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Indicador do preço do milho fecha outubro com queda de mais de 10%

Exportações em ritmo lento, produtores flexíveis nos valores de venda e bom desenvolvimento da safra de verão 2018/19 pressionaram cotações do cereal no correr de outubro

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Segundo levantamento do Cepea, a maior oferta de milho, as exportações em ritmo lento, produtores flexíveis nos valores de venda (sobretudo os do Centro-Oeste) e também o bom desenvolvimento da safra de verão 2018/19 (que gera expectativa de maior produção nos próximos meses) pressionaram com força as cotações do cereal no correr de outubro.

No acumulado desse mês, as quedas nos preços ultrapassaram os 10% em muitas regiões acompanhadas pelo Cepea. No geral, apenas os produtores consultados pelo Cepea mais capitalizados limitaram a oferta de milho, concentrando as atividades de semeio da soja. Compradores, por sua vez, se mantêm retraídos, se mostrando abastecidos – as indústrias que têm necessidade de refazer estoques adquirem de forma cautelosa.

Em outubro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (região de Campinas – SP) caiu 13,3%, fechando em R$ 34,17/saca de 60 kg na última quarta-feira (31). Especificamente entre 26 outubro e 1 de novembro, a queda do Indicador foi de 0,8%. 

Fonte: Cepea

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Notícias Suinocultura

IPVS2020 prorroga prazo para inscrição de trabalhos científicos até 15 de junho

Maior evento da suinocultura mundial será realizado de 3 a 6 de novembro de 2020 no Rio de Janeiro

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Foto: Divulgação

Termina no próximo dia 15 de junho o prazo para envio de trabalhos científicos para o IPVS2020, o 26º Congresso da IPVS (International Pig Veterinary Society), que será realizado de 3 a 6 de novembro de 2020, no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro. O prazo foi estendido para que mais cientistas possam enviar suas pesquisas e se reunir a mais de 700 profissionais que já submeteram seus estudos à Comissão Científica.

Até esta data os interessados poderão inscrever seus trabalhos inéditos nas áreas de Doenças Virais, Doenças Bacterianas, Doenças Parasitárias e Parasitas, Imunologia e Vacinologia, Segurança Alimentar, Reprodução, Biosseguridade, Genética, Antimicrobianos, Bem-Estar, Nutrição, Casos Clínicos, Miscelâneas, Produção e Inovação e Gestão de Rebanhos. As normas para apresentação e exposição de resumos estão disponíveis no link http://ipvs2020.com/pb/resumos/.

“Consagrado como o mais importante evento técnico científico da suinocultura mundial, o IPVS recebe tradicionalmente trabalhos das principais universidades do mundo, o que permite aos participantes traçar um panorama de todas as pesquisas que são desenvolvidas na atualidade para a produção de suínos e assim projetar quais tecnologias e inovações irão impactar mais fortemente a maneira como produzimos a carne suína, a mais consumida no mundo”, destaca o médico veterinário presidente da Comissão Científica do IPVS2020, Roberto Guedes.

Outras informações sobre o IPVS2020 Rio de Janeiro estão disponíveis no site do evento (www.ipvs2020.com) ou poderão ser obtidas pelo e-mail ipvs2020@ipvs2020.com, ou pelo telefone +55 31 3360 3663.

 

Apoio
Algumas das principais empresas do setor já confirmaram participação no IPVS2020 Rio de Janeiro. Entre os patrocinadores Partner estão Boehringer Ingelheim, Farmabase, Hipra, MSD Saúde Animal e Zoetis. Na cota Supporter estão confirmadas a Bayer e a Ceva. Os patrocinadores Platinum já confirmados são Agroceres PIC, Idexx, LanXESS, Ourofino Saúde Animal e Trouw Nutrition e, na cota Gold, está a Phytobiotics.

O evento tem o apoio institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Embrapa, do governo do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, da Secretaria de Turismo e do Rio Convention e Visitors Bureau.

Os mais importantes veículos de comunicação da suinocultura mundial também confirmaram apoio e vão divulgar notícias do evento, como o jornal O Presente Rural, o Portal Suino.com e a revista Suinocultura Industrial no Brasil, além da Editora 3tres3, com sede na Espanha, e a Pig Progress, sediada na Holanda.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Ação Social

Campanha Cuidar, Envolver e Amar inicia último mês de arrecadação

As doações podem ser realizadas pelo site até 30 de junho

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O Coordenador do Projeto, Tasso Roquete presente durante uma das entregas na cidade de Castro/PR. - Foto: Divulgação

Em 2020, diante do cenário apresentado e da necessidade de auxiliar as famílias fragilizadas pela crise, a Cooperativa Castrolanda, através do Projeto de Ação Social ‘Abraçar’, desenvolveu a campanha ‘Cuidar, Envolver e Amar’ com objetivo de arrecadar doações de alimentos e produtos de higiene para as famílias em vulnerabilidade social dos municípios de atuação da Castrolanda no estado do Paraná e em São Paulo.

A ação, lançada na segunda quinzena abril, chega ao seu último mês de arrecadação com a expectativa de duplicar a meta inicialmente prevista. Até o momento foram alcançadas 1117 cestas básicas, 1854 kit’s de higiene e R$ 11.153,00 em dinheiro que serão revertidos posteriormente em produtos para as famílias nas cidades de Castro, Itaberá, Itapetininga, Itararé, Piraí do Sul, Ponta Grossa e Ventania. O formato da campanha online, foi estruturado para, além de atingir o maior número de pessoas possíveis, respeitar as normas de prevenção da Covid-19 de distanciamento social.

“Estamos realizando as entregas conforme atingimos um determinado volume de arrecadações. Sabemos que o cenário atual tem sido de muita dificuldade para diversas famílias que tiveram seu sustento afetado pela crise. São nesses momentos que o espírito de cooperação e a união devem ser fortalecidos.”, destaca o Coordenador de Produção da Castrolanda e membro voluntário do projeto, Tasso Roquete.

As doações podem ser realizadas pelo site até 30 de junho. “A participação não fica restrita a colaboradores e associados da cooperativa, se estende a pessoas físicas e empresas que queiram participar, contribuir e ajudar o próximo”, convida Tasso.

Fonte: Assessoria
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Notícias Bovinos

Brangus é adaptado à maioria dos biomas brasileiros

Há lugares em que ocorrem as quatro estações do ano no mesmo dia e a raça Brangus tem sido o denominador comum em todos eles

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Foto: Divulgação

Dados da Associação Brasileira de Brangus (ABB), dos últimos cinco anos, apontam que a média anual de registros genealógicos do taurino saltou de 11 mil para mais de 15 mil, cerca de 29%, estando presente em quase todos os estados brasileiros.

As vendas de sêmen também evoluíram 700% em dez anos. Crescimento este que, segundo a entidade, é uma resposta à adaptabilidade da raça somada à capacidade em fazer chegar às gôndolas uma carne de melhor qualidade por meio do cruzamento industrial.

“Nosso país sofre influência de mais de 40 microclimas diferentes, há lugares em que ocorrem as quatro estações do ano no mesmo dia e a raça Brangus tem sido o denominador comum em todos eles”, observa o Ladislau Lancsarics, presidente da ABB.

Segundo ele, mesmo perante à tamanha amplitude térmica, criadores experimentam resultados acima da média nos diferentes biomas brasileiros. Talvez o mais desafiador para um taurino, como é o caso do Brangus, seja o bioma amazônico.

Pela proximidade com a linha do Equador, chuva, alta umidade e calor extremo fazem parte do cotidiano dos animais, exigindo atenção especial ao manejo parasitário. Mesmo nestas condições, ele ajuda fazendas a lucrar até 20% mais na produção de carne.

Em Paragominas, no Pará, na Fazenda Mutirão, de 32 mil ha, entranhada na Amazônia Legal, Carlos Eduardo Ribeiro do Vale conduz um plantel de 300 animais da raça, há mais de seis anos.

Lá, são seis meses de chuva, com índices pluviométricos médios na ordem de 2.800 mm, e outros seis meses de seca, condições essas incapazes de vencer a adaptabilidade do Brangus na região.

“Por ser uma raça taurina, a adaptabilidade do Brangus é realmente incrível. É um pouco mais susceptível ao carrapato, mas nada que não seja corrigido com um bom protocolo sanitário”, relata o criador. O retorno da heterose compensa o investimento.

“Tem gente aqui que produz carne Brangus para restaurantes e boutiques especializadas em carnes nobres, conseguindo alto valor agregado”, informa. Tudo isso em uma região onde 80% da propriedade são áreas destinadas à reserva legal.

No Pantanal, os desafios são outros. Pela altitude próxima a zero, grande parte das planícies alaga no período chuvoso, além de outras restrições à pecuária extensiva, como temperatura elevada, acima dos 40º C em grandes áreas com a predominância de pasto nativo, pobre em nutrientes.

De acordo com o consultor técnico Francisco Borges, um dos poucos profissionais que atendem a criadores de Brangus naquele bioma, essas limitações não impedem a expansão no território.

“Por aqui, é comum usar tourinho de cruzamento para aumentar a oferta de carne de qualidade e bezerros mais precoces. Outra vantagem da raça é que gera animais pequenos ao nascimento e de rápido crescimento”, explica. Francisco trabalha com Brangus há 20 anos.

Os números devem crescer no Pantanal à medida em que os pecuaristas conhecem os ganhos de heterose e de adaptabilidade oferecida pelo animal. Entre as principais características, Francisco destaca pigmentação, cascos, pele e mucosa mais escuras.

“Os touros trabalham em seis estações de monta ou até mais. São bem adaptados, desde a cria, especialmente tratando-se de aparelho locomotor e saúde dos cascos”, assinala Francisco.

Docilidade, padronização, fertilidade e encurtamento do ciclo produtivo em, no mínimo seis meses, complementam o pacote de benefícios nas diferentes situações de manejo.

Do Pantanal ao Sudeste, o diretor da ABB, José Luiz Niemeyer dos Santos, colhe ótimos resultados com a raça em São Paulo. Nelorista consagrado na venda de reprodutores, ele começou a selecionar touros Brangus em 2005.

O criador ficou vislumbrado com a rusticidade de matrizes em terras consideradas inférteis numa propriedade arrendada no estado do Mato Grosso. As levou para Guararapes (SP), onde a propriedade é rodeada pela Mata Atlântica.

Decidiu submetê-las aos mesmos rigores aplicados nos 55 anos de melhoramento genético com a raça Nelore, principalmente em relação à rusticidade necessária para produzir a pasto. Isso ainda dentro dos mais elevados padrões de conservação ambiental.

“Preservamos a mata nativa e plantamos mais de 400 mil árvores entre 2004 e 2012”, destaca Niemeyer, ressaltando que, como nos touros brancos, os pretos com defeitos de aprumo, umbigo e pelagem são descartados, para responder às exigências dos grandes centros de produção de carne bovina”, conta Niemeyer.

Já na savana brasileira, a qual o leitor conhece como cerrado, que se estende pelo Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste do País, os reprodutores em regime de braquiarão necessitam de aprumos fortes e adaptação a temperaturas extremas.

Da mesma forma ocorre nos Pampas, a diferença está na ampla alternância térmica, que pode cair de 42º C no verão para as temperaturas negativas características do clima subtropical frio no inverno.

Com muita ou pouca chuva, é uma das pouquíssimas raças taurinas com boa resistência ao carrapato, cuja infestação chega a níveis alarmantes no Rio Grande do Sul, onde se enfrenta problemas com a eficácia dos antiparisitários.

A baixa oferta de forrageira nas pastagens nativas de inverno também se torna outro fator limitante à produtividade, e ainda assim o Brangus se supera.

Associada à sua qualidade de carne, precocidade de abate e qualidade de carcaça superior ao dos zebuínos puros, esse é um dos motivos pelos quais os touros Brangus ganham mercado nacionalmente. Os resultados têm sido promissores de Norte a Sul do País.

“Da cruza com o zebu nascem fêmeas adaptadas, de pelagem curta, férteis, precoces e de boa habilidade materna. Já os machos dão rendimento extra de carcaça e são abatidos mais cedo”, diz o consultor técnico Gerson Lima, que atende criadores há 28 anos.

Esses são caminhos que levam o Brangus também a ser a terceira raça no tricross (cruzamento triplo), pois vem sendo a primeira opção para cobrir as fêmeas meio-sangue Angus. No Brasil elas somam 3 milhões de cabeças.

A maior padronização e porcentagem de sangue Angus, com menor sacrifício da adaptabilidade, garantem a bonificação máxima para o pecuarista que comercializa gado para os programas de qualidade de carne nos frigoríficos.

“Sem dúvida, o Brangus é uma ferramenta grandiosa para obtenção de resultados na pecuária moderna”, finaliza Lima.

Fonte: Assessoria
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