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Importante certificação da Katayama Alimentos reforça compromisso com o consumidor

A conquista da importante Certificação BRCGS demonstra o comprometimento da empresa em fornecer ovos saudáveis e seguros para consumo

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Foto: Assessoria

A alta qualidade dos alimentos fornecidos pela Katayama Alimentos, uma das principais indústrias avícolas do País, foi atestada, em março deste ano, pela Certificação Brand Reputation through Compliance (BRCGS) para os processos de produção dos ovos in natura (com casca) e ovos líquidos pasteurizados, o que comprova o compromisso e o respeito da empresa por seus consumidores.

A Katayama Alimentos é a primeira indústria do segmento de avicultura de postura, no Brasil, a obter o certificado para os ovos in natura, indicando, com esse diferencial, que os ovos que chegam à mesa do consumidor não são todos iguais, e que, portanto, é preciso estar atento à procedência dos alimentos a serem consumidos.

Para se obter a Certificação BRCGS é preciso comprovar que o alimento foi produzido a partir de rigorosos padrões de higiene, qualidade e segurança. A norma prevê que a indústria tenha uma estrutura predial, maquinários, equipe de colaboradores treinados e outras exigências que garantam um sistema robusto de segurança de alimentos, livres de contaminações (físicas, químicas e biológicas) que possam causar danos à saúde.

“O certificado corrobora que utilizamos processos seguros de produção e de gerenciamento da qualidade dos produtos para atender às exigências dos clientes e às obrigações de proteção à saúde do consumidor”, afirma Camila Cuencas, Gestora de Operações Industriais da Katayama Alimentos.

 

Sobre a certificação

Criada em 1998, a Certificação BRCGS é reconhecida mundialmente e tem aprovação de importante órgão internacional, a GFSI (Global Food Safety Initiative), que cria programas de padrões de segurança na área alimentar. Por isso, a certificação é exigida por varejistas, empresas de serviços alimentares e fabricantes de alimentos em todo o mundo.

Pioneira no País a obter essa importante certificação para os ovos in natura, a Katayama Alimentos investiu fortemente no aprimoramento de seu sistema produtivo e na capacitação de profissionais, em um processo que durou mais de um ano. “Esta conquista reforça nosso compromisso de crescer de forma sustentável e trabalhar continuamente para oferecer produtos saudáveis aos consumidores no Brasil e no exterior”, destaca Camila.

Fonte: Assessoria
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Vetanco anuncia reforço para a temporada 2022 da Female Futsal

O clube é recordista em títulos nacionais

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Foto: Divulgação

Colaborar com a consolidação do esporte como um meio de inclusão social e atuar na concretização de sonhos são os motivos que levaram a Vetanco, laboratório multinacional com a filial brasileira situada em Chapecó/SC, a firmar parceria com a Associação Female Futsal, referência na formação de atletas e na gestão do futebol feminino de futsal do município catarinense.

A Vetanco anunciou, neste mês de janeiro, reforço para a temporada 2022 do clube. O incentivo vem através da Lei nº 11.438/06, mais conhecida como Lei de Incentivo ao Esporte, que permite que recursos provenientes de renúncia fiscal sejam aplicados em projetos das diversas manifestações desportivas e paradesportivas realizados em todo o território nacional.

De acordo com Douglas Azevedo “Alemão”, fisioterapeuta integrante da Comissão Técnica da Female Futsal, o apoio proveniente desta parceria com a Vetanco é essencial para a continuidade do trabalho desenvolvido pela Associação Female, desde a manutenção da casa de atleta até a realização dos projetos sociais. “Os custos com as atletas são cada vez maiores. Além disso, queremos resgatar esses projetos sociais, com o objetivo de levar algo a essas meninas carentes”, revela.

“A Female Futsal forma atletas porque trabalha degrau: projeto social, base e formação”, explica o fisioterapeuta. Nos projetos sociais, a associação procura oferecer, sem custo, os materiais necessários às meninas atendidas como, por exemplo, o uniforme.

Já no rendimento, com a maior visibilidade do futebol feminino, no futsal o custo das atletas também aumentou. “Para tornar o clube competitivo, além de formarmos atletas, existe a necessidade de atletas com um nível mais alto; elas vêm da região e de outros estados brasileiros e a Female oferece estadia, alimentação. Parceiras como a Vetanco nos ajudam das duas formas: tanto a trazer um rendimento, de novo, mais forte ao clube como a conseguir resgatar os projetos sociais”, explica Alemão.

 

O protagonismo delas

Diretora Administrativa da Vetanco, Daiane Cristina de Moura Müssnich destaca o protagonismo cada vez maior das mulheres. “Para a Vetanco, o esporte aproxima as pessoas, gera integração, incentiva o cuidado com a saúde e a formação do ser humano. E a Vetanco, ao apoiar a Female, está incentivando essa participação ativa das mulheres nas diversas instâncias da vida, sendo o esporte uma delas”, ressalta.

Coordenador de Comunicação da Vetanco, Neimar Grando explica a escolha da Associação Female Futsal. “São duas marcas campeãs, com sede em Chapecó, trabalhando em prol desses objetivos, pensando nas questões sociais por meio do esporte”, comenta.

Os projetos sociais desenvolvidos pela Associação Female de Futsal atende meninas a partir dos nove anos, dos bairros mais carentes do município. Além disso, há uma gama de profissionais envolvidos com o clube, como fisioterapeutas, nutricionistas, fisiologistas, entre outros, o que impacta o sustento de várias famílias chapecoenses.

O time, que completa 36 anos de fundação em fevereiro, reúne em sua trajetória inúmeras conquistas: por três vezes, tornou-se Campeão Mundial Copa das Nações e Campeão da Libertadores; seis vezes Campeão da Liga Nacional; sete vezes Campeão da Taça Brasil e nove vezes Campeão Catarinense. O clube é recordista em títulos nacionais.

Fonte: Assessoria
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Empresas Recomendação do especialista

Associação de medicamentos pode acelerar tratamento dos bovinos, mas é preciso acompanhamento de especialista

O uso associado de medicamentos é geralmente indicado quando há doença infectocontagiosa

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Divulgação Syntec

“Não existe infecção sem inflamação. Nesses casos, para evitar ainda mais prejuízos à saúde do gado e aos pecuaristas, a associação de antibióticos e anti-inflamatórios pode ser uma solução eficaz para o bom manejo sanitário dos animais”, esclarece o médico veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos para Grandes Animais da Syntec do Brasil.

O especialista alerta que o uso de medicamentos associados deve ser recomendado e acompanhado por um médico veterinário. “É preciso entender o real problema do animal, o que é necessário para reestabelecer sua saúde rapidamente, evitando que ele fique muito tempo em tratamento. Para isso, é necessário acompanhamento profissional que garantirá o melhor tratamento do gado”.

Thales Vechiato explica que o uso associado de medicamentos é geralmente indicado quando há doença infectocontagiosa. “A função do antibiótico é eliminar bactérias e do anti-inflamatório agir na dor e na causa da inflamação. Juntos, eles proporcionam alívio e tratamento eficaz, ajudando na rápida recuperação dos bovinos”.

Outro ponto de atenção indicado pelo veterinário da Syntec refere-se ao tempo de uso dos medicamentos, principalmente no caso dos anti-inflamatórios. Vechiato assinala que há princípios ativos específicos para cada tipo de problema. “Quando você tem um desafio sanitário que deve ser tratado imediatamente e que não virou infecção, indicamos o uso de Dexametasona, princípio ativo que age rapidamente na inflamação e na dor. Já quando a inflamação está instalada – por exemplo, o animal está mancando – pode ser usado Diclofenaco. Mas quando o tratamento precisa ser maior, de 5 a 7 dias, aí a recomendação é o uso de Meloxicam, que reúne ativos que protegem o trato gastrointestinal. Na Syntec, oferecemos amplo portfólio de medicamentos anti-inflamatórios e antibióticos para grandes animais, mas lembramos sempre da importância do acompanhamento de um veterinário para o melhor resultado do tratamento”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Sem “boia”, não existe carne premium

Dieta adequada garante 1kg de carcaça por dia e mínimo de 3mm de deposição de gordura subcutânea (EGS) no gado meio-sangue Angus x Nelore

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Agropecuária Maragogipe, Itaquirai/MS, Wilson Brochman – Foto Eduardo Rocha

O consumo de carne de qualidade no Brasil aumentou 20% nos últimos dez anos, tendência também observada nas exportações de cortes premium. Segundo informações do programa Carne Angus Certificada, os embarques cresceram 21%, com quase 693 toneladas de equivalente-carcaça.

E quando se trata de carne de qualidade, a principal raça utilizada, hoje, é o Aberdeen Angus, taurino de origem britânica reconhecido por imprimir maior marmoreio – aquela gordura entremeada responsável por proporcionar sabor, suculência e maciez na carne.

O problema é que essa raça não é adaptada ao clima tropical brasileiro, por isso a solução encontrada pelos pecuaristas é fazer o cruzamento industrial com o zebuíno Nelore, que é mais rústico e representa 80% do rebanho bovino nacional.

Esse “casamento por interesse”, como brincam os pecuaristas adeptos desse cruzamento, tornou-se um sucesso porque viabiliza a produção de cortes premium em grande escala para saciar o apetite de uma gama de consumidores exigentes que não para de crescer dentro e fora do País.

Porém, um plano nutricional deve ser bem conduzido para garantir a máxima produtividade, precocidade e rentabilidade dos animais. O doutor em Zootecnia e supervisor técnico comercial da Premix e Agrocria Nutrição Animal, no estado de Goiás, Flávio Henrique Vidal Azevedo, explica que o objetivo deve ser o ganho de 21@ para machos com até dois dentes (idade entre 18 e 28 meses) e 16@ para fêmeas até 4 dentes (idade entre 24 e 31 meses).

“Tratando-se de um novilho, a meta é que ele ganhe 7@ na desmama, 7@ na recria e outras 7@ durante a fase de engorda”, resume Flávio Henrique. O investimento compensa. Com base na cotação da arroba no valor de R$ 300,00, a premiação dos frigoríficos para um garrote de 21@ pode variar entre R$ 315 e R$ 945,00 a mais por cabeça, dependo do grau de sangue Angus envolvido no acasalamento.

 

 

Metas nos ciclos de produção

Para chegar naquele peso de carcaça, é imprescindível uma desmama entre 220 e 240 kg nos machos e de 210 a 230 kg nas fêmeas, aos 240 dias, então, o especialista recomenda o uso de creep-feeding ou creep-grazing. Igual cuidado deve ser tomado na recria, pelo fato dos bezerros serem, normalmente, desmamados na estação seca do ano, quando o capim perde qualidade.

Na recria, a meta são mais 7@, entre 330 e 360 dias, resultado que pode ser alcançado em três etapas. Nos primeiros 150 dias pós-desmame, o animal precisa ganhar 1,75@. Isso é conseguido com o fornecimento de suplemento proteico-energético, como o Protene, na ordem de 0,3 a 0,5% do peso vivo.

A próxima etapa ocorre já no período chuvoso e visa, em 120 dias, o ganho de mais 3,8@, com ajuste do pasto e o fornecimento 0,1 a 0,15% do peso vivo de um bom suplemento proteico ou até mesmo de um sal mineral aditivado adensado (consumo de 0,05% do peso vivo).

Os 60 dias finais da fase de recria marcam a terceira etapa, quando ocorre a transição de estação, onde, apesar de verde, o capim já florou, perdendo valor nutricional. Neste momento, o doutor em Zootecnia sugere entrar com um proteico-energético (0,3% do peso vivo) para obtenção da 1,5@ restante. A recria é um ótimo momento para diluir o ágio pago nos bezerros adquiridos de terceiros, pois é quando os animais apresentam máxima eficiência alimentar.

“É comum haver negligência na fase de recria porque existe uma cultura errada de que é possível recuperar peso na engorda intensiva, no entanto, se a recria não atinge a meta de 7@ em 330 ou 360 dias, fica difícil gerar o retorno econômico desejado”, adverte o doutor em Zootecnia e supervisor técnico comercial da Premix e Agrocria.

Por fim, na engorda, o objetivo é imprimir as 7@ finais em apenas 90 a 120 dias, com acabamento de carcaça mínimo de 3mm de gordura. Atualmente, as técnicas mais populares na terminação são a TIP (Terminação Intensiva a Pasto) e o confinamento com grão inteiro de milho.

 

Protocolos de engorda

Na TIP, o consumo de concentrado varia de 1,8 a 2% do peso vivo do animal e o restante da dieta é pasto. As principais desvantagens resumem-se à escassez de capim de qualidade na estação seca e a logística necessária no preparo e transporte do concentrado até o cocho ou, ainda, a compra de ração pronta, elevando os custos de produção.

O confinamento com grão inteiro, também chamado de alto grão, é uma tecnologia interessante pela facilidade de implementação.

Sucesso nos Estados Unidos desde a década de 1970, ela foi adaptada para uso com o milho brasileiro em 2009, por meio da Premix e Agrocria, em parceria técnica com a Universidade Federal de Goiás (UFG).

Após uma adaptação de 16 dias, que pode ser feita com pasto ou qualquer outro volumoso, basta fornecer, direto no cocho, na proporção de 85% de milho grão inteiro e 15% do suplemento Engordin Grão inteiro 38, uma quantidade que varia de 2 a 2,3% do peso vivo.

“A principal vantagem é que essa é uma dieta de oportunidade. Ela permite rapidez da tomada de decisão e ganhos de carcaça similares aos obtidos no confinamento convencional”, afirma Flávio Henrique.

Segundo ele, a desvantagem é que está sujeita às oscilações na cotação do grão, mas tanto ela quanto a TIP são capazes de garantir mais de 1kg de carcaça/dia e entregar cobertura de gordura superior a 3 mm.

 

 

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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