Suínos
Imunonutrição e oportunidades em aquicultura
As novas tecnologias nutricionais para atender essas e outras demandas já estão disponíveis e felizmente com bons resultados. O aprofundamento no entendimento da imunonutrição nos trará condições de superarmos esses desafios e irmos em busca da segurança necessária para uma produção sem atropelos e com controle, previsibilidade e garantido retorno sobre o investimento.

Na última década a aquicultura avançou muito nos sistemas de produção, nos controle sanitário dos plantéis, até porque os modelos antigos de criação (suportados pela antibioticoterapia) já não eram mais sustentáveis. Hoje os protocolos de biosseguridade tendem a ser mais rigorosos e eficientes, e as preocupações com as condições de cultivo baseadas em técnicas mais amigáveis ao meio ambiente como uso de aditivos não antibióticos e com os programas vacinais são amplamente difundidos.
Contudo nos deparamos ainda com surtos de doenças em diversas regiões, com maior ou menor gravidade, e que nos convidam a entender um pouco mais sobre alguns aspectos que possam estar interferindo na saúde animal e devemos buscar alternativas.
Reprodutores
A exemplo de outras espécies, as genéticas de peixes têm evoluído rapidamente, ofertando aos sistemas de produção animais de surpreendente potencial zootécnico. No mesmo sentido, demandas nutricionais dos reprodutores não deveriam apenas visar o controle do ganho de peso do reprodutor e produção de ovos. Reprodutores modernos precisam mais e podem mais.
O vigor e persistência reprodutiva é sempre um objetivo a ser alcançado, contudo a geração de progênie com rusticidade e imunologicamente competentes capazes de enfrentar as adversidades ambientais, de manejo e pressões sanitárias é o principal objetivo a ser alcançado.
Benefícios entregues á progênie podem refletir na planta de processamento, como melhores rendimentos, uniformidade, redução de perdas por gotejamento e ausência de defeitos no filé, dentre outros. Ou seja, tudo começa nos reprodutores.
Apesar disso, na maioria das vezes, por questões logísticas, as matrizes são alimentadas com dietas de baixo padrão nutricional, perdendo-se a oportunidade de ganhos maiores com investimentos relativamente pequenos. Nessa fase é onde se encontra o maior retorno sob investimento pelo baixo impacto no investimento e alta relevância na produção.
Tecnicamente falando, as dietas de fases finais de criação utilizadas para alimentar as matrizes apresentam mais baixa digestibilidade comparada a uma específica para esse fim, tendo altos teores de fibras e com elevada concentração de fatores anti-nutricionais.
Dentre eles os fitatos, que são potentes quelantes de microminerais como o Zinco, podendo gerar um quadro de subnutrição desse nutriente (além de outros minerais também importantes), acarretando impactos extremamente negativos ao sistema imune, que veremos mais adiante.
O zinco como maestro do sistema imune
É importante considerar que o Zinco é conhecidamente um micronutriente essencial que está envolvido na regulação das respostas imunes inatas e adaptativas. A deficiência de Zinco leva a disfunções imunes mediadas por células, entre outras manifestações; e que tais disfunções levam a deficiência na resposta a infecções das mais diversas.
Devemos lembrar que o Zinco não possui reservas no organismo e sua homeostase rapidamente é alterada dependendo da demanda. Fases de crescimento precoces como larvas e alevinos têm requerimentos mais elevados. Da mesma maneira condições de estresse, como manejos de alto manuseio, podem gerar uma demanda maior pelo nutriente.
O status mineral tem relação direta com índices zootécnicos e clínicos, onde em uma condição ótima têm-se a melhor resposta imune, equanto a depleção severa desses nutrientes pode levar ao quadro clínico detectado a campo, conforme descrito na figura 1.

Dietas modernas e sistema imune
A tendência mundial em nutrição aquática se direciona no sentido de ao mesmo tempo atender requerimentos nutricionais correlacionados a ótimas performances com menores custos, contudo com um ingrediente a mais, a sustentabilidade. A retirada de ingredientes de origem animal marinha e surgimento de dietas vegetarianas impactam diretamente no aporte de alguns nutrientes, dentre eles, e novamente, a redução do Zinco (e também outros como Selênio) como demonstrado na figura 2.

Dietas de baixo valor nutricional, com alto teor de fibras e alta concentração de fatores antinutricionais são as mais desafiadoras quando se discute nutrição micromineral e mais a frente imunonutrição. O potencial do fitato como quelante de minerais é tão relevante que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA), seu efeito inibitório dietético, principalmente na absorção de Zinco, deve ser muito bem mensurado na nutrição humana. Não é a toa que, segundo a OMS, a deficiência de Zinco é quinta maior causa de morbidade e mortalidade humana em países em desenvolvimento.
Em busca das alternativas
De maneira rudimentar e prática, a escassez ou indisponibilidade mineral nas dietas é solucionada com a suplementação de minerais oriundos de diversas fontes inorgânicas, muitas delas com baixo custo, baixa biodisponibilidade e com risco de contaminantes.
Lembremos que fontes minerais são potencialmente carreadores de metais tóxicos (denominados no passado como metais pesados) e dioxinas. Falando em sustentabilidade esse padrão nutricional acaba acarretando maior excreção de minerais no ambiente pelos animais, sobrecarregando o sistema aquático com excesso de nutrientes, elevando as multiplicações microbianas de patógenos ávidos por microminerais como Zinco, Ferro, Cobre, dentre outros.
Apesar disso, há décadas as empresas e produtores têm disponíveis para uso fontes distintas dos tradicionais minerais inorgânicos, são moléculas ligados a componentes orgânicos, algumas delas com maior biodisponibilidade. Com isso reduzimos a excreção mineral e a piora da qualidade da água de criação. Além disso, suplementos orgânicos oferecem menor risco à segurança alimentar pelo maior controle de contaminantes ao próprio animal.
Entendendo essa complexidade e buscando de atender melhor aos requerimentos nutricionais da matrizes, uma pesquisa, trabalhando com minerais complexados em altas doses, obteve respostas positivas utilizando reprodutores de Walking Catfish (Clarias macrocephalus) com bons resultados em diversos índices reprodutivos como produção de ovos, eclodibilidade e qualidade de progênie como demonstrado nos gráficos 1, 2 e 3.



E quantos aos desafios sanitários atuais?
Além da preocupação com reprodutores, um outro tema não menos importante é a recorrência de surtos de diversos gêneros microbianos como Streptococcus, Francisella e ISKNV a campo. Seus mecanismos de evasão do sistema imune, meios de disseminação, inclusive por transmissão vertical de larvas infectadas por matrizes assintomáticas (portadoras ou albergando o agente no aparelho reprodutivo) está muito bem descrito na literatura.
Aliado a isso a resistência bacteriana a certos antibióticos e a ausência de respostas vacinais a algumas cepas variantes, dificultam a erradicação de doenças, perpetuando-se em algumas regiões e refletindo no surgimento de doenças que até o momento não eram notificadas no Brasil.
Nessa linha, trabalhando com animais desafiados com a bactéria Edwardsiella ictalurii, uma pesquisa encontrou resultados positivos na redução da mortalidade em catfish quando suplementados com Zn complexados com aminoácidos, demonstrando que existe o potencial de melhorar a resposta imune quando o status desse micronutriente está otimizado.
Da mesma maneira uma pesquisa de 2023, utilizando a mesma molécula, conseguiu reduzir significativamente a mortalidade de tilápias desafiadas por Streptococcus agalactiae, além disso também comprovou através da elevação na produção de fatores solúveis como lisozima (enzima que representa um mecanismo inespecífico, solúvel e potente de defesa, responsável pela lise de paredes de patógenos, principalmente de bactérias G+) frente a dieta controle (0,0146±0,0023 e 0,0099±0,0023 µg/mL de lisozima respectivamente), a melhoria de fatores inatos da imunidade (gráfico 4).

Em recente publicação, outro pesquisador também demonstrou a capacidade de modulação da microbiota com elevação de bifidobactérias em contraste com agentes patogênicos a nível intestinal utilizando doses crescentes de Zinco complexado a aminoácidos com 25%, 50%, 75% e 100% de substituição frente a um controle negativo, conforme tabela 1.

Enfim, oportunidades
Finalmente podemos observar que a nutrição de animais aquáticos deverá avançar muito nos próximos anos. O entendimento mais abrangente das necessidades dos animais, iniciando pelos reprodutores com o alto potencial zootécnico das genéticas modernas, as questões de sustentabilidade que devem acompanhar a viabilidade econômica, aspectos dietéticos limitantes e constantes desafios sanitários que exigem uma visão mais completa das condições de manejo, bem estar animal e variações inerentes ao processo de produção intensivo sempre estarão presentes.
Por outro lado, as novas tecnologias nutricionais para atender essas e outras demandas já estão disponíveis e felizmente com bons resultados. O aprofundamento no entendimento da imunonutrição nos trará condições de superarmos esses desafios e irmos em busca da segurança necessária para uma produção sem atropelos e com controle, previsibilidade e garantido retorno sobre o investimento.
As referências bibliográficas estão com os autores. Contato: acimadon@zinpro.com.

Suínos
ACCS empossa nova diretoria e reforça foco em mercado e sanidade na suinocultura catarinense
Entidade inicia novo mandato de quatro anos com Losivanio Lorenzi reeleito e destaca desafios ligados às exportações, biosseguridade e inovação no setor suinícola de Santa Catarina.

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) realizou, nesta sexta-feira (09), a posse oficial da diretoria eleita em assembleia geral no dia 10 de outubro do ano passado. O ato marcou o início formal do novo mandato da entidade e reafirmou a continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos em defesa da suinocultura catarinense.

Presidente reeleito da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi: “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade” – Foto: Divulgação/ACCS
Durante a cerimônia, o presidente reeleito, Losivanio Luiz de Lorenzi, destacou que a nova gestão mantém o compromisso com a representatividade do setor, aliando experiência e renovação. Segundo ele, alguns membros passaram por mudanças, a pedido, abrindo espaço para novas lideranças, sem perder o apoio e a contribuição daqueles que deixam os cargos diretivos. “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade”, afirmou.
Losivanio ressaltou que os principais desafios do novo mandato estão ligados ao acompanhamento constante do mercado, tanto no cenário estadual e nacional quanto no internacional.
Santa Catarina responde por mais de 50% das exportações brasileiras de carne suína e, em 2024, superou o Canadá, tornando-se o terceiro maior exportador mundial da proteína. Nesse contexto, o presidente reforçou a importância da atuação conjunta com indústrias e cooperativas, fundamentais para a comercialização da produção.
Outro ponto central abordado foi a manutenção do elevado status sanitário do rebanho

Foto: Divulgação/ACCS
catarinense. Para a ACCS, a biosseguridade e a sanidade animal são pilares estratégicos para a permanência e ampliação do acesso aos mercados internacionais, além de garantirem qualidade e segurança ao consumidor brasileiro. “É a sanidade que nos mantém competitivos e confiáveis no mundo”, destacou.
A nova diretoria assume com a missão de seguir inovando, acompanhando as transformações do setor, inclusive com o avanço de novas tecnologias e da inteligência artificial, sempre com foco na sustentabilidade da atividade, na qualidade de vida do suinocultor e na entrega de uma proteína segura e de alta qualidade à mesa do consumidor. O mandato tem duração de quatro anos.
Suínos
Biosseguridade como estratégia para proteger a suinocultura catarinense
Nova portaria estadual reforça a prevenção sanitária nas granjas, combina exigências técnicas com prazos equilibrados e conta com apoio financeiro para manter Santa Catarina na liderança da produção de proteína animal.

Santa Catarina é reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência sanitária de sua produção animal. Esse reconhecimento não é fruto do acaso: é resultado de um trabalho contínuo, técnico e coletivo, que envolve produtores, agroindústrias, cooperativas, entidades de representação, pesquisa e o poder público. Nesse contexto, a Portaria SAPE nº 50/2025, em vigor desde 8 de novembro de 2025, representa um marco decisivo para a suinocultura tecnificada catarinense, ao estabelecer medidas claras e objetivas de biosseguridade para granjas comerciais.
Ao ser elaborada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) em conjunto com a Cidasc e outras instituições ligadas ao setor produtivo e à pesquisa agropecuária, a normativa consolida um entendimento que sempre defendemos: a prevenção é a melhor estratégia. Em um cenário global marcado por riscos sanitários crescentes, pressão por padrões mais rigorosos e mercados cada vez mais exigentes, proteger o plantel catarinense significa proteger empregos, renda no campo, investimentos industriais e a confiança dos compradores internacionais.

Diretor executivo do SINDICARNE, Jorge Luiz De Lima – Foto: ARQUIVO/MB Comunicação
A Portaria traz prazos que demonstram equilíbrio e respeito à realidade das propriedades. As granjas preexistentes têm período de adaptação, com adequações estruturais previstas para ocorrer entre 12 e 24 meses, conforme o tipo de ajuste necessário. Contudo, também há medidas de implementação imediata, principalmente de caráter organizacional, baseadas em rotinas padronizadas de higienização, controle e prevenção. É o tipo de avanço que qualifica a gestão e eleva a eficiência sem impor barreiras desproporcionais.
Vale destacar que muitas granjas catarinenses já operam nesse padrão, em razão das exigências sanitárias de mercados internacionais e do comprometimento histórico do setor com boas práticas. Por isso, a adaptação tende a ser tranquila, além de trazer ganhos diretos de controle, rastreabilidade e segurança. Entre as principais ações previstas, estão: uso obrigatório de roupas e calçados exclusivos da unidade de produção; desinfecção de equipamentos e veículos; controle rigoroso de pragas e restrição de visitas; tratamento da água utilizada; e manutenção de registros e documentação atualizados. São medidas que, embora pareçam simples, fazem enorme diferença quando aplicadas com disciplina.
Outro ponto que merece reconhecimento é a criação do Programa de Apoio às Medidas de Biosseguridade na Produção Animal Catarinense, instituído pela Resolução nº 07/2025. O Governo do Estado não apenas regulamentou: também viabilizou um caminho real para que o produtor possa investir. O programa permite financiamento de até R$ 70 mil por granja, com pagamento em cinco parcelas, sem correção monetária ou juros, e com possibilidade de subvenção de 20% a 40% sobre o valor contratado. Trata-se de um estímulo concreto, que fortalece a base produtiva e mantém Santa Catarina na liderança brasileira em produção e exportação de carne suína.
O processo é tecnicamente estruturado e acessível. O suinocultor deve elaborar um Plano de Ação (Plano de Adequação), com apoio de médico-veterinário da integradora, cooperativa ou assessoria técnica — incluindo alternativas como o Sistema Faesc/Senar-SC para produtores independentes. O documento é preenchido na plataforma Conecta Cidasc. A partir dele, a Cidasc emite o laudo técnico, e o produtor pode buscar o financiamento do Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FDR), com solicitação feita junto à Epagri, que atua como ponte para viabilizar o acesso à política pública.
Biosseguridade não é custo; é investimento. É ela que sustenta a sustentabilidade do setor, reduz perdas, previne crises e mantém nossa competitividade. A Portaria nº 50/2025 e o Programa Biosseguridade Animal SC mostram que Santa Catarina segue fazendo o que sempre fez de melhor: antecipar desafios, agir com responsabilidade e proteger seu patrimônio sanitário, garantindo segurança, qualidade e confiança do campo ao mercado.
Suínos
Faturamento da suinocultura alcança R$ 61,7 bilhões em 2025
Com esse avanço, os suínos passam a responder por 4,37% de todo o VBP do agro brasileiro em 2025, mantendo posição estratégica em meio à cadeia de proteínas animais e reforçando o protagonismo das regiões Sul e Sudeste na produção nacional.

A suinocultura brasileira deve encerrar 2025 com faturamento de R$ 61,7 bilhões no Valor Bruto da Produção (VBP), segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), divulgados em 21 de novembro. O resultado representa um crescimento expressivo frente aos R$ 55,7 bilhões estimados para 2024, ampliando em quase R$ 6 bilhões a renda gerada pela atividade no país.
Com esse avanço, os suínos passam a responder por 4,37% de todo o VBP do agro brasileiro em 2025, mantendo posição estratégica em meio à cadeia de proteínas animais e reforçando o protagonismo das regiões Sul e Sudeste na produção nacional. A tendência confirma a força exportadora do setor e a capacidade das agroindústrias de ampliar oferta, produtividade e eficiência em um ambiente competitivo.
O ranking dos estados revela a concentração típica da atividade. Santa Catarina se mantém como líder absoluto da suinocultura brasileira, com VBP estimado de R$ 16,36 bilhões em 2025, bem acima dos R$ 12,87 bilhões registrados no ano anterior. Na segunda posição aparece o Paraná, que cresce de R$ 11,73 bilhões para R$ 13,29 bilhões, impulsionado pela expansão das integrações, investimento em genética e aumento da capacidade industrial.

O Rio Grande do Sul segue como terceira principal região produtora, alcançando R$ 11,01 bilhões em 2025, contra R$ 9,78 bilhões em 2024, resultado que reflete a recuperação gradual após desafios sanitários e climáticos enfrentados nos últimos anos. Minas Gerais e São Paulo completam o grupo de maiores faturamentos, mantendo estabilidade e contribuição relevante ao VBP nacional.
Resiliência
Além do crescimento nominal, os números da suinocultura acompanham uma trajetória de evolução contínua registrada desde 2018, conforme mostra o histórico do VBP. O setor apresenta tendência de ampliação sustentada pelo avanço tecnológico, por sistemas de produção mais eficientes e pela sustentabilidade nutricional e sanitária exigida pelas indústrias exportadoras.
A variação positiva de 2025 reforça o bom momento da cadeia, que responde não apenas ao mercado interno, mas sobretudo ao ritmo das exportações, fator decisivo para sustentar preços, garantir e ampliar margens e diversificar destinos internacionais. A estrutura industrial integrada, característica das regiões Sul e Sudeste, segue como base do desempenho crescente.
Com crescimento sólido e presença estratégica no VBP nacional, a suinocultura consolida sua importância como uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.
A edição de 2025 figura não apenas como um retrato do maior VBP da história, mas como um guia essencial para compreender os caminhos e desafios do agronegócio brasileiro no curto e médio prazo. Confira a versão digital clicando aqui.



