre as principais inovações, tendências e desafios do setor pecuário global, proporcionando um ambiente de troca de conhecimento e networking para os profissionais da área:
- TopTierTreff : “Ponto de encontro da genética de ponta” (Pavilhão 11)
- Evento Barn Robot : tecnologia robótica para fazendas (Pavilhão 13)
- Criação de suínos sem corte de cauda : inovação em bem-estar animal (Pavilhão 15)
- IA na avicultura : inteligência artificial aplicada ao setor aviário (Pavilhão 17)
- Transição Solar : soluções de energia solar (Pavilhão 25)
- Agricultura Interna : novas práticas para produção indoor (Pavilhão 24)
Além disso, a EuroTier 2024 conta com diversos Expert Stages, plataformas dedicadas a apresentações especializadas, proporcionando aos visitantes a oportunidade de acompanhar, divulgar técnicas e inovações de ponta, promovendo um aprofundamento sobre as tendências e desafios atuais da pecuária e da produção sustentável. As áreas de destaque incluem:
Gado : Hall 11 (TopTierTreff) e Hall 13 (estande DLG)
Suínos : Pavilhão 15
Aves : Pavilhão 17
Agricultura Interna : Pavilhão 24
Energia Descentralizada : Pavilhão 25
Em paralelo, a EnergyDecentral, que foca em soluções para energia descentralizada, reforça o evento como uma referência em tecnologia e sustentabilidade; a Federação Alemã de Veterinários vai realizar o Congresso Anual “bpt”, entre quinta-feira (14) e sábado (16), acompanhado pela Feira Comercial bpt de Medicina Veterinária, que acontece no Pavilhão 7, com critérios especiais de admissão para os participantes.
Reconhecimento
Considerada a principal feira comercial do mundo para profissionais de criação animal, a EuroTier se consolidou como uma plataforma global de inovações, tendências e soluções para o setor. Este ano, a feira vai premiar as melhores inovações e práticas com sete prêmios reconhecidos internacionalmente como referência para a indústria:
- Prêmio de Inovação EuroTier
- Prêmio Inovação EnergiaDecentral
- Prêmio Bem-Estar Animal
- Vencedor do Conceito DLG-Agrifuture
- Prêmio Mulheres na Agricultura
- Prêmio DLG Agri Influencer
- DLG Impulse : Lançamento de soluções para ração e alimentos agrícolas
Entre os países representados na EuroTier estão Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Bulgária, Canadá, China, Croácia, República Checa, Dinamarca, Egito, Finlândia, Grécia, Hungria, Índia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Cazaquistão, Coreia do Sul, Letônia, Líbano, Lituânia, Luxemburgo, Malásia, Marrocos, México, Nova Zelândia, Holanda, Noruega, Paquistão, Polônia, Portugal, Romênia, São Marino, Suécia, Suíça, Sérvia, Cingapura, República Eslovaca, Eslovênia, Espanha, África do Sul, Taiwan, Turquia, Reino Unido, Ucrânia e Estados Unidos.

Notícias
Fechamento do Estreito de Ormuz ameaça exportações brasileiras de carne halal, soja e açúcar
Rota estratégica movimenta mais de 28 mil toneladas mensais de carne halal e sustenta fluxo de commodities que somam US$ 21 bilhões para Oriente Médio e Norte da África.

A decisão de fechar o Estreito de Ormuz, anunciada no último sábado (28) em meio à escalada do conflito envolvendo o Irã, acendeu um alerta para o agronegócio brasileiro. A medida atinge diretamente a principal rota de escoamento de carne halal, segmento no qual o Brasil lidera a produção global, e coloca sob pressão contratos e fluxos logísticos que movimentam mais de 28 mil toneladas mensais do produto.
Para Frederico Favacho, advogado especializado em contratos internacionais do agronegócio, o cenário exige cautela jurídica e operacional. “Os contratos não ficam imediatamente suspensos por conta de força maior ou outra condição, na medida em que os exportadores brasileiros possam ter outras rotas, como, por exemplo, o Mediterrâneo. Só que são rotas mais caras e mais complicadas”, afirma.

Frederico Favacho, advogado especializado em contratos internacionais do agronegócio: “Os contratos não ficam imediatamente suspensos por conta de força maior ou outra condição, na medida em que os exportadores brasileiros possam ter outras rotas, como, por exemplo, o Mediterrâneo”
Segundo ele, além da elevação de custos logísticos, o ambiente regional permanece instável. “A expectativa é que o Brasil tenha impacto não só nas carnes, mas também na soja que exportamos para a região e no açúcar. Precisaremos observar como os fatos vão se desenvolver nos próximos dias para desenhar decisões estratégicas”, diz Favacho.
Os números reforçam a dimensão do risco. De acordo com a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, as exportações brasileiras de carne bovina para os países árabes somaram US$ 1,79 bilhão em 2025, alta de 1,91% sobre o ano anterior, configurando o segundo recorde consecutivo de receitas com o bloco formado pelas 22 nações da Liga dos Estados Árabes, que abrange o Norte da África e o Oriente Médio.
O peso específico do mercado iraniano também chama atenção. “O Irã é um destino importante das commodities agrícolas brasileiras, principalmente o milho, foi o produto que mais exportamos para o país em 2025, seguido pela soja e, em terceiro lugar, o açúcar. São quase US$ 3 bilhões em exportações apenas para o Irã”, detalha Favacho.
Ele acrescenta que, ao considerar outros parceiros estratégicos como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Egito, este último com logística mais vinculada ao Canal de Suez, o conjunto das exportações brasileiras de carne, soja, milho e açúcar para a região alcança cerca de US$ 21 bilhões.
Favacho lembra ainda que o Brasil construiu posição diferenciada no comércio com Teerã ao longo dos anos. “Como exportamos alimentos, ficamos fora das restrições comerciais, o que nos colocou em vantagem no mercado internacional. Então, de fato, poderemos sofrer algum impacto nos contratos de exportação, mas é importante observar que este não é o nosso maior mercado. O principal continua sendo a China, seguida pela União Europeia”, ressalta.
O desdobramento da crise geopolítica tende a influenciar não apenas a logística, mas também custos de frete, prêmios de seguro e cláusulas contratuais, exigindo monitoramento constante por parte das empresas exportadoras.
Notícias
Crescimento do agro brasileiro passa pela integração dos sistemas e biocompetitividade
Especialistas defendem ciência, inovação tecnológica e articulação entre cadeias produtivas como bases para ampliar produtividade, reduzir impactos ambientais e posicionar o país na liderança da bioeconomia.

O agronegócio brasileiro foi apresentado como vetor estratégico para segurança alimentar e transição energética durante o Fórum Integração e Biocompetitividade: a solução brasileira, realizado nesta segunda-feira (02), em São Paulo. A avaliação é de que o país reúne vantagens estruturais, com matriz energética diversificada, clima favorável, disponibilidade hídrica e ampla biodiversidade, que o posicionam de forma singular no cenário global.
Na palestra inaugural, Mathias Schelp, vice-presidente para Agricultura Inteligente da Bosch América Latina, afirmou que o Brasil tem condições objetivas de liderar a bioeconomia, desde que transforme potencial em estratégia. “Temos condições de liderar a bioeconomia, mas precisamos assumir esse protagonismo”, declarou.
Entre as frentes tecnológicas apontadas para ampliar a competitividade estão soluções de aplicação mais eficiente de defensivos e a tecnologia dual etanol-diesel para equipamentos pesados, com redução do consumo de diesel e maior uso de biocombustíveis. Segundo Schelp, a transição demanda coordenação entre setor privado, produtores e poder público, com prioridade para práticas sustentáveis, ganho de produtividade e fortalecimento das cadeias.
No painel “Alimentos e Bioenergia Integrados”, o professor sênior do Insper e coordenador do Centro Insper AgroGlobal, Marcos Jank, ressaltou que sistemas integrados, como a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), têm base científica consolidada e aderência territorial. “A indústria entra com tecnologia, modernidade e escala. O resultado é aumento de produtividade com redução do impacto ambiental”, afirmou.

Solenidade de abertura do Fórum Integração e Biocompetitividade: a solução brasileira –
Foto: Gerardo Lazzari
O chefe-geral da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti, destacou o papel da pesquisa nacional na superação de gargalos históricos, como avanços genéticos na soja e na pecuária. Segundo ele, o país estruturou uma plataforma científica e tecnológica que conecta pesquisa, campo e mercado, permitindo ganhos consistentes de produtividade. Spadotti também apontou a economia circular como eixo estruturante dos sistemas integrados e ressaltou que não há modelo único de adoção, já que as soluções variam conforme as condições regionais e produtivas.
No debate, Monica Pedó, Sustainability Program Manager da John Deere, destacou que a evolução tecnológica voltada à integração de culturas está no centro da estratégia da companhia. “Estamos integrando conhecimentos agronômicos, digitais e operacionais para promover a evolução das máquinas com mais eficiência e rentabilidade ao produtor”, ressaltou.
Willian Marchió, diretor executivo da Rede ILPF, afirmou que adoção do sistema integrado exige mudança de mentalidade e planejamento técnico. “Fazer a integração não é simples, mas os resultados são extraordinários”, frisou.
De acordo com ele, o modelo sustentável da Rede ILPF se baseia na intensificação produtiva com diversificação de atividades na mesma área, promovendo recuperação de pastagens, melhoria da fertilidade do solo, aumento do sequestro de carbono, bem-estar animal e maior eficiência no uso de insumos.
Solenidade de abertura
A abertura do evento foi conduzida por Francisco Matturro, presidente executivo da Rede ILPF, que ressaltou o caráter simbólico do encontro ao lembrar que março é um mês emblemático para a entidade. Ele recordou o Dia de Campo realizado em 2007, na Fazenda Santa Brígida, apontado como um divisor de águas para a difusão dos sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta no país e hoje considerado referência técnica no tema.
Matturro enfatizou que o avanço dos sistemas integrados está diretamente associado ao investimento contínuo em ciência. “O agro é forte porque é sustentado pela pesquisa”, afirmou, ao defender o reconhecimento do papel estratégico dos pesquisadores na consolidação da competitividade do setor.
O dirigente também informou que o Instituto Biológico deverá implantar, em breve, uma área experimental dedicada à ILPF, ampliando a base de validação científica e demonstração tecnológica dos sistemas integrados.
Luiz Carlos Corrêa Carvalho, vice-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, destacou a trajetória institucional que sustenta a competitividade da agricultura brasileira e defendeu maior articulação entre os diferentes elos da cadeia produtiva. Ao lembrar que, antes mesmo da criação da Embrapa, o país já contava com estruturas consolidadas de pesquisa, como o Instituto Agronômico de Campinas e o Instituto Agronômico do Paraná, ressaltou que a base científica foi construída ao longo de décadas. “Construímos um sistema forte ao longo das décadas, mas ele precisa ser cada vez mais integrado”, salientou.
O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho, reforçou que o modelo brasileiro tem no produtor seu eixo central, mas depende da ciência como vetor de desenvolvimento. “A pesquisa é a ponte entre a dúvida que nos inquieta e a ciência que nos coloca no caminho do desenvolvimento”, disse.
Segundo ele, o poder público deve atuar de forma ativa ao lado do produtor para viabilizar inovação, competitividade e sustentabilidade.
Ainda na abertura, Ana Eugênia de Carvalho Campos, diretora-geral do Instituto Biológico, ressaltou a contribuição histórica da instituição para a cafeicultura e para a sanidade agropecuária, áreas estratégicas para a segurança produtiva. Já Ana Paula Packer, chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente, enfatizou a necessidade de planejamento de longo prazo e visão estratégica para assegurar a evolução técnica e ambiental da agropecuária brasileira.
Notícias
Acordo Brasil-União Europeia coloca reputação do agro no centro da estratégia internacional
Acesso ao bloco europeu exige transformar dados em reputação e coloca recuperação de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas como ativo de imagem.

O acordo entre Brasil e União Europeia foi o principal tema do encontro realizado nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, no ABMRA Ideia Café, promovido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA). O debate colocou a comunicação no centro da estratégia para ampliar oportunidades comerciais e fortalecer a reputação do agronegócio brasileiro em um dos mercados mais exigentes do mundo.

Secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Luis Rua: “A União Europeia é um mercado extremamente relevante, não só pelo tamanho, mas pelo poder aquisitivo e pelo grau de exigência regulatória” – Fotos: Divulgação
Convidado do evento, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Luis Rua, destacou o peso econômico do bloco europeu, que reúne cerca de 450 milhões de consumidores, PIB estimado em aproximadamente US$ 20 trilhões e responde por cerca de 14% das importações globais de produtos agropecuários. Para o Brasil, que exporta para mais de 190 países, trata-se de um mercado estratégico tanto pelo volume quanto pela influência nas regras do comércio internacional.
“A União Europeia é um mercado extremamente relevante, não só pelo tamanho, mas pelo poder aquisitivo e pelo grau de exigência regulatória”, afirmou Rua. Segundo ele, o acordo amplia previsibilidade, reduz tarifas de forma gradual e fortalece a inserção do Brasil em um ambiente comercial mais estável.
O secretário também ressaltou que o tratado não altera os critérios sanitários já praticados pelo país. “O acordo não muda absolutamente nada em termos de exigência sanitária. Nós já exportamos para a União Europeia há mais de 40 anos cumprindo todos os padrões exigidos”, declarou.
Se o ambiente regulatório europeu é rigoroso, ele também abre espaço para que o Brasil transforme conformidade técnica em ativo de reputação. Temas como clima, desmatamento, rastreabilidade e bem-estar animal fazem parte do debate público no bloco e influenciam decisões de compra. Nesse contexto, a comunicação deixa de ser complementar e passa a ser estratégica.
Rua defendeu que a construção de imagem precisa ser sustentada por dados consistentes. “A gente não vai construir uma mensagem a partir de um PowerPoint bonito. Vamos construir mostrando, ao longo do tempo, desconstruindo primeiro uma imagem errônea sobre o Brasil e qualificando esse discurso com dados concretos”, afirmou.

Presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), Ricardo Nicodemos: “O Brasil precisa assumir a liderança na construção da sua reputação no exterior”
Entre os dados citados está o potencial de recuperação de cerca de 40 milhões de hectares de pastagens degradadas, área superior ao território de 36 milhões de hectares da Alemanha. A possibilidade de ampliar a produção sem abrir novas áreas agrícolas foi apresentada como um dos principais argumentos para demonstrar que o crescimento do agro brasileiro pode ocorrer com base em eficiência e sustentabilidade.
O presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro, Ricardo Nicodemos, avaliou que o acordo amplia a vitrine internacional do agro e reforça a responsabilidade do setor na construção de imagem. “O Brasil precisa assumir a liderança na construção da sua reputação no exterior. Temos escala, tecnologia e resultados concretos. Transformar isso em narrativa estratégica é essencial para ampliar mercados”, afirmou.
Ao longo do encontro, também foi destacado que o processo de ratificação do acordo ainda depende de trâmites políticos nos países europeus, o que reforça a necessidade de o Brasil manter diálogo técnico e institucional permanente com o bloco.



