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Importações de soja da China caem em setembro com menor demanda por ração animal

Importações caíram 13,5% na comparação com o mês anterior

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja pela China em setembro caíram em 13,5% na comparação com o mês anterior, mostraram dados alfandegários nesta segunda-feria (14), à medida que uma epidemia de peste suína africana reduziu o rebanho chinês de porcos e reduziu a demanda por farelo de soja.

A China, maior mercado do mundo para soja, comprou 8,2 milhões de toneladas da oleaginosa em setembro, ante 9,48 milhões no mês anterior, segundo os dados da Administração Geral de Alfândegas.

Ainda assim, o número ficou acima dos 8,01 milhões de toneladas em mesmo período do ano passado, com importadores aumentando as compras de grãos do Brasil devido a preocupações com a falta de oferta em meio à guerra comercial entre EUA e China.

“O volume de soja esmagada em setembro foi relativamente pequeno, uma vez que as margens de moagem e a demanda por soja caíram devido à peste suína africana”, disse Xie Huilan, analista da Cofeed, empresa de relatórios agrícolas.

O rebanho suíno chinês caiu 38,7% em agosto na comparação com um ano atrás, segundo dados publicados pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais no início de setembro. Mas muitos na indústria acreditam que o impacto pode ser ainda maior que o mostrado nos dados oficiais.

“Os números ficaram dentro de nossa expectativa, uma vez que processadores aumentaram as importações de alguns grãos da América do Sul em agosto, principalmente por preocupações de que as negociações comerciais (EUA-China) poderiam não ir bem”, disse a analista Monica Tu, da consultoria Shanghai JC Intelligence.

Nas últimas semanas, importadores chineses realizaram mais compras de soja dos EUA, após o governo chinês ter aplicado exceções (‘waiver’) sobre suas tarifas extras, em parte como um gesto de boa vontade antes das negociações entre os dois países.

O presidente norte-americano Donald Trump disse na sexta-feira (11) que a China concordou em realizar compras de entre 40 e 50 bilhões de dólares em produtos agrícolas dos EUA, uma vez que os dois países fecharam a primeira fase de um acordo para encerrar meses de guerra comercial.

Fonte: Reuters
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Notícias Rio Grande do Sul

Agricultura prorroga prazo para entrega da declaração anual de rebanho

A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19

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Foto: Fernando Dias

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural publicou instrução normativa no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (13) estabelecendo novo prazo para a entrega da declaração anual de rebanho: 31 de outubro. O formulário a ser preenchido e entregue está disponível neste link.

A prorrogação é necessária por causa da pandemia de Covid-19. Para o ano que vem, a Secretaria terá uma estratégia estruturada e outros prazos, de forma a manter o cadastro dentro das necessidades. 

As inspetorias de defesa agropecuária vêm trabalhando para restringir o contato pessoal, com escalonamento de servidores e atendimento remoto por e-mail ou WhatsApp. A orientação é que os produtores dêem preferência a entregar as declarações de rebanho às suas inspetorias locais por estes meios eletrônicos. Os e-mails das IDAs podem ser consultados aqui. O número de WhatsApp de cada inspetoria é o mesmo de seu telefone fixo.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Pesquisa registra aumento expressivo no preço do quilo do suíno no RS

Em comparação a última semana, a cotação teve uma alta de R$ 0,67

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Divulgação

Na primeira semana do mês de julho, o preço pago pelo quilo do suíno vivo no Rio Grande do Sul já havia demostrado sinais de recuperação, tendo um aumento de R$ 0,20 se comparado com a semana anterior.

Nesta segunda-feira (13), a Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul realizada pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), com o apoio da MSD Saúde Animal, Minitube e Choice Genetics, apontou um aumento ainda mais expressivo. Em comparação a última semana, a cotação teve uma alta de R$ 0,67, o que elevou o preço médio pago pelo quilo do suíno vivo para R$ 5,31.

A cotação desta semana se aproxima dos valores registados nas primeiras semanas de março, antes das quedas e quando os preços ainda estavam em alta no Estado gaúcho.

O primeiro vice-presidente da ACSURS, Mauro Antonio Gobbi, explica que a retomada dos preços após as baixas registradas por conta da pandemia do novo coronavírus vem de diversos fatores, entre eles a baixa oferta de suínos no mercado interno, o aumento das exportações e os custos elevados na produção. “Os preços mais elevados são uma forma de recompensar as perdas que os suinocultores tiveram no início da pandemia. Isso vem em uma boa hora e traz novamente rentabilidade para o suinocultor”, frisa.

A pesquisa também apontou o preço da saca de 60 quilos do milho que está custando em média R$ 47. Já o preço da tonelada do farelo de soja (preço da indústria – FOB) é de R$ 1.785 para compras à vista e no prazo (30 dias) é de R$ 1.800.

Agroindústrias e cooperativas

O preço médio na integração apontado pela pesquisa é de R$ 4,18. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora: R$ 4,20 (base suíno gordo) e R$ 4,20 (base leitão de 6 a 23 quilos); Cosuel/Dália Alimentos R$4,15; Cooperativa Languiru R$ 4,12; Ouro do Sul R$ 4,41; Alibem R$ 4,10; Adelle Foods R$ 4,20 e Pamplona R$ 4,20.

Fonte: Assessoria ACSURS
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Notícias Sanidade

Frigoríficos avícolas gaúchos investem no combate a pandemia

Ações de combate a pandemia no setor também merecem destaque

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Arquivo/OP Rural

Mesmo com a notoriedade que os frigoríficos vêm tendo em relação aos casos de contaminações por covid-19, é de extrema importância que também seja de total conhecimento os investimentos para combater a pandemia que o setor avícola vem destinando nestes últimos três meses e meio.

Estes investimentos atingiram neste período a faixa de R$ 28 milhões voltados a aquisições de EPI’s (luvas, máscaras, faces hields, botas, aventais de proteção, suprimentos como álcool gel e líquido que já ultrapassam a quantidade de 25 mil litros), adequações físicas (anteparos refeitórios, vestiários), milhares de testes de covid-19, consultorias para validação de protocolos de saúde e outros serviços, vacinas contra gripe e adequação e contratação de transportes.

“Estamos dedicando todos os esforços para combater a pandemia em nossas indústrias e, certamente, os reflexos destes investimentos  evitaram uma maior propagação do vírus e propiciaram maior segurança dentro dos estabelecimentos industriais”, comenta Eduardo Santos, executivo da Asgav/Sipargs.

A ASGAV, também por meio de comunicação externa, procura alertar as pessoas quanto aos cuidados e procedimentos nos horários extra jornada.

Para Santos, os frigoríficos avícolas geram atividades em larga escala e produzem alimentos em larga escala, não podendo ser considerados como disseminadores da covid-19. A responsabilidade que vem sendo combatida a pandemia no setor, certamente está evitando um crescimento ainda maior de contaminações. Segundo o executivo, as indústrias avícolas priorizam a vida e a segurança das pessoas e daqueles que estão juntos no desenvolvimento do setor, ajudando na produção de alimentos para milhares de famílias no Brasil e no exterior.

Fonte: Assessoria
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