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Inovação é marca da Cocamar em seus 55 anos

Nos últimos anos, a cooperativa vem batendo recordes de recebimento de grãos e fornecimento de insumos agropecuários, ampliando sua participação no mercado regional

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Aos 55 anos, que serão completados nesta terça-feira (27), a Cocamar Cooperativa Agroindustrial tem sua imagem fortemente associada a projetos inovadores no agronegócio brasileiro, como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que começou a difundir há mais de duas décadas.

Com a ILPF, a proposta da Cocamar e seus parceiros é incorporar pastos degradados em regiões de solo arenoso, como o do noroeste paranaense e oeste paulista, a um sistema moderno, mais sustentável e altamente produtivo em que duas atividades principais, lavoura e pecuária, se desenvolvem em sinergia.

Segundo a cooperativa, projetos integrados em diferentes formatos já somam cerca de 100 mil hectares em sua região, mas o potencial a explorar é grande: só no noroeste paranaense há cerca de 1,5 milhão de hectares de pastos, em sua maior parte degradados, onde a pecuária tradicional apresenta reduzido retorno.

“A inovação confere à Cocamar uma posição de vanguarda no cooperativismo brasileiro”, afirma o presidente Divanir Higino. Ele está à frente de uma organização com 14 mil produtores associados, os quais cultivam soja, milho, trigo, café e laranja e se dedicam também à pecuária de corte, entre outras atividades. Em 2017, o faturamento do grupo da cooperativa, que possui várias empresas – de transportes pesados, revenda de óleo diesel a concessão de máquinas agrícolas – , foi de R$ 3,9 bilhões (avanço de 9,5% sobre 2016) e atua num raio de 300 quilômetros de Maringá (PR), onde fica a sua sede, compreendendo também parte de São Paulo e do Mato Grosso do Sul.  

Nos últimos anos, a cooperativa vem batendo recordes de recebimento de grãos e fornecimento de insumos agropecuários, ampliando sua participação no mercado regional.

 

Sempre na frente

A Cocamar é reconhecida por suas iniciativas pioneiras com foco no desenvolvimento econômico das regiões onde mantém suas atividades.  

GRANELEIRO – Em 1971, quando a cafeicultura ainda era a principal atividade na região, e prevendo a chegada das culturas mecanizadas, a Cocamar construiu em Maringá o primeiro armazém graneleiro com fundo em “V” do Paraná e quarto do país, para acondicionar 30 mil toneladas de grãos. A existência dessa estrutura motivou os produtores a investirem na diversificação de seus negócios, impulsionando o plantio de trigo e soja. Tanto que, em 1976, seriam erguidos mais quatro unidades com a mesma configuração.

 

INDÚSTRIA – Foi a primeira cooperativa do Brasil a implantar um amplo e diversificado parque industrial, a partir de 1979, para processamento de soja e caroço de algodão. Nos anos seguintes, novas plantas foram agregadas. Atualmente, só no portfólio de varejo, o parque produz óleos de soja, milho, girassol e canola, café torrado e moído, bebidas vegetais, néctares de frutas, maioneses, catchup, mostarda, álcool doméstico e farinha de trigo. Na linha pecuária, rações, sais minerais, resíduos vegetais e madeira tratada.   

 

ENVASE DE ÓLEO – A Cocamar implantou no Brasil o moderno sistema de envasamento de óleo comestível em embalagens transparentes (na época PVC-biorientado, um tipo de plástico), aposentando o acondicionamento em latas.

 

LARANJA – Rompendo um antigo monopólio paulista, o projeto citricultura é implantado pela Cocamar, a partir de 1986, na região noroeste do Paraná. A cooperativa incentiva o cultivo de pomares como forma de fortalecer a economia regional, adquirindo a produção.  

 

–  TERCEIRIZAÇÃO – Em 1992, a Cocamar se destaca entre as primeiras empresas do país a adotarem a política de terceirização de serviços, fazendo surgir um grande número de prestadoras de serviços em sua região.

 

CAFÉ – O antigo modelo de cafeicultura é reavaliado pela Cocamar, que em 1992 começa a divulgar os inovadores sistemas de adensamento e superadensamento, baseados na alta produtividade e na qualidade do produto.

 

CANOLA – Ainda em 1992, a cooperativa introduz o cultivo de canola como alternativa de cultivo no inverno, no país, importando sementes do Canadá. Ato contínuo, se estrutura para receber e industrializar o produto.

 

INTEGRAÇÃO – Começa em 1997 a incentivar a incorporação de áreas de pastagens degradadas, do noroeste paranaense, pelo sistema de integração lavoura-pecuária. Uma forma de exploração mais sustentável que traz riqueza a regiões empobrecidas pela pecuária extensiva, de baixo retorno econômico.  

 

CULTIVAR – Projetos de inclusão social, em que alunos da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) são contratados como colaboradores para a produção de mudas de essências nativas, para recomposição de áreas de preservação permanente dos produtores cooperados, começam a ser realizados.

 

RECICLAGEM – Com o poliéster obtido da reciclagem de milhões de unidades de garrafas plásticas a cada mês, a Cocamar é uma das únicas indústrias do Brasil a produzir o fio têxtil ecológico, empregado na produção de tecido para confecções em geral.

 

GESTÃO PROFISSIONAL – Em 2014, com o assessoramento do Rabobank, a cooperativa promove uma reestruturação administrativa e se torna uma das primeiras do Brasil a adotar um modelo de gestão profissional, nos moldes do sistema exigido pelo Banco Central para as cooperativas de crédito.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Paraná

Nova diretoria do Sindiavipar se reúne com governo e entidades representativas do agronegócio

Ao todo, nove instituições foram visitadas nas três primeiras semanas de atuação da gestão

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Rodrigo Felix Leal/AEN

A nova diretoria do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) concluiu, na sexta-feira (25), agenda de trabalho desde a posse, em 1º de setembro. Neste primeiro ciclo de trabalho algumas instituições empresariais e organizações públicas relacionadas ao setor avícola foram visitadas para expor os planos da atual gestão. “Concluímos um giro com as entidades que possuem uma aderência maior com nossa atividade. Nove instituições foram visitadas nas três primeiras semanas”, afirma o presidente do Sindiavipar, Irineo da Costa Rodrigues.

Este trabalho teve início logo depois da cerimônia de posse da nova diretoria do Sindiavipar, que foi recebida pelo governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Júnior, em audiência no Palácio Iguaçu. No encontro, Ratinho Júnior destacou que a avicultura é um setor fundamental para o Estado. “Temos muito interesse em ampliar a produção, em receber novos investimentos. É uma cadeia que gera milhares de empregos. Queremos ajudar na instalação de novas plantas e no acesso ao crédito”, afirmou o governador.

As visitas institucionais tiveram sequência com a participação de comitiva formada pelo presidente do Sindiavipar Irineo da Costa Rodrigues, do tesoureiro Roberto Kaefer e do diretor-executivo Inácio Kroetz, que estiveram com o superintendente Federal de Agricultura no Paraná no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Cleverson Freitas, com o presidente do Sistema Ocepar José Roberto Ricken, com o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná (Sedest) Márcio Nunes, e com o Secretário de Saúde do Estado do Paraná (Sesa) Carlos Alberto Gebrim Preto.

O grupo também teve agenda com o Secretário da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná (Seab) Norberto Ortigara, com o Presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) Otamir Cesar Martins, com o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) Carlos Valter Martins Pedro, com o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) Ágide Meneguette e com o vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) Wilson Bley Lipski.

Primeiras Movimentações

De acordo com o presidente do Sindiavipar, as primeiras movimentações de trabalho com os principais atores da economia paranaense visam uma prioridade que será a marca registrada da nova gestão: fomentar a atividade avícola, aproximação com os associados e defesa dos interesses de toda a cadeia produtiva que integra o setor avícola. Rodrigues destaca que a avicultura paranaense concentra 20% do Valor Bruto da Produção (VPB) do Estado (Deral), o equivalente a 1/5 de tudo o que é gerado de riqueza no Paraná e gera 68 mil empregos diretos e cerca de 1 milhão de outros postos de trabalho de forma indireta, conforme estimativa do Sindiavipar com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Hoje, a avicultura do Paraná é a maior produtora e exportadora de carne de frango do Brasil, tendo abatido 1,87 bilhão de cabeças em 2019 (Sindiavipar). Esta produção foi responsável por cerca de 40% das exportações brasileiras em volume, com o Paraná respondendo por 1,58 milhão de toneladas, e 37,23% da soma das receitas, com US$ 2,56 bilhões no período segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia (Secex).

Neste sentido, a nova gestão do Sindiavipar vai apresentar propostas que visem atender a demandas que permitam o desenvolvimento da economia estadual, do setor e da sociedade, entre elas, questões de infraestrutura, envolvendo energia elétrica e vias de transporte. “O alcance social do setor avícola é muito grande. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no entorno das plantas de produção é diferenciado”, exemplifica Rodrigues a respeito da importância estratégica do setor para a economia e o desenvolvimento dos municípios.

Fonte: Assessoria
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Notícias Semana Nacional da Carne Suína

Treinamentos virtuais da SNCS conectam colaboradores das redes de varejo participantes com conteúdo informativo

A campanha estará presente no varejo brasileiro de primeiro a 15 de outubro

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Divulgação

A última fase de preparação para a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS) foi concluída com sucesso ao lado dos oito maiores varejistas do país. Entre os dias 15 e 25 de setembro, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) capacitou mais de 1.200 colaboradores do Carrefour, Extra, Pão de Açúcar, Grupo Big, Hortifruti, Natural da Terra, Lopes Supermercados e Oba Hortifruti.

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, agradeceu a todas as redes e aos colaboradores pela participação. “Essa parceria com o varejo é de uma importância gigantesca pois nos proporciona a grande vantagem de chegar ao consumidor, saber o que ele espera e poder conversar com ele. E é para isso que estamos aqui, temos uma história gigante para contar.” Os treinamentos aconteceram de forma online e em diferentes plataformas para atender melhor às necessidades de cada rede, como o YouTube, Zoom e o Workplace, aumentando a capacidade de engajamento dos participantes.

Todas as redes puderam assistir a um talk show onde o médico veterinário Iuri Pinheiro respondeu às principais dúvidas dos consumidores a respeito da carne suína. De forma muito dinâmica, ele abordou questões relacionadas à segurança alimentar, manipulação de alimentos e a produção de suínos, reforçando que a carne suína não transmite doenças e é absolutamente segura para a alimentação humana. A palestra teve também a participação da nutricionista Thaliane Dias e do nutrólogo Dr Daniel Magnoni que atestaram a saudabilidade da proteína, desmistificando informações incorretas e reiterando que a proteína pode ser consumida por qualquer pessoa em qualquer fase da vida.

E por falar em consumo, o chef de cozinha Jimmy Ogro deliciou a todos com receitas práticas e diversificadas, preparando cortes de carne diferentes para cada rede. Além disso, ainda compartilhou dicas de preparo e tempero, mostrando para todos como a carne suína pode ficar ainda mais saborosa e ganhar espaço em diferentes pratos, com diferentes combinações. Os representantes dos varejistas tiveram espaço também para falar sobre as estratégias de cada rede para a SNCS e também as expectativas de crescimento esperadas durante o período de campanha. E para encerrar, as equipes responderam a pergunta “o que o treinamento Paixão por Carne Suína desperta em você?”. Separamos aqui algumas das melhores frases que traduzem muito bem como foi a experiência.

“A carne suína desperta curiosidade de saber sobre tudo. Aqui na loja não só vendemos carne suína para os nossos clientes, também ensinamos como prepará-la de um modo que a carne venha a ficar muito mais gostosa”, comentou Ruan Santos, do Carrefour.

“Gosto muito da carne suína e desde criança eu escuto esse comentário do bichinho da cabeça. Consumia sempre bem passada para não correr risco, fico feliz em saber dessa informação pois infelizmente esses mitos ainda existem. Parabéns pelos esclarecimentos”, afirmou José Claudenildo Paiva Avelino, do GPA.

“O treinamento Paixão por carne suína desperta uma vontade de reinventar todos os cardápios diários para utilizar cada vez mais esta proteína que esteve em nossos pratos de maneira sempre discreta devido aos mitos envolvendo ela. Muito obrigado pelo treinamento, onde aprendemos muito”, disse Luan Alves, do Grupo BIG.

“O treinamento promove embasamento para falarmos mais sobre carne suína com nossos clientes. É super interessante nos mantermos por dentro das novidades desse produto tão nutritivo”, contou Maria Aparecida, da Hortifruti e Natural da Terra.

“O treinamento nos traz informações detalhadas sobre como tirar as dúvidas de nossos colaboradores e clientes sobre a segurança da produção da carne suína e sobre a manipulação, trazendo confiança a equipe e ao público”, expôs Rafael Barbosa de Lima, do Lopes Supermercados.

“Com esse treinamento, podemos proporcionar um atendimento com mais transparência para o nosso cliente sobre a proteína que ele está servindo a sua família no dia a dia. E incentivando cada dia mais o consumo da carne suína”, informou Tales Igor Paulino de Sousa, da OBA Hortifruti.

Lançamento

O lançamento da SNCS acontece no dia primeiro de outubro também de forma online. Este ano a campanha chega a todas as regiões brasileiras no mesmo dia e se estende até o dia 15. As equipes de varejo já estão preparadas e afiadas para transmitir todo o conhecimento adquirido. Acompanhe a estreia da maior vitrine de carne suína no varejo brasileiro, na próxima quinta-feira às 10h da manhã no YouTube ABCS Agro.

Fonte: Assessoria ABCS
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Notícias Saúde Animal

Santa Catarina ultrapassa marca de mil propriedades certificadas livres de brucelose e tuberculose

Santa Catarina possui uma das menores taxas de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil

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Divulgação/AENPr

Destaque internacional pela qualidade do seu agronegócio, Santa Catarina comemora os resultados no controle da brucelose e tuberculose bovina. Em setembro, o Governo do Estado ultrapassou a marca de mil propriedades rurais certificadas como livres das doenças.

“O controle da brucelose e tuberculose bovina é dos grandes desafios de Santa Catarina e acreditamos que será um dos próximos diferenciais competitivos do nosso estado. Num esforço conjunto do Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais colhemos bons resultados com mais de mil propriedades certificadas pela Cidasc como livres dessas doenças. Uma conquista importante não só para garantir alimentos mais seguros para a população, mas também para preservar a saúde de nossos produtores”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Santa Catarina possui uma das menores taxas de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil e a certificação das propriedades é um diferencial da produção catarinense que pode se tornar fundamental para exportação de leite, por exemplo.

No último levantamento feito pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), foi constatado que menos de 1% do rebanho catarinense tem brucelose ou tuberculose. Este índice é tão baixo que Santa Catarina é o estado brasileiro mais próximo de obter a classificação de área de risco insignificante para essas doenças.

“A parceria do Governo de Santa Catarina, agroindústria do leite, produtores rurais e entidades públicas e privadas é importante para que o estado possa conquistar níveis ainda maiores nos controles e na excelência sanitária do seu plantel” ressalta a presidente da Cidasc, Luciane Surdi.

Certificação como diferencial competitivo

O estado possui 1.045 propriedades rurais certificadas pela Cidasc, que já colhem os frutos desse esforço com a valorização da produção de leite, queijos e carne.

“Muitas agroindústrias de laticínios pagam um adicional no preço do litro do leite quando a propriedade é certificada como livre de brucelose e tuberculose. A vantagem econômica acabou incentivando ainda mais os produtores na busca pela certificação”, explica a presidente da Cidasc.

Mais saúde para quem consome e para quem produz

Brucelose e tuberculose são zoonoses e podem ser transmitidas para os seres humanos. Por isso as ações para erradicação das doenças têm um grande impacto na vida de quem produz e de quem consome.

Para que uma propriedade rural obtenha a certificação como livre de brucelose e tuberculose é necessário que todos os animais sejam testados, num intervalo de 6 a 12 meses e que não apresente nenhum animal reagente positivo.

As propriedades seguem normas diferenciadas também no trânsito de animais. O certificado é renovado anualmente.

Investimentos do Governo do Estado

Em 2020, o Governo do Estado ampliou os investimentos na vigilância para localização de focos das doenças, realizações de diagnósticos definitivos e abates sanitários dos animais contaminados. Todos os anos são realizados aproximadamente 500 mil exames para analisar a presença das zoonoses no rebanho catarinense.

Para manter a sanidade dos rebanhos catarinenses, os animais acometidos de brucelose ou tuberculose são abatidos sanitariamente e os proprietários indenizados pela Secretaria da Agricultura, com apoio do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Com a compensação, os produtores podem adquirir animais sadios para continuarem a produção de carne e de leite.

Vacinação

O rebanho catarinense pode ser vacinado com amostra RB51, seguindo as normas do Regulamento Técnico do Programa de Erradicação da Brucelose Bovina e Bubalina no Estado de Santa Catarina, atualizado em julho de 2017 pela Portaria SAR n°19/2017.

Já o uso da vacinação em massa, com a B19, é recomendado apenas para estados que possuem altos índices da doença, portanto é proibida em Santa Catarina para evitar custos desnecessários aos produtores e interferência nos testes de diagnóstico.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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