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Inovação e ESG: como colocar em prática na sua empresa?
Não há como negar os benefícios que a inovação traz para o crescimento e destaque das empresas.

Muito além de incorporar métodos e processos inovadores nas empresas, cada vez mais o mercado está atento à importância de adotar práticas mais amigáveis ao meio ambiente que unam essas estratégias. Neste cenário, a inovação sustentável, aliada ao ESG, vem despontando em inúmeros negócios como forma de impulsionar a companhia em seu segmento por meio de ações que atinjam esse equilíbrio com o ecossistema.
Não há como negar os benefícios que a inovação traz para o crescimento e destaque das empresas. Mas, inovar de forma desordenada e sem medir as consequências das ações adotadas, é uma ação irresponsável em qualquer marca. Toda estratégia adotada deve ser muito bem planejada, se baseando nas metas a serem atingidas e, acima de tudo, nos impactos que pode gerar para a sociedade.
Por isso, com a inovação aliada ao ESG, as companhias podem adotar práticas que gerem algum tipo de valor para o negócio sem que gere isso impactos negativos à sociedade. Seja por meio de processos, produtos, métodos ou serviços, seu objetivo é encontrar uma nova forma de resolver um problema a partir de ideias inovadoras, considerando os pilares da sociedade, do meio ambiente e da economia.
Assim, as empresas podem não apenas adotar estratégias que tragam valor ao seu negócio, como principalmente contar com soluções que não agridem o meio ambiente, o que traz uma série de vantagens em seu segmento. Delas, além da maior responsabilidade social e ambiental, a inovação aliada ao ESG eleva o potencial competitivo da marca, a partir de ações disruptivas que também elevarão sua imagem perante consumidores e parceiros.
Segundo uma pesquisa da consultoria Mckinsey, comprovadamente, 85% dos brasileiros se sentem melhor comprando produtos sustentáveis. A preferência é clara: aquelas que demonstrarem uma verdadeira responsabilidade ambiental, certamente atrairão cada vez mais clientes para seu negócio. Não há como escapar desta tendência que já está tomando conta do mercado – a qual, felizmente, conta com diversas estratégias capazes de auxiliar em sua adoção nas companhias com grandes chances de êxito na conquista dos objetivos desejados.
Aquelas que desejam implementar ações inovadoras e não agressivas ecologicamente precisam se atentar a alguns pontos cruciais para que obtenham resultados que gerem valor à sua marca de maneira mais sustentável possível. Elas incluem o desenvolvimento de uma cultura de inovação internamente, a realização de um planejamento estratégico, monitoramento das ações instauradas e, acima de tudo, investir em metodologias de direcionamento para esse plano, como a ISO de inovação.
Como ponto de partida, de nada adianta implementar uma estratégia disruptiva, sem que todos entendam sua importância e colaborem ativamente para essa meta. Por isso, desenvolver um mindset inovador fará toda a diferença para disseminar a necessidade de adoção de tais práticas ecológicas em toda a sua cultura organizacional – incluindo a postura, interesses, habilidades, conhecimentos, prioridades e valores defendidos pela companhia neste âmbito.
Uma vez compreendida essa necessidade, é imprescindível realizar um planejamento estratégico completo e o mais detalhado possível, o qual deve incluir quais métodos serão aplicados, recursos utilizados em cada um, resultados esperados, dentre muitos outros fatores essenciais. Todas as ações instauradas precisam ser monitoradas em tempo real, como forma de assegurar a manutenção ambiental defendida pela inovação aliada ao ESG e para ter uma visão mais clara da assertividade dos processos definidos, assim como quais precisam ser ajustados para assegurar a preservação ecológica.

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Crédito rural da agricultura empresarial soma R$ 477,2 bilhões na safra 2025/2026
CPR liderou as modalidades de financiamento, enquanto a Região Sul concentrou o maior volume de recursos contratados.
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Curitiba recebe 22ª Reunião da Relare sobre inoculantes microbianos para a agricultura
Evento promovido pela Embrapa vai reunir cerca de 300 especialistas e recebe resumos científicos até 10 de agosto.

A cidade de Curitiba (PR) vai sediar, nos dias 19 e 20 de agosto, a 22ª Reunião da Rede de Laboratórios para Recomendação, Padronização e Difusão de Tecnologias de Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola (Relare). O encontro será realizado no Centro de Eventos Sistema Fiep e deve reunir aproximadamente 300 participantes, entre pesquisadores, estudantes, representantes da indústria, consultores e órgãos de fiscalização.
Promovida pela Embrapa, em parceria com a CropLife Brasil e a Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (ANPiiBio), a reunião conta ainda com o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Microrganismos Promotores de Crescimento de Plantas para Sustentabilidade Agrícola e Ambiental (INCT Microagro) e da Fundação Araucária.
A programação será dedicada às discussões técnicas sobre o uso de microrganismos benéficos na agricultura, com foco em protocolos para análise da qualidade de inoculantes, padronização de metodologias e validação de novos produtos biológicos. O objetivo é promover o intercâmbio de informações técnico-científicas relacionadas ao desenvolvimento e à adoção de tecnologias que contribuam para a sustentabilidade da produção agropecuária.
A comissão organizadora também está recebendo trabalhos científicos na modalidade de resumo. O prazo para submissão termina em 10 de agosto, por meio do sistema de inscrição do evento. Os trabalhos aprovados serão apresentados em sessão de pôsteres e publicados nos anais da 22º Relare.
Para submeter o resumo, o participante deve realizar previamente a inscrição no evento, clicando aqui.
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Expansão dos insumos orgânicos pauta simpósio inédito no Rio Grande do Sul
Evento vai reunir pesquisadores, autoridades e representantes da indústria para discutir mercado, regulação e o aproveitamento de resíduos na produção agrícola.

O crescimento do mercado de insumos agrícolas de base orgânica e os desafios para ampliar o uso desses produtos no campo estarão no centro dos debates do 1º Simpósio de Insumos Agrícolas com Base Orgânica, marcado para 06 de agosto, em Bento Gonçalves (RS). Promovido pela Associação das Indústrias de Fertilizantes Orgânicos do Rio Grande do Sul (Assiferto RS), o encontro reunirá pesquisadores, representantes do poder público e empresas para discutir aspectos técnicos, regulatórios e econômicos do setor.

Presidente da Assiferto RS, Valdecir Ferrari: “Havia um bom tempo que se discute na Associação a realização do simpósio” – Foto: Divulgação/Assiferto
Segundo a entidade, a expansão da demanda por alimentos produzidos com práticas sustentáveis, aliada ao avanço das exigências ambientais e das políticas de sustentabilidade no agronegócio, tem impulsionado o mercado de fertilizantes e condicionadores de solo produzidos a partir de resíduos orgânicos.
De acordo com o presidente da Assiferto RS, Valdecir Ferrari, o simpósio foi criado para ampliar o debate sobre o papel desses insumos na agricultura brasileira. “Havia um bom tempo que se discute na Associação a realização do simpósio. O objetivo é mostrarmos à sociedade, às entidades, ao setor público e ao setor agrícola que, no Rio Grande do Sul, existem empresas organizadas e com tecnologia capazes de converter subprodutos orgânicos em insumos agrícolas de qualidade, solucionando problemas ambientais e mitigando a dependência de nutrientes importados para uso na agricultura”, afirma.
Economia circular e aproveitamento de resíduos
As empresas associadas à Assiferto RS reciclam mais de um milhão de toneladas de subprodutos orgânicos por ano. Após o processamento, esses materiais retornam à cadeia produtiva na forma de fertilizantes sólidos e líquidos, condicionadores de solo e outros insumos utilizados na agricultura.
Segundo Ferrari, o reaproveitamento desses resíduos contribui para reduzir o desperdício de nutrientes e fortalecer modelos de economia circular. “A conexão do setor de insumos agrícolas com base orgânica com a sociedade se dá principalmente no entendimento de que o nosso planeta tem limites de recursos e que, para produzir alimentos, precisamos de nutrientes finitos. A recuperação destes nutrientes por meio do aproveitamento dos subprodutos é de fundamental importância para as futuras gerações”, diz.
Programação
A programação técnica prevê palestras e painéis sobre o mercado de insumos orgânicos, regulação ambiental, inovação tecnológica e perspectivas para o setor. O evento será realizado no Dall’Onder Grande Hotel, em Bento Gonçalves, das 08 horas às 17h30, com inscrições gratuitas.
O simpósio também vai reunir representantes de órgãos públicos, pesquisadores e profissionais ligados à produção de insumos agrícolas de base orgânica para discutir os desafios e oportunidades da atividade no Brasil.
Manhã
08h – Credenciamento/Recepção
08h30 – Abertura: Apresentação institucional, tecnologias aplicadas, números e perspectivas da Abertura oficial, com homenagem aos 100 anos de nascimento de José Antonio Lutzenberger
09h – Apresentação institucional, tecnologias aplicadas, números e perspectivas da Associação, Valdecir Ferrari – Presidente da Assiferto RS
09h30 – A importância dos insumos de matriz orgânica, para a sustentabilidade do agro moderno – com Clorialdo Roberto Levrero, presidente da Abisolo
10h15 – Políticas Públicas Ambientais e Legislação Estadual, com Marjorie Kauffmann – Secretária do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul/Fepam
11h – Mesa Redonda
12h – Almoço (por adesão)
Tarde
13h30 – Legislação sobre Insumos Agrícolas – MAPA RS, com Henrique Bley
14h15 – Eficiência no uso de Fertilizantes de Matriz Orgânica, com Fabiano Daniel de Bona – Pesquisador da Embrapa Trigo
15h – Aspectos de Fisiologia Vegetal no uso de Insumos com Base Orgânica – UFPR, com Átila Francisco Mógor
15h45 – Intervalo
16h – O Papel dos Insumos com base Orgânica no Desenvolvimento da Agricultura no RS, com Marcelo Biassusi da Emater
16h45 – Mesa Redonda
17h30 – Encerramento






