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IMV do Brasil participará do III Reprosui destacando seus avanços na biotecnologia da reprodução de suínos

Evento na USP Pirassununga reunirá pesquisadores e profissionais para discutir genética, biosseguridade e novas tecnologias em reprodução animal.

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Pedro Nacib Jorge Neto - Foto: IMV

A IMV do Brasil reforçará mais uma vez o seu compromisso com o desenvolvimento técnico-científico para o crescimento sustentável da suinocultura nacional ao organizar o III Reprosui, que será realizado no dia 11 de novembro, na Universidade de São Paulo – Campus Pirassununga (SP), no Anfiteatro do Prédio Central. O encontro reunirá especialistas de referência para discutir os principais desafios e avanços nas áreas de fertilidade, biosseguridade, genética e tecnologias reprodutivas.

“Eventos como o Reprosui são uma forma de reafirmarmos nosso compromisso com a evolução técnica da suinocultura brasileira. Acreditamos que a integração entre ciência e prática no campo é essencial para impulsionar a produtividade, o bem-estar animal e a sustentabilidade da cadeia produtiva, valor sedimentado na origem da nossa empresa. É por meio da pesquisa aplicada e da troca de conhecimento com universidades referência e profissionais gabaritados que conseguimos construir um futuro mais eficiente para a reprodução suína”, afirma Pedro Nacib Jorge-Neto, Diretor Técnico Comercial da IMV do Brasil.

A abertura do evento será conduzida pelo Presidente da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), Valdomiro Ferreira Jr., e a programação contará com palestras conduzidas por nomes de destaque do setor, como o Prof. Dr. André Furugen (USP), que abordará estratégias para melhorar o número de nascidos vivos em fêmeas suínas, e o Prof. Dr. Adroaldo Zanella, da mesma instituição de ensino, apresentará os impactos da claudicação em fêmeas e seus efeitos sobre o desempenho dos leitões.

Durante o período da tarde, o tema “biosseguridade nos índices reprodutivos” será discutido pela Prof.ª Dra. Vera Letticie (USP), seguida pela palestra do Prof. Dr. Ricardo Zanella (UPF), que destacará o papel do melhoramento genético associado à qualidade da carcaça. Encerrando o ciclo de apresentações, o Prof. Carlos Henrique Cabral Viana (PUC-MG) abordando o uso de ultrassons na suinocultura, ferramenta essencial para diagnóstico e acompanhamento reprodutivo no campo.

Ao organizar o III Reprosui, a IMV do Brasil reforça sua posição como referência em biotecnologias reprodutivas e sua missão de promover a difusão de conhecimento técnico que impulsione a produtividade e o bem-estar animal na cadeia suinícola.

Fonte: Assessoria IMV do Brasil

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Elanco projeta novo ciclo de crescimento sustentável em Dia do Investidor

Empresa prevê avanço anual da receita, expansão de margem e geração de até US$ 1 bi em caixa livre entre 2026 e 2028.

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Foto: Divulgação Elanco/Elanco Saúde Animal

A Elanco Saúde Animal (NYSE: ELAN) apresentou, em seu primeiro Dia do Investidor em cinco anos, um novo plano estratégico para impulsionar um ciclo de crescimento sustentável apoiado em três frentes: Inovação, Portfólio e Produtividade (IPP). As projeções incluem crescimento orgânico anual da receita em um dígito médio, expansão do EBITDA ajustado em um dígito alto e evolução do lucro por ação ajustado em dois dígitos  baixo a partir de 2026. A companhia também prevê gerar ao menos US$ 1 bilhão em caixa livre entre 2026 e 2028, além de reduzir sua alavancagem líquida para menos de 3x em 2027.

“Estamos entrando em um novo ciclo de crescimento sustentável”, afirmou Jeff Simmons, presidente e CEO da Elanco. “Nossa estratégia está funcionando, nosso motor de inovação nunca foi tão forte e nossas equipes têm construído relações profundas com clientes ao redor do mundo. Isso reforça nossa confiança na capacidade da Elanco de liderar o futuro da saúde animal.”

Durante o evento, a empresa anunciou um pacote de investimentos para os próximos cinco anos, que inclui a ampliação das operações de P&D na sede global em Indianápolis e no OneHealth Innovation District. A expansão da planta de anticorpos monoclonais no Kansas deve acelerar a produção de novas imunoterapias. O USDA concedeu um caminho acelerado de aprovação condicional para um imunoterápico promissor que pode se tornar blockbuster em saúde pet nos próximos anos.

A Elanco projeta ainda US$ 1,1 bilhão em receita gerada por inovação em 2026, um aumento de mais de US$ 200 milhões sobre as estimativas de 2025. A nova fase do pipeline inclui oito áreas estratégicas e duas plataformas internas — anticorpos monoclonais e imunoterapia — com mais de dez projetos com potencial blockbuster. Entre cinco e seis deles podem chegar ao mercado entre 2026 e 2031, representando valor de pico estimado superior a US$ 2 bilhões.

No pilar Produtividade, a companhia prevê capturar entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões em economias no EBITDA ajustado até 2030, por meio do programa Elanco Ascend, com cerca de 30% desse valor já sendo entregue em 2026.

Elanco Brasil – no país, a Elanco segue em trajetória de crescimento, impulsionada pelos lançamentos de Zenrelia™, Elura™ e Varenzin™ em Pet Health; SuiShot Circo-ONE™ e Proteck™ em Suínos ; e pelas novas soluções para Ruminantes, Bovigam™ XTRA VACAS SECAS e Ezatect™. Outro avanço importante no último ano foi a aprovação, pelo MAPA, da indicação do Zimprova™ para redução de emissões de metano — o primeiro aditivo melhorador de desempenho para bovinos com indicações para melhora de desempenho e redução de emissões de metano.

Segundo Fernanda Hoe, diretora-geral da Elanco no Brasil, o portfólio robusto e o foco contínuo em inovação fortalecem o relacionamento com clientes. “Nosso compromisso é entregar soluções que elevem a qualidade de vida dos pets, apoiem médicos-veterinários em decisões clínicas ainda mais assertivas e fortaleçam a eficiência e a sustentabilidade dos sistemas de produção. Atuamos para gerar valor real em toda a jornada do cuidado, do tutor ao produtor, conectando inovação, ciência e responsabilidade com o futuro do setor”, afirma.

Para ler o release global na íntegra, clique aqui.

Fonte: Assessoria Elanco Saúde Animal
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Bem-estar animal e biosseguridade elevam a qualidade da proteína de frango e suína nas ceias de fim de ano

Boehringer Ingelheim reforça que cuidados do campo ao prato entregam alimentos mais seguros e saborosos

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

À medida em que as famílias se preparam para as festas de fim de ano, a qualidade das proteínas que chegam à mesa, especialmente de frango e carne suína, ganha destaque. A garantia de um alimento seguro começa muito antes da cozinha: é construída diariamente nas granjas, por meio de práticas de bem-estar animal e biosseguridade. Esses cuidados reduzem o estresse dos animais, contribuem para a saúde no campo e resultam em carnes mais saudáveis e livres de doenças para o consumidor.

A Boehringer Ingelheim reforça que a biosseguridade é um investimento contínuo na qualidade, com benefícios para toda a cadeia. Do ponto de vista prático, trata-se de manter ambientes limpos e organizados, controlar o acesso às granjas e assegurar boas condições de saúde, alimentação e manejo dos animais. Na avicultura e na suinocultura, essas rotinas ajudam a prevenir problemas e garantem um produto de alto padrão.

“A biossegurança deve ser prioridade dentro das granjas para que o alimento chegue à mesa com a maior qualidade possível, principalmente no final de ano, em que as famílias se reúnem para as festividades”, afirma Patricia Aristimunha, médica veterinária e gerente sênior de marketing de aves e suínos da Boehringer Ingelheim.

O impacto desses cuidados trazem benefícios diretos para o prato: cadeias que priorizam bem-estar e sanidade entregam proteínas com melhor textura e sabor, além de mais segurança para a família. Para que essa qualidade se mantenha em casa, a companhia recomenda atitudes simples:

. Escolher marcas com inspeção oficial e com selos que atestam a qualidade do produto
. Verificar a validade e a integridade da embalagem
. Manter o produto refrigerado
. Separar utensílios para alimentos crus e prontos
. Lavar bem as mãos e as superficies
. Evitar lavar o frango cru

“Trabalhamos lado a lado com parceiros no campo para que o consumidor receba um alimento confiável e de alto valor.”, reforça Aristimunha. “Ao escolher produtos de cadeias que adotam padrões rígidos, as famílias brasileiras poderão celebrar o fim de ano com sabor, segurança e muita paz”, finaliza.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Trouw Nutrition destaca manejo de pasto e suplementação para elevar desempenho do gado de corte

Especialista reforça que a combinação entre forragem bem manejada e suplementação estratégica define o ganho de peso no sistema a pasto.

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No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal.

A pecuária brasileira segue em expansão. Entre 2004 e 2024, a produção de carne bovina cresceu mais de 25%, alcançando 11,8 milhões de toneladas equivalente carcaça (TEC). Segundo a ABIEC, o país exportou 2,89 milhões de toneladas no último ano, o que representa 32% de tudo o que produziu. Impulsionado pelo mercado internacional, o setor tem intensificado tecnologias e manejo para elevar produtividade.

Mesmo com o avanço dos confinamentos, apenas 19,86% dos abates vêm desse sistema. “O boi brasileiro continua sendo um boi de pasto. Por isso, o manejo da forragem ainda é o principal determinante do desempenho”, afirma o coordenador Técnico Beef da Trouw Nutrition, Ramon Lopes Salvatte.

A Bellman, marca da Trouw Nutrition, sustenta há décadas o conceito central dessa lógica produtiva. “Dieta é pasto mais suplemento. A forragem continua sendo o componente de maior peso na nutrição do animal”, explica Salvatte. Ele reforça que a régua de manejo da Embrapa, com alturas específicas de entrada e saída, permanece como ferramenta-chave. “Quando o pasto cai abaixo de 40% da altura recomendada, o animal anda mais, seleciona menos, gasta energia e perde potencial de ganho”, diz.

Suplementação mineral no período das águas

A suplementação mineral é a base do sistema a pasto e se estende por todas as categorias: cria, recria e engorda. “O mineral corrige os desequilíbrios típicos das forragens tropicais e prepara o terreno para que o desempenho aconteça”, explica Salvatte.

No período das águas, quando o pasto cresce rápido e dilui nutrientes, escolher o produto correto exige atenção ao histórico de consumo, categoria e escore corporal. “Para matrizes paridas, por exemplo, muitas vezes o mineral convencional não é suficiente para recuperar escore. Nesses casos entram os minerais adensados ou aditivados, como o Bellisco SV, que entrega ganho moderado aliado à correção mineral”, afirma.

Ele lembra que fatores como palatabilidade, tipo de cocho, clima e concentração de sais na água podem alterar o consumo. “O mineral só funciona quando consumido na quantidade certa. Monitorar o cocho é um manejo simples, mas que muda o resultado”, reforça.

Suplementação proteica no período das águas

No verão, as forragens tropicais apresentam teores elevados de proteína, muitas vezes acima de 12%, permitindo ganhos expressivos. Ainda assim, suplementos proteicos de 20% a 30% de proteína bruta ajudam a manter o desempenho em alta. Produtos de maior qualidade apresentam maior proporção de proteína verdadeira de farelos, reduzindo a dependência de ureia.

“O proteinado melhora a atividade das bactérias do rúmen e libera o potencial de consumo de pasto. É um efeito de adição: mais proteína microbiana, mais degradação de fibra, mais matéria seca ingerida”, explica Salvatte. Ele lembra que, no período das águas, a ureia entra em níveis modestos nas formulações, devido à alta proteinidade natural do pasto.

O fornecimento deve ser preciso. Cerca de um a dois gramas por quilo de peso corporal com cocho adequado e espaço linear suficiente. “Quando fornecido de forma correta, o proteinado entrega um ganho a mais importante, especialmente na recria”, complementa.

Suplementação proteica e proteico-energética: Impulso extra para o ganho

Os suplementos proteico-energéticos vão além. Eles elevam a oferta de carboidratos não fibrosos e melhoram a digestibilidade total da dieta. Estudos mostram incrementos superiores a 60% no ganho diário na comparação com o sal mineral.

“O proteico-energético funciona como um ajuste fino. Ele corrige energia, melhora fermentação ruminal e acelera o desempenho, afirma Salvatte, que explica que esse tipo de suplemento também altera o comportamento do gado. “Os animais chegam ao cocho antes do horário de fornecimento e reorganizam o padrão de pastejo. Isso abre oportunidade para ofertar o suplemento nos horários mais quentes, aproveitando as janelas naturais de descanso do rebanho”, diz.

O manejo exige precisão. Consumo entre 0,3% e 0,5% do peso vivo e cochos protegidos. “É um produto potente, mas precisa de estrutura para funcionar. Sem cocho adequado, perde a eficiência”, reforça. No fim, o desempenho superior depende da soma de fatores. “O suplemento responde ao pasto. Quando o manejo da forragem, a escolha do produto e o horário de fornecimento caminham juntos, o sistema expressa todo o potencial produtivo”, conclui o especialista.

Fonte: Assessoria Trouw Nutrition
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