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Importadores mantêm ritmo positivo nos embarques de frangos

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Os principais importadores de carne de frango do Brasil mantiveram níveis positivos nos embarques de setembro e evitaram uma forte queda diante da greve dos fiscais federais agropecuários, aponta a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). 
Um dos destaques, segundo a ABPA, é a China, que apresentou elevação de 33% em relação ao mês de setembro de 2014, com total de 26,8 mil toneladas exportadas.  
No Oriente Médio, a Arábia Saudita (maior importador de frangos do Brasil) e os Emirados Árabes Unidos (quinto maior) também contribuíram para o resultado praticamente estável registrado no saldo do mês.  Para o mercado saudita foram exportadas 63,2 mil toneladas em setembro, volume 10% maior em relação ao mesmo mês de 2014.  Para os Emirados Árabes, foram exportadas 23,7 mil toneladas, número 7% superior segundo o mesmo período comparativo.
Países com importações menores também estão se destacando dentre os mercados para a carne de frango do Brasil.  É o caso da Coreia do Sul, para onde foram 6,5 mil toneladas – dado 64% maior em relação ao nono mês do ano passado.  O crescimento dos embarques para o México foi ainda maior, de 102%, com 3 mil toneladas.
“Os volumes embarcados para os principais importadores seguiram positivos, e ajudaram a reduzir os impactos da greve dos fiscais”, destaca o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra.
Conforme os dados da ABPA, durante setembro houve um decréscimo de 0,5% nos volumes totais embarcados pelos exportadores de carne de frango (considerando frango inteiro, cortes, embutidos, processados e salgados) em relação ao mesmo mês em 2014, totalizando 366,4 mil toneladas. No resultado em reais, houve crescimento de 35,8% em relação ao resultado obtido em setembro de 2014, chegando a R$ 2,3 bilhões.  Na receita em dólares, entretanto, foi registrada redução de 18,9%, com US$ 592 milhões.
Entre os mercados que apresentaram retração, Hong Kong decresceu 26%, com total de 19,4 mil toneladas embarcadas no mês.  Angola também apresentou queda, de 67%, atingindo 3,6 mil toneladas.
No acumulado do ano, as exportações brasileiras de carne de frango cresceram 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com total de 3,186 milhões de toneladas.   Houve forte elevação na receita em reais, com total de R$ 17,3 bilhões, número 26,6% superior ao alcançado no mesmo período de 2014.  Já no desempenho em dólares, foi registrada queda de 9,1%, com total de US$ 5,4 bilhões.
Considerando os destinos das exportações promovidas entre janeiro e setembro, os embarques para o Oriente Médio atingiram 1,153 milhão de toneladas, volume 11% superior ao obtido no mesmo período de 2014.  O ritmo também foi positivo nas exportações para Ásia, com saldo 4,3% superior em relação ao ano anterior, chegando a 918,9 mil toneladas.  
Para África, foram exportadas 385,5 mil toneladas (+1,2%). Quarto maior destino dos embarques brasileiros, a União Europeia importou 296,8 mil toneladas (-4,2%). Em ritmo crescente, as exportações para os países das Américas chegaram a 266,4 mil toneladas (+1,6%).  Por fim, para a Europa Extra-União Europeia (que contempla a Rússia) foram embarcadas 105,1 mil toneladas (+17,9%) e para a Oceania, 1,7 mil toneladas (+14,7%).
“Estas diminuições pontuais não afetarão o cenário positivo projetado para o setor em 2015, que deverá crescer em níveis superiores a 3%”, detalha o vice-presidente de aves da ABPA, Ricardo Santin.
Na avaliação de desempenho por produto, os embarques de cortes totalizaram 1,864 milhão de toneladas entre janeiro e setembro de 2015, resultado 14,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.  Já as exportações de frango inteiro atingiram 1,019 milhão de toneladas (-5,6%). De carnes salgadas foram exportadas 128,9 mil toneladas (-6,7%), de industrializados, 115,3 mil toneladas (-1,4%) e de embutidos, 57,6 mil toneladas (-24,1%).

Fonte: ABPA

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Avicultura Grãos secos por destilação

Agroindústrias e fabricantes de rações do Paraná buscam informações sobre DDG

FS Bioenergia e Sindiviapar realizam DDG Day em Cascavel, no Paraná, para tratar de informações de mercado, tecnologias e inovações na área da nutrição animal.

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Foto: Shutterstock

Em meio à crescente demanda por insumos, os DDGs – Dry Distillers Grains (grãos secos por destilação) apresentam-se como alternativa para nutrição animal. Os DDGs estão chamando a atenção de grandes fábricas de rações e agroindústrias de aves do Paraná, Estado que mais produz carne de frango no Brasil e responsável por aproximadamente 40% das exportações brasileiras.

No fim do mês de maio, o município de Cascavel sediou o evento DDG Day, que reuniu especialistas para falar sobre a disponibilidade e o uso de Dry Distillers Grains — ou grãos secos de destilaria – para a nutrição animal. Promovido pela FS, indústria brasileira de etanol de milho, nutrição animal e energia, e pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), o DDG Day reuniu cerca de 50 pessoas entre representantes de mais de 30 fábricas de ração do Estado do Paraná, técnicos e profissionais da área de produção de proteína animal.

O DDG é um dos produtos derivados da produção de etanol a partir da tecnologia de separação de fibras (FST) do milho. Os grãos resultantes podem ser utilizados na nutrição de bovinos, suínos, aves, peixes e pets, dando uma alternativa ao milho e à soja, já que tem excelente custo-benefício e alto valor nutritivo.

O supervisor comercial da FS, Brian Mike, contou sobre a história da empresa e destacou como os DDGs se apresentam como opção para aumentar o ganho médio diário (GMD) e melhorar a eficiência alimentar. “O DDG é usado nos Estados Unidos há muitos anos. É um alimento premium, com grande valor nutricional e que ainda proporciona redução de custo para os produtores de proteína animal”, resume Mike.

O diretor Executivo do Sindiavipar, Inácio Kroetz, pontua que o milho e a soja são os dois ingredientes de maior presença na produção de rações para aves comerciais e representam mais de 70% do custo total da ração. “Considerando que a demanda e produção de carne de frango ainda vai crescer significativamente nos próximos anos, é importante que se encontre alternativas à dependência exclusiva do milho na produção de aves, já que este também está sendo demandado para exportação, produção de óleo e etanol, além da produção de proteína de outras espécies animais e para consumo humano”, diz.

Kroetz destaca que a entidade já vem divulgando e apoiando o uso de produtos alternativos ao milho para ração animal, por meio do programa Paraná Cereais de Inverno e 2ª Safra (PR-CEIN2), que incentiva a produção de cereais como o triticale, a aveia granífera e o sorgo granífero. “O aproveitamento de parte do milho industrializado na forma de DDG é uma opção promissora para diversificar as opções de matéria prima para ração, principalmente quando avaliamos o valor nutritivo deste material”, pontua.

DDG para nutrição animal

Durante o evento, o doutor em Zootecnia da Universidade de Minnesota (EUA), Gerard Shurson, apresentou um histórico dos DDGs no Brasil e no mundo. Ele também falou sobre a nutrição de precisão e a formulação de ração com múltiplos objetivos.

Os professores da Universidade Federal de Viçosa, Horacio Rostagno e Ideraldo Luiz Lima revelaram as conclusões de uma avaliação feita em frangos de corte alimentados com diferentes níveis de um tipo de DDG produzido e comercializado no Brasil. A pesquisa levou em consideração o valor de energia metabolizável e a digestibilidade de aminoácidos nas aves. Para levar informações sobre DDG para produtores, profissionais de Zootecnia e de áreas correlatas, a FS pretende promover outros encontros similares ao longo do ano.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse gratuitamente a edição digital Avicultura – Corte & Postura.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura Troféu Imprensa

Instituto de Ovos Brasil homenageia Jornal O Presente Rural durante SIAVS 2022

Prêmio é um reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelo veículo de comunicação para levar informações ao setor produtivo.

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Diretor de Comunicação e Marketing de O Presente Rural, Selmar Franck Marquesin, recebeu o prêmio das mãos do diretor da Aves da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo, Nélio Hand, e do presidente do IOB, Edival Veras - Foto: Divulgação

O Jornal O Presente Rural foi homenageado em cerimônia realizada, nesta quarta-feira (10), durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), que acontece no Parque Anhembi, na cidade de São Paulo (SP).

O Troféu Imprensa é um reconhecimento do Instituto de Ovos Brasil (IOB) pelo trabalho desenvolvido pelo veículo de comunicação para levar informações ao setor produtivo.

O diretor de Comunicação e Marketing do Jornal O Presente Rural, Selmar Franck Marquesin, recebeu o prêmio das mãos do diretor da Aves da Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo, Nélio Hand, e do presidente do IOB, Edival Veras, destacando sua importância. “É uma honra ter recebido esse prêmio, nos sentimos muito lisonjeados com esse reconhecimento do Instituto de Ovos Brasil, entidade que atua para esclarecer a população sobre as propriedades nutricionais do ovo e os benefícios que este alimento proporciona à saúde, além de desfazer mitos sobre seu consumo. Buscamos constantemente levar conhecimento através das páginas do Jornal O Presente Rural ou das nossas plataformas digitais, com informações relevantes ao setor e esse prêmio mostra o reconhecimento do nosso trabalho, desempenha com ética e profissionalismo para contribuir com o desenvolvimento de todos os elos da cadeia produtiva”, ressaltou.

A programação do SIAVS 2022 segue até esta quinta-feira (11), com a Feira de Negócios e palestras.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura

Mídias sociais como instrumento de comunicação e conexão com produtores rurais

Hoje os consumidores querem conteúdo que dialogue com suas experiências de vida. A tendência é que as empresas demonstrem cada vez menos conteúdos corporativos e estejam cada vez mais em sintonia com a realidade do seu público, por meio de histórias empáticas

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Foto: Arquivo/OP Rural

Com a popularização da internet a partir dos anos 2000, outro tipo de serviço de comunicação e entretenimento começou a ganhar força: as mídias sociais. No meio rural as mídias digitais já têm seu espaço no dia a dia e nos negócios das propriedades. É o que mostra a 8ª Pesquisa Hábitos do Produtor Rural, encomendada pela Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio (ABMR&A) e executada pela IHS Markit, que ouviu 3.048 produtores em 16 estados brasileiros. “Nunca o conteúdo foi tão importante nas mídias digitais”, aponta a pesquisa. O levantamento comprova a relevância do Whatsapp como meio de comunicação digital. Nada menos do que 76% dos produtores usam a plataforma para realizar negócios.

Segundo o relatório “Digital 2021: Global Overview” de outubro, produzido pela agência internacional We Are Social, em parceria com a Hootsuite, atualmente no Brasil o número total de usuários das mídias sociais é de 150 milhões de pessoas, ou seja, 70,3% da população total. Houve um acréscimo de 10% na população total quando comparado aos dados de 2020. O Brasil também ocupa o terceiro lugar no ranking de populações que passam mais tempo nas mídias sociais, com uma média diária de 3 horas e 31 minutos, atrás apenas de Filipinas (3h53) e Colômbia (3h45). Nesse quesito, a média mundial é de 2 horas e 24 minutos de uso por dia.

Com estes dados é inquestionável a relevância das mídias no dia a dia dos brasileiros. Dentro deste contexto as empresas também passaram a atuar com mais frequência, entendendo que internet aproxima as empresas dos consumidores e a comunicação se torna imediata. Para isso, alguns pontos precisam ser levados em consideração em relação a comunicação. Hoje os consumidores querem conteúdo que dialogue com suas experiências de vida. A tendência é que as empresas demonstrem cada vez menos conteúdos corporativos e estejam cada vez mais em sintonia com a realidade do seu público, por meio de histórias empáticas que tragam significado para os mesmos.

A internet segue evoluindo, e assim as mídias sociais buscam cada dia mais melhorar suas experiências com os usuários. Há uma forte tendência de aumento da adesão e tempo gasto nas redes sociais, mesmo no Brasil, onde temos um público muito conectado e atuante. Assim, as empresas precisam estar preparadas para criar conexão com o público do campo, que está cada vez mais aberto a ouvir através dos canais de mídias sociais.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor avícola acesse gratuitamente a edição digital Avicultura – Corte & Postura.

Fonte: Por Larissa Spricigo, médica-veterinária e diretora da Comunica Agro
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