Empresas
Inovação no campo: Academia Topigs Norsvin aponta caminhos para levar empreendedor ao topo da genética suína
Com o programa Connect, a Topigs Norsvin do Brasil desenvolve um projeto piloto que poderá ser estendido a mais de 50 países onde atuamos.
Oferecer ao empresário suinocultor e aos seus colaboradores, mecanismos de acesso a informações técnicas e de mercado privilegiadas, cursos e treinamentos à distância ou presenciais. Este é o objetivo da Academia Topigs Norsvin, uma das ações que compõem um inovador e inédito programa de relacionamento idealizado pela Topigs Norsvin, chamado Connect.
“A inovação está no DNA de nossa empresa, que investe mais de 18 milhões de euros anualmente em P&D, na busca da melhor genética suína. Com o programa Connect, a Topigs Norsvin do Brasil desenvolve um projeto piloto que poderá ser estendido a mais de 50 países onde atuamos. Ele reúne ferramentas para um novo modelo de relacionamento com o mercado”, resume o diretor da empresa no Brasil, André Costa, que confiou a formatação e implantação do Connect a Adauto Canedo Junior gerente de planejamento e marketing e um dos mais respeitados especialistas da área.
Soluções e benefícios
“O programa Connect parte do princípio de que a missão da Topigs Norsvin não se resume à entrega de sêmen, matrizes e genética suína de ponta. Nosso relacionamento com os diferentes pontos de contato da cadeia suinícola vai muito além da melhor genética, porque oferecemos um pacote ou uma cesta de produtos e soluções que abrangem outras diferentes demandas. Nosso objetivo é gerar uma experiência positiva e gratificante para todos os envolvidos neste processo”, explica Adauto Canedo.
Segundo ele, a Academia Topigs Norsvin é um dos benefícios previstos no pacote. Através dela e mediante senha, serão disponibilizados cursos, palestras e treinamentos à distância, além de eventos presenciais e in company. “A idéia é levar até nossos parceiros, informações que na maioria das vezes ficam restritas aos centros de pesquisa, universidades, congressos e conferências nacionais e internacionais”, explica. A academia também desenvolveu métricas de avaliação e emitirá certificações, visando especialmente a formação de mão-de-obra junto às granjas.
Na linha EAD, por exemplo, já estão disponíveis palestras exclusivas com os especialistas Bruno Silva e Edson Bordin, abordando temos como nutrição de suínos em crescimento e engorda, nutrição de fêmeas reprodutoras, antibióticos, imunologia e vacinologia, patologia dos suínos, entre outros.
O Connect prevê diferentes níveis de participação e benefícios, que podem ser: treinamentos, assessoria no gerenciamento de reprodutores, layouts de laboratório e controle de qualidade, disponibilização de software de gerenciamento e atualização em genética, assistência técnica e até mesmo a contratação de consultorias especializadas e viagens técnicas.
Suinocultores parceiros aprovam a iniciativa
“O programa Connect só consolida e amplia a parceria de nossa Cooperativa com a Topigs Norsvin, porque ele oferece benefícios adicionais à genética, vai muito além do relacionamento comercial convencional”. A avaliação é do Diretor Administrativo-financeiro da Cooperativa Regional Sananduva – Majestade -, Egidio Loregian.
Segundo ele, embora lançado recentemente, o Connect ajudou a dar início ao processo de reposicionamento da marca Majestade junto ao mercado consumidor, viabilizando a consultoria inicial de uma agência especializada em branding (gestão de marca).
Dirceu Zotti, gerente de integração pecuária da Lar Cooperativa Agroindustrial, com sede em Medianeira, no Paraná, diz que o programa Connect e o lançamento da TN70, já apontada por pesquisadores e geneticistas como a melhor matriz do mundo, são duas grandes inovações que aproximam ainda mais a Topigs Norsvin de seus parceiros.
“As primeiras avaliações da TN70 são extremamente positivas e o programa Connect abre novas possibilidades de parceria e aproximação”, resume.
Roberto Coelho diretor da Fazenda União, que integra o Grupo Cabo Verde e tem sede em Nova Barra, região de Passos (MG) tem avaliação semelhante.
“Vejo com bons olhos o programa Connect, porque ele faz a diferença, mostra que a empresa pode fazer bem mais pelos seus parceiros, para estreitar essa relação”, diz. Entre as contribuições, Roberto Coelho destaca o treinamento de colaboradores, troca de experiências, seminários e viagens técnicas que poderão ser viabilizadas em parceria com o Connect.
Fonte: Ass. de Imprensa Topigs Norsvin

Empresas Ameaça silenciosa
Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves
Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.
A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.
Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.
“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.
Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.
“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.
A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.
Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.
Empresas
Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos
A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.
A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.
“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.
A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.
Empresas
Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor
Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.
Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.
Manutenção e ventilação: aliados da produtividade
A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.
Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.
Alta nas temperaturas exige preparação antecipada
De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.
Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

