Conectado com
FACE

Notícias Previsão do Tempo

Inmet prevê possibilidade de neve e de novos temporais na Região Sul

Com a umidade remanescente e o frio intenso, há possibilidade de queda de neve nas regiões serranas do Rio Grande do Sul, no Oeste, Sul, Meio-Oeste e Planalto Norte de Santa Catarina bem como em áreas do Sul e Sudoeste do Paraná

Publicado em

em

Divulgação

A partir desta quarta-feira (19), a incursão de uma forte massa de ar frio, de origem polar, chegará ao Sul do país e favorecerá o declínio acentuado de temperatura. Geadas generalizadas podem acontecer já na madrugada de quinta-feira (20) no sul e fronteira oeste do Rio Grande do Sul. As previsões são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 A partir da sexta-feira (21), o frio avança rapidamente sobre o Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais, Mato Grosso, sul de Goiás, Rondônia, Acre e sul do Amazonas, promovendo declínio de temperatura bastante acentuado nesses estados.

Em áreas do Mato Grosso, por exemplo, a temperatura deverá ter um decréscimo em torno de 10°C quando comparados aos valores entre a noite do dia 20 e a noite do dia 21 (caindo de valores em torno de 30°C para cerca de 20°C).

Com a presença da intensa massa de ar frio, há previsão de geada ao amanhecer do dia 21 no Rio Grande do Sul e no oeste de Santa Catarina. No dia 22, as geadas poderão ocorrer de forma mais generalizada no oeste do estados da Região Sul e também no sul do Mato do Grosso do Sul e Sudoeste de São Paulo.

Além disso, com a umidade remanescente e o frio intenso, há também possibilidade de queda de neve nas regiões serranas do Rio Grande do Sul, no Oeste, Sul, Meio-Oeste e Planalto Norte de Santa Catarina bem como em áreas do Sul e Sudoeste do Paraná, entre o fim de tarde e noite de quinta-feira (20) na sexta-feira (21) e no sábado (22).

Temporais

O Inmet também alerta que os temporais que atingiram o estado de Santa Catarina na última sexta-feira podem ocorrer novamente na região nos próximos dias. Os temporais deverão ser significativos especialmente no decorrer do dia 18.

Imagens de satélite indicam regiões com a presença de nuvens convectivas intensas, ou seja, que ocasionam tempestades, sobre o norte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A persistência das condições atmosféricas dos ventos quentes de noroeste/norte nos baixos níveis, combinados com ventos da atmosfera com uma circulação transversal com os ventos na alta atmosfera e uma baixa pressão atmosférica entre a Argentina e a Região Sul do Brasil ainda será favorável à ocorrência de novos temporais, com chuvas intensas, ventos de rajadas e queda de granizo em áreas localizadas, entre o sul do Mato Grosso Sul, sul de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, entre a segunda (17) e quarta-feira (19).

Entre os dias 13 e 14 de agosto foram registrados temporais acompanhados de fortes rajadas de vento, granizo e até tornado no oeste de Santa Catarina. Na Estação Meteorológica do Inmet localizada no município de Campos Novos (SC), a rajada de vento chegou aos 87 km/h.

Fonte: MAPA
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

14 + 9 =

Notícias Mercado

Preços da soja sobem, mas mercado segue retraído no Brasil

Mercado brasileiro de soja teve uma semana de preços firmes e de poucos negócios

Publicado em

em

Ivan Bueno/APPA

O mercado brasileiro de soja teve uma semana de preços firmes e de poucos negócios. As cotações domésticas foram sustentadas pela recuperação dos contratos futuros em Chicago, após a queda determinada pelo relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta, 9.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos está cotada a R$ 170,00. Na região das Missões, a cotação ficou em R$ 169,00. No porto de Rio Grande, o preço subiu para R$ 176,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 170,00 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 176,00. Em Rondonópolis (MT), a saca estabilizou em R$ 165,50. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 159,00. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 161,00.

O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,135 bilhões de bushels em 2020/21, o equivalente a 112,53 milhões de toneladas, repetindo o relatório anterior.

Os estoques finais estão estimados em 120 milhões de bushels ou 3,26 milhões de toneladas, sem alteração. O mercado apostava em carryover de 119 milhões ou 3,24 milhões de toneladas.

O USDA indicou esmagamento em 2,19 bilhões de bushels e exportação de 2,28 bilhões. Em março, as estimativas tinham sido de 2,2 bilhões e 2,25 bilhões de bushels, respectivamente.

O USDA projetou safra mundial de soja em 2020/21 de 363,19 milhões de toneladas. Em março, o número era de 361,82 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão estimados em 86,87 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 83,7 milhões de toneladas. Em março, a previsão era de 83,74 milhões de toneladas.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 112,55 milhões de toneladas. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 136 milhões de toneladas, contra 134 milhões de março. O mercado apostava em safra de 134,4 milhões de toneladas.

A Argentina deverá produzir 47,5 milhões de toneladas, repetindo a previsão anterior. O mercado estimava um corte, para 46,8 milhões de toneladas. A previsão de importação da China foi mantida em 100 milhões de toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
Continue Lendo

Notícias Mercado Interno

Preços do milho buscam recorde de R$ 100 a saca no Brasil

Oferta restrita no país vai levando a essas contínuas elevações nos preços

Publicado em

em

Renata Silva

O mercado brasileiro de milho seguiu com preços galgando novos recordes, mantendo altas graduais em todas as praças nesta última semana. Em muitas praças, sobretudo no Sul do Brasil, mas também em São Paulo, o mercado vem buscando e atingindo o patamar histórico de R$ 100 a saca de 60 quilos.

A oferta restrita no país vai levando a essas contínuas elevações nos preços58. O risco climático com escassez de chuvas para a safrinha, ao menos no curto prazo, que está com a colheita encerrada, faz os produtores reduzirem ainda mais a disponibilidade do milho no mercado e os valores sobem. Além disso, o foco segue com as vendas da soja, e o milho é deixado em segundo plano, encurtando a oferta.

O consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, diz que os problemas de abastecimento do primeiro semestre vão ficando cada semana mais evidentes no mercado brasileiro. Ele diz que, para o mercado se ajustar, há necessidade de importar para conter a pressão nos custos. “O câmbio, as regras de importação e os preços altos também no mercado internacional limitam esta alternativa”, avalia.

O mercado de milho vai confirmando um quadro de abastecimento difícil neste primeiro semestre de 2021 em, praticamente, todo o país. “O Mato Grosso já desenhava uma situação crítica de abastecimento e opera com preços acima de R$ 70,00 um patamar alto para uma praça que sempre foi reservada como o milho mais barato do Brasil. O motivo desta alta no estado não tem a ver com a indústria de etanol, longe disso, mas com o fluxo de exportações, o qual sempre promove um esvaziamento dos excedentes no estado”, comenta.

Para ele, a situação de preços nas regiões Sul e Sudeste não deve ser considerada como surpresa. Talvez o nível de preços alinhados na semana, entre R$ 95,00/100,00 a saca na maior parte das praças e R$ 85,00 em Minas Gerais e Goiás, possa ser considerado como surpreendente, diz. Com todas as despesas para importação do milho, o custo CIF para consumidores mais próximos aos portos não se distancia de R$ 100,00 a 105,00 a saca. “Desta forma, mesmo parecendo caro no mercado interno, o milho brasileiro ainda é mais acessível em relação ao importado. Por isso, os preços internos estão se alinhando a R$ 100,00”, explica Molinari.

A questão adicional diz respeito ao prolongamento da entressafra 2021. A safrinha geralmente tem seu início de colheita em junho e avança em julho/agosto, comenta Molinari. “Com o atraso de plantio, haverá alguma colheita em junho e julho, porém pode não atender toda a demanda interna que chegará a julho com abastecimento complicado. A colheita de safrinha este ano estará realmente concentrada em agosto e setembro. Então, uma entressafra prolongada em mais 30/40 dias acentua a necessidade de abastecimento com milho da safra de verão e/ ou com estoques ainda de 2020”, aponta.

No entanto, estes estoques de 2020 foram consumidos neste primeiro trimestre de 2021 e agora, o que resta, é o milho da safra de verão, o qual vai sendo fortemente procurado, assim como as primeiras lavouras a serem colhidas em junho e julho na safrinha. E agora ainda há a preocupação com a falta de chuvas na safrinha, incrementando ainda mais os temores com oferta e levando o produtor a buscar preços ainda mais altos. Justifica-se assim essa subida frenética das cotações, semana a semana batendo novos recordes.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (07 de abril) e a esta quinta-feira (15 de abril), o preço do milho em Campinas/CIF subiu na venda de R$ 101,00 para R$ 102,00 a saca, elevação de 1%. Na região Mogiana paulista, o cereal avançou na venda de R$ 97,50 para R$ 100,00 a saca, aumento de 2,6%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço disparou de R$ 96,00 para R$ 102,00 a saca, incremento de 6,25%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou de R$ 82,00 para R$ 85,00 a saca, elevação de 3,7% no balanço semanal. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, a cotação se manteve em R$ 100,00 na base de venda.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho subiram de R$ 85,00 para R$ 90,00 a saca, alta de 5,9%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado avançou no comparativo de R$ 86,00 para R$ 90,00 a saca, subindo 4,65%.

Fonte: Agência SAFRAS
Continue Lendo

Notícias Avicultura

Preços do frango voltam a subir no atacado, refletindo consumo em alta

Mercado brasileiro de carne de frango registrou preços mais altos para os cortes vendidos no atacado

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de carne de frango registrou preços mais altos para os cortes vendidos no atacado. “Para o quilo vivo, houve avanço nas cotações apenas em São Paulo, como forma de repasse frente aos custos de nutrição animal elevados”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias.

Ele sinaliza que a segunda metade de abril tende a ser marcada por ajustes mais limitados nos preços, dada a tradicional demanda mais retraída por parte dos consumidores. “Na primeira quinzena o consumo foi bastaste aquecido, favorecendo uma melhor demanda por parte das indústrias”, avalia.

No atacado, o recebimento de salários pela população e a nova rodada do auxílio emergencial contribuíram para o aumento na demanda de produtos básicos, como a carne de frango, que detém a maior predileção entre os consumidores brasileiros.

De acordo com levantamento semanal de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram algumas alterações para os cortes congelados de frango. No atacado, o preço do quilo do peito subiu de R$ 6,50 para R$ 6,60, o quilo da coxa de R$ 6,00 para R$ 6,10 e o quilo da asa de R$ 8,55 para R$ 8,65. Na distribuição, o preço do quilo do peito passou de R$ 6,70 para R$ 6,80, o quilo da coxa de R$ 6,10 para R$ 6,20 e o quilo da asa de R$ 8,75 para R$ 8,85.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações dos preços durante a semana. No atacado, o preço do quilo do peito avançou de R$ 6,60 para R$ 6,70, o quilo da coxa de R$ 6,10 para R$ 6,20 e o quilo da asa de R$ 8,65 para R$ 8,75. Na distribuição, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 6,80 para R$ 6,90, o quilo da coxa de R$ 6,20 para R$ 6,30 e o quilo da asa de R$ 8,85 para R$ 8,95.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 178,019 milhões em abril (6 dias úteis), com média diária de US$ 29,669 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 118,062 mil toneladas, com média diária de 19,677 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.507,80.

Na comparação com abril de 2020, houve alta de 24,85% no valor médio diário, ganho de 22,71% na quantidade média diária e avanço de 1,75% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo seguiu em R$ 4,60. Em São Paulo o quilo vivo mudou de R$ 4,60 para R$ 4,70.

Na integração catarinense a cotação do frango permaneceu em R$ 3,30. No oeste do Paraná o preço prosseguiu em R$ 4,80. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo continuou em R$ 4,30.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango seguiu em R$ 4,50. Em Goiás o quilo vivo se manteve em R$ 4,50. No Distrito Federal o quilo vivo continuou em R$ 4,60.

Em Pernambuco, o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,30. No Ceará a cotação do quilo continuou em R$ 5,30 e, no Pará, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.