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Imunonutrição ganha força como inimigo natural da Influenza Aviária

Prevenir é o melhor remédio, as estratégias de imunonutrição auxiliam indiretamente na prevenção da doença

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Arquivo / OP Rural

O Brasil está em estado de emergência zoosanitária em razão de influenza aviária do tipo H5N1, com isso, a Portaria n° 572 do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), estabelece medidas preventivas para redução do risco de ingresso e disseminação da Influenza Aviária e suspendeu eventos que possam gerar aglomeração de aves, tais como: exposições de aves ornamentais ou pássaros canoros, torneios e feiras. Além disso, visitas a granjas avícolas estão proibidas e criações ao ar livre foram suspensas.

A Influenza Aviária afeta todas as espécies de aves, além de ser altamente contagiosa e transmitida pelo contado de animais contaminados com animais saudáveis. “O agente da doença é um vírus que causa sinais respiratórios clássicos, como corrimento nasal e espirros, entre outros, como torcicolo – muito comum nas aves doentes. Dependendo do vírus, pode haver maior ou menor taxa de mortalidade”, explica o doutor Ricardo Hummes Rauber, consultor em saúde animal e fundador da Vetinova.

As aves migratórias são os principais veículos para transmissão do vírus H5N1 entre países e continentes. A gripe aviária é relativamente comum nos países do hemisfério Norte, como: Estados Unidos, México, países europeus e da Ásia. Historicamente há poucos relatos na América do Sul: “Essas espécies migratórias procuram locais de clima temperado ou quente para se estabelecer e, em função da distribuição de inverno e verão entre os hemisférios Norte e Sul, ocorrem os processos migratórios dessas aves em busca de locais mais adequados. Em função desse comportamento, elas representam risco, pois podem circular de um local contaminado – os Estados Unidos, por exemplo –, para um local livre da doença – como o Brasil ou outro país da América do Sul”, explica o médico-veterinário.

“Em criações comerciais de aves a contaminação é evitada com o uso de práticas de biosseguridade implantadas rotineiramente para prevenção de outras doenças menos importantes economicamente. Em geral, este manejo envolve cercamento das granjas, utilização de telas nos aviários para evitar a entrada de aves silvestres, além de cuidados no acesso às propriedades, só feito por pessoas autorizadas e a partir do cumprimento de determinados procedimentos básicos de higienização e normas de bioseguridade”, afirma o dr. Ricardo Rauber.

Prevenir é o melhor remédio, as estratégias de imunonutrição auxiliam indiretamente na prevenção da doença, pois atuam no sentido de melhorar a resposta imune das aves, o que garante melhor resposta da vacinação, principalmente nos países onde a vacinação para Influenza Aviária em aves comerciais é autorizada, devido ao grande número de casos em criações industriais”, informa o especialista. “A imunonutrição representa um importante obstáculo à proliferação da doença, pois prepara o sistema imune da ave para uma resposta mais rápida frente aos desafios sanitários”.

A imunonutrição refere-se à administração de determinados nutrientes (imunonutrientes), com capacidade de modular, ou seja, ativar o sistema imune, proporcionando um aumento nas células de defesa e na resposta dos sistemas imune inato e específico. O uso de leveduras na alimentação animal como imunonutriente é um artifício amplamente utilizado e que já foi bastante estudado, dada sua eficácia, pois são fontes de β-glucanas e mananoligossacarídeos (MOS), que possuem ação direta na modulação do sistema imune e aglutinação de patógenos, respectivamente. Além disso, são fontes de vitaminas, minerais e aminoácidos. Essas ferramentas, aliadas a um bom manejo higiênico-sanitário e técnicas de Bioseguridade adequadas, são essenciais para proteger as granjas e garantir bem-estar animal e lucratividade, especialmente em momentos críticos como o atual.

Fonte: Assessoria

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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores

Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

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Divulgação Topigs Norsvin

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.

A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.

“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.

Foco estratégico no Paraná e São Paulo

Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.

Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.

Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.

Gestão intensiva em Santa Catarina

Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.

O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.

Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.

Fonte: Ass. de imprensa
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto

Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

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Divulgação Vetoquinol

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.

Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.

Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.

“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.

“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.

Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano

O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.

O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.

“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.

Fonte: Assessoria Cobb
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