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Início do plantio da soja: Por que certificar a produção?

RTRS trabalha para que produção, processamento e comercialização da soja sejam realizados cumprindo padrões rigorosos, transparentes e holísticos em matéria de certificação ambiental e social

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Artigo escrito por Marina Born, presidente da Associação Internacional de Soja Sustentável (RTRS) 

Recentemente, uma pesquisa da agência Reuters divulgou que o Brasil deve superar a marca de 120 milhões de toneladas de soja na safra 2018/19, com aumento de 2,8% da área plantada. Se concretizado, esse número representa um novo recorde, que ressalta a posição de liderança que o país possui na exportação do grão.

A Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS) trabalha continuamente para que a produção, o processamento e a comercialização da soja sejam realizados cumprindo os padrões mais rigorosos, transparentes e holísticos em matéria de certificação ambiental e social.

Para se tornar um produtor RTRS e obter uma certificação, é necessário seguir os cinco princípios básicos: cumprir as leis e as boas práticas de negócios, oferecer boas condições de trabalho, respeitar e criar vínculos com as comunidades locais, cuidar do meio ambiente e adotar boas práticas agrícolas.

Os benefícios da certificação para os produtores são inúmeros, como a melhoria na gestão organizacional da propriedade, possibilidade de melhores negociações de financiamentos bancários, minimização dos riscos para a propriedade, melhoria na visão da produção rural frente à sociedade, identificação da produção certificada com reconhecimento internacional, melhoria na comercialização da produção agrícola, entre outros.

Na próxima safra, a RTRS deve certificar quatro milhões de toneladas de soja no mundo e, em apenas quatro anos, o volume anual de soja certificada pela entidade mais que triplicou. Ou seja, a quantidade de soja produzida aumentou em vários milhões de toneladas, sem que essa produção causasse qualquer desmatamento.

Acreditamos que os governos e o setor privado devem desenvolver incentivos e instrumentos econômicos para recompensar os esforços dos agricultores para conservar áreas de vegetação nativa, mesmo em locais onde a limpeza da vegetação é permitida.

Podemos oferecer a solução, pois nosso compromisso com a abertura e com o trabalho flexível nos torna absolutamente fundamentais para transformação do futuro do setor da soja. A RTRS é reconhecida com uma importante ferramenta para que o produtor tenha maior rentabilidade e expansão dos seus negócios e para que as exportações de soja de qualidade cresçam e contribuam com a economia do país.

Fonte: Assessoria

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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Divulgação

O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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