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Imunidade de rebanho em suínos começa no manejo e vai além da vacina

No 17º SBSS, o médico-veterinário Luiz Felipe Caron defendeu uma visão integrada, aliando sanidade, nutrição e ambiência para reduzir o “custo imunológico” e preservar desempenho zootécnico.

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Fotos: Shutterstock

Desenvolver e manter um plantel com imunidade robusta vai muito além da aplicação de vacinas. O conceito clássico de ‘imunidade de rebanho’, que costuma ser associado diretamente aos programas vacinais, hoje exige uma visão mais ampla, integrada ao manejo e às condições gerais de criação. É o que defende o médico-veterinário Luiz Felipe Caron, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com mestrado em Ciências Veterinárias e doutorado em Biotecnologia. “O que se busca com a imunidade de rebanho é o controle efetivo de uma enfermidade dentro de uma população específica, com proteção direta para os indivíduos vacinados e proteção indireta para os que não estão. Mas para isso, precisamos mais do que apenas um bom programa vacinal”, afirma Caron.

Segundo o professor, ainda que a vacinação seja um instrumento fundamental no combate a agentes infecciosos, alcançar a imunidade coletiva requer o reforço de outros pilares da produção. “Hoje, essa imunidade precisa ser resultado de um manejo bem planejado, que inclua qualidade nutricional, uso racional de melhoradores de desempenho, antibióticos estratégicos, ambiência adequada, capacitação da mão de obra e, claro, boas práticas de vacinação”, detalha.

Custo invisível da defesa imunológica

Professor e médico-veterinário com mestrado em Ciências Veterinárias e doutorado em Biotecnologia, Luiz Felipe Caron: “É preciso parar de ver a imunidade apenas como defesa contra doenças e passar a enxergá-la como parte central da eficiência produtiva” – Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Outro conceito que vem ganhando espaço na produção animal é o chamado ‘custo imunológico’, que expressa, de forma direta, o impacto metabólico da ativação do sistema imune no desempenho do animal. “O animal precisa de tempo, energia e nutrientes para montar uma resposta imune. Coincidentemente, esses são os mesmos recursos que ele usa para crescer. A conta é simples: o que ele consome, menos o que gasta com manutenção e defesa, é o que sobra para ganho de peso”, explica Caron.

A hierarquia biológica, segundo ele, prioriza a defesa. Por isso, antes de pensar em crescimento, o organismo direciona seus recursos para fortalecer barreiras intestinais e respiratórias. “Tudo o que compõe essas barreiras – estrutura química do muco, equilíbrio de ácidos graxos no intestino, integridade dos tecidos, presença de células imunes e microbiota saudável – exige insumos. Só depois disso é que o corpo ativa as etapas da resposta imune, inata e adaptativa”, diz.

A resposta inata, também chamada de inflamatória, é a mais custosa. “Ela consome muito: fagocitose, produção de proteínas de fase aguda, estresse oxidativo. É uma reação pesada para o organismo, que drena recursos que poderiam ir para o desempenho zootécnico”, alerta o pesquisador.

Equilíbrio é a chave

Para Caron, o desafio está justamente em encontrar o equilíbrio sanitário, reduzindo o custo imunológico sem comprometer a eficácia da resposta imune. “Trata-se de entender que tudo está interligado. Um manejo eficiente, uma ambiência correta, uma dieta bem formulada, tudo isso contribui para que o sistema imune seja mais preparado e menos reativo”, resume.

Esse equilíbrio, segundo o especialista, tem impacto direto na produtividade, na eficiência do sistema e, em última análise, na sustentabilidade da cadeia suinícola. “É preciso parar de ver a imunidade apenas como defesa contra doenças e passar a enxergá-la como parte central da eficiência produtiva”, reforça.

Fortalecimento da imunidade dos suínos

Para fortalecer a imunidade dos suínos sem prejudicar o crescimento e a eficiência alimentar, o primeiro passo é entender que desempenho é, antes de tudo, consequência de tempo disponível e boa gestão de nutrientes. “Quanto mais tempo o animal puder dedicar ao crescimento, melhor será o seu resultado zootécnico”, afirma Caron.

O problema surge quando esse tempo e essa energia precisam ser desviados para lidar com situações de estresse imunológico, como o estresse oxidativo. Isso ocorre, por exemplo, em ambientes com falhas na limpeza e desinfecção, presença de pragas, alta densidade populacional ou baixa imunidade materna. “Nesses casos, o animal é forçado a gastar mais energia do que o ideal para se defender, o que compromete diretamente a conversão alimentar”, expõe.

De acordo com o médico-veterinário, fortalecer a resposta imune passa por criar barreiras eficazes tanto de fora para dentro, como boas práticas de manejo e biosseguridade, quanto de dentro para fora, com reforço das defesas fisiológicas. “Não é por acaso que animais criados em ambientes sujos têm menor ingestão de ração e passam menos tempo no coxo. O não comprometimento da eficiência alimentar é, na prática, uma guerra contra o tempo”, ressalta.

Intervir precocemente no ambiente e favorecer a transição rápida da resposta imune inata, mais inflamatória e custosa, para a resposta adaptativa é, segundo Caron, uma das estratégias mais inteligentes para manter a saúde e o desempenho do plantel.

Ponto de equilíbrio

Na busca pelo equilíbrio entre imunidade robusta e desempenho zootécnico, uma das principais questões é como estimular adequadamente o sistema imune dos suínos sem gerar estresse vacinal ou sobrecarregar os animais com manejos excessivos. Para o professor Caron, o ponto de equilíbrio está no investimento necessário do animal para eliminar ou controlar os desafios do ambiente. “O sistema imune é inteligente. Ele responde na medida do necessário enquanto houver estímulo. Então, esse equilíbrio depende de dois lados: a carga de desafio e a resposta exigida para garantir a sobrevivência”, salienta o mestre em Ciências Veterinárias.

Caron destaca que os suínos modernos, fruto de intensa seleção genética para desempenho, muitas vezes acabam sacrificando a qualidade da resposta imunológica. Isso não significa, no entanto, que vacinar implique em sobrecarga. “Ao contrário do que se imagina, a vacinação não é o grande vilão em termos de gasto energético. Quando o animal chega à produção de anticorpos, a chamada resposta humoral, ele já ultrapassou a fase inflamatória da resposta imune, que é a mais custosa”, menciona.

Segundo o docente, o real esforço metabólico está concentrado na resposta inata, que deve ser curta, de no máximo 72 horas. “Esse encurtamento depende da presença de anticorpos de alta afinidade, sejam passivos ou ativos, e de uma carga de desafio moderada”, pontua.

E sobre os efeitos colaterais observados após a vacinação, como apatia ou prostração, Caron esclarece que geralmente estão relacionados a reações aos adjuvantes presentes nas formulações, e que esse é um ponto de atenção constante das indústrias. “As vacinas estão cada vez mais seguras, com adjuvantes mais bem selecionados, o que contribui para reduzir essas respostas indesejadas”, defende.

Personalização de programas sanitários

Caron também reforça a necessidade de personalizar os programas sanitários com base nas características específicas de cada sistema de produção. Fatores como pressão de infecção, genética do plantel e condições ambientais devem nortear as estratégias adotadas. “A personalização de programas sanitários será tão útil quanto a qualidade da análise de risco feita em cada propriedade. Isso inclui avaliar estrutura, manejo, histórico sanitário e nível de conformidade com os protocolos técnicos”, expõe.

Segundo ele, em sistemas de produção verticalizados, essa análise precisa considerar a cadeia como um todo, desde a fábrica de ração e unidades de produção de leitões até o frigorífico. “Não é raro que um problema identificado no abatedouro exija intervenções nas etapas anteriores da cadeia. É por isso que a visão integrada é a única que realmente sustenta a construção de uma imunidade populacional sólida”, enfatiza.

Imunidade previsível

A construção de um plantel com resposta imunológica previsível e eficiente precisa alinhar a adoção de ferramentas de gestão, diagnóstico e vacinação. Modelos matemáticos, como o conceito de R₀ (número básico de reprodução), podem ajudar a orientar decisões estratégicas. “O R₀ indica o potencial de propagação de uma doença numa população sem imunidade. Se ele for maior que 1, o risco de epidemia existe. Abaixo de 1, a tendência é de que a doença desapareça com o tempo”, aponta Caron.

Essas análises matemáticas, que consideram variáveis como número de animais suscetíveis, taxa de contato, tempo de incubação e morbidade, podem apoiar a definição de calendários vacinais mais precisos. No campo, a prática ideal envolve monitoramento constante, por meio de sorologias e uso de animais sentinela. “A implantação de estratégias vacinais deve ser consequência direta dessas monitorias. Só assim garantimos decisões baseadas em dados e aumentamos as chances de sucesso sanitário”, ressalta.

Construção de uma imunidade robusta

Ao avaliar a construção de uma imunidade robusta ao longo da cadeia produtiva, Caron destaca a importância de um tripé fundamental: sanidade, nutrição e ambiência. Segundo ele, esses três pilares sustentam o investimento básico necessário para o equilíbrio imunológico dos plantéis. “Nossos técnicos hoje têm clareza da importância desse equilíbrio. Por isso, vemos empresas e cooperativas cada vez mais maduras na forma como integram essas áreas, que embora sejam separadas por setores de gestão ou manufatura, estão totalmente interligadas quando o foco é o resultado final”, evidencia.

Caron chama atenção para o fato de que os suínos modernos, fruto de avanços genéticos voltados ao alto desempenho, como ganho de peso, conversão alimentar e prolificidade, apresentam, muitas vezes, correlação negativa com a qualidade da resposta imune. Isso torna o ambiente ainda mais determinante para a expressão do potencial produtivo. “Quanto mais exigente é o animal em termos genéticos, mais próximo do ideal deve ser o ambiente. E isso exige um suporte nutricional preciso, que não apenas atenda, mas antecipe as necessidades do sistema imune”, avalia Caron.

Ainda assim, ele ressalta que a sofisticação das ferramentas nutricionais e sanitárias não pode ofuscar o básico. “O simples continua sendo chave. De nada adianta falarmos em nutrição de precisão se o fornecimento de água é negligenciado. Água em temperatura inadequada reduz o consumo, compromete a hidratação das mucosas e, com isso, a qualidade do muco, a primeira barreira contra infecções respiratórias”, frisa o mestre em Ciências Veterinárias.

A construção de uma imunidade coletiva eficiente, portanto, não depende apenas de tecnologias avançadas, mas de um olhar integrado, atento aos detalhes e baseado em decisões técnicas. “O sucesso está em unir estratégia e execução, sem perder de vista o óbvio bem-feito”, resume Caron.

Integração de dados em tempo real

O futuro da imunidade coletiva nas granjas suínas passa por uma transformação que vai além da biotecnologia e da genética: trata-se de converter a tradicional ‘gestão à vista’, tão comum na suinocultura, em uma gestão de tempo real. A mudança, segundo Caron, implica não apenas ampliar a coleta de dados, mas integrar ferramentas capazes de interpretar essas informações com agilidade e devolver diagnósticos precisos à linha de frente da produção. “Estamos falando de tecnologias que permitam reações rápidas diante de qualquer desvio”, salienta.

Entre elas, Caron destaca as monitorias sorológicas, os testes de resposta inflamatória baseados em biomarcadores e os exames rápidos para detecção qualitativa e quantitativa de agentes infecciosos. “É o conceito de velocidade com direção. Não basta agir rápido, é preciso saber para onde ir. E isso só se conquista com dados confiáveis e interpretação eficiente”, sustenta.

Ferramentas de inteligência artificial

Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

Nesse contexto, o uso de ferramentas de inteligência artificial tem ganhado espaço. Já existem sistemas capazes de monitorar o comportamento animal e emitir alertas precoces sobre alterações sanitárias e falhas de manejo. “Essas tecnologias são aliadas poderosas, mas seu sucesso depende da sensibilidade e preparo de quem está no campo”, enfatiza o médico-veterinário.

Para o especialista, a saúde do rebanho e a construção de uma imunidade sólida continuam sendo, acima de tudo, um processo humano. “No fim do dia, nenhuma inovação substitui o olhar atento, o bom senso técnico e o investimento contínuo nas pessoas. Profissionais bem-preparados seguem sendo o maior ativo da suinocultura moderna, e a chave para garantir a saúde animal, o desempenho produtivo e a segurança alimentar”, reforça Caron.

Temática foi discutida no SBSS

Todos esses pontos foram debatidos durante o 17º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), realizado em agosto na cidade de Chapecó (SC). Luiz Felipe Caron foi um dos palestrantes do evento, com a palestra “Em busca do equilíbrio sanitário: como desenvolver e avaliar ferramentas para obtenção de uma imunidade robusta de plantel – custo imunológico e impacto ao longo da cadeia de produção”.

O acesso à edição digital do jornal Suínos é gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Suínos

Redução das granjas de reprodutores acende alerta para a genética suína

Artigo destaca a queda no número de GRSCs e defende medidas para preservar a base genética da suinocultura brasileira.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

Ao nos referirmos às Granjas de Reprodutores Suínos no Brasil, as chamadas GRSCs, há que se ressaltar, de pronto, o fundamento histórico e a relevância dessas granjas à atividade suinícola nacional, assim como sua relação direta com a organização da classe dos produtores de suínos do Brasil, haja vista que elas deram origem à Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), fundada por um grupo de 48 produtores em 13 de novembro de 1955 no município gaúcho de Estrela, dando-se assim início a um significativo e intenso trabalho de melhoramento do rebanho de suínos no Brasil. E a criação da ABCS tornou possível organizar o registro genealógico e os programas de melhoramento genético no país, em se tratando de suinocultura comercial. É possível afirmar que as GRSCs são os verdadeiros centros de seleção genética, controle de origem e de avaliação do desempenho dos animais.

De fato, foram o pilar da transformação da suinocultura brasileira, ajudando a tornar o Brasil uma potência global na produção de carne suína, ocupando hoje o 4° lugar na produção mundial de suínos, pelo fato de as GRSCs garantirem a autossuficiência genética nacional, impulsionarem a adoção da inseminação artificial e elevarem a sanidade e a produtividade brasileira a padrões internacionais. De tal forma que essas granjas tiveram e ainda têm um papel fundamental no desenvolvimento da suinocultura brasileira moderna, dentro de uma cadeia altamente tecnificada e competitiva.

Não há como não se observar esse aspecto histórico da importância das granjas de produção de reprodutores suídeos, desde a criação da ABCS e de suas associações afiliadas estaduais, para a sustentação da atividade suinícola do Brasil nos últimos 70 anos, período em que o consumo interno de produtos derivados de suínos dobrou, passando de uma média nacional de 10kg para 20 kg, per capta, justamente a partir do uso de reprodutores dessas granjas. Aliás, em 2025, a média foi de 20,2 kg/habitante/ano (segundo a ABCS), consolidando um crescimento de cerca de 35% na última década.

Redução drástica das GRSCs no Brasil

Artigo escrito por Cesar da Luz é especialista em agribusiness, consultor da Associação Paranaense de Suinocultores e pesquisador da cadeia suinícola nacional. E-mail: [email protected].

Mesmo diante de todo esse contexto histórico, levantamento feito com base na literatura brasileira e com dados obtidos junto ao Relatório de 2025 do Registro Genealógico de Suínos da Associação Brasileira de Criadores de Suínos, ABCS, indica que houve uma redução muito significativa no número dos criadores de suínos da raça Landrace, com afixo registrado pelo produtor na entidade que representa o sistema suinícola brasileiro. Afixo é o nome oficial dado ao criatório, ou granja, certificada na ABCS.

Para se ter uma ideia da grande redução no número desse tipo de granjas e da grande erosão da variabilidade genética de suínos no Brasil, enquanto na década de 1970 o número de afixos registrados na ABCS era de 271, no ano passado, esse número caiu drasticamente para apenas 34. Portanto, atualmente, essas granjas representam apenas 12,5% do total existentes na década de 1970, em um ambiente em que as fontes de material genético das principais raças comerciais de suínos, como Landrace, Large White, Duroc e Pietrain, já são bastante escassas.

O fato é que o número de Registros Genealógicos vem reduzindo substancialmente desde a década de 1970 para a década de 1990 e para o período posteriormente aos anos 2000, enquanto o número de afixos de Empresas Integradoras e de Empresas de Genética vem crescendo sua participação no mercado de reprodutores Landrace, no Brasil.

Raça Landrace

No caso específico da raça Landrace, ela é uma das mais importantes para a evolução da atividade suinícola brasileira moderna, principalmente pela sua elevada capacidade reprodutiva e pelo excelente desempenho materno. Originária da Dinamarca, a raça foi introduzida no Brasil para contribuir no melhoramento genético dos rebanhos comerciais e se tornou fundamental nos sistemas intensivos de produção de carne suína.

A participação da raça Landrace foi decisiva para a modernização da suinocultura brasileira, especialmente a partir da intensificação da atividade nas regiões Sul, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul,0 Sudeste, nos estados de São Paulo e Minas Gerais, sendo que as GRSCs passaram a utilizar amplamente a genética Landrace em programas de seleção, contribuindo para a disseminação de animais superiores e para o controle sanitário dos plantéis.

É importante destacar, ainda, que a raça Landrace é uma das principais raças de suínos utilizada na produção de suínos no Brasil, compondo 50% do genótipo na maioria das fêmeas F1 utilizadas na produção comercial de suínos, o que muito bem representa o que está ocorrendo com os Registros Genealógicos de Suínos no país, algo que requer muita atenção, especialmente dos órgãos governamentais, especialmente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Ressalte-se, ainda, que as Granjas Independentes de Produção de Reprodutores, no caso da raça Landrace, elas são fundamentais também para a produção do mercado livre de suínos no país, composto por granjas de pequeno e médio porte que não pertencem aos sistemas integrados e cooperados. São tais granjas independentes que abastecem grande parcela do mercado interno nacional com produtos derivados de suínos, mas que estão reduzindo ano após ano, colocando o Brasil na dependência de reprodutores de Empresas de Genética que atuam no país, mas cujos Núcleos Genéticos Primários se encontram no exterior, o que implica no aumento do volume de “royalties” enviados para fora do Brasil.

Portanto, as GRSCs continuarão sendo extremamente importantes para suprir o mercado interno de reprodutores suínos, bem como fundamentais para o resgate e manutenção das raças nacionais de suínos e mesmo para a manutenção das raças importadas que já estão adaptadas para uso comum na suinocultura brasileira. Sem dúvida, as granjas de reprodutores foram a base do avanço genético, sanitário e tecnológico da suinocultura nacional, sem as quais o setor dificilmente teria alcançado os níveis atuais de eficiência, qualidade e competitividade internacional que se encontram hoje.

Olhando para esse histórico e para a importância das Granjas de Reprodutores de Suínos para a suinocultura brasileira, vê-se, inclusive, a própria necessidade de que uma fonte pública proporcione recursos, inclusive a fundo perdido, para a implementação das novas medidas exigidas pelo MAPA, integrantes da Portaria DAS/MAPA nº 1.358/2025, permitindo que as GRSCs consigam continuar cumprindo seu papel no contexto da suinocultura e como salvaguardas do banco genético nacional.

Fonte: Artigo escrito por Cesar da Luz é especialista em agribusiness, consultor da Associação Paranaense de Suinocultores e pesquisador da cadeia suinícola nacional. E-mail: [email protected].
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Suínos

Pig Fair destaca tecnologias para impulsionar a produtividade na suinocultura

Feira paralela ao Simpósio Brasil Sul reunirá empresas, pesquisadores, técnicos e produtores entre os dias 11 e 13 de agosto, em Chapecó.

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Foto: Divulgação

Tecnologia, inovação e geração de negócios marcarão a 17ª Brasil Sul Pig Fair, feira paralela ao 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet). O evento será realizado de 11 a 13 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC), reunindo mais de 50 empresas nacionais e multinacionais que apresentarão as principais tendências, produtos, serviços e tecnologias voltadas à cadeia produtiva da suinocultura.

A Pig Fair reunirá empresas dos segmentos de biosseguridade, diagnóstico, genética, nutrição, vacinas, aditivos, equipamentos, automação, ambiência e tecnologia, proporcionando aos participantes contato direto com soluções inovadoras para aumentar a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade das granjas. Além da exposição de produtos e serviços, a feira se destaca como um ambiente estratégico para networking, troca de experiências e fortalecimento de parcerias entre empresas, pesquisadores, técnicos, produtores e representantes da agroindústria.

Presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin: “A feira é um espaço onde inovação e prática caminham juntas. Os participantes têm a oportunidade de conhecer tecnologias que já estão transformando a produção, conversar diretamente com especialistas das empresas e ampliar sua rede de relacionamentos” – Foto: Suellen Santin/MB Comunicação

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que a Pig Fair complementa a programação científica do Simpósio ao aproximar o conhecimento técnico das soluções disponíveis no mercado. “A feira é um espaço onde inovação e prática caminham juntas. Os participantes têm a oportunidade de conhecer tecnologias que já estão transformando a produção, conversar diretamente com especialistas das empresas e ampliar sua rede de relacionamentos. Essa interação entre indústria, pesquisa e campo é um dos grandes diferenciais do SBSS”, afirma.

Para o presidente da comissão científica do SBSS, Lucas Piroca, a integração entre a programação técnica e a feira fortalece o papel do evento como um ambiente de atualização completa para os profissionais da cadeia produtiva. “Enquanto o Simpósio apresenta as principais discussões científicas e tendências do setor, a Pig Fair permite que os participantes conheçam, na prática, as soluções que estão sendo desenvolvidas pelas empresas. É um espaço de inovação, troca de conhecimento e geração de oportunidades para toda a suinocultura”, ressalta.

Os expositores também preparam lançamentos e novidades para esta edição, reforçando a Pig Fair como uma vitrine das principais inovações do mercado. Durante os três dias de evento, os congressistas poderão visitar os estandes, conhecer novas tecnologias, compartilhar experiências e ampliar o networking com profissionais de diferentes regiões do Brasil e da América Latina.

SBSS

As inscrições já estão disponíveis no site, acesse clicando aqui. O investimento do segundo lote, até o dia 30 de julho, é de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O valor para participar somente da 17ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições diferenciadas.

Tecnologias e negócios

Realizada simultaneamente ao Simpósio, a 17ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas dos segmentos de sanidade, genética, nutrição, equipamentos, ambiência, tecnologia e serviços voltados à suinocultura.

O espaço será destinado à apresentação de lançamentos, soluções inovadoras e fortalecimento do networking entre empresas, profissionais, pesquisadores e produtores, ampliando as oportunidades de negócios e troca de experiências durante o evento.

Programação geral

•  18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

•  17ª Brasil Sul Pig Fair

Terça-feira (11)

WORKSHOP: GESTÃO DE PROGRAMAS SANITÁRIOS NA SUINOCULTURA

9h00 – Módulo 1: A base de qualquer programa

• Conceitos de Bactericida e Bacteriostático

• Por que pensar em Farmacodinâmica e Farmacocinética

• Interações e associações de drogas antimicrobianas

Palestrante: Everson Zotti

9h40 – Módulo 2: Inteligência Sanitária e Diagnóstico

• Entendimento do conceito e desafio sanitário: qual é o meu desafio?

• Diagnóstico de rotina e análise de dados (isolamento, antibiograma, MIC)

• Aprendizado com falhas diagnósticas

Palestrante: Edison Magalhães

10h20 – Módulo 3: Desenhando Programas Factíveis

• Crítica aos protocolos de “amplo espectro”

• Impactos do uso imprudente de antimicrobianos

• O que realmente é necessário para resolver o problema

Palestrante: Augusto Heck

11h00 – Módulo 4: Farmacoeconomia e Monitoramento

• O programa que cabe no bolso (Análise de ROI)

• Como monitorar a efetividade do tratamento

• Tecnologias para detecção precoce de falhas

Palestrante: Luiz Carlos Giongo

11h30 – Mesa Redonda

13h30 – Abertura da Programação Científica

Painel Produção – A BASE

13h40 às 14h10 – Primíparas: Gestão Estratégica e Longevidade

Palestrante: Rafael Ulguim

14h15 às 14h45 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Sanidade)

Palestrante: Paulo Eduardo Bennemann

14h50 às 15h20 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Nutrição)

Palestrante: Cesar Augusto Pospissil Garbossa

15h25 às 15h55 – Mesa Redonda

16h00 às 16h30 – Coffee break

16h30 às 17h10 – O Futuro da Proteína Suína

Palestrante: Luis Rua

17h10 às 17h30 – Perguntas

17h30 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS

18h30: Palestra de Abertura: A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas proteínas animais e na suinocultura.

Palestrante: Marcos Jank

20h00: Coquetel de Abertura na PIG FAIR

Quarta-feira (12)

Painel Biovigilância – Gestão Integrada

08h00 às 8h40: Biomanagement e Defesa Sanitária: Estratégias de Mitigação

Palestrante: Jordi Baliellas Capdevila

08h45 às 09h15: Vigilância e controle de Vetores: Roedores e Insetos como disseminadores de Patógenos

Palestrante: Alisson Mezzalira

09h20 as 09h50 – Mesa Redonda

09h50 às 10h20: Coffee Break

Painel Alimentação – Desafios e Oportunidades

10h20 às 10h50 – Eixo Imuno-Nutricional: Programação Metabólica da Matriz ao leitão

Palestrante: Jose Soto

10h55 às 11h25 – Imunonutrição: Estratégias Não Farmacológicas para a Resiliência Sanitária

Palestrante: Andres Gomez

11h30 às 12h00: Vigilância Analítica e Gestão de Micotoxinas: Estratégias para Blindar a Performance e a Sanidade

Palestrante: Ricardo Rauber

12h00 às 12h30 – Mesa Redonda

12:30 às 14h00 – Intervalo para almoço

12h30 às 13h30 – Eventos Paralelos

Painel Sanidade – Saúde Respiratória

14h00 às 15h00 – Erradicação de M. hyopneumoniae: Protocolos de Exposição, Estabilização e Eliminação

Palestrantes: Gustavo Silva e Paul Yeske

15h00 às 15:30 – Sincronia Sanitária: O Impacto da Aclimatização de Leitoas na estabilidade do plantel

Palestrantes: Luciano Brandalise

15h30 às 16h00: Coffee Break

16h00 às 16h40 – Influenza em Foco: Impactos e alternativas de controle

Palestrante: Ricardo Yuti Nagae

16h45 às 17h25 – Ambiência 4.0: Conectividade, Bem-Estar e Eficiência Energética na Suinocultura

Palestrante: Lederson Trindade de Lima

17h35 às 18h00 – Mesa Redonda

18h30 às 19h30 – Evento Paralelo Exclusivo (MSD)

20h00: Happy Hour na PIG FAIR

Quinta-feira (13)

08h30 às 09h10 – Alimentação de Precisão: Sensores, Conectividade e Eficiência Nutricional

Palestrante: Bruno Silva

09h10 às 09h30 – Perguntas

9h30 às 10h00 – Coffee Break

Painel Pessoas – Gestão e Performance

10h00 às 10h30 – Percepção vs. Realidade: Comunicação Estratégica para Mitigar Erros e Maximizar Resultados

Palestrante: Creici Lamonato

10h35 às 11h05 – Capital Humano e Sucessão: Preparando a Próxima Geração e as Equipes de Alta Performance

Palestrante: Rogério Facin

11h10 às 11h40 – O Apagão de Mão de Obra e o Desafio da Qualificação

Palestrante: Anderson Queirós

11h45 às 12h15 – Mesa Redonda

12h15 – Sorteio de brindes e encerramento

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Suínos

Comércio global e segurança alimentar pautam abertura do SBSS 2026

Palestra de Marcos Jank vai analisar como a reorganização do cenário internacional afeta mercados, exportações e a competitividade da suinocultura brasileira.

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Foto: Claudio Neves

As transformações no cenário econômico e político mundial e seus reflexos sobre a cadeia produtiva da carne suína estarão em destaque na palestra de abertura do 18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). No dia 11 de agosto, às 18h30, o professor e especialista em agronegócio Marcos Jank ministrará a palestra “A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas Proteínas Animais e na Suinocultura”, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o evento reunirá especialistas nacionais e internacionais para debater os principais desafios e oportunidades da cadeia suinícola.

Professor e especialista em agronegócio Marcos Jank ministrará a palestra “A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas Proteínas Animais e na Suinocultura”, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC)

Reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros em agronegócio global, Jank abordará como as mudanças geopolíticas, as relações comerciais internacionais, a segurança alimentar e os novos mercados influenciam diretamente a competitividade da suinocultura brasileira, oferecendo aos participantes uma visão estratégica sobre o futuro do setor.

Professor sênior de Agronegócio Global do Insper, Marcos Jank coordena o centro Insper Agro Global e possui uma trajetória consolidada nas áreas de economia, comércio internacional e agronegócio. Além da atuação acadêmica, é escritor, conselheiro de empresas e palestrante, sendo uma das principais referências brasileiras na análise dos mercados globais de alimentos e das cadeias do agronegócio.

Foto: O Presente Rural

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que a palestra de abertura foi escolhida para ampliar o olhar dos participantes sobre os desafios que ultrapassam os limites da produção dentro das granjas. “O SBSS busca oferecer uma programação que combine conhecimento técnico e visão estratégica. Iniciar o evento discutindo a nova geopolítica dos alimentos é proporcionar aos congressistas uma compreensão mais ampla do cenário internacional e dos fatores que influenciam diretamente a competitividade da suinocultura brasileira”.

O presidente da Comissão Científica do SBSS, Lucas Piroca, ressalta que compreender o ambiente global tornou-se uma necessidade para todos os profissionais da cadeia produtiva. “A suinocultura está inserida em um mercado conectado. Questões relacionadas ao comércio internacional, às exigências sanitárias, à sustentabilidade e à segurança alimentar impactam diretamente o setor. A presença do professor Marcos Jank agrega uma visão estratégica que complementa toda a programação técnica do Simpósio”.

SBSS

Foto: Andressa Kroth/UQ Eventos

As inscrições já estão disponíveis no site, acesse clicando aqui. O investimento do segundo lote, até o dia 30 de julho, é de R$ 750 para profissionais e R$ 450 para estudantes. O valor para participar somente da 17ª Brasil Sul Pig Fair é de R$ 100. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias, órgãos públicos e grupos universitários terão condições diferenciadas.

Tecnologia e negócios

Realizada simultaneamente ao Simpósio, a 17ª Brasil Sul Pig Fair reunirá empresas dos segmentos de sanidade, genética, nutrição, equipamentos, ambiência, tecnologia e serviços voltados à suinocultura.

O espaço será destinado à apresentação de lançamentos, soluções inovadoras e fortalecimento do networking entre empresas, profissionais, pesquisadores e produtores, ampliando as oportunidades de negócios e troca de experiências durante o evento.

Programção geral

•  18º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

•  17ª Brasil Sul Pig Fair

Terça-feira (11)

WORKSHOP: GESTÃO DE PROGRAMAS SANITÁRIOS NA SUINOCULTURA

9h00 – Módulo 1: A base de qualquer programa

• Conceitos de Bactericida e Bacteriostático

• Por que pensar em Farmacodinâmica e Farmacocinética

• Interações e associações de drogas antimicrobianas

Palestrante: Everson Zotti

9h40 – Módulo 2: Inteligência Sanitária e Diagnóstico

• Entendimento do conceito e desafio sanitário: qual é o meu desafio?

• Diagnóstico de rotina e análise de dados (isolamento, antibiograma, MIC)

• Aprendizado com falhas diagnósticas

Palestrante: Edison Magalhães

10h20 – Módulo 3: Desenhando Programas Factíveis

• Crítica aos protocolos de “amplo espectro”

• Impactos do uso imprudente de antimicrobianos

• O que realmente é necessário para resolver o problema

Palestrante: Augusto Heck

11h00 – Módulo 4: Farmacoeconomia e Monitoramento

• O programa que cabe no bolso (Análise de ROI)

• Como monitorar a efetividade do tratamento

• Tecnologias para detecção precoce de falhas

Palestrante: Luiz Carlos Giongo

11h30 – Mesa Redonda

13h30 – Abertura da Programação Científica

Painel Produção – A BASE

13h40 às 14h10 – Primíparas: Gestão Estratégica e Longevidade

Palestrante: Rafael Ulguim

14h15 às 14h45 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Sanidade)

Palestrante: Paulo Eduardo Bennemann

14h50 às 15h20 – Fluxo Produtivo: Da Matriz ao Abate (Visão da Nutrição)

Palestrante: Cesar Augusto Pospissil Garbossa

15h25 às 15h55 – Mesa Redonda

16h00 às 16h30 – Coffee break

16h30 às 17h10 – O Futuro da Proteína Suína

Palestrante: Luis Rua

17h10 às 17h30 – Perguntas

17h30 – Solenidade de Abertura Oficial do SBSS

18h30: Palestra de Abertura: A Nova Geopolítica dos Alimentos: Impactos nas proteínas animais e na suinocultura.

Palestrante: Marcos Jank

20h00: Coquetel de Abertura na PIG FAIR

Quarta-feira (12)

Painel Biovigilância – Gestão Integrada

08h00 às 8h40: Biomanagement e Defesa Sanitária: Estratégias de Mitigação

Palestrante: Jordi Baliellas Capdevila

08h45 às 09h15: Vigilância e controle de Vetores: Roedores e Insetos como disseminadores de Patógenos

Palestrante: Alisson Mezzalira

09h20 as 09h50 – Mesa Redonda

09h50 às 10h20: Coffee Break

Painel Alimentação – Desafios e Oportunidades

10h20 às 10h50 – Eixo Imuno-Nutricional: Programação Metabólica da Matriz ao leitão

Palestrante: Jose Soto

10h55 às 11h25 – Imunonutrição: Estratégias Não Farmacológicas para a Resiliência Sanitária

Palestrante: Andres Gomez

11h30 às 12h00: Vigilância Analítica e Gestão de Micotoxinas: Estratégias para Blindar a Performance e a Sanidade

Palestrante: Ricardo Rauber

12h00 às 12h30 – Mesa Redonda

12:30 às 14h00 – Intervalo para almoço

12h30 às 13h30 – Eventos Paralelos

Painel Sanidade – Saúde Respiratória

14h00 às 15h00 – Erradicação de M. hyopneumoniae: Protocolos de Exposição, Estabilização e Eliminação

Palestrantes: Gustavo Silva e Paul Yeske

15h00 às 15:30 – Sincronia Sanitária: O Impacto da Aclimatização de Leitoas na estabilidade do plantel

Palestrantes: Luciano Brandalise

15h30 às 16h00: Coffee Break

16h00 às 16h40 – Influenza em Foco: Impactos e alternativas de controle

Palestrante: Ricardo Yuti Nagae

16h45 às 17h25 – Ambiência 4.0: Conectividade, Bem-Estar e Eficiência Energética na Suinocultura

Palestrante: Lederson Trindade de Lima

17h35 às 18h00 – Mesa Redonda

18h30 às 19h30 – Evento Paralelo Exclusivo (MSD)

20h00: Happy Hour na PIG FAIR

Quinta-feira (13)

08h30 às 09h10 – Alimentação de Precisão: Sensores, Conectividade e Eficiência Nutricional

Palestrante: Bruno Silva

09h10 às 09h30 – Perguntas

9h30 às 10h00 – Coffee Break

Painel Pessoas – Gestão e Performance

10h00 às 10h30 – Percepção vs. Realidade: Comunicação Estratégica para Mitigar Erros e Maximizar Resultados

Palestrante: Creici Lamonato

10h35 às 11h05 – Capital Humano e Sucessão: Preparando a Próxima Geração e as Equipes de Alta Performance

Palestrante: Rogério Facin

11h10 às 11h40 – O Apagão de Mão de Obra e o Desafio da Qualificação

Palestrante: Anderson Queirós

11h45 às 12h15 – Mesa Redonda

12h15 – Sorteio de brindes e encerramento

Fonte: Assessoria Nucleovet
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