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Inovação, gestão e competitividade estarão em foco no 13º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC

Em uma era marcada por frequentes transformações, nutrir a cultura da gestão da inovação é primordial para a competitividade das empresas suinícolas. Tema será abordado pelo sócio da Falconi Consultores de Resultado, Luiz Roberto Prates, especial

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A combinação entre inovação tecnológica e adoção de modernos conceitos de gestão tem funcionado como um importante propulsor da suinocultura brasileira. Foi sustentado por essa premissa que o setor conseguiu vencer desafios e elevar seus padrões de eficiência e produtividade, firmando-se como um dos mais competitivos jogadores do mercado suinícola mundial. Vivemos, no entanto, uma era de frequentes mudanças, que progridem a uma velocidade, amplitude e profundidade sem precedentes, exigindo das empresas a capacidade de inovar sempre.

Para Luiz Roberto Prates, sócio da Falconi Consultores de Resultado, neste “novo mundo”, qualquer organização – e, por extensão, seus processos, produtos e serviços – precisa ser periodicamente reprojetada, tendo em vista sua nova função e as demandas evolutivas do mercado. “Essa é a essência da gestão da inovação. As organizações devem inovar constantemente”, diz.  

A importância da criação da cultura da gestão da inovação entre as empresas suinícolas será o ponto central da apresentação de Prates no 13º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC, que acontece entre os 8 e 10 de agosto, no Club Med Rio das Pedras, em Mangaratiba (RJ). Consultor na Falconi há mais de 20 anos, Luiz Roberto Prates é especialista em gestão de projetos, soluções estratégicas e inovações para o agronegócio.

 

Na entrevista a seguir, o especialista dá uma ligeira prévia dos temas que abordará no Seminário da Agroceres PIC. Confira.

 

O que as empresas precisam ter em perspectiva para criar e cultivar uma cultura da “gestão da inovação”?

Luiz Roberto Prates – Primeiramente, é essencial que a alta direção tenha a “inovação” entre as suas estratégias de sobrevivência e crescimento. Uma vez que a estratégia tenha sido definida, faz-se necessário desdobrá-la em ações táticas para induzir a criação e cultivo da cultura de inovação. As ações táticas mais eficientes são, primeiro, definir metas para inovação, tais como porcentagem da receita proveniente de novos produtos, índice de melhoria dos resultados de processos críticos, criação de patentes. Segundo: implementar um processo interfuncional de desenvolvimento e melhoria de produtos e processos (squads por projeto). E terceiro, implementar um processo de pesquisa de novas tecnologias no ecossistema para incorporação nos produtos e processos da empresa.

 

Vivemos uma era de frequentes mudanças, que progridem a uma velocidade, amplitude e profundidade sem precedentes. A questão para todas as indústrias e empresas, sem exceção, parece não ser mais ‘se haverá ruptura’, mas ‘quando ocorrerá a ruptura’ e como ela a afetará. Na opinião do senhor isso aumenta a importância da execução de um sistema de inovação entre as empresas? 

Luiz Roberto Prates – Certamente, os avanços tecnológicos estão espalhados por todo o mundo e faz-se necessária a criação de um ecossistema de empresas para promover a troca de conhecimentos num ambiente de “give back”. As empresas bem-sucedidas serão aquelas que conseguirem melhor “orquestrar” a adoção de novas tecnologias nos seus processos internos.

 

A suinocultura brasileira é altamente dinâmica. Uma atividade em constante evolução que precisa ser melhor a cada dia. De que forma um sistema de gestão de inovação pode ajudar os suinocultores a manter ou até elevar sua competitividade?

Luiz Roberto Prates – Um sistema é um conjunto de partes interligadas que tem uma determinada função; no caso, a função é inovar. Para os suinocultores, que têm que lidar, constantemente, com recorrentes pressões internas (como gerenciamento de custos, atualização tecnológica, planejamento de produção) e externas de seu negócio (como as crescentes exigências ambientais, sanitárias, de segurança alimentar e bem-estar animal), exercitar a cultura da inovação é essencial não só para entender todas essas demandas, mas principalmente para responder a cada uma delas com eficiência. Um produto inovador é aquele que atende plenamente às necessidades do consumidor e gera valor para a empresa. A criação de um sistema de gestão da inovação envolvendo os diversos “players” da cadeia da suinocultura e as suas respectivas atividades e responsabilidades é fundamental para a evolução do setor. A integração entre as partes propiciada por um Seminário como o da Agroceres PIC é uma prática importante para promover esta evolução.

 

Serviço

13º Seminário Internacional Agroceres PIC de Suinocultura

Data: 08 a 10 de agosto de 2018

Local: Club Med Rio das Pedras, em Mangaratiba (RJ)

Realização: Agroceres PIC

Informações

Telefone: (19) 3526-8605, com Gabriela Beloto

E-mail: gabriela.beloto@agroceres.com

Fonte: Ass. de Imprensa

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Agroceres  Multimix  apresenta a agCare, divisão de produtos de especialidades

Nova estrutura reúne pesquisa, validação científica e desenvolvimento de produtos de alta performance.

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Divisão agCare foi apresentada a jornalistas em evento em Itatiba (SP), no início de março

A Agroceres Multimix apresenta a agCare, nova divisão dedicada à pesquisa, desenvolvimento, validação, produção e comercialização de produtos de especialidade para a nutrição animal.

Estruturada sobre ciência, método e comprovação, a divisão agCare é resultado de uma estratégia voltada a transformar conhecimento técnico em especialidades capazes de responder às demandas reais do campo.

Segundo Ricardo Ribeiral, diretor da Agroceres Multimix, a criação da divisão consolida uma visão já presente na empresa. “A agCare nasce com o propósito de ampliar a fronteira tecnológica do setor, oferecendo ao mercado produtos de alta performance, com elevado nível de confiabilidade e resultados comprovados”.

“Divisão agCare entrega produtos de alta performance, com elevado nível de confiabilidade e resultados comprovados”, resume Ricardo Ribeiral

Trata-se de um movimento estratégico, completa o diretor: “Desta forma, reforçamos nosso compromisso com a inovação e com a evolução contínua da nutrição animal no Brasil e no mundo, entregando produtos com alto rigor científico e foco em performance”.

Base científica e validação técnica. Toda especialidade desenvolvida pela divisão agCare segue um rito de desenvolvimento. “O rigor científico é o principal pilar que garante a confiabilidade do produto e o resultado no campo”, garante Ricardo Ribeiral.

Cada produto parte de uma investigação aprofundada, passa por validações criteriosas e é sustentado por uma estrutura analítica e de pesquisa preparada para garantir precisão, confiabilidade e performance.

Apenas produtos que demonstram consistência estatística e biológica, com segurança e aplicáveis no campo, avançam até a etapa de comercialização.

Para isso, a divisão mantém parcerias técnicas e científicas com instituições de referência, como Esalq-USP, UFV, Unesp, UFMG e Kansas State University, além de Conselhos Técnicos que contribuem não apenas para validações, mas também para a compreensão aprofundada de mecanismos, respostas e limites de uso dos produtos.

Nos últimos cinco anos a Agroceres Multimix investiu mais de R$ 80 milhões em Pesquisa e Desenvolvimento. No período, foram conduzidos 274 estudos, sendo mais da metade direcionado para especialidades da divisão agCare. Esse modelo já se reflete em um portfólio robusto de produtos disponíveis no mercado.

A divisão agCare reforça um posicionamento que a empresa vem consolidando ao longo de décadas. A Agroceres Multimix é uma empresa brasileira que construiu, ao longo de 50 anos, uma base sólida de pesquisa, geração de conhecimento técnico científico e desenvolvimento de produtos diferenciados, contribuindo para a evolução do agronegócio nacional.

Acesse o canal da Agroceres Multimix no YouTube e confira alguns momentos do evento que marcou esse lançamento, clique aqui confira.

Fonte: Assessoria Agroceres  Multimix
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Conexão Aviagen in Company reúne lideranças da Granja Faria para excelência em manejo

Encontro de três dias em Santa Catarina focou no manejo de matrizes e na maximização do potencial genético da linhagem Ross

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Divulgação / Fotos: Aviagen

A Aviagen® promoveu a sua mais recente edição do Conexão Aviagen in Company em Lauro Müller (SC), entre os dias 3 e 5 de março. O evento reuniu a equipe técnica e de gestão da Granja Faria de todas as regiões do Brasil, para fortalecer o manejo dos lotes e as práticas de bem-estar animal.

A Granja Faria possui um histórico de alta eficiência com as matrizes Ross®, figurando frequentemente no terço superior de produtividade do setor, inclusive com premiações anteriores.

Aviagen oferece suporte prático no manejo

Uma característica marcante do formato Conexão in Company é sua abordagem personalizada. A programação combinou discussões em sala com aplicação prática na granja, incluindo análise de dados, visitas a granjas de recria e de produção, além de palestras sobre conformação ideal de machos e fatores críticos dos processos, sempre com um olhar direcionado para os objetivos de produção da Granja Faria.

O supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Denilson Vanin, enfatizou a importância de conceber o programa em torno da realidade do cliente: “Este evento foi especificamente desenvolvido com base nos objetivos e realidade da Granja Faria, para compartilhar conhecimento técnico, ferramentas de manejo e gestão operacional que auxiliem suas equipes a fortalecer o bem-estar animal e a assertividade de decisões em todas as unidades”.

Já o supervisor regional de Serviços Técnicos da Aviagen, Alcides Paes, destacou como o progresso genético e o manejo responsável das matrizes caminham juntos: “Conhecemos a capacidade de entrega da genética Ross e o nosso principal objetivo foi fornecer as ferramentas adequadas para que continuem atingindo os melhores resultados zootécnicos possíveis”.

Impulsionando resultados por meio da colaboração

Iniciativas como o Conexão Aviagen in Company reforçam o compromisso da Aviagen com o sucesso de seus clientes, fornecendo suporte prático e próximo que os ajuda a traduzir o progresso genético em resultados diários.

O gerente de Serviços da Aviagen no Brasil, Rodrigo Tedesco, afirmou que “reunir representantes de todo o país ajuda a elevar os padrões em suas operações. Quando equipes de diferentes regiões se alinham em torno de objetivos comuns, a produtividade aumenta em toda a organização. O sucesso vem do aprimoramento do manejo das aves e das decisões diárias. Estar perto de nossos clientes nos permite fazer esses ajustes de forma significativa”.

Por meio da colaboração contínua, a Aviagen continua a apoiar seus clientes no avanço de práticas de produção de carne de frango responsáveis que priorizem o bem-estar animal e o manejo ambiental, ajudando a garantir um fornecimento global confiável de proteína de qualidade.

Fonte: Assessoria
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Primeiro módulo do Qualificases 2026 reúne suinocultores para discutir gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas.

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Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES) realizou o primeiro módulo do Qualificases 2026 no dia 26/02. A iniciativa é voltada à formação e atualização técnica dos suinocultores capixabas, com foco em gestão, nutrição, sanidade e sustentabilidade.

Com o tema “Gestão que conecta pessoas, engaja e gera resultados”, a palestra foi conduzida pelo gerente Nacional Suínos na Agroceres Multimix, Edmo Carvalho, que trouxe uma reflexão estratégica sobre um dos maiores desafios atuais do setor: a gestão de pessoas em um cenário de escassez de mão de obra e equipes cada vez mais diversas.

Durante sua apresentação, Edmo destacou que, apesar do avanço técnico dos gestores, impulsionado pelo acesso facilitado à informação, cursos e plataformas digitais, muitos ainda encontram dificuldades no essencial: liderar pessoas. “Liderança vai muito além do cargo. É a capacidade de influenciar de forma voluntária, sem deixar rastros de sangue decorrentes de estilos autoritários e relações frágeis”, afirmou.

A comunicação foi apontada como elemento central para gerar conexão real dentro das granjas e empresas. Segundo o palestrante, falar é simples, mas comunicar com presença, escuta ativa e empatia é um diferencial competitivo. Ele alertou ainda que o excesso de interações digitais e impessoais pode empobrecer as relações e reduzir a sensibilidade emocional, especialmente em momentos de tensão.

Outro ponto de destaque foi a gestão de equipes multigeracionais. Baby Boomers, gerações X, Y e Z possuem expectativas distintas em relação ao trabalho, hierarquia e propósito. “Nada é tão desigual quanto tratar igualmente pessoas desiguais”, ressaltou Edmo, reforçando a necessidade de adaptar a liderança às diferentes realidades e perfis dentro das organizações.

Entre as soluções práticas apresentadas estão a criação de rituais de conexão, a presença mais próxima da liderança no dia a dia das equipes, o estímulo à colaboração e a revisão das cargas de trabalho para evitar a exaustão emocional. Pequenos gestos constantes, como conversas semanais curtas, pausas coletivas e rodas de diálogo, podem gerar impactos mais duradouros do que grandes ações pontuais.

Neste módulo, a ASES contou com o apoio da empresa Agroceres Multimix, parceira constante do setor, reforçando a importância da cooperação entre a iniciativa privada e as entidades representativas na construção de uma suinocultura cada vez mais técnica, humana e sustentável.

Para o diretor executivo da ASES, Nélio Hand, a qualificação é o caminho para resultados cada vez mais sustentáveis e competitivos. “Reunimos em Conceição do Castelo produtores e profissionais comprometidos com a evolução do setor numa noite de aprendizado, conexão e troca de experiências. Tudo isso visa fortalecer a suinocultura capixaba”, pontua Hand.

O Qualificases 2026 segue ao longo do ano com novos módulos, ampliando o debate sobre temas estratégicos e reforçando o compromisso da ASES com o desenvolvimento contínuo do setor no Espírito Santo.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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