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InovaAvi destaca propostas das equipes

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Divulgação Embrapa

A primeira noite de apresentação das propostas finalistas do InovaAvi – Chocando Ideias agradou e superou a expectativa do público. As cinco primeiras equipes a apresentarem seus pitchs e responderem aos questionamentos dos avaliadores foram acompanhadas por mais de 160 espectadores online no canal do YouTube e, até a manhã desta quarta-feira, foram mais de 1250 visualizações.

A primeira equipe a se apresentar destacou a proposta “Wrong Collor – Sistema de detecção de poedeiras improdutivas”. De Sinop/MT, os integrantes Leonardo Willian de Freitas, Elias Giacomel, Úrsula Bianchi Valença e Maicon Sbardella tiveram a pesquisadora Helenice Mazzuco como madrinha durante o processo da Trilha de Inovação.

A solução proposta pela equipe baseia-se na utilização de um sistema de captura e processamento de imagens de maneira contínua e acoplado ao sistema automatizado de alimentação nas baterias de gaiolas. Desta forma, o sistema permitirá em tempo real a avaliação das condições das aves (poedeiras improdutivas, canibalismo e aves mortas) e identificação das gaiolas para o tratador efetuar o descarte.

Em seguida, a apresentação foi da equipe de Dois Vizinhos/PR, com a proposta “Aplicativo para monitoramento de ambiência de aviário para avicultores e empresas integradoras”. Os integrantes Marcus Glauco Faria de Sant Anna, Lediane da Mota de Sant Anna, Robson Totti, Rafael Kupkoviski e Cícero Ismael Tecchio foram acompanhados no processo pela pesquisadora Vivian Feddern, que atuou como madrinha.

A solução proposta pela empresa é um conjunto de hardware e software que faz o monitoramento em tempo real, 24×7 dos elementos de ambiência do aviário (temperatura, umidade, amônia, fluxo de ar, luminosidade, etc.), que pode ser acompanhando tanto em plataforma WEB quanto em app mobile, (ambas as soluções já estão desenvolvidas e validadas e em uso por um avicultor a mais de dois meses)

A terceira turma, formada pelos integrantes Joaquim Gonçalves, Guilherme Tremiliosi, Camila Lange e Hebert Silveira, de São Carlos/SP, apresentaram a proposta “Síntese de complexos nanoestruturados de prata para substituição de antibióticos promotores de crescimento na produção de suínos e aves”. O padrinho da turma foi o analista Francisco Noé da Fonseca.

A proposta apresentada está baseada em um produto com validação laboratorial concluída (rota de síntese e incorporação no carreador) e validação à campo em suínos junto a USP – Campus Pirassununga (dados ainda não publicados). Efeitos positivos comprovados estatisticamente em melhora de conversão alimentar, com menor consumo de ração para atingir o mesmo peso. Além disso, melhora no Rendimento de Carcaça. No campo da medicina e da medicina veterinária, as nanopartículas estão sendo exploradas extensivamente devido às suas propriedades químicas e físicas dependentes do tamanho.

A proposta “Robô Granjeiro – Dispositivo Estimulador de Aves de Corte”, da turma de Xanxerê/SC, formada pelos integrantes Thiago Soffiatti Souza, Mathias Marcel Bonan Testa, Natan Zaqueu Gaio Spricigo e Ricardo Cézar Favretto, foi a quarta a ser apresentada. Os padrinhos no processo da Trilha de Inovação foram os pesquisadores Gilberto Schmidt e Sabrina Duarte.

A equipe desenvolveu um equipamento denominado MOVEIN criando o conceito de Granjeiro Robô ao qual simula o avicultor caminhando por meio de som e movimento. O sistema é composto por conjunto de trilhos que são instalados no teto do aviário, sistema de deslocamento autônomo embutido com som.

E, encerrando a noite, a proposta “Automatização da Inspeção Sanitária em frigoríficos” foi apresentada pelo Leandro Alonso Xastre, representando a equipe formada pelo Ricardo Alvim Netto, Maria Antonia de Freitas Constancio e Gabriela Ferreira Jorge. Todos de Campinas/SP, que contaram com a mentoria do pesquisador Luizinho Caron.

A proposta prevê câmeras instaladas dentro dos frigoríficos, junto às nórias, no local onde se fazem as linhas de inspeção. Computadores acessam as imagens captadas pelas câmeras e usando de Visão Computacional e Inteligência Artificial fazem a inspeção visual das carcaças em tempo real, possivelmente mais rápido e em uma única linha de inspeção dentro das nórias.

As apresentações podem ser revistas no link da live de ontem, no Canal do YouTube da Embrapa (https://youtu.be/h7hYArB3Xzo)

Segunda etapa de apresentações

Hoje à noite, a partir das 19 horas, será a vez das demais equipes, encerrando a etapa de avaliação das finalistas (https://youtu.be/nO40SKC0FzQ).

A grande final, com o anúncio dos vencedores, será amanhã, dia 08, também às 19 horas, pelo canal do YouTube. A abertura será com a futurista Jaqueline Weigel. (https://youtu.be/vBWtt-OidFQ).

Confira a ordem de apresentação de hoje, dia 07:

1) Stac Robot – Robô autônomo multi propósito para avicultura

2) Sistema de visão computacional para inspeção de ovos.

3) IndustryCare – monitoramento em tempo real de máquinas e processos

4) AveStac Pro – Solução para gestão de aviários

5) Granja zero energia

A live foi moderada pelo consultor de criatividade e inovação Fabrício De Martino, com participação dos artistas Milena Pagliacci e Dudu Rosa, que estão produzindo os mapas mentais e artes, respectivamente. As perguntas aos representantes das equipes foram conduzidas pelo analista e supervisor do SIPT Cássio Wilbert e a chefe geral da Unidade Janice Zanella.

A live teve ainda a participação especial da mascote do InovaAvi, o Galeto.

 

Realização e parceiros

A realização do InovaAvi é da Embrapa Suínos e Aves com correalização da Acate Agronegócio, Parque Científico e Tecnológico Chapecó, Prefeitura de Concórdia e Faped. São parceiros do evento Fapesc, Agriness, Academia da Avicultura e Fornari Indústria. Como patrocinadores Ouro, o InovaAvi conta com Seara Alimentos e MSD Saúde Animal. No patrocínio prata estão o Sindirações e Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA. Os patrocínios bronze são Evonik, Cedisa, Fazenda da Toca, Boehringer Ingelheim, DSM, Adisseo e BRDE. O evento tem como mídias parceiras AviNews, Feed&Food e O Presente Rural.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Notícias Pecuária

Restrição de oferta de boi garante altas de preço no Brasil

Frigoríficos ainda encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate, posicionadas três e quatro dias úteis, operando com uma capacidade de abate reduzida

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo tiveram mais uma semana de valorização do Brasil, diante do limitado volume de oferta de animais terminados presente no mercado neste momento.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos ainda encontram dificuldades na composição de suas escalas de abate, posicionadas três e quatro dias úteis, operando com uma capacidade de abate reduzida. “A oferta de animais terminados tende a permanecer restrita até meados de março, quando os animais de pasto estarão próximos do peso ideal para abate. Quando ela surgir, as indústrias ainda dependerão da decisão de venda do pecuarista. De qualquer forma são ao menos mais 40 dias de um ambiente bastante complicado em relação à oferta”, sinaliza.

Para o analista, os preços somente não avançam com maior força diante do consumo doméstico enfraquecido, uma vez que o brasileiro médio está descapitalizado. “Nesse momento a população se depara com despesas usuais a esse período do ano, como IPTU, IPVA, compra de material escolar, entre outros”, pontua.

No mercado atacadista, a semana foi marcada por preços mais acomodados ao longo da semana. No entanto, há pouco espaço para reajustes no curto prazo, em linha com a situação do consumidor final. “Em linhas gerais o consumidor médio não consegue absorver tantos reajustes para a carne bovina e esse tipo de cenário remete a uma maior demanda por proteínas que causem um menor impacto na renda média, como a carne de frango”, afirma. Com isso, os preços se mantiveram no país no atacado. O corte traseiro foi precificado a R$ 20,80, por quilo, a ponta da agulha seguiu no patamar de R$ 15,50, por quilo e os cortes de dianteiro permaneceram em R$ 15,50, por quilo.

Os preços a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 21 de janeiro:

  • São Paulo (Capital) – R$ 298,00 a arroba, contra R$ 290,00 a arroba em 14 de janeiro (subindo 2,76%).
  • Goiás (Goiânia) – R$ 290,00 a arroba, contra R$ 280,00 a arroba (3,57%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 290,00 a arroba, ante R$ 285,00 a arroba, subindo 1,75%.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 285,00 a arroba, ante R$ 277,00 a arroba (2,89%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 282,00 a arroba, contra R$ 275,00 a arroba (2,55%).

Já as exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 272,967 milhões em janeiro (10 dias úteis), com média diária de US$ 27,296 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 60,509 mil toneladas, com média diária de 6,051 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.511,10.

Em relação a janeiro de 2020, houve alta de 6,78% no valor médio diário da exportação, ganho de 13,82% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 6,19% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado Interno

Fraco escoamento interno e externo pressiona cotações do suíno

Mercado brasileiro de suínos registrou uma semana de pressão nas cotações, tanto no quilo vivo quanto nos cortes negociados no atacado

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos registrou uma semana de pressão nas cotações, tanto no quilo vivo quanto nos cortes negociados no atacado. De acordo com o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, frigoríficos ressaltam que o escoamento da carne segue enfraquecido, fator que acaba resultando em um menor ímpeto nas negociações envolvendo animais para abate e, ainda, a busca por preços mais baixos.

Para Maia, o perfil de consumo tende a apresentar pouca mudança no curto prazo, considerando que as famílias estão descapitalizadas neste momento, além de contarem com despesas adicionais, típicas de um início de ano. “A alta carne bovina no país seria um fator favorável, mas diante da grande deterioração da renda, os consumidores tendem a acabar migrando diretamente para a carne de frango e para o ovo”, projeta.

Além da fragilidade em relação aos preços do suíno vivo, os suinocultores estão preocupados também com o alto custo da nutrição animal. “Quanto ao milho, a perspectiva é de um quadro de estresse e preços elevados ao longo do semestre, por conta da safra verão curta e da logística concentrada na soja, trazendo encarecimento aos fretes”, sinaliza.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil baixou 7,17% ao longo da semana, de R$ 6,71 para R$ 6,23. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado caiu 5,49%, de R$ 13,00 para R$ 12,29. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,60, queda de 9,33% frente à semana anterior, de R$ 10,59.

A desaceleração das exportações no decorrer deste mês traz apreensão, dada a dificuldade de absorção de volumes adicionais pelo mercado doméstico. Segundo os dados preliminares divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a média diária embarcada até a segunda semana de janeiro ficou em apenas 3,003 mil toneladas. “Seguindo essa média no restante do mês, mais o volume do industrializado, janeiro fecharia perto das 70 mil toneladas embarcadas”, afirma.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 71,641 milhões em janeiro (10 dias úteis), com média diária de US$ 7,164 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 30,034 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.385,30.

Em relação a janeiro de 2020, houve alta de 3,49% no valor médio diário da exportação, ganho de 11,57% na quantidade média diária exportada e desvalorização de 7,25% no preço médio.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo baixou de R$ 130,00 para R$ 123,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90. No interior do estado a cotação recuou de R$ 7,50 para R$ 6,90.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração retrocedeu de R$ 6,30 para R$ 6,20. No interior catarinense, a cotação baixou de R$ 7,30 para R$ 6,75. No Paraná o quilo vivo caiu de R$ 7,15 para R$ 6,70 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo recuou de R$ 6,05 para R$ 5,90.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração retrocedeu de R$ 6,40 para R$ 5,90, enquanto em Campo Grande o preço recuou de R$ 6,10 para R$ 5,75. Em Goiânia, o preço caiu de R$ 7,00 para R$ 5,90. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno baixou de R$ 7,10 para R$ 6,00. No mercado independente mineiro, o preço passou de R$ 7,20 para R$ 6,10. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis diminuiu de R$ 6,00 para R$ 5,70. Já na integração do estado o quilo vivo caiu de R$ 5,90 para R$ 5,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra de inverno

Mercado brasileiro de trigo tem poucos negócios e viés altista

Com muitos produtores atentos às culturas de verão no Brasil, o mercado de trigo deve ficar em segundo plano, com preços “lateralizados”

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Divulgação/AENPr

Com muitos produtores atentos às culturas de verão no Brasil, o mercado de trigo deve ficar em segundo plano, com preços “lateralizados”. Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Jonathan Pinheiro, apesar da baixa liquidez e dos preços oscilando pouco, o viés segue altista, levando em conta o cenário externo. “A demanda segue relativamente fraca. O mercado deve permanecer com negócios pontuais e os compradores, buscando oportunidades atrativas”, disse.

Na última quinta-feira (21), a elevação do dólar em relação ao real favoreceu o cenário de alta dos preços do trigo. A variação cambial torna o produto de fora do Brasil mais caro no mercado interno. Além disso, a menor oferta nacional e internacional segue como fator fundamental para a valorização do grão.

A Rússia, maior exportador, e a Ucrânia, sexto maior, estudam restrições nas suas exportações de trigo. Segundo analistas de SAFRAS & Mercado, o mesmo pode acontecer com a Argentina. Isso restringiria o produto disponível à indústria brasileira. A oferta global, já apertada, pode ficar ainda menor, com a possibilidade de novas compras por parte da China. O país asiático já está entre os maiores importadores de trigo do mundo.

Argentina

Levantamento semanal divulgado pelo Ministério da Agroindústria da Argentina indicou que a colheita de trigo da safra 2020/21 do país foi finalizada na área total prevista de 6,702 milhões de hectares.

De acordo com o Ministério, na semana anterior a colheita estava em 99%. No mesmo período do ano passado, a ceifa atingia 99% dos 6,95 milhões de hectares cultivados na temporada 2019/20.

Fonte: Agência SAFRAS
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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