Conectado com

Empresas Suinocultura

Influenza suína – como proteger seu plantel com segurança e eficácia

Doença tem graves implicações na produção, com perdas econômicas e maior uso de antibióticos em rebanhos

Publicado em

em

Foto: O Presente Rural

Responsável por significativos prejuízos para a suinocultura – de US$ 3 a US$ 10 por animal, aproximadamente –, a Influenza Suína (IS), causada pelo vírus H1N1, é uma doença respiratória viral aguda, altamente contagiosa e impactante para o setor. Ao serem infectados, os suínos apresentam febre, anorexia, prostração e tosse. “O vírus da Influenza, principalmente o H1N1, tem graves implicações na produção dos suínos, levando a perdas econômicas e maior uso de antibióticos em rebanhos afetados pela Influenza. A doença causa diminuição de peso e lesões primárias no pulmão, o que facilita a entrada de agentes oportunistas, causadores de diversas infecções”, explica a médica-veterinária Heloiza Nascimento, Assistente Técnica da linha de suínos da Zoetis.

A transmissão ocorre por contato direto de secreções nasais de suínos infectados e de partículas suspensas no meio ambiente. “Como a Influenza tem capacidade de causar lesões pulmonares, bactérias secundárias se aproveitam disto para se instalarem. Por isso é de fundamental importância evitarmos a disseminação do vírus nas granjas. Além de medidas de biossegurança, como restrição de entrada de pessoas e animais, realização de quarentena e vacinação dos funcionários contra a Influenza, uma das principais providências a ser adotada é a vacinação dos leitões”, completa Heloiza.

Há cinco anos no mercado, a vacina FluSure Pandemic é indicada para suínos sadios a partir da terceira semana de idade, incluindo porcas prenhes, como auxiliar na redução de descarga nasal e também de lesões pulmonares causadas pelo vírus da Influenza. “A FluSure não só previne a infecção pelo vírus, como também auxilia o produtor na gestão de doenças secundárias, como o H. Parasuis, principalmente na fase de creche, com segurança e eficácia, evitando perdas e garantindo produtividade”, ressalta Heloiza.

O H1N1 pode ser carregado pelo ser humano e contaminar os animais. Sendo assim, a melhor forma de prevenção é vacinar seu rebanho e também todos que têm contato com os animais na granja.

A seguir, um vídeo explicativo sobre a doença, desenvolvido pela Zoetis, para mostrar suas formas de transmissão e como preveni-la.

Fonte: Assessoria Zoetis
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

três × 2 =

Empresas Grãos

Bayer anuncia nova liderança para a divisão agrícola no Brasil

A empresa será a primeira multinacional do setor a ter uma mulher no comando no país

Publicado em

em

Malu Nachreiner assume de forma imediata o cargo de Líder da Divisão Crop Science da Bayer no Brasil - Foto: Divulgação

Bayer anuncia mudanças em seu quadro de gestão da divisão agrícola no Brasil. Dessa forma, Gerhard Bohne, que atuava há 34 anos na empresa, deixa a liderança da divisão agrícola, encerrando um importante ciclo de intensa participação e protagonismo no agronegócio brasileiro. Ele permanecerá na empresa, pelos próximos meses, conduzindo o processo de transição.

A executiva Malu Nachreiner assume de forma imediata o cargo de Líder da Divisão Crop Science da Bayer no Brasil. Até o momento, ela estava à frente da área de Marketing na divisão para a América Latina. Malu é agrônoma, com mais de 15 anos de atuação na empresa, e já ocupou posições de liderança nas áreas de Vendas, Operações Comerciais e Marketing.

Outras mudanças também foram anunciadas com o objetivo de fortalecer a estrutura comercial de Crop Science, a fim de acelerar a tomada de decisões e intensificar o foco no cliente, visando contribuir para a permanência da Bayer na vanguarda da transformação digital para uma agricultura sustentável na América Latina.

Portanto, Mateus Barros, atualmente Líder da Climate LATAM, assume a liderança da recém-criada área: Digital & New Business Models LATAM. Essa nova função inclui atividades nas áreas de novos modelos de negócios como Carbono e OBP (Outcome Based Price), Ventures & Open Innovation, Small holders, Data Powerhouse, incluindo também a responsabilidade pelo negócio da Climate.

Para a liderança da Climate LATAM: Abdalah Novaes, atualmente responsável por Acesso ao Mercado na área de Marketing de Clientes Brasil. Luis Offa, atualmente líder da área de Estratégia Regional de Negócios, assume também a área de Marketing LATAM.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Grãos e Máquinas

Agronegócio tem crescimento de 394% nos últimos 40 anos

Presidente da Conab falou sobre força do agronegócio brasileiro no especial “Conexão John Deere”, nesta quarta-feira (05/08)

Publicado em

em

Em um ano atípico, diversos setores da economia brasileira têm sofrido os impactos negativos da pandemia. Apesar do cenário, o agronegócio é o único que segue em crescimento e, mais ainda, bate recordes de produção, exportação e geração de empregos. Para falar sobre essa força, a John Deere promoveu, nesta quarta-feira (05/08), a terceira edição da série de lives “Conexão John Deere”. Desta vez, o tema foi “A força do campo: conjuntura da cadeia do agronegócio brasileiro”, com participação de Guilherme Bastos, presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); Cristiano Correia, diretor de marketing da John Deere e Norma Gatto, produtora rural.

“Nossa agricultura passou por uma revolução, tornou-se uma das maiores do mundo e gera, ano após ano, grandes excedentes de exportação. Em 40 anos, a produção brasileira de grãos passou de 51 para 251milhões de toneladas, segundo o último levantamento da Conab. Tivemos um crescimento de 394% em 40 anos. Desse total, quase 50% é exportado e o restante fica para a demanda doméstica. O Brasil demonstra que tem condições de fornecer alimentos com regularidade, quantidade e qualidade, mesmo em períodos de crise”, comentou o presidente da Conab, Guilherme Bastos.

Os números mostram que a agricultura nacional é uma força incontestável, motivo de orgulho para produtores de todo o País. “Quando me disseram, 20 anos atrás, que eu chegaria a produzir 70 sacas de soja por hectare, eu não acreditei. Achei que era impossível e hoje atingimos essa marca”, celebrou Norma Gatto, produtora rural do Mato Grosso. Para ela, um dos fatores que contribuíram para o crescimento do setor foi a inclusão da tecnologia na gestão do campo.

Com a pandemia, a digitalização no campo, que já vinha acontecendo de forma natural, foi acelerada. “O aumento do uso de tecnologias para crescimento da produtividade e redução de custos através de mecanização, de agricultura de precisão e plataformas, como as que a John Deere está proporcionando, será o novo normal”, afirmou Guilherme.

O presidente da Conab também falou sobre avanços na infraestrutura que contribuíram para o crescimento do setor. “Apesar do nosso vagar, os investimentos feitos com foco em escoamento estão acontecendo. Estamos avançando aos poucos, um conjunto de mudanças e transformações que irão garantir ao nosso agronegócio que continue com um papel preponderante no mundo”, disse.

Para os próximos anos a expectativa é de ainda mais crescimento, porém com manutenção da sustentabilidade. “O agronegócio brasileiro ainda vai crescer muito. Em 2050, o mundo terá em torno de 10 bilhões de habitantes e a demanda por comida só vai aumentar. O que temos que prestar atenção é que as novas gerações e boa parte dos nossos consumidores de mercados estrangeiros demandam uma produção cada vez mais sustentável. Podemos continuar aumentando a produtividade e preservando o meio ambiente. Por isso, nós da John Deere pensamos em soluções não apenas focadas nos produtos, mas também com relação ao Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, o ILPF, que apoiamos já há alguns anos”, comentou Cristiano Correia, diretor de marketing da John Deere.

Temos pela frente grandes oportunidades e desafios, mas o fato é que o agronegócio brasileiro tem mostrado toda a sua força mesmo em um momento tão difícil. Ao final do bate-papo, o presidente da Conab informou que no dia 25 de agosto serão lançadas as primeiras perspectivas da safra 20/21. “Divulgaremos o link do evento em nossas mídias”, finalizou.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Empresas Nutrição Animal

Estudo da BASF sobre suplementação para frangos de corte recebe prêmio Lamas na Conferência FACTA WPSA-Brasil

Estudo comprovou maior absorção de minerais promovida pela ingestão de glicinatos

Publicado em

em

Foto: Divulgação

O negócio de Nutrição Animal, da BASF, teve o reconhecimento do prêmio Lamas no estudo que comprova a eficácia superior dos minerais orgânicos frente aos inorgânicos na alimentação de aves de corte. A pesquisa será  apresentada na 37ª Conferência FACTA WPSA-Brasil, um dos principais eventos técnicos do setor, que este ano será realizada de 11 a 13 de agosto via plataforma online.

“É muito gratificante receber o reconhecimento desse importante fórum, que promove e prestigia a pesquisa científica no Brasil” afirma o médico veterinário especialista em nutrição animal, Bruno Wernick, técnico do negócio de Nutrição Animal da BASF América Latina e um dos autores do artigo vencedor. O artigo “Avaliação da suplementação de glicinato de cobre e sulfato de cobre em rações para frangos de corte”, elaborado pela equipe da companhia, verificou que a suplementação de 125g de Glicinato de Cobre por tonelada de ração melhorou o desempenho de frangos de corte de 1 a 21 dias de idade, favorecendo o ganho de peso, a conversão alimentar e ainda contribuiu para a diminuição da poluição ambiental.

“Nosso artigo teve como intenção mostrar que o uso da nova tecnologia de mineral orgânico glicinato é muito mais favorável, tanto para o animal, quanto para o ambiente. O uso dos glicinatos como fonte de mineral para aves, objeto do nosso estudo, mostrou a maior absorção destes nutrientes pelos animais, quando comparado com as fontes inorgânicas. Desse modo, eles eliminam uma quantidade menor de mineral pelas excretas, diminuindo consequentemente a contaminação do solo”, explica Wernick.

Outro estudo “Substituição de minerais inorgânicos por glicinatos nas rações para frangos de corte de 1 a 42 dias de idade”, recebeu a menção honrosa. Ele tem foco no menor impacto sobre o meio ambiente proporcionado pela inclusão de minerais com glicinatos, em relação ao uso tradicional de fontes inorgânicas de minerais. “A maior biodisponibilidade dos glicinatos permite a redução da inclusão de minerais nas dietas, sem a perda de desempenho, além de reduzir o nível de minerais como cobre, manganês, ferro e zinco nas excretas das aves se comparado à dieta com minerais inorgânicos, diminuindo a poluição do solo”, completa.

O Prêmio José Maria Lamas da Silva é entregue todo ano durante a Conferência FACTA ( Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícola) WPSA-Brasil. Ele visa congregar pesquisadores e interessados na aplicação do conhecimento técnico-científico para melhoria do setor avícola brasileiro.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
PORK EXPO

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.