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Inaugurada nova planta industrial da Vetanco em General Rodriguez – AR

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Com a presença de autoridades nacionais, provinciais e municipais, o laboratório veterinário Vetanco inaugurou sua terceira planta de produção e logística na localidade bonaerense de General Rodríguez. A Vetanco, é um laboratório veterinário multinacional de capitais 100% argentinos, inaugurou sua terceira planta de produção e logística localizada no Setor Industrial Planejado de General Rodrígues, Buenos Aires. Se trata de uma moderna planta modelo, construída sobre um prédio de 33.000 m2 de superfície total, com 9.000 m2 construídos entre áreas de produção de medicamentos e aditivos, laboratório de controle de qualidade e depósitos, cumprindo com as mais estritas normas internacionais. Além disso, conta com 3.000 m2 de pista interna e estacionamentos para logística interna e externa.
Esta planta é capaz de produzir inicialmente 1.000 toneladas por mês de aditivos orgânicos, pós farmacêuticos e pesticidas de uso veterinário e administrar o movimento de 4.000 posições de racks de logística, para dar suporte ao crescimento comercial do laboratório projetado para os próximos 5 anos.
No Ato de Inauguração, o Vice-presidente em exercício do Poder Executivo, Lic. Amado Boudou, visitou as instalações, junto com Horácio Mancini e Jorge Winokur, Vice-presidente e Presidente da Vetanco S.A., respectivamente e autoridades nacionais, provinciais e municipais, entre eles Lic. Débora Giorgi, Ministra da Indústria da Nação; Dr. Oscar Parrilli, Secretário Geral da Presidencia; Dra. Alicia Margarita Kirchner, Ministra de Desenvolvimento Social da Nação; Norberto Yahuar, Ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca da Nação; Lic. Javier Rando, Secretário de Indústria da Nação e Juan Pablo Anghileri, Prefeito de General Rodríguez.
“A construção dessa nova planta busca dar resposta aos mercados que exigem qualidade, rastreabilidade e independência de instalações, por linhas de produtos. Através desse investimento poderemos abastecer melhor a crescente demanda nacional e internacional e duplicaremos nossa capacidade instalada, mantendo em produção nossa planta original de Villa Martelli, que nesse ano terminou trabalhando em plena capacidade instalada. Além disso prevemos duplicar nossas exportações nos próximos cinco anos”, comentou Horácio Mancini, Vice-presidente da Vetanco S.A.
Além disso, em seu discurso, Mancini reforçou a importância estratégica do investimento em termos de substituição da importação, aumento de exportações com valor agregado argentino e sobretudo, de tecnologia de ponta, de acordo com o plano estratégico do Governo Nacional para essa etapa.
Liderança Nacional para o Mundo
Vetanco é líder no setor farmacêutico veterinário da Argentina e latinoamética nos segmentos de avicultura e suinocultura. Conta com uma equipe de mais de 250 pessoas. Em 2012, registrou um faturamento de AR$ 220.000.000,00 (duzentos milhões de pesos argentinos) e um montante de exportações de US$ 20.000.000,00 (vinte milhões de dólares) a mais de 40 destinos internacionais.
Sobre a Vetanco
A Vetanco é um laboratório multinacional de capital 100% argentino, que a mais de 25 anos desenvolve, elabora e comercializa produtos inovadores para a saúde e produção animal. Em mais de 40 países, a Vetanco oferece produtos internacionalmente aprovados, controlados e seguros para a melhora da produtividade e a segurança agroalimentar. Como referência internacional em aditivos e especialidades para a agroindústria, o portfólio de produtos da Vetanco é amplo e diversificado. Todos os seus produtos se caracterizam através de controles de qualidade e os ensaios de eficácia que permanentemente realizam seus distribuidores em todo o mundo. A empresa conta com normas de qualidade GMP, que lhe permite chegar aos mercados mais exigentes. É o segundo maior empregador da Indústria Veterinária local e o maior exportador de fármacos veterinários. Graças a sua equipe de profissionais, formador no sistema educacional e científico argentino, conta com projetos de investigação da mais avançada tecnologia. Nesse sentido, possui uma granja experimental aprovada pela Conabia e outra dentro do prédio da INTA Castelar, no marco de um convênio de vínculo tecnológico.

Fonte: Ass. Imprensa da Vetanco

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Agricultura familiar recebe novo impulso com programas e financiamentos

Mais de 800 mil operações de crédito e R$ 37 bilhões já foram contratados no Plano Safra 2026.

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Foto: Valdelino Pontes

O governo federal realizou na terça-feira (24) a abertura da 3ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (CNDRSS), em Brasília (DF), com foco na agricultura familiar, reforma agrária e fortalecimento de territórios quilombolas. Durante o evento, foram anunciadas novas ações e apresentados resultados de programas já em andamento.

Entre as iniciativas destacadas estão:

  • Desenrola Rural: renegociação de dívidas de 507 mil agricultores, totalizando R$ 23 bilhões.
  • Plano Safra 2026: já contratou R$ 37 bilhões em um milhão de operações, com meta de dois milhões até o fim do ano.
  • Floresta Produtiva: R$ 557 milhões destinados à recuperação de terras degradadas.
  • Coopera Mais Brasil: R$ 40 milhões aplicados no fortalecimento de 530 organizações da agricultura familiar.

O evento também anunciou recursos para aquisição de terras na reforma agrária e a titularização de terras para comunidades quilombolas. Desde 2023, foram entregues 32 títulos e 60 decretos quilombolas, beneficiando 10,1 mil famílias em 271 mil hectares.

Outros programas citados incluem:

  • Proagro: R$ 2,9 bilhões em seguros contra perdas por fenômenos naturais, pragas e doenças.
  • Mais Alimentos: 861 mil operações de financiamento de máquinas e equipamentos, totalizando R$ 33 bilhões, superando 95% do volume registrado entre 2019 e 2021.
  • Mais Reforma Agrária: inclusão de 234 mil famílias no Plano Nacional de Reforma Agrária desde 2023, com R$ 2,5 bilhões destinados à compra de terras em 2026.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, ressaltou os avanços dos projetos e o trabalho de servidores do setor, além de destacar os principais desafios: garantir soberania alimentar e incentivar a transição da agricultura baseada em insumos químicos para a agroecologia, promovendo produção mais sustentável de frutas, legumes e verduras.

Fonte: Agência Gov
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Caminhoneiros passam a ter piso mínimo do frete reforçado

Medida Provisória amplia fiscalização, obriga uso do CIOT e prevê multas de até R$ 10 milhões para empresas infratoras.

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Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O governo federal editou uma Medida Provisória que reforça o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas, ampliando a proteção aos caminhoneiros. A iniciativa define um preço mínimo obrigatório para o transporte de cargas no país, visando equilibrar a relação entre autônomos e grandes empresas contratantes.

Segundo o ministro dos Transportes, a medida garante que caminhoneiros recebam valores justos pelo serviço prestado, evitando que grandes empresas reduzam os fretes apenas para aumentar a margem de lucro. Ele ressaltou que, assim como o salário mínimo protege trabalhadores, o piso mínimo do frete protege os caminhoneiros e evita o sucateamento da frota.

Fiscalização e penalidades

Foto: Márcio Ferreira/MT

A Medida Provisória traz regras mais rigorosas para fiscalização e penalidades. Empresas transportadoras que descumprirem a tabela de fretes podem ter o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) suspenso ou cancelado por até dois anos. Transportadores autônomos não serão afetados por essas sanções.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicará resoluções que determinam o uso obrigatório do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) e definem multas escalonadas, que variam de 5 a 30 dias em casos de descumprimento, podendo chegar à suspensão definitiva e cancelamento do registro em casos de reincidência.

As multas para contratantes que não pagarem o frete mínimo podem variar de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões, e a responsabilização pode atingir sócios e integrantes de grupos econômicos. Segundo o ministro, a fiscalização será eletrônica, integrada a dados fiscais e inteligência artificial, garantindo que nenhuma empresa consiga burlar as regras.

Diálogo com caminhoneiros

O governo mantém diálogo constante com representantes da categoria. Algumas reivindicações já foram atendidas, e reuniões estão previstas para discutir outros pontos, como a parada obrigatória de descanso. O objetivo é conciliar a segurança e o descanso dos caminhoneiros com a logística do transporte, permitindo que eles planejem melhor as viagens sem prejuízo financeiro ou pessoal.

Fonte: Agência Gov
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Crédito de R$ 15 bilhões é liberado para apoiar exportações brasileiras em meio à crise internacional

Linhas do Plano Brasil Soberano miram empresas afetadas por tensões geopolíticas e tarifas externas.

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Fotos: Claudio Neves

Em meio à instabilidade nos mercados internacionais provocada pela guerra no Irã, o governo federal editou, na terça-feira (24), a Medida Provisória 1.345, que cria linhas de crédito de R$ 15 bilhões dentro do Plano Brasil Soberano, sob gestão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No mesmo dia, também foi sancionada a lei que institui o Sistema Brasileiro de Crédito Oficial à Exportação.

Os recursos serão destinados a empresas exportadoras e setores estratégicos para a balança comercial, especialmente aqueles afetados por tensões geopolíticas, como o conflito no Oriente Médio e as tarifas impostas pelos Estados Unidos.

Segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, a medida busca garantir competitividade às empresas brasileiras e preservar empregos.

As linhas de crédito poderão utilizar diferentes fontes, como o superávit financeiro do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e recursos de fundos vinculados ao Ministério da Fazenda, apurados até o fim de 2025. Terão acesso empresas exportadoras de bens industriais, fornecedores e setores relevantes para o comércio exterior.

De acordo com o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a iniciativa contempla segmentos que seguem impactados por tarifas elevadas, como siderurgia, metalurgia e setor automotivo, além de áreas como farmacêutica, máquinas e equipamentos e eletrônicos. O programa também considera impactos indiretos, como a redução na oferta de fertilizantes em função de conflitos internacionais.

Os financiamentos poderão ser utilizados para capital de giro, compra de máquinas, ampliação da capacidade produtiva, investimentos em inovação e adaptação de processos. As condições de crédito, como prazos e encargos, serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), enquanto os critérios de acesso ficarão a cargo dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento.

A nova lei que cria o Sistema Brasileiro de Crédito Oficial à Exportação atualiza as regras de seguro e financiamento às exportações e amplia a atuação do BNDES. Entre as medidas, está a criação de um portal único para dar transparência às operações e a apresentação anual de relatórios ao Senado.

A legislação também mantém a regra que impede novos financiamentos a países inadimplentes com o Brasil e passa a incentivar operações voltadas à economia verde e à descarbonização. Outra mudança é a ampliação do prazo de cobertura de risco comercial para micro, pequenas e médias empresas, que passa de 180 para até 750 dias na fase de pré-embarque.

Além disso, a lei estabelece diretrizes para o funcionamento do Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE), voltado à redução de riscos em operações de exportação.

Fonte: Agência Gov
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