Notícias Genética de suínos
Inaugurada obra de ampliação da Estação Quarentenária de Cananéia
Jornal O Presente Rural elenca os cinco principais pontos que melhoram a partir da expansão da Unidade de Recepção de Reprodutores Suínos.

Nesta quinta-feira (04) foram inauguradas as obras de ampliação da Unidade de Recepção de Reprodutores Suínos da Estação Quarentenária de Cananéia (EQC), no litoral Sul de São Paulo, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em conjunto com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (Abcs) e com a Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (Abegs), com a presença de diversas autoridades do setor.
As obras de ampliação são fruto do acordo de cooperação técnica n° 73 celebrado em 2020, com o intuito de manter a suinocultura brasileira geneticamente atualizada e ao mesmo tempo preservar o elevado status sanitário do rebanho nacional.
A estrutura da EQC passa a contar com dois novos galpões, cada um com capacidade de alojamento para 460 animais, ambiente totalmente climatizado para dar conforto aos animais e com filtro de ar para oferecer proteção adicional aos outros dois galpões. Em operação, poderá ser aumentada a quantidade de introduções genéticas para 24 ao ano.
O Jornal O Presente Rural está fazendo a cobertura do evento e elenca os cinco principais pontos que melhoram a partir da ampliação da EQC:
1 – Duplicação do número de animais importados por ano. Atualmente, cerca de 3 mil animais passam pela EQC, com a instalação dos dois novos galpões, essa capacidade vai dobrar;
2 – Manter a competitividade da suinocultura brasileira, uma vez que é necessário ter acesso a esse material genético de fora para continuar melhorando a genética no país;
3 – Com mais animais importados tende a acelerar a evolução genética no país;
4 – Garante a biosseguridade;
5 – Vai possibilitar que as empresas de genética do Brasil comecem a exportar mais para outros países, especialmente da América do Sul.
A matéria completa você confere na próxima edição impressa do jornal O Presente Rural dedicada à suinocultura.

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





