Conectado com

Notícias

Início de abates no frigorífico Verdi marca a abertura do mercado de Santa Catarina para a carne Angus

Publicado em

em

O frigorífico Verdi começou esta semana a realizar, em sua unidade industrial de Pouso Redondo (SC), abates de animais Angus dentro do Programa Carne Angus Certificada. A ação marca a abertura do mercado de Santa Catarina, único estado brasileiro que é livre de aftosa sem vacinação, para a carne Angus. 
De acordo com o presidente do frigorífico, Ariel Verdi, serão abatidos animais oriundos de confinamentos da região de Videira. "O início dos abates é um divisor de águas na pecuária do Estado. O consumidor vai poder provar a qualidade da carne Angus catarinense, fruto do amplo investimento em genética feito nos últimos anos. Estamos orgulhosos de participar desse momento tão importante", afirma. 
“É uma conquista muito valiosa, fruto de um trabalho de fomento iniciado há alguns anos para incentivar o aumento do rebanho por meio da inseminação artificial, já que não é permitida a entrada de animais vivos no estado. Vemos grande potencial para a este mercado tanto internamente quanto para as exportações, no futuro, já que se trata de um estado com condições sanitárias diferenciadas”, analisa o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Reynaldo Titoff Salvador.
Para o diretor de Marketing do Núcleo de Criadores de angus de Santa Catarina, Dorival Borga, os abates dentro do programa de certificação de carcaças da Associação Brasileira de Angus representam um marco na pecuária catarinense. “A patir de agora vamos agregar valor ao produtor de Angus do Estado e atrair mais investidores para a raça”, afirma Borga.
Os cortes de carne produzidos nestes abates serão comercializados sob uma marca própria, que foi apresentada ao público em outubro, durante a ExpoLages, feira agropecuária realizada em Lages (SC). Trata-se da marca Angus Beef Premium dos Campos de Santa Catarina, que será distribuída em duas grandes redes varejistas de Santa Catarina, segundo adianta Ariel Verdi.
“O consumidor terá acesso a um produto de alta qualidade. Há anos estamos investindo para a criação de um rebanho com padrão genético elevado, tanto que a nossa exposição de Lages já é a segunda melhor ranqueada na raça Angus em todo o País”, salienta Borga.
Sobre o Programa Carne Angus Certificada – Completando 10 anos em 2013, o Programa Carne Angus Certificada apresenta números impressionantes em uma década de atividades. Com aproximadamente 20 mil abates em seu início, o programa deve fechar 2013 com quase 300 mil carcaças certificadas. Hoje, o principal programa de certificação de carne do País conta com parcerias com o Mc Donald’s, no varejo (Zaffari) e na indústria frigorífica, com a qual mantém acordo com oito frigoríficos (Marfrig, Frigorífico Silva, VPJ, Cotripal, Aliança, Verdi, Frigol e JBS), presentes em sete dos principais estados produtores de carne (RS, SC, PR, SP, MS, MT e GO) com 20 plantas frigoríficas.
No programa, todo o processo industrial (do abate e tipificação das carcaças à embalagem do produto final), é acompanhado permanentemente pelos técnicos do Programa Carne Angus Certificada e auditado pela certificadora Ausmeat, da Austrália, o que confere reconhecimento e credibilidade internacional com a outorga do selo de certificação Ausqual. 

Fonte: Ass. Imprensa da Angus

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
Continue Lendo

Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

Publicado em

em

Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
Continue Lendo
Nucleovet 2
APA

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.