Conectado com
OP INSTAGRAM

Notícias

Inicia nesta terça-feira um dos mais importantes eventos da suinocultura latino-americana

O evento técnico, que abordará os principais desafios da suinocultura latino-americana, terá tradução simultânea para o espanhol em todas as palestras

Publicado em

em

De 09 a 11 de agosto de 2016 Chapecó recebe o IX Simpósio Brasil Sul Suinocultura e a VIII Brasil Sul Pig Fair, no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó, SC. O evento técnico, que abordará os principais desafios da suinocultura latino-americana, terá tradução simultânea para o espanhol em todas as palestras. O SBSS é realizado todos os anos pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas – Nucleovet.

Conhecido por um importante evento técnico do setor, o ano de 2016 marca a abertura do evento para toda a América Latina com todas as palestras traduzidas simultaneamente para o espanhol. O SBSS lota hotéis e vôos durante o período, além de movimentar setores de serviços e turismo de negócios. O evento projeta o Oeste catarinense como pólo de excelência em produção de carnes e tecnologia no setor de proteína animal.

Apresentando este e outros temas importantes, o SBSS espera receber 1.500 médicos veterinários, zootecnistas, consultores, pesquisadores, profissionais da agroindústria e produtores vindos de vários países. Ainda, cerca de 80 empresas de produtos e serviços para suinocultura locais, nacionais e internacionais já confirmaram presença.

Conforme o presidente do Nucleovet, Médico Veterinário Luis Carlos Peruzzo, o SBSS representa um importante fórum que atende a demanda das agroindústrias, debate tendências e encontra nos fornecedores do setor o apoio e a parceria para, a cada ano, evoluir, oferecendo conteúdo de ponta para os participantes.

“O Nucleovet tem, na sua essência, o objetivo de unir os profissionais envolvidos na cadeia produtiva para buscar conhecimento e qualificação com foco técnico. Para isso, realizamos anualmente eventos de formação continuada, que são os simpósios de Avicultura e Suinocultura”, destaca Peruzzo.

Desta forma, os temas dos simpósios sempre foram e continuarão sendo pautados pelo setor produtivo, órgãos públicos e toda a cadeia envolvida. “Buscamos respostas para os gargalos, ameaças sanitárias, barreiras comerciais disfarçadas, paradigmas e avanços da tecnologia a serviço da produção de proteína animal, que caminha a passos largos”.

Na sua 17ª edição, o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura chega à fase adulta, olhando para o seu entorno. “Não pensamos apenas regionalmente, como na época das discussões sobre compartimentalização. Agora, queremos pensar, debater e agir no âmbito do continente sul americano, entendendo que enfermidades desconhecem fronteiras geopolíticas. “Este é o nosso compromisso. Por isso, convocaremos as empresas e outras instituições com ramificações nos países latinos para convidarem seus colegas a participarem do fórum”.

Temas relevantes para o setor

Com palestrantes nacionais e internacionais, o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura será palco de importantes debates sobre os desafios da produção de proteína animal na atualidade. A programação científica desta edição apresenta palestrantes altamente qualificados e abre espaço para amplo debate sobre: gestão de granjas produtoras de suínos, desafios sanitários e produtivos, bem estar animal, entre outros.

Brasil Sul Pig Fair

Paralelo ao SBSS acontece a Brasil Sul Pig Fair, uma feria de negócios com tecnologia e lançamentos na área de manejo, nutrição, sanidade, diagnóstico e equipamentos para suinocultura. Os principais fornecedores da cadeia produtiva apresentam as últimas novidades para o setor no evento.

Na última edição, em 2015, mais de 1500 profissionais da indústria passaram pela feira. Neste ano, a organização comercializou 100% dos espaços ainda nas primeiras semanas de vendas. 

Confira a programação científica prévia do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura 2016

09 de agosto de 2016

– Fundamentos econômicos na cadeia de suínos – separando fatos e mitos;

– Gestão da assistência técnica no sistema de produção;

– Pessoas e informação: pilares para resultados de excelência.

10 de agosto de 2016

– Como produtores europeus alcançam excelentes resultados utilizando baias de gestação coletivas;

– Inseminação artificial em tempo fixo;

– Manejo pré-abate e qualidade de carne;

– Reprodução;

– Ractopamina na produção de suínos;

– Atualização sobre a situação do Seneca Valley Vírus;

11 de agosto de 2016

– Coleta e remessa de material para o laboratório e interpretação de resultados;

– Uso de terapêuticos em suínos;

– Circovírus Suíno Tipo 2: situação atual e perspectivas futuras;

– Impacto da ambiência no desempenho de suínos.

IX SBSS- Programação paralela reúne especialistas internacionais e lançamentos

Além da programação científica de alto nível,  IX Simpósio Brasil Sul de Suinocultura apresenta uma extensa gama de eventos paralelos com lançamentos e debates.

Abrindo a programação do SBSS 2016 o Seminário Técnico Brasil Sul vai discutir a gestação coletiva de matrizes suínas organizado pelo MAPA, ABPA e ABCS. Participe desse debate com a presença das maiores autoridades no assunto. Acesso gratuito. Inscrições em comissao.bea@agricultura.gov.br, o evento inicia as 8h30min na Sala Agostinho Duarte.

No intervalo do meio dia a Boehringer Ingelheim promove o Lunch & Learning “Ponto chave na prevenção e controle da Doença de Glasser com Dr. Nelson Morés – Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves na Sala Welcy Canal; a Cargill – Nutron promove a Palestra “As soluções da Nutron para Suinocultura: Rapid TPS e Notox Reproduction” – na Sala Agostinho Duarte – Piso Térreo. No Espaço MSD – Mezanino do Piso 1 acontece a apresentação IDAL® – Vacinas Intradérmicas.

Na segunda rodada de eventos paralelos a Vetanco promove a 2ª Mesa Redonda – Ciência & Indústria Vetanco “Impacto das diarreias de terminação na produtividade dos suínos e rentabilidade da agroindústria” – Como o conhecimento científico pode ser aplicado na prática da suinocultura na Sala Agostinho Duarte as 17h.  No mesmo horário a ICC promove a palestra Imunonutrição: desafios e oportunidades em produção de Suínos com o palestrante – PhD em nutrição e produção animal Gustavo Gattás na Sala Cyro Sosnoski. A Tectron promove o Workshop Diamond V XPC, abertura Daniel Pigatto Monteiro e palestra com Dr. Caio A. Silva (UEL) – “Como melhorar a produtividade de matrizes hiperprolíficas” na Sala Welcy Canal.

Ainda na programação paralela a Merial promove o lançamento ZACTRAN –  APLICAÇÃO INTELIGENTE, RETORNO RÁPIDO, palestra  de tema "Contribuição efetiva e racional de antibióticos na suinocultura" com   o Prof. Dr. David Barcellos – UFRGS e MSC Juliana Calveyra – Gerente Técnica de Suínos – Merial na Sala Eli Camargo.

Dia 09 – terça-feira

8h30 – Seminário Técnico Brasil Sul

Discussão sobre a gestação coletiva de matrizes suínas, organizado pelo MAPA, ABPA e ABCS. Participe desse debate com a presença das maiores autoridades no assunto. Acesso gratuito. Inscrições em comissao.bea@agricultura.gov.br.

Local: Sala Agostinho Duarte.

Dia 10 – quarta-feira

12h – Boehringer Ingelheim – Acesso gratuito

Lunch & Learning: “Ponto chave na prevenção e controle da Doença de Glasser com Dr. Nelson Morés – Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves. Convites devem ser retirados com a equipe durante o evento.

Local: Sala Welcy Canal – Piso 01

12h – Cargill – Nutron – Acesso gratuito

Palestra “As soluções da Nutron para Suinocultura: Rapid TPS e Notox Reproduction”. Após o evento haverá degustação de carne suína.

Local: Sala Agostinho Duarte – Piso Térreo

MSD – Espaço MSD

Apresentação IDAL® – Vacinas Intradérmicas. A equipe estará no local para a apresentação dos novos produtos durante todo o dia.

Local: Mezzanino – Piso 01

17h – Vetanco

2ª Mesa Redonda – Ciência & Indústria Vetanco

“Impacto das diarreias de terminação na produtividade dos suínos e rentabilidade da agroindústria” – Como o conhecimento científico pode ser aplicado na prática da suinocultura.

Local: Sala Agostinho Duarte

17h – ICC

Palestra Imunonutrição: desafios e oportunidades em produção de Suínos.  Palestrante – PhD em nutrição e produção animal Gustavo Gattás.

Local: Sala Cyro Sosnoski

17h – Tectron

Workshop Diamond V XPC

Abertura Daniel Pigatto Monteiro

Palestra com Dr. Caio A. Silva (UEL)  – “Como melhorar a produtividade de matrizes hiperprolíficas”.

Local: Sala Welcy Canal

17h – Merial

Zactran – Aplicação Inteligente, Retorno Rápido

Tema: Contribuição efetiva e racional de antibióticos na suinocultura

Palestrantes: Prof. Dr. David Barcellos – UFRGS

MSC Juliana Calveyra – Gerente Técnica de Suínos – Merial

Local: Sala Eli Camargo

Fonte: Assessoria

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

sete − 4 =

Notícias VBP

Valor da Produção Agropecuária de 2021 deve ser 12,4% maior que o do ano passado

Soja e milho são os principais destaques dos últimos três anos

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

A projeção do Valor da Produção Agropecuária (VBP) deste ano aumentou, em valores reais, 12,4% em relação ao de 2020, que somou R$ 940,9 bilhões. O valor absoluto previsto é de R$ 1,057 trilhão, o maior já obtido desde 1989.

As lavouras representam R$ 727,7 bilhões, e a pecuária, R$ 330,1 bilhões. O crescimento real deve chegar a 16,1% nas lavouras e 5,1% na pecuária, conforme levantamento da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Nos últimos três anos, soja e milho têm apresentado recordes sucessivos de faturamento. A soma dessas duas atividades resultou num valor 65,4% do VBP das lavouras. Em valores absolutos, a soja apresenta uma estimativa de R$ 345,9 bilhões e o milho, R$ 129,9 bilhões. A demanda interna e o comportamento dos mercados, dos Estados Unidos e da China, têm sido os principais responsáveis por esse crescimento”, diz o departamento.

Na pecuária, o bom desempenho é dos setores de bovino, frango e leite, que correspondem a 86,2% do valor gerado. Carne bovina representa 45,0% do valor da pecuária, acompanhada por carne de frango e leite.

Outro grupo de produtos com boas estimativas de crescimento do VBP são: algodão, arroz, laranja, trigo e uva. Em menor destaque, mas também com projeção de resultado superior ao de 2020, estão amendoim, feijão e cana-de-açúcar.

Já entre os produtos com baixa estimativa estão banana, batata inglesa, tomate e café. Os três primeiros tiveram reduções do VBP devido aos menores preços, e o café sofreu redução de produção por causa de secas sofridas no ano passado.

No grupo de 25 produtos analisados no levantamento, 16 apresentam preços recebidos superiores aos do ano passado. Pode-se dizer que, em geral, os produtores têm um ambiente de preços melhor neste ano.

A classificação do VBP por Unidade da Federação é: Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Essas unidades federativas representam 71,2% do VBP total.

Fonte: MAPA
Continue Lendo

Notícias Capacitação

BRF amplia escola de formação que qualifica novos colaboradores

Programa de formação da companhia funciona em Toledo, Dois Vizinhos e Francisco Beltrão e está sendo implantado em Carambeí

Publicado em

em

Divulgação

Uma das maiores companhias de alimentos do mundo, a BRF está ampliando um projeto criado em formato piloto em 2019: a Escola de Formação. O programa, destinado a qualificar os colaboradores recém-contratados pela Companhia para a função de operador de produção, começou nas unidades de Toledo, no Paraná, Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, e Videira, em Santa Catarina. Hoje, além das três primeiras, existem escolas em operação em Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, no Paraná, Campos Novos, Capinzal, Chapecó, Concórdia, em Santa Catarina, Mineiros, em Goiás, e Marau, no Rio Grande do Sul.

Outras unidades estão em processo de implantação: Carambeí, no Paraná, Concórdia (produção de suínos), e Herval d’Oeste, em Santa Catarina, Buriti Alegre e Rio Verde, em Goiás, Nova Mutum, em Mato Grosso, e Uberlândia, em Minas Gerais. Mais duas escolas pilotos em áreas de produtos industrializados devem ser instaladas: Videira (SC) e Seropédica (RJ). As escolas são divididas pelas áreas de frango, suínos e industrializados, e têm atuação de forma independente em cada planta da BRF.

As aulas têm duração de 30 dias, sendo que os professores são os supervisores e os monitores de formação, profissionais que foram promovidos internamente e se destacaram em relação ao perfil da função. Apenas após esse período, o colaborador é transferido para a linha de trabalho. Os conteúdos das aulas são intercalados em partes práticas e outras teóricas para o devido aprendizado das tarefas que irão desempenhar no dia a dia.

Como medida protetiva em razão da pandemia de Coronavírus, as aulas foram suspensas de março a setembro do ano passado e retomadas em outubro em novo formato, com ações preventivas estabelecidas pelo protocolo de combate à doença, incluindo redução nas turmas a 50% da capacidade. Desde 2019, 1,3 mil colaboradores já passaram pelas salas de aula da Escola de Formação.

Além das lições teóricas e práticas, os colaboradores recebem um exemplar do Manual de Transparência, que conta com uma mensagem do CEO da BRF, Lorival Luz. Pelo documento, o trabalhador terá uma compreensão clara e objetiva sobre as condutas e princípios éticos que orientam o negócio, além dos compromissos inegociáveis da Companhia – segurança, qualidade e integridade.

“Seguimos fortalecendo a nossa cultura, com o objetivo de criar uma gestão robusta para que tenhamos a quantidade de talentos necessária na Companhia”, salienta o vice-presidente global de Gente, Gestão e Transformação Digital, Alessandro Bonorino.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Meio Ambiente

CNA diz que emissões de Gases de Efeito Estufa podem ser totalmente neutralizadas

Estudos revelam a necessidade de o Brasil evoluir nas tecnologias de baixa emissão de carbono

Publicado em

em

Divulgação

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, participou, na sexta-feira (09), do lançamento de duas coletâneas com estudos que mensuram fatores de emissão e remoção de Gases de Efeito Estufa (GEEs) pelo agro, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Em seu discurso, Martins disse que as pesquisas agrupadas nas coletâneas confirmam que as emissões de GEEs podem ser totalmente neutralizadas. “Precisamos avaliar o ambiente de produção como um todo. Considerar o balanço das emissões e sequestro de GEEs e não somente calcular emissões a partir da liberação de gases em processos de ruminação animal”.

Para o presidente da CNA, os estudos revelam a necessidade de o Brasil evoluir nas tecnologias de baixa emissão de carbono, introduzindo insumos de base científica no processo de revisão do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, o Plano ABC.

João Martins destacou o papel fundamental do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) nesse processo de implantação de sistemas de produção de baixa emissão de carbono. “Com seu modelo de Assistência Técnica e Gerencial, o Senar é vetor de ganhos econômicos, produtivos, sociais e ambientais”.

No evento, o presidente reiterou ainda o compromisso do Sistema CNA/Senar em levar aos agricultores e pecuaristas as tecnologias que permitem o uso correto e as boas práticas de manejo na produção, sem descuidar da sustentabilidade econômica da atividade, fator crucial para o incremento da renda, do aumento da produtividade e da proteção do meio ambiente.

“Como representantes do sistema produtivo rural brasileiro, queremos ser indutores do processo de integração das cadeias produtivas, equalizando o custo e os benefícios advindos da mitigação às mudanças climáticas”, finalizou.

Já a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que o lançamento das coletâneas amplia a disponibilidade dos dados sobre sistemas nacionais, que levam efetivamente em conta as especificidades climáticas a partir de metodologias científicas aceitas internacionalmente.

“Constituímos uma base de dados que será fundamental frente aos desafios que irão surgir no agro nas próximas décadas. Também vão contribuir para a construção de políticas públicas de enfrentamento das mudanças do clima”, afirmou.

Segundo a ministra, a partir dos dados será possível modernizar práticas produtivas, aperfeiçoar sistemas de manejos, promover ganhos crescentes de produtividade, o que se traduz em maior eficiência para o produtor, em renda e sustentabilidade.

“O Brasil já é um potência agroambiental. Nos próximos anos seremos chamados a intensificar nossa produção a fim de atender a crescente demanda global por alimentos seguros e nutritivos e os dados revelam que estamos no caminho certo”, concluiu Tereza Cristina.

Para o diretor-geral do Senar, Daniel Carrara, as coletâneas servirão de “livro de cabeceira” dos 10 mil técnicos do Senar. “O desafio de tirar as tecnologias das prateleiras e colocar no campo se vence com esse tipo de divulgação. A partir de agora temos a missão de divulgar esses estudos para os produtores e, principalmente, aos técnicos”.

O ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, afirmou que o lançamento dos estudos é um importante passo para transformar o agro brasileiro em um dos maiores do planeta.

De acordo com o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo, as coletâneas também vão ser úteis para os países que possuem o mesmo clima e bioma do Brasil. “Vamos mostrar como se faz uma boa agricultura e pecuária. Esse é apenas o início, o primeiro capítulo de uma longa saga”.

Coletâneas

Os estudos foram realizados por 400 pesquisadores e trazem resultados, desafios e oportunidades sobre a emissão e remoção dos GEEs pelo agro. Segundo a diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Mapa, Mariane Crespolini, a coletânea de pecuária agrupa trabalhos relativos de pequenos ruminantes, grandes ruminantes e não ruminantes (suínos, aves e tilápia).

“As pesquisas trazem fatores de emissão e remoção para todos os biomas e regiões. Por sistema produtivo, tipo de terminação, raça e diferentes idades dos animais”.

Já os estudos da agricultura incluem as cadeias de cana-de-açúcar, grãos, sistemas integrados de produção e florestas plantadas. Em sua apresentação, Mariane destacou a importância das tecnologias de colheita e irrigação, do plantio direto e rotação de culturas para redução expressiva das emissões e o potencial de florestas plantadas e integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF).

Fonte: CNA
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.