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Avicultura

Imunossupressão em aves causa dúvidas entre profissionais

Problemas de manejo são principais causas da condição que pode trazer grandes prejuízos para o lote; prevenção deve vir ainda no ovo e se manter no ambiente em que o frango vive

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Um assunto que ainda gera muitas dúvidas entre profissionais da avicultura é a imunossupressão. Quais as causas, os prejuízos ou o que fazer para evitar são questionamentos frequentes quando este é o assunto. O professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), doutor Luiz Felipe Caron, explicou um pouco sobre a enfermidade que causa tanta incerteza entre profissionais durante o Road Show Aves da Boehringer Ingelheim em Chapecó, SC.

O professor explica que a imunossupressão nada mais é do que um comprometimento no sistema imune da ave, e que as causas podem ser diversas. “O tema imunossupressão às vezes pode criar mais confusão do que clareza, porque a palavra nos remete a uma queda – supressão – do sistema imune. Mas a queda do sistema imune não é necessariamente uma baixa em algum tipo de resposta ou toda a resposta”, comenta. Para ele, aquilo que é a ciência mais moderna deve ser transformado em um modo de vida. “E o modo de vida que interessa para nós é controlar o processo sanitário. Qual a nossa realidade hoje? É manejo de controle de enfermidades por vacina no incubatório”, adiantou.

Brincalhão como sempre, Caron conta que Albert Einstein disse que uma pessoa só consegue entender algo se consegue explicar para a própria avó. “Se ela entender, então você entendeu. O que eu quero dizer com isso? Que às vezes algo parece tão complexo, mas na verdade é simples e as pessoas que complicam. Nós precisamos usar a ciência para explicar o resultado prático, é para isso que ela serve”, afirma. Para ele, é preciso pensar nos resultados que têm relação com o desenvolvimento.

O especialista explica que a imunossupressão é complicada de entender pelo fato de que se subentende que ela irá diminuir o sistema imune, porém, em uma das doenças bem conhecida da avicultura, a Doença de Gumboro, o primeiro sintoma de que algo está errado é a estimulação. “O problema do Gumboro é que é uma doença muito imunoestimulante”, explica. O processo da imunossupressão desta doença é que primeiro ela estimula, tem uma amenizada e somente no final que acontece a supressão.

Para o professor, o grande problema na avicultura são essencialmente dois pontos: a manejite e a manejose. “Por que isso? Porque não cuidamos direito. Não vimos a bactéria, não criamos um ambiente propício para ela não se desenvolver, não investimos na qualidade do hospedeiro – que é o frango. Simples assim”, afirma.

Imunoincompetente

Caron cita que o organismo causa a doença nele mesmo. “Nós matamos células importantes no sistema imune. O que é o Gumboro? Uma enfermidade que mata um monte de células importantes para a resposta imune do animal por um excesso de outras células”, comenta. Ele explica que a realidade é que conforme a genética do frango foi melhorando, ele foi perdendo algo importante: a resposta imune. “Esse animal que temos é artificial, não existe na natureza um animal que ganha quatro gramas por hora. Não tem como um animal evoluir com padrão zootécnico de referência, ou seja, ganhar mais peso, e manter a resposta imune”, conta. Ele reitera que todas as vezes que o desempenho é melhorado, a ave perde na resposta imune.

“Dessa forma o que temos é um animal imunoincompetente. Ele já nasce nessa condição. E se nasceu nas melhores condições possíveis, e ainda é assim, imagina se entrar uma doença?”, indaga. Caron diz que o que foi feito ao longo dos anos para compensar isso, foi o seguro do lote. “E qual é o seguro? A vacina. O nosso seguro teve que evoluir para poder dar evolução de sustentar esse sistema”, diz. Para ele, o que atrapalha nesse caso são as coisas que não vemos. “Tudo que é invisível e silenciosos é um problema”, alerta. “Imaginem um animal nessa realidade: imunoincompetente, em alta densidade, com falta de manejo e um vírus extremamente resistente a tudo”, diz.

Cuidado deve ser com o intestino

Sendo o intestino o maior órgão do sistema imune, é importante que os profissionais da avicultura sempre pensem na sua integridade. “Porque é ali que tudo começa. A bactéria entra via oral, e as células imunes vão pegando esse vírus e levando para outros lados, até chegar no órgão alvo – a Bursa”, esclarece. Caron reitera que é preciso cuidar desse órgão alvo até a data pré-estabelecida, que são os 14 primeiros dias de vida do animal.

O profissional comenta que quando se fala em imunossupressão, o foco deve ser a Bursa. “Quando entra o vírus de Gumboro primeiro ocorre uma estimulação violenta, é a pior fase que tem, porque é de muita inflamação. Passa um tempo e então baixa e vem a imunossupressão. Ela veio bem depois da estimulação. O Gumboro tem esse ponto que é a imunoestimulação, e esse é o problema”, afirma. Caron diz que é preciso aprender a monitorar o efeito para saber em que ponto está acontecendo.

Mais uma vez, o professor diz que a vacina é o ponto chave. “Nós vacinamos o ambiente, o lote, a cama, o galpão, a região, a cidade, não o frango. O frango nada mais é do que o objeto para acessar o ambiente”, explica. Para ele, o ambiente em que o animal vive é que precisa de preocupação. Além do mais, ele afirma ser o tempo a grande questão. “O que é imunossupressão então? A relação entre a idade de infecção e o efeito do vírus. Ela está muito relacionada a essa relação: o momento que a infecção acontece e o efeito dela”, esclarece.

De olho nas inflamações

Caron afirma que se existe inflamação, o corpo está dizendo que vem coisa pela frente. “E se não cuidarmos, vai vir algo pior”, diz. A lógica para a imunossupressão é a mesma, explica o profissional. “Se você não cuidou daquilo que foi avisado, o que tiver em volta vem para cima. Desde algo simples como uma gripe em nós, até algo extremamente complexo, como um frango com baixo sistema imune. O vírus se aproveita disso”, comenta.

Para entender é simples, explica o professor: quanto mais tarde entra um vírus, menor será o prejuízo que ele irá causar no animal. Mas, quanto mais vírus entrar e conseguir se replicar, maior será o prejuízo no ambiente. “É isso que deve interessar nas nossas análises, um ambiente com cada vez menos vírus”, diz.

A atenção do profissional da avicultura deve estar principalmente quanto ao vírus de Gumboro. Para ele, é fundamental proteger a ave, principalmente nos 14 primeiros dias de vida. “Mas vamos entender porquê. Porque o sucesso depende da precocidade, tem a ver com o tempo, ou seja, quando eu começo a pensar em proteger, eu vou vacinar em ovo e podemos ensinar o sistema imune, ainda nos 21 dias de incubação”, afirma.

Como este vírus em específico ataca especialmente a Bursa, Caron informa que existem diferentes tecnologias para colonizar o órgão que podem ajudar. “Mas colonizar é diferente de infectar, porque infectar leva a infecção, já colonizar você coloniza com algo legal”, diz. Dessa forma, a Bursa já está blindada, ficando protegida para a vida toda, explica. O professor diz que a vacina vetorizada é uma solução, já que o anticorpo materno não reconhece este tipo de resposta, e dessa forma não ataca para proteger. “Dessa forma conseguimos proteger a Bursa. As vacinas melhoraram e elas são diferentes porque temos animais que são diferentes. Tudo está evoluindo”, afirma.

Mais informações você encontra na edição de Aves de julho/agosto de 2018 ou online.

Fonte: O Presente Rural

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Avicultura

Casal cria galinheiro inspirado em disco voador; veja vídeo

Construído com antenas parabólicas reaproveitadas e equipada com isolamento térmico, controle de temperatura e sistema para facilitar o manejo, estrutura criada por casal dos Estados Unidos combina funcionalidade e humor.

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Foto: Reprodução/Backyard Chickens

Um casal do estado de Idaho, nos Estados Unidos, encontrou uma maneira pouco convencional de unir a criação de galinhas ao interesse por ficção científica. Em vez de um galinheiro tradicional, os dois desenvolveram uma estrutura em formato de disco voador que cria a ilusão de que as aves estão sendo abduzidas por alienígenas, especialmente durante a noite.

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

O projeto voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após imagens da construção circularem novamente na internet. Embora tenha aparência lúdica, a chamada ‘galinave’ foi idealizada para atender às necessidades práticas da criação de aves, reunindo soluções para conforto térmico, segurança e facilidade de manutenção.

A base da estrutura foi montada com duas antigas antenas parabólicas de aproximadamente três metros de diâmetro cada. A partir desse esqueleto, o casal realizou adaptações para impermeabilização, ventilação, coleta de ovos e limpeza interna.

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

As janelas foram produzidas com cúpulas acrílicas originalmente utilizadas em câmeras de segurança. O piso foi rebaixado por meio da instalação de um círculo de madeira de cerca de 2,4 metros de diâmetro, enquanto o isolamento térmico recebeu aplicação de espuma para reduzir os efeitos das baixas temperaturas no inverno.

Estrutura alia criatividade e soluções para o manejo

Além da porta de acesso das galinhas, a construção ganhou uma escotilha destinada à retirada dos ovos e às atividades de limpeza, contribuindo também para a circulação de ar. O teto recebeu revestimento impermeável e pintura com tinta de alumínio, escolhida tanto pelo aspecto visual semelhante ao de uma nave espacial quanto pela capacidade de refletir a luz solar e ajudar a reduzir o aquecimento durante o verão.

Para minimizar o risco de ataques de predadores, o galinheiro foi instalado sobre a base

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

reaproveitada de um trampolim, elevando a estrutura do solo e reforçando o efeito de um objeto flutuando.

Os acabamentos incluíram ninhos, sistemas de abertura para manutenção e iluminação instalada na parte inferior da estrutura.

À noite, as luzes simulam um feixe luminoso semelhante ao frequentemente retratado em filmes sobre extraterrestres, criando a impressão de que as galinhas estão sendo sugadas para o interior da nave.

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

Posteriormente, o casal incorporou um sistema de controle de temperatura baseado em uma placa Raspberry Pi, permitindo o monitoramento e o ajuste remoto das condições internas pela internet.

Projeto foi publicado com tutorial e voltou a repercutir

A ‘galinave’ foi apresentada originalmente em 2021 no fórum Backyard Chickens, plataforma dedicada a criadores e entusiastas da avicultura doméstica. Na ocasião, os responsáveis compartilharam imagens do resultado final e um tutorial detalhando as etapas da construção e os materiais utilizados.

Nos últimos dias, o projeto voltou a circular nas redes sociais, chamando atenção pela combinação

Foto: Reprodução/Backyard Chickens

entre reaproveitamento de materiais, soluções técnicas para o manejo das aves e uma estética inspirada na cultura pop.

O caso se destaca por transformar um equipamento voltado à produção doméstica em uma instalação criativa que desperta curiosidade muito além do universo da avicultura.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Consumo recorde impulsiona debate sobre futuro da avicultura de postura durante SIAVS 2026

Com consumo anual de 288 ovos por habitante, o setor debate no Simpósio Ovos Brasil exportações, agregação de valor, sucessão empresarial e tecnologias para ampliar a competitividade.

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Foto: Divulgação/OP Rural

O crescimento do consumo de ovos no Brasil, a abertura de novos mercados internacionais, as estratégias para agregação de valor aos produtos e os avanços tecnológicos estarão entre os principais temas debatidos durante o Simpósio Ovos Brasil, realizado dentro da programação do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), de 04 a 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

O encontro vai reunir especialistas, produtores e empresas para discutir os desafios e as

Coordenadora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Tabatha Lacerda: “É fundamental que produtores e empresas estejam preparados para compreender as tendências de mercado, identificar oportunidades comerciais, fortalecer suas marcas e estruturar seus negócios para os desafios das próximas décadas” – Foto: Divulgação

oportunidades da cadeia produtiva de ovos em um momento de expansão do setor, marcado pelo fortalecimento do consumo interno e pelo avanço das exportações brasileiras.

De acordo com a coordenadora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Tabatha Lacerda, a programação foi estruturada para oferecer uma visão ampla sobre o futuro da avicultura de postura. “Entre os temas centrais estarão o comportamento do mercado global de ovos, as oportunidades de abertura de mercados internacionais para os produtos brasileiros, estratégias de marketing e posicionamento para ampliar o consumo e agregar valor aos produtos, além de questões ligadas ao planejamento patrimonial, sucessório e tributário das empresas do setor”, explica.

Conforme salienta, os assuntos debatidos serão estratégicos para garantir competitividade e sustentabilidade da atividade nos próximos anos. “Para sustentar esse avanço, é fundamental que produtores e empresas estejam preparados para compreender as tendências de mercado, identificar oportunidades comerciais, fortalecer suas marcas e estruturar seus negócios para os desafios das próximas décadas”, reforça.

Foto: Shutterstock

Consumo recorde fortalece cadeia produtiva

As discussões ocorrem em um momento histórico para o setor. Segundo projeções da ABPA, o consumo per capita de ovos no Brasil alcançou 288 unidades por habitante ao ano, o maior patamar já registrado no país. Para Tabatha, o resultado está diretamente ligado à consolidação do ovo como um alimento essencial na dieta dos brasileiros. “O principal fator é o reconhecimento cada vez maior do ovo como um alimento completo, nutritivo, seguro e acessível. Hoje, o consumidor tem mais informação sobre os benefícios nutricionais do produto, que oferece proteína de alta qualidade, vitaminas e minerais essenciais para uma alimentação equilibrada”, realça.

Além desses atributos, a versatilidade do alimento contribuiu para ampliar sua presença no dia a

Foto: Shutterstock

dia da população. “Esse crescimento demonstra a consolidação do ovo como uma das proteínas mais presentes na mesa dos brasileiros e confirma a capacidade do setor de atender a uma demanda crescente com qualidade, segurança e eficiência”, destaca.

Essa subida nos gráficos do consumo também impulsiona novos investimentos em produção, inovação, logística e desenvolvimento de produtos com maior valor agregado, fortalecendo a competitividade da atividade nacional.

Consumidor impulsiona inovação e diversificação

As mudanças no comportamento do consumidor têm direcionado os investimentos do setor. A busca por qualidade, rastreabilidade, segurança dos alimentos e praticidade estimulou a adoção de novas tecnologias e o desenvolvimento de soluções voltadas às diferentes demandas do mercado. “Nos últimos anos, observamos avanços importantes em processos produtivos, controle

Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

de qualidade, certificações, bem-estar animal e desenvolvimento de embalagens mais práticas e informativas. Também cresceu a oferta de produtos com maior valor agregado, como ovos líquidos, linhas voltadas ao público que busca maior aporte proteico, praticidade e conveniência”, compartilha Tabatha.

Esse cenário abre espaço para diversificação de produtos, fortalecimento de marcas e ampliação do consumo em canais como food service, varejo de conveniência e alimentação fora do lar. “A tendência é que essa aproximação entre as demandas do consumidor e a capacidade de inovação da cadeia continue impulsionando o crescimento do setor nos próximos anos”, avalia.

Tecnologia e sustentabilidade 

Além das discussões, os participantes do SIAVS terão acesso a um amplo conjunto de tecnologias, equipamentos e soluções voltadas para todas as etapas da produção.

Entre os destaques estão tecnologias de automação de granjas, monitoramento de desempenho em

Foto: Rodrigo Felix Leal

tempo real, sistemas de gestão baseados em dados, equipamentos para classificação e processamento de ovos, além de soluções para biosseguridade, eficiência energética e sustentabilidade ambiental.

Também ganham espaço temas como rastreabilidade, bem-estar animal, redução de desperdícios, aproveitamento de subprodutos e melhoria da eficiência operacional. “A presença dos principais fornecedores nacionais e internacionais de genética, nutrição, sanidade, equipamentos e tecnologia permitirá aos visitantes conhecerem tendências que já estão transformando a avicultura de postura no Brasil e no mundo, reforçando o papel do SIAVS como um ambiente estratégico para atualização, networking e geração de negócios”, enfatiza a coordenadora técnica da ABPA.

Fonte: Assessoria SIAVS
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Avicultura Em Arapongas (PR)

1ª Feira Aves Seara deve reunir dois mil produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul

Evento exclusivo para integrados terá painéis com lideranças da avicultura, exposição de tecnologias e participação de mais de 40 empresas do setor.

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Foto: Shutterstock

Arapongas, no Norte do Paraná, será palco da primeira edição da Feira Aves Seara na próxima sexta-feira (26). A iniciativa, criada para fortalecer a cadeia produtiva avícola e ampliar o desenvolvimento dos produtores integrados da companhia, deve reunir cerca de dois mil avicultores de frangos de corte e matrizes ligados às operações da empresa no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

Diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior: “A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira” – Foto: Divulgação

Com participação gratuita e exclusiva para os integrados, o evento foi estruturado como um ambiente de troca de experiências, atualização técnica e geração de oportunidades para o setor. A programação terá início às 08h30, no Golden Hall Eventos, às margens da PR-218, Km 5, na saída para Astorga.

Segundo o diretor-executivo de Agropecuária da Seara, José Antônio Ribas Junior, a proposta é reforçar a parceria construída com os produtores ao longo dos anos. “Os produtores integrados são protagonistas do modelo de negócio da Seara e fundamentais para a qualidade e a competitividade dos nossos produtos. A feira foi criada para fortalecer essa parceria de longo prazo, promovendo acesso a conhecimento, tecnologia e inovação que contribuam para o desenvolvimento das propriedades e para a evolução contínua da avicultura brasileira”, afirma.

Debates com lideranças da avicultura

A programação inclui painéis e debates com executivos da Seara e representantes de destaque do setor avícola nacional. Entre os convidados estão Francisco Turra, conselheiro da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Ricardo Santin, presidente da entidade.

Foto: Divulgação

Além do conteúdo técnico, os participantes terão acesso a uma área de exposição com mais de 40 empresas fornecedoras de equipamentos, tecnologias e soluções para a atividade. Também estarão presentes companhias ligadas às áreas de nutrição animal, genética e bem-estar animal, apresentando inovações, tendências e oportunidades de negócios para os produtores.

Plataforma de relacionamento com mais de 10 mil integrados

A Feira Aves Seara faz parte da Plataforma SuperAgro, principal programa de relacionamento da companhia com seus mais de 10 mil produtores integrados de aves e suínos em todo o país.

Criada há mais de uma década, a iniciativa reúne ações voltadas ao reconhecimento dos produtores, acompanhamento de desempenho, capacitação técnica e gerencial, treinamentos e suporte às propriedades, com foco no fortalecimento da atividade no campo e na evolução sustentável da cadeia produtiva.

Fonte: Assessoria Seara
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