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Influenza e Mycoplasma – importantes agentes causadores de doenças

Entenda as diferenças entre os microrganismos e por que, juntos, provocam grandes prejuízos na granja

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Arquivo / OP Rural

Quem acompanha a rotina de cuidados em um plantel sabe que dois dos maiores causadores de prejuízos são o vírus da influenza e a bactéria Mycoplasma hyopneumoniae (MH).

Embora haja características específicas da influenza suína e da pneumonia enzoótica, desencadeada pela MH, os sinais clínicos desenvolvidos por ambas podem gerar dúvidas. Daí, a importância da realização de uma boa anamnese e exames laboratoriais para um diagnóstico preciso e, consequentemente, um tratamento assertivo para o problema.

Influenza

Responsável por significativos prejuízos para a suinocultura – de US﹩ 3 a US﹩ 10 por animal, aproximadamente -, a influenza suína (IS) é uma doença respiratória viral aguda, altamente contagiosa e impactante para o setor. Ao serem infectados, os suínos apresentam febre, anorexia, prostração e tosse. A enfermidade causa diminuição de peso e lesões primárias no pulmão, o que facilita a entrada de agentes oportunistas, causadores de diversas infecções.

A transmissão ocorre por contato direto com secreções nasais de suínos infectados e partículas suspensas no meio ambiente. “Como a influenza tem capacidade de causar lesões pulmonares, bactérias secundárias se aproveitam disso para se instalarem. Por isso, é de fundamental importância evitarmos a disseminação do vírus nas granjas. Além de medidas de biossegurança, como controle de entrada de pessoas e animais, realização de quarentena e vacinação dos funcionários contra a influenza, uma das principais providências a serem adotadas é a vacinação dos animais”, explica o médico-veterinário Jovani Finco, Assistente Técnico de Suínos da Zoetis.

Como forma de prevenção para os leitões, a vacina é aplicada principalmente em matrizes, que transmitem os anticorpos aos leitões por meio do colostro, ao nascimento.

Pneumonia enzoótica

Conhecida já há algumas décadas, a pneumonia enzoótica dos suínos, causada por infecção pela bactéria Mycoplasma hyopneumoniae (MH), está presente na quase totalidade das granjas também atingidas pelo circovírus ao redor do mundo e, aqui no Brasil, em 95% do plantel de suínos. É considerada uma doença crônica e endêmica no País.

Granjas positivas e sem um trabalho de controle para a bactéria podem perder até 41 gramas de peso diário por animal, uma redução de 16% na taxa de crescimento e 14% a menos de conversão alimentar. De acordo com estudo de 2017 realizado por Takeuti, as lesões pulmonares provocadas por essa bactéria no abate atingem 55,38% dos animais.

“Além da importante perda de ganho de peso diário, os animais acometidos pelo microrganismo MH apresentam tosse, que se agrava com a movimentação dos suínos na granja. Isso se dá principalmente ao final da fase de crescimento e terminação”, informa Finco.

Associação

Tanto a ação da bactéria MH como a do vírus da influenza facilitam a entrada de outros agentes oportunistas, que, juntos, causam grandes impactos econômicos nas granjas. Segundo estudo de Haden et al., que mensurou a perda por animal na produção norte-americana, o MH sozinho seria responsável pela perda de US﹩ 0,63/animal, já o vírus da influenza (SIV), por US﹩ 3,23/animal. Ao se associarem, MH + SIV aumentam esse prejuízo para US﹩ 10,12/animal. “O dano é muito grande. Por isso, os produtores devem estar atentos às soluções que melhor respondam à ação dessa bactéria e aos protocolos de manejo e controle desses microrganismos”, diz Finco.

Fonte: Assessoria
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Cobb destaca Uniformidade do lote na recria para melhores resultados de aves

Empresa debateu a importância do manejo adequado para melhorar eficiência produtiva de machos e fêmeas na abertura da Escola virtual América do Sul, que reuniu mais de 800 participantes   

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Foto: Divulgação

A uniformidade das aves durante o período de recria é um dos pontos mais importantes para atingir melhores resultados, defende o médico veterinário e Diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na região do Pacto Andino, Luciano Keske, nesta terça-feira, 14, durante a abertura da Escola Cobb Virtual para clientes de toda a América do Sul, que acontece até quinta 16.

“É importante ter muita atenção na uniformidade, principalmente até as 12 semanas, que deve estar acima de 85% para fêmeas e acima de 80% para machos”, afirma o especialista lembrando que atingir uma boa uniformidade de lote depende de uma boa distribuição de alimento, um bom espaço de comedouro, uma luminosidade correta no galpão, além da quantidade de aves por m2, entre outras estratégias de manejo.

A Gerente Regional da Cobb-Vantress no Equador, Chile e Paraguai, Yenifer Torres, destacou a importância da seleção dos sete dias no manejo de fêmeas. “A fase intermediária do crescimento é muito importante. O avicultor precisa estar atento a estratégias como adormecer o frango, manter a estrutura corporal e ainda tem a questão hormonal e fisiológica da fêmea”, disse.

Ela salienta que no período de 16 a 20 dias a média de ganho de peso deve estar em 36%. “E é importante ter cuidado com o escurecimento do galpão. Para as fêmeas, quanto mais escuro, melhor”, reforçou a especialista alertando para o fornecimento da quantidade suficiente de alimentos para atingir um bom pico de produção.

“A retirada de alimento após o pico é igualmente estratégica e não deve acontecer de maneira muito rápida para não comprometer a produção de ovos da fêmea”, pontuou Torres durante a palestra “Pontos críticos no manejo de matrizes”. Ela ressalta a importância do encontro. “É uma maneira de viabilizar o acesso de produtores à informação e tecnologia. Precisamos ajudar o avicultor a aumentar a sua eficiência, para que ele seja mais competitivo no mercado”.

O gerente Regional da Cobb-Vantress no Peru e na Bolívia, Rodolfo Solano, também destacou a seleção aos sete dias e seus impactos positivos na eficiência do plantel, mas desta vez sobre manejo de machos. “Estamos falando de separar aves por voracidade e ter atenção na seleção de quatro semanas também, onde devemos buscar o peso alvo de 720 gramas e retirar machos com peso 25% abaixo desta meta, pois estes animais não serão bons reprodutores”.

Depois de 12 semanas, ele chama a atenção para a formação do aparelho reprodutivo. “O produtor deve seguir as sugestões de consumo semanal da linha. O CobbMale, por exemplo, é um macho que deve ser estimulado pelo menos de 17 a 20 dias antes da fêmea”, pontuou o especialista durante a apresentação “Pontos críticos no manejo de machos”.

Na abertura da programação, o diretor Associado de Produtos da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, debateu “Evolução Genética e Novos Produtos”, onde afirmou que o melhoramento genético é o ponto principal para uma melhor eficiência do animal, pois, ‘a partir deste ponto podemos dizer que teremos animais com uma melhor conversão alimentar, saúde corporal e respiratória. Todas estas características aliadas à excelência no atendimento técnico, fazem parte do nosso DNA”, disse Terra.

E no encerramento do primeiro dia de programação, o especialista de Avós e Reprodutoras e Suporte Técnico Mundial da Cobb-Vantress, Winfridus Bakke, apresentou as “Novas tecnologias para galpões de reprodutoras”. Durante o encontro, Keske destacou a equipe técnica altamente capacitada e treinada para tratar toda e qualquer dúvida ou problema nas granjas espalhadas pelo Brasil e América do Sul. “Possuímos uma equipe multidisciplinar que nos ajuda a cuidar de toda avicultura”, completa.

A partir de uma plataforma online a empresa conseguiu reunir mais de 800 pessoas, todas envolvidas no setor da avicultura, para saber o que os principais especialistas dos setores de manejo, nutrição, sanidade, biosseguridade, ambiência e incubação teriam de informação para melhorar o desempenho e a rentabilidade em um cenário de pressão de custos para produtores da América do Sul.

Fonte: Assessoria
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Agronegócio verde do Brasil é construído sobre alicerces de tecnologia e inovação

Aumento da produtividade fortalece compromisso em “fazer mais”, “usando menos”

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Carlos Ronchi, Diretor Técnico Global.- Foto: Divulgação

A evolução do agronegócio brasileiro, sem dúvidas, tem um significado ímpar para a posição de destaque que o país ocupa no cenário mundial. O aumento da produção brasileira vem se dando muito mais por crescimento da produtividade do que pela expansão da fronteira agrícola e esse é um fator relevante na trajetória do setor. Dos 851 milhões de hectares do território brasileiro, cerca de 66,3% estão cobertos por vegetação nativa. A agropecuária ocupa hoje, cerca de 30,2% do território nacional, sendo 7,8% destinados a produção de grãos, frutas, hortaliças e culturas perenes, 1,2% cobertos por florestas plantadas e 21,2% são destinadas a pastagens com 8% nativas e 13,2% plantadas. Os números em si já são suficientes para se orgulhar e, não somente isso, mas todo o aporte de tecnologia para que essa pegada verde continue progredindo.

O Brasil já ocupa hoje uma posição de mérito no cenário do agronegócio mundial, mas será ainda muito maior se continuar implantando inovações tecnológicas e ampliando a sustentabilidade no agribusiness. Desse modo, entende-se que colocar em prática a sustentabilidade no agronegócio é conseguir aumentar consideravelmente a produção de alimentos, melhorando a segurança alimentar e garantindo que a geração atual e as futuras tenham as suas necessidades supridas.

Preocupada com o bem-estar animal, com a erradicação da fome humana e com a contribuição e respeito ao meio ambiente a Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, segura e sustentável, traz soluções sustentáveis produzidas a partir de matérias-primas de fontes renováveis, como cana-de-açúcar e a proteína de soja. Em seu complexo industrial, a companhia utiliza fontes orgânicas de energia e vapor que reduzem os danos ao meio ambiente.

Como prova disso, a empresa possui a Patente Verde para produção de minerais orgânicos, o que representa uma tecnologia de inovação com impacto favorável ao meio ambiente. “Esse é um programa instituído pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), no qual uma empresa que se adeque às suas exigências pode solicitar sua inclusão. O mesmo analisa se o seu processo produtivo respeita e contribui com o meio ambiente. Este processo de obtenção de minerais quelatados com aminoácidos de soja está patenteado pela Yes (Patente de Invenção do INPI: BR 10 2015 029707-6)”, comenta o Diretor Técnico Global, Carlos Ronchi.

“Na Yes, sabemos que preservar é agir no presente para garantir o futuro. Falamos disso porque vivenciamos em cada uma das nossas produções”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Revenda master da Jacto, Agromaster inaugura sua loja em Ponta Grossa/PR

Nova loja contará com portfólio de produtos, peças, serviços e pós-venda.

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Valdir Martins, diretor comercial da Jacto. - Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira, 16 de setembro, a revenda master da Jacto, Agromaster, inaugura sua loja em Ponta Grossa/PR.

No endereço, Avenida Senador Flavio Carvalho Guimaraes, 22, anexo D, Boa Vista, a equipe de especialista em produtos Jacto estará pronta para receber os clientes interessados em novas aquisições de máquinas, bem como em serviços de manutenção, peças, treinamentos e orientações sobre produtos e serviços da Jacto.

“A Agromaster atenderá os produtores rurais da Região dos Campos Gerais, localizada no centro-leste do estado do Paraná. Uma área de agricultura extremamente ativa e que precisa ter parceiros e assistência por perto. Esta parceria reforça o propósito da nossa empresa de servir o agricultor com as melhores tecnologias, informações e serviços”, comenta Valdir Martins, diretor comercial da Jacto.

Na Agromaster, o agricultor vai encontrar no portfólio de produtos Jacto a linha completa de pulverizadores, adubadoras, plantadeiras e também a linha OTMIS – a marca da Jacto para Agricultura de Precisão.

Além disso, a revenda vai ser ponto de referência de treinamentos para operadores e de orientações sobre o uso do Jacto Connect, o ecossistema digital da Jacto que facilita o acesso dos clientes com a marca.

“A equipe da Agromaster faz parte da família Jacto e estamos felizes de poder contar com eles para reforçar nossa presença na região”, finaliza Martins.

Fonte: Assessoria
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