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Avicultura Higienização

Incubatório limpo e desinfetado melhora sanidade e também a produtividade

Principais problemas causados pelas contaminações são a infecção do saco da gema, que pode provocar a morte prematura da ave, a transmissão cruzada de doenças e a baixa eclosão de ovos.

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Foto: Arquivo/OP Rural

Vários fatores contribuem para expor os incubatórios a constantes ameaças de patógenos. Entre essas condições, as mais relevantes são a circulação frequente de pessoas e veículos e o próprio ambiente interno, propício para a ocorrência de doenças que afetam a produtividade e a qualidade dos ovos e consequentemente a saúde das aves.

Os principais problemas causados pelas contaminações são a infecção do saco da gema, que pode provocar a morte prematura da ave, a transmissão cruzada de doenças e a baixa eclosão de ovos.

Consultora e médica veterinária Renata Steffen: “Temos que conhecer o nosso inimigo e lembrar que ele está camuflado dentro da planta incubatória e lá dentro existe tudo que um fungo ou bactéria precisa” – Foto: Arquivo pessoal

Segundo a consultora e médica-veterinária Renata Steffen, a otimização da higiene no incubatório depende de três ações-chave: prevenir a entrada de patógenos através da biosseguridade; evitar a contaminação cruzada ou transporte de patógenos e inibir o desenvolvimento de mais doenças por meio da higienização. “Não tem como promover um ambiente estéril dentro do incubatório, e não é isso que queremos. Queremos é criar um local controlado de crescimento fúngico ou bacteriano”, explica Renata, e completa: “mas que esse crescimento não prejudique o desenvolvimento embrionário ou a qualidade dos pintinhos. E para isso fazemos uso da higienização”, afirma.

Renata destaca o papel fundamental do processo de biosseguridade no incubatório, porém, esse não é o único elo que merece atenção no controle interno de contaminantes dentro da planta de incubação. “O monitoramento e registro, o treinamento continuado e as auditorias são importantes”, afirma Renata.

Contaminantes

O principal meio externo de contaminação pode ser os ovos incubáveis que chegam no incubatório, pois podem trazer com eles patógenos, devido a um manejo inadequado ou a uma desinfecção incorreta.

As bactérias podem ser classificadas em: fermentadoras e não fermentadoras. As fermentadoras são aquelas que estouram e espalham uma grande carga bacteriana dentro da incubadora, o que aumenta a contaminação para os demais ovos. “Numa incubadora de estágio múltiplo distante isso se torna ainda mais preocupante”, comenta.

Conforme Steffen, as bactérias mais comuns vindas das granjas e que podem afetar a produção são as Pseudomonas spp, Salmonella spp, Escherichia coli, entre outras. “É muito importante combater essas bactérias para não se proliferarem e trazerem danos”, salienta.

Em relação a fungos, Renata cita a presença do Aspergillus dentro das plantas de incubação e as consequências que doenças respiratórias ou neurológicas podem causar quando acometidas pelo Aspergillus.

A alta incidência do fungo causa problemas graves que geram prejuízos enormes, não somente para retirá-lo do incubatório, como também no desenvolvimento dos pintinhos. “É importante sempre orientar e observar se está sendo realizada primeiramente essa quebra na clara de ar para saber se tem presença ou não do fungo”, ressalta .

Níveis aceitáveis

Manter a planta incubatória com níveis aceitáveis é, segundo Renata, o grande desafio nos incubatórios. “A avaliação da qualidade sanitária do centro de incubação deve ser efetuada periodicamente para se ter uma ideia da intensidade da contaminação ambiental, permitindo avaliar a eficácia dos processos de limpeza e desinfecção efetuados”, salienta Steffen.

Para isso, ela destaca a qualidade da matéria-prima através da sanidade das matrizes e saber se há lotes com problemas e classificá-los por último, sempre do mais novo para o mais velho também é indicado pela consultora. “Outro ponto importante é observar a qualidade de cascas, as trincas e a sujidade desses ovos”, explica.

Steffen afirma que é preciso conhecer as potenciais ameaças para saber onde e como agir. “Temos que conhecer o nosso inimigo e lembrar que ele está camuflado dentro da planta incubatória e lá dentro existe tudo que um fungo ou bactéria precisa”, ressalta.

Higienização e desinfecção

Para desenvolver os Procedimentos Padrões de Higiene Operacional (PPHO) de maneira aplicável e com resultados satisfatórios, Renata aponta algumas etapas. De acordo com ela, é necessário observar alguns parâmetros, como os intervalos e frequência de limpeza e desinfecção conforme o sistema de produção; o tipo de detergente utilizado, concentração ou diluição e tempo de operação; a determinação de uma sequência lógica e a definição da qualificação e o número de operadores necessários para cada fase do serviço.

A primeira etapa é o intervalo e a frequência de limpeza e desinfecção do incubatório, que não deve ocorrer com a mesma frequência, em razão das áreas apresentarem diferentes sujidades. “Numa sala de ovo não tem uma sujidade tão alta, como no piso, onde costuma cair uma penujem ou maravalha”, exemplifica.

A operação de limpeza e desinfecção deve seguir uma sequência que deve iniciar no teto, passando para as paredes, hélice e finalizando no piso, e não utilizar o mesmo rodo que foi lavado o piso, para lavar as paredes e o teto ao preço de “levaremos agentes contaminantes de um local com maior incidência, para outro local com menor”.

A sala de classificação de ovos deve ter os pisos e bancadas limpos diariamente, enquanto que as paredes e tetos podem ser limpas a cada dois meses.

Devido a carga alta de agentes contaminantes, a limpeza das paredes, teto, piso e hélice dos nascedouros deve ser feita todo dia.

Geralmente são usados três tipos diferentes de detergentes na limpeza dos incubatórios: o alcalino, o neutro e o ácido. Cada detergente deve ser usado conforme a necessidade observada em cada ambiente e a frequência de limpeza. Renata destaca a necessidade de usar o gerador de espuma, pois ele ajuda na aderência do detergente na superfície e age na retirada da matéria. “É preciso deixar o tempo indicado pelo fabricante para a ação correta do produto, em torno de 10 a 15 minutos”, informa.

Os desinfetantes mais utilizados no processo de limpeza dos incubatórios são o glutaraldeido, clorexidina, cloro, iodo, fenol amônia quartenária e o formol. De acordo com Renata, cada desinfetante deve ser utilizado segundo suas propriedades. “Conforme a sujidade, usaremos as moléculas para cada situação”, ressalta.

Outro fator importante é ter os procedimentos descritos com o material de limpeza usado, o desinfetante com sua concentração/diluição e forma de aplicação e o responsável pela operação.

Operadores

Para Renata, qualificar e definir o número de colaboradores para cada etapa do processo de limpeza do incubatório é indispensável. “Temos que treinar esses operadores e distribuí-los de forma adequada, conforme o tempo que cada etapa exige, para que o serviço seja executado com qualidade”, salienta Renata

Um bom treinamento pode ser executado em duas partes:

Teórico, para apresentar o procedimento e como deve ser realizado, e prático, acompanhando o funcionário no local a ser realizado o procedimento, observando o passo a passo de como ele está desempenhando a função e sanar as dúvidas sobre a atividade.

O treinamento prático, segundo Renata, eleva o índice de assertividade do processo de limpeza. “Percebemos uma satisfação maior do funcionário em ver que tem alguém explicando como fazer e tirando as dúvidas”, menciona.

Custo-benefício

O custo-benefício precisa ser considerado, de acordo com Steffen, afinal, é muito menos dispendioso fazer a limpeza, a desinfecção e o controle de contaminantes, do que ter que resolver o problema já instalado. “A implantação e manutenção de um programa de otimização é bem mais em conta do que combater e eliminar agentes”, afirma. As despesas não se concentram apenas na necessidade de aumentar a quantidade de desinfetante ou trocar a molécula, mas em perdas de eclosão, mortalidade dos pintinhos no primeiro dia e baixa qualidade. “É uma cascata de perdas que começam a acontecer devido a um elo que se quebrou dentro da cadeia”, aponta Renata.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse gratuitamente a edição digital Avicultura – Corte & Postura.

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Casal cria galinheiro inspirado em disco voador; veja vídeo

Construído com antenas parabólicas reaproveitadas e equipada com isolamento térmico, controle de temperatura e sistema para facilitar o manejo, estrutura criada por casal dos Estados Unidos combina funcionalidade e humor.

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Foto: Reprodução/Backyard Chickens

Um casal do estado de Idaho, nos Estados Unidos, encontrou uma maneira pouco convencional de unir a criação de galinhas ao interesse por ficção científica. Em vez de um galinheiro tradicional, os dois desenvolveram uma estrutura em formato de disco voador que cria a ilusão de que as aves estão sendo abduzidas por alienígenas, especialmente durante a noite.

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

O projeto voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após imagens da construção circularem novamente na internet. Embora tenha aparência lúdica, a chamada ‘galinave’ foi idealizada para atender às necessidades práticas da criação de aves, reunindo soluções para conforto térmico, segurança e facilidade de manutenção.

A base da estrutura foi montada com duas antigas antenas parabólicas de aproximadamente três metros de diâmetro cada. A partir desse esqueleto, o casal realizou adaptações para impermeabilização, ventilação, coleta de ovos e limpeza interna.

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

As janelas foram produzidas com cúpulas acrílicas originalmente utilizadas em câmeras de segurança. O piso foi rebaixado por meio da instalação de um círculo de madeira de cerca de 2,4 metros de diâmetro, enquanto o isolamento térmico recebeu aplicação de espuma para reduzir os efeitos das baixas temperaturas no inverno.

Estrutura alia criatividade e soluções para o manejo

Além da porta de acesso das galinhas, a construção ganhou uma escotilha destinada à retirada dos ovos e às atividades de limpeza, contribuindo também para a circulação de ar. O teto recebeu revestimento impermeável e pintura com tinta de alumínio, escolhida tanto pelo aspecto visual semelhante ao de uma nave espacial quanto pela capacidade de refletir a luz solar e ajudar a reduzir o aquecimento durante o verão.

Para minimizar o risco de ataques de predadores, o galinheiro foi instalado sobre a base

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

reaproveitada de um trampolim, elevando a estrutura do solo e reforçando o efeito de um objeto flutuando.

Os acabamentos incluíram ninhos, sistemas de abertura para manutenção e iluminação instalada na parte inferior da estrutura.

À noite, as luzes simulam um feixe luminoso semelhante ao frequentemente retratado em filmes sobre extraterrestres, criando a impressão de que as galinhas estão sendo sugadas para o interior da nave.

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

Posteriormente, o casal incorporou um sistema de controle de temperatura baseado em uma placa Raspberry Pi, permitindo o monitoramento e o ajuste remoto das condições internas pela internet.

Projeto foi publicado com tutorial e voltou a repercutir

A ‘galinave’ foi apresentada originalmente em 2021 no fórum Backyard Chickens, plataforma dedicada a criadores e entusiastas da avicultura doméstica. Na ocasião, os responsáveis compartilharam imagens do resultado final e um tutorial detalhando as etapas da construção e os materiais utilizados.

Nos últimos dias, o projeto voltou a circular nas redes sociais, chamando atenção pela combinação

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

entre reaproveitamento de materiais, soluções técnicas para o manejo das aves e uma estética inspirada na cultura pop.

O caso se destaca por transformar um equipamento voltado à produção doméstica em uma instalação criativa que desperta curiosidade muito além do universo da avicultura.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Consumo recorde impulsiona debate sobre futuro da avicultura de postura durante SIAVS 2026

Com consumo anual de 288 ovos por habitante, o setor debate no Simpósio Ovos Brasil exportações, agregação de valor, sucessão empresarial e tecnologias para ampliar a competitividade.

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Foto: Divulgação/OP Rural

O crescimento do consumo de ovos no Brasil, a abertura de novos mercados internacionais, as estratégias para agregação de valor aos produtos e os avanços tecnológicos estarão entre os principais temas debatidos durante o Simpósio Ovos Brasil, realizado dentro da programação do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), de 04 a 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

O encontro vai reunir especialistas, produtores e empresas para discutir os desafios e as

Coordenadora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Tabatha Lacerda: “É fundamental que produtores e empresas estejam preparados para compreender as tendências de mercado, identificar oportunidades comerciais, fortalecer suas marcas e estruturar seus negócios para os desafios das próximas décadas” – Foto: Divulgação

oportunidades da cadeia produtiva de ovos em um momento de expansão do setor, marcado pelo fortalecimento do consumo interno e pelo avanço das exportações brasileiras.

De acordo com a coordenadora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Tabatha Lacerda, a programação foi estruturada para oferecer uma visão ampla sobre o futuro da avicultura de postura. “Entre os temas centrais estarão o comportamento do mercado global de ovos, as oportunidades de abertura de mercados internacionais para os produtos brasileiros, estratégias de marketing e posicionamento para ampliar o consumo e agregar valor aos produtos, além de questões ligadas ao planejamento patrimonial, sucessório e tributário das empresas do setor”, explica.

Conforme salienta, os assuntos debatidos serão estratégicos para garantir competitividade e sustentabilidade da atividade nos próximos anos. “Para sustentar esse avanço, é fundamental que produtores e empresas estejam preparados para compreender as tendências de mercado, identificar oportunidades comerciais, fortalecer suas marcas e estruturar seus negócios para os desafios das próximas décadas”, reforça.

Foto: Shutterstock

Consumo recorde fortalece cadeia produtiva

As discussões ocorrem em um momento histórico para o setor. Segundo projeções da ABPA, o consumo per capita de ovos no Brasil alcançou 288 unidades por habitante ao ano, o maior patamar já registrado no país. Para Tabatha, o resultado está diretamente ligado à consolidação do ovo como um alimento essencial na dieta dos brasileiros. “O principal fator é o reconhecimento cada vez maior do ovo como um alimento completo, nutritivo, seguro e acessível. Hoje, o consumidor tem mais informação sobre os benefícios nutricionais do produto, que oferece proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais essenciais para uma alimentação equilibrada”, realça.

Além desses atributos, a versatilidade do alimento contribuiu para ampliar sua presença no dia a

Foto: Shutterstock

dia da população. “Esse crescimento demonstra a consolidação do ovo como uma das proteínas mais presentes na mesa dos brasileiros e confirma a capacidade do setor de atender a uma demanda crescente com qualidade, segurança e eficiência”, destaca.

Essa subida nos gráficos do consumo também impulsiona novos investimentos em produção, inovação, logística e desenvolvimento de produtos com maior valor agregado, fortalecendo a competitividade da atividade nacional.

Consumidor impulsiona inovação e diversificação

As mudanças no comportamento do consumidor têm direcionado os investimentos do setor. A busca por qualidade, rastreabilidade, segurança dos alimentos e praticidade estimulou a adoção de novas tecnologias e o desenvolvimento de soluções voltadas às diferentes demandas do mercado. “Nos últimos anos, observamos avanços importantes em processos produtivos, controle

Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

de qualidade, certificações, bem-estar animal e desenvolvimento de embalagens mais práticas e informativas. Também cresceu a oferta de produtos com maior valor agregado, como ovos líquidos, linhas voltadas ao público que busca maior aporte proteico, praticidade e conveniência”, compartilha Tabatha.

Esse cenário abre espaço para diversificação de produtos, fortalecimento de marcas e ampliação do consumo em canais como food service, varejo de conveniência e alimentação fora do lar. “A tendência é que essa aproximação entre as demandas do consumidor e a capacidade de inovação da cadeia continue impulsionando o crescimento do setor nos próximos anos”, avalia.

Tecnologia e sustentabilidade 

Além das discussões, os participantes do SIAVS terão acesso a um amplo conjunto de tecnologias, equipamentos e soluções voltadas para todas as etapas da produção.

Entre os destaques estão tecnologias de automação de granjas, monitoramento de desempenho em

Foto: Rodrigo Felix Leal

tempo real, sistemas de gestão baseados em dados, equipamentos para classificação e processamento de ovos, além de soluções para biosseguridade, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.

Também ganham espaço temas como rastreabilidade, bem-estar animal, redução de desperdícios, aproveitamento de subprodutos e melhoria da eficiência operacional. “A presença dos principais fornecedores nacionais e internacionais de genética, nutrição, sanidade, equipamentos e tecnologia permitirá aos visitantes conhecerem tendências que já estão transformando a avicultura de postura no Brasil e no mundo, reforçando o papel do SIAVS como um ambiente estratégico para atualização, networking e geração de negócios”, enfatiza a coordenadora técnica da ABPA.

Fonte: Assessoria SIAVS
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Avicultura Em Arapongas (PR)

1ª Feira Aves Seara deve reunir dois mil produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul

Evento exclusivo para integrados terá painéis com lideranças da avicultura, exposição de tecnologias e participação de mais de 40 empresas do setor.

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Foto: Shutterstock

Arapongas, no Norte do Paraná, será palco da primeira edição da Feira Aves Seara na próxima sexta-feira (26). A iniciativa, criada para fortalecer a cadeia produtiva avícola e ampliar o desenvolvimento dos produtores integrados da companhia, deve reunir cerca de dois mil avicultores de frangos de corte e matrizes ligados às operações da empresa no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

Diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior: “A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira” – Foto: Divulgação

Com participação gratuita e exclusiva para os integrados, o evento foi estruturado como um ambiente de troca de experiências, atualização técnica e geração de oportunidades para o setor. A programação terá início às 08h30, no Golden Hall Eventos, às margens da PR-218, Km 5, na saída para Astorga.

Segundo o diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior, a proposta é reforçar a parceria construída com os produtores ao longo dos anos. “Os produtores integrados são protagonistas do modelo de negócio da Seara e fundamentais para a qualidade e a competitividade dos nossos produtos. A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira”, afirma.

Debates com lideranças da avicultura

A programação inclui painéis e debates com executivos da Seara e representantes de destaque do setor avícola nacional. Entre os convidados estão Francisco Turra, conselheiro da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Ricardo Santin, presidente da entidade.

Foto: Divulgação

Além do conteúdo técnico, os participantes terão acesso a uma área de exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, tecnologias e soluções para a atividade. Também estarão presentes companhias ligadas às áreas de nutrição animal, genética e bem-estar animal, apresentando inovações, tendências e oportunidades de negócios para os produtores.

Plataforma de relacionamento com mais de 10 mil integrados

A Feira Aves Seara faz parte da Plataforma SuperAgro, principal programa de relacionamento da companhia com seus mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o país.

Criada há mais de uma década, a iniciativa reúne ações voltadas ao reconhecimento dos produtores, acompanhamento de desempenho, capacitação técnica e gerencial, treinamentos e suporte às propriedades, com foco no fortalecimento da atividade no campo e na evolução sustentável da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria Seara
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