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Inovação e melhores práticas de sustentabilidade são destaques do relatório integrado de 2020 da BRF

Companhia compreendeu as diferentes demandas do consumidor e lançou mais de 280 SKUs globalmente no ano passado

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, apresenta seu Relatório Integrado de 2020. Com desempenho e crescimento consistente mesmo diante de um cenário desafiador, a empresa traz no documento projeções extremamente positivas para os próximos 10 anos. Melhores práticas em Sustentabilidade, inovação e a aceleração da transformação digital são as grandes apostas para garantir a consolidação de sua liderança global no segmento. Um dos destaques do relatório é o Plano Estratégico de Sustentabilidade, que norteia a evolução contínua da empresa na agenda ESG com o propósito de oferecer uma vida melhor para os consumidores e toda a cadeia, que inclui mais de 100 mil colaboradores, 15 mil fornecedores e cerca de 9.500 integrados.

“Nosso foco em inovação e em uma estratégia alinhada com a agenda ESG são fatores fundamentais da Visão 2030 e irão pavimentar nossa jornada para a BRF do futuro. Uma Companhia cada vez mais próspera e sustentável, sem deixar de lado sua cultura de solidariedade, interdependência e responsabilidade, zelando sempre pela segurança e saúde de colaboradores, integrados e fornecedores”, declara Grazielle Parenti, vice-presidente global de Relações Institucionais, Reputação e Sustentabilidade da BRF.Para assegurar que toda a cadeia seguisse atuando de forma segura e eficiente, a empresa alocou R$ 499 milhões em ações de enfrentamento à pandemia, com destaque para adaptação das unidades fabris, fornecimento de EPIs, álcool em gel, testes e campanhas de comunicação. Além disso, foram doados R$ 50 milhões para ações de combate à disseminação da Covid-19 a instituições, hospitais, profissionais de saúde, centros de pesquisas e às comunidades assistidas pelo Instituto BRF.

A BRF lançou, globalmente, mais de 280 SKUs em 2020. Dentre os lançamentos, vale salientar que a empresa se posicionou com sucesso no mercado de proteína alternativas, com a linha Sadia Veg&Tal, que oferece opções de hambúrgueres, nuggets, tortas, vegetais congelados, entre outros.Em novas frentes, a BRF inaugurou sua primeira loja física, a Mercato Sadia, em São Paulo, e expandiu a operação Mercato em Casa para cerca de 80% do e-commerce brasileiro.

Com o objetivo de evoluir ainda mais no conceito da indústria 4.0,a BRF aumentou em 40% seus investimentos em transformação digital para colocar em prática mais de 50 projetos ao longo deste último ano. Destaque para iniciativas que resultaram na implementação de novas tecnologias nas granjas, fábricas e na área de logística,gerando melhor aproveitamento de matérias-primas, incremento de eficiência, criação de soluções sustentáveis e redução de custos operacionais. Para os próximos anos, a Companhia continuará em ritmo acelerado, commais açõesemsua jornada digital que beneficiarãotoda a sua cadeia de valor.

Para seguir crescendo, é necessário conduzir a gestão sustentável da cadeia da BRF, sempre levando em consideração que a atuação da Companhia seja guiada pelo propósitode proporcionar uma vida melhor a todos. Por isso, em 2020, foi anunciado o Plano Estratégico de Sustentabilidade, contendo os compromissos públicos de curto, médio e longo prazos. São 22 compromissos em temas prioritários para a BRF, tais como bem-estar animal, diversidade, comunidades, consumo de água, consumo consciente de alimentos, entre outros. A Companhia lançou, ainda, a Política de Sustentabilidadeque reforça as diretrizes e princípios ambientais, sociais, econômicos e de governança à estratégia de atuação em sua cadeia.

Em linha com o desenvolvimento sustentável praticado pela Companhia em 2020, a BRF teve suas práticas ambientais, sociais e de governança aferidas pela Financial Times Stock Exchange Russel, resultando na permanência da empresa no índice FTSE4Good. Também se associou à EmergingMarketsInvestors Alliance e aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, que trabalha a agenda de proteção, conservação e uso sustentável das florestas como um grande potencial brasileiro de mitigação da mudança do clima.

O documento também destaca o anúncio da Visão 2030, uma estratégia de crescimento que deve levar a Companhia a uma receita anual superior a R$ 100 bilhões na próxima década, período em que pretende investir mais de R$ 55 bilhões. As frentes prioritárias da estratégia são expandir o portfólio de pratos prontos, revolucionar o mercado de suínos de alto valor agregado no Brasil, liderar o segmento de substitutos de carne, aproveitar as sinergias para a BRF se tornar uma das líderes do mercado PET (produtos para animais de estimação) e ampliar a presença nos maiores centros de consumo de valor agregado do mundo.

Outro ponto importante levantado no Relatório Integrado são os prêmios conquistados ao longo de 2020, como Ignite Awards 2020, Grow+Innovation Awards 2020, Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco), Prêmio Lide B3 de Sustentabilidade Empresarial, Ranking Top 100 Open Corps 2020, Selo Clima Paraná e Prêmio ABRASCA de Melhor Relatório Anual. Além disso, dentre os reconhecimentos que atestam os esforços voltados à sustentabilidade, a BRF destaca a permanência na carteira de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da B3.

O relatório completo, nas versões português e inglês, pode ser acessado no link:https://www.brf-global.com/sustentabilidade/como-atuamos/relatorio-integrado/

Fonte: Assessoria

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Alunos de curso técnico aprendem mais sobre força do cooperativismo

Grupo, formado por 33 alunos e dois professores do Colégio Coopermundi, de Dois Vizinhos, foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador do hub de inovação do agro (iniciativa conduzida pela Coopavel em parceria com o Itaipu Parquetec), Kleberson Angelossi.

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Foto: Coopavel

Estudantes do Sudoeste do Paraná vivenciaram, recentemente, uma imersão prática no cooperativismo e na agroindústria durante visita técnica ao Espaço Impulso, estrutura instalada no parque onde anualmente é realizado o Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos técnicos de difusão de inovações para o agronegócio no mundo.

O grupo, formado por 33 alunos e dois professores do Colégio Coopermundi, de Dois Vizinhos, foi recebido pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador do hub de inovação do agro (iniciativa conduzida pela Coopavel em parceria com o Itaipu Parquetec), Kleberson Angelossi. Os visitantes são estudantes do curso Técnico em Cooperativismo e tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre o modelo que sustenta grande parte do desenvolvimento econômico regional.

Durante a recepção, Dilvo Grolli apresentou um panorama do cooperativismo, destacando sua relevância no Oeste do Paraná e no Brasil, além de compartilhar orientações e conselhos aos jovens, com idades entre 15 e 17 anos. Segundo Dilvo, a região Oeste concentra cinco das 20 maiores cooperativas agropecuárias do País. Juntas, essas organizações são responsáveis por cerca de cem mil empregos diretos e reúnem mais de 85 mil produtores rurais associados.

Visita técnica

A programação incluiu ainda visita à unidade industrial do moinho de trigo da cooperativa. No local, os alunos foram recebidos pelo gerente Cláudio Medes e puderam acompanhar de perto o funcionamento de uma agroindústria, observando desde processos produtivos até os rigorosos protocolos de segurança alimentar, como o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual e o controle de acesso às áreas industriais.

A experiência também reforçou a conexão entre teoria e prática, permitindo aos estudantes compreenderem a complexidade e a responsabilidade envolvidas na produção de alimentos. “Todos apreciamos muito a visita e os conhecimentos compartilhados”, disse um dos professores que acompanhou a comitiva de Dois Vizinhos durante a visita técnica a Cascavel.

Referência

O Colégio Coopermundi, instituição onde os alunos estudam, tem trajetória marcada pela inovação no ensino e pelo cooperativismo. A instituição teve origem em 1982, quando as irmãs da Congregação de Nossa Senhora Imaculada Conceição iniciaram um trabalho educacional em Dois Vizinhos, com a fundação do Colégio Regina Mundi, sob coordenação da irmã Mectilde Maria Bonatti.

Ao longo dos anos, a escola passou por transformações importantes. Em 1992, a gestão foi assumida pelo Centro Pastoral, Educacional e Assistencial Dom Carlos (C.P.E.A.), de Palmas. Já em 1997, pais, professores e funcionários assumiram a condução da instituição, dando origem à Coopermundi (Cooperativa de Educação e Cultura Regina Mundi).

Atualmente, o Coopermundi é referência em educação na região Sudoeste do Paraná, atendendo alunos desde o pré-maternal até o pré-vestibular, com utilização do Sistema Positivo de Ensino. Em 2025, a instituição celebra 43 anos de história, 28 deles dedicados ao cooperativismo educacional, consolidando-se como uma das três cooperativas de ensino do Estado.

Fonte: Assessoria Coopavel
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Paraná define calendário do vazio sanitário da soja para a safra 2026/2027

Medida estabelece três períodos regionais e busca conter a ferrugem asiática nas lavouras do estado.

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Foto: Pablo Aqsenen/Adapar

Os períodos do vazio sanitário da Soja no Paraná foram definidos, de acordo com a Portaria nº 1.579/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária, que estabelece o calendário nacional para a safra 2026/2027. Durante o vazio sanitário, é obrigatória a ausência total de plantas vivas de soja nas lavouras, incluindo plantas voluntárias (tigueras). A medida tem como principal objetivo interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas da cultura, capaz de provocar perdas significativas na produção.

O Paraná possui três janelas distintas de vazio sanitário, conforme a regionalização agrícola, divididas em três macrorregiões. A Região 1 engloba os municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral paranaense, com vazio programado entre 21 de junho a 19 de setembro de 2026, ficando autorizada a semeadura entre 20 de setembro de 2026 e 20 de janeiro de 2027.

Foto: Gilson Abreu

A Região 2 engloba os municípios localizados no Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste, com período de vazio de 2 de junho a 31 de agosto, enquanto o plantio pode ser realizado de 1º de setembro a 31 de dezembro. A medida na Região 3, representada pelo Sudoeste paranaense, acontece entre 12 de junho e 10 de setembro deste ano e o período de semeadura permitida entre 11 de setembro de 2026 até 10 de janeiro de 2027.

O chefe do Departamento de Sanidade Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) reforça que o cumprimento dos prazos é essencial para garantir a sanidade das lavouras e evitar a disseminação da doença entre as regiões produtoras. “A prática do vazio sanitário da soja beneficia o agricultor, que terá maior controle da doença, utilizando menos aplicações de fungicidas”, afirma. “Além disso, a prática contribui na manutenção da eficácia desses produtos para o controle da ferrugem”, afirma o engenheiro agrônomo.

Foto: Camila Roberta Javorski Ueno/Adapar

A fiscalização é realizada em todo o Estado, e o descumprimento das normas pode acarretar em diversos sanções aos produtores. Além disso, o respeito ao calendário de semeadura contribui para o melhor planejamento da safra, favorecendo o manejo fitossanitário e a eficiência produtiva. A colaboração dos produtores é indispensável para o sucesso das estratégias de defesa agropecuária.

Para maiores informações, os produtores podem entrar em contato com escritórios locais da agência ou pelos canais oficiais da instituição.

Fonte: Assessoria Adapar
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Produção de grãos atinge maior nível da série histórica do IBGE em 2026

Soja lidera crescimento e reforça tendência de recorde na safra nacional.

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Foto: Gilson Abreu/AEN

A estimativa de março de 2026 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas atingiu 348,4 milhões de toneladas, 0,7% maior que a obtida em 2025 quando atingiu 346,1 milhões de toneladas, um crescimento de 2,3 milhões de toneladas. Em relação ao mês anterior, houve aumento de 4,3 milhões de toneladas (1,2%). Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado na última teça-feira (14) pelo IBGE.

O arroz, o milho e a soja, que são os três principais produtos deste grupo, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,0% na área a ser colhida da soja; de 3,3% na do milho; e de 7,0% na do sorgo, ocorrendo declínios de 6,9% na do algodão herbáceo (em caroço); de 10,1% na do arroz em casca; e de 3,3% na do feijão.

Foto: Shutterstock

Já na área a ser colhida, ocorreu o aumento de 1,6 milhão de hectares frente a área colhida em 2025, crescimento anual de 2,0%, correspondendo a 83,2 milhões de hectares. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou aumento de 265 837 hectares (0,3%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas de março de 2026 é recorde da série histórica do IBGE.

“A estimativa de março é recorde da série histórica do IBGE. Com o aumento mensal de produção em todos os estados da região Centro-Oeste. Porém, chama atenção a queda na safra do Rio Grande do Sul, que sofreu com falta de chuvas e altas temperaturas nos meses de janeiro e fevereiro. Apesar da queda, comparado com 2025, a safra gaúcha é 34,6% superior”, Carlos Barradas, apontou o gerente do LSPA.

Mato Grosso mantém liderança na produção de grãos

A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as Regiões Sul (7,1%) e a Nordeste (5,6%); e negativas para a Centro-Oeste (-2,3%), a Sudeste (-1,9%) e a Norte (-3,2%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção: a Norte (0,3%), a Centro-Oeste (3,9%) e a Nordeste (1,3%). Na Sudeste houve estabilidade (0,0%), enquanto a Sul apresentou declínio (-2,9%).

Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (13,7%), Rio Grande do Sul (10,8%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,8% do total.

Soja tem previsão de novo recorde na série histórica em 2026

Foto: Divulgação/Aprosoja MT

A estimativa da produção de soja alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,7 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 4,6% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior. A área cultivada deve crescer 1,0% e alcançar 48,3 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio, de 3 603 kg/ha, deve crescer 3,6% em relação ao ano anterior.

“As projeções indicam uma safra histórica, impulsionada por condições climáticas favoráveis na maior parte das Unidades da Federação produtoras e pela recuperação parcial da safra gaúcha”, destaca o gerente do LSPA, Carlos Barradas.

O Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, estimou uma produção de 50,5 milhões de toneladas, aumentos de 4,1% em relação ao estimado em fevereiro e de 0,7% em relação ao volume colhido no ano anterior. O Mato Grosso do Sul aguarda uma produção de 15,6 milhões de toneladas, crescimentos de 4,5% em relação a fevereiro. O Paraná, com uma produção de 22,1 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País, com declínio de 0,9% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul estimou uma produção de 18,4 milhões de toneladas, declínio de 11,5% em relação ao mês anterior. Em Santa Catarina, a produção deve alcançar 3,1 milhões de toneladas, aumento de 1,0% em relação ao mês anterior.

Fonte: Agência IBGE
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