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Notícias Mercado

Importações de soja brasileira pela China disparam 51% em setembro

No total, a China trouxe 9,8 milhões de toneladas de soja de todas as origens no mês de setembro

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Claudio Neves

As importações de soja do Brasil pela China aumentaram 51,4% em setembro em relação ao ano anterior, mostraram dados no domingo (24), à medida que as cargas compradas anteriormente passaram pela alfândega. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 7,25 milhões de toneladas da oleaginosa do Brasil em setembro, ante 4,79 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, segundo a Administração Geral da Alfândega.

Os esmagadores chineses encomendaram grandes volumes de grãos brasileiros anteriormente, com margens elevadas pela forte demanda para ração, enquanto o plantel suíno chinês se recupera do impacto de um surto de peste suína africana.

No total, a China trouxe 9,8 milhões de toneladas de soja de todas as origens no mês de setembro, um aumento de 19% em relação ao ano anterior.

A China importou 1,17 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos em setembro, queda de 32,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando chegaram os carregamentos feitos durante uma trégua na disputa comercial EUA-China.

Espera-se que as importações gerais diminuam nos próximos meses, disseram analistas e traders, à medida que os embarques do Brasil se reduzem, com os brasileiros na entressafra.

Os estoques de soja na China caíram para 7 milhões de toneladas na semana de 18 de outubro, após atingirem um pico próximo a 8 milhões de toneladas no início de setembro.

Os estoques de farelo de soja da China estavam em 937,9 mil toneladas, abaixo do recorde de 1,27 milhão de toneladas alcançado no início de setembro.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Preço do leite captado em outubro e pago em novembro cai 11 centavos/litro

Redução das cotações no campo esteve mais atrelada à pressão dos canais de distribuição sobre as negociações de lácteos com as indústrias em outubro

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Arquivo/OP Rural

O preço do leite no campo recuou em novembro, interrompendo, portanto, o movimento de alta que vinha sendo verificado desde junho. De acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a “Média Brasil” líquida do leite captado em outubro e recebido por produtores em novembro caiu para R$ 2,0434/litro, baixa de 5,3% (ou de 11 centavos/litro) frente ao mês anterior.

É importante lembrar que os preços do leite no campo são influenciados pelos mercados de spot e derivados, com atraso de um mês nesse repasse de tendência. Assim, o preço do leite captado em outubro que é pago em novembro é influenciado pelo desempenho dos mercados de derivados e spot de outubro.

Por conta da sazonalidade da produção, é esperado que, a partir de outubro, ocorra a desvalorização do leite no campo, uma vez que as chuvas da primavera e do verão elevam a disponibilidade de pastagem. Porém, em 2020, a retomada da produção não tem ocorrido de forma intensa, já que as condições climáticas foram menos favoráveis. Além disso, a elevação dos custos de produção prejudica a atividade. Mesmo assim, nas primeira e segunda quinzenas de outubro, houve maior oferta de leite spot (negociado entre indústrias) em Minas Gerais, de modo que a média mensal caiu 16,8% frente à de setembro/20, indo para R$ 2,23/litro.

Nesse sentido, de acordo com agentes consultados pelo Cepea, a redução das cotações no campo esteve mais atrelada à pressão dos canais de distribuição sobre as negociações de lácteos com as indústrias em outubro. Isso porque o consumo esteve enfraquecido naquele mês, em função dos altos patamares de preços atingidos pelos derivados em meses anteriores. Como consequência, em outubro, houve a diminuição dos preços médios de derivados importantes para a formação do preço ao produtor, como leite longa vida (UHT), muçarela e leite em pó. É importante destacar que, mesmo com estoques enxutos de lácteos, a valorização intensa de vários gêneros alimentícios nos últimos meses tem pesado sobre a decisão de consumo do brasileiro, o que também resulta em maior competição entre redes varejistas para atrair clientes com preços baixos.

Perspectivas

A grande dificuldade para o setor neste final de ano está em equalizar a demanda, sensível aos elevados patamares de preços dos lácteos, com a oferta que deve seguir restrita, já que a ocorrência de La Niña deve impactar negativamente a atividade leiteira nos próximos meses. Além disso, as expressivas altas dos custos de produção (atreladas, sobretudo, à valorização dos grãos) impossibilitam investimentos na atividade, além de já comprometerem as margens dos produtores, visto que ocorrem em um momento muito sensível de redução da receita. Outro agravante para a situação é a valorização da arroba ao longo deste ano, que acaba estimulando o abate de fêmeas. Assim, a produção de leite pode não se recuperar no verão, como em outros anos, o que pode frear o movimento de queda no campo.

Fonte: Cepea
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Notícias Cooperativa

Castrolanda completa 69 anos com faturamento recorde e nova estrutura corporativa

A data também marca a reinauguração da sede administrativa

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Divulgação - Presidente Willem Berend Bouwman em frente a nova sede administrativa em Castro-Pr.

A Cooperativa Castrolanda nesta segunda-feira, 30, completa 69 anos de história. A data remonta a chegada dos primeiros grupos de imigrantes holandeses que vieram ao país e deram início ao desenvolvimento da Cooperativa no Estado do Paraná. Os pilares da fé, educação e cooperação, que compõe o tripé da imigração, tem sido a base e a sustentação para toda Castrolanda.

Ressaltar e perpetuar a nossa cultura é essencial. Ano após ano temos conseguido superar nossas expectativas, além disso, mostramos a importância do agronegócio para a economia brasileira, gerando emprego, renda e fazendo com que as regiões em que atuamos se desenvolvam com sustentabilidade”, destaca o Diretor Presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman.

Nestas quase sete décadas de história, e como resultado de investimentos assertivos e trabalho de cooperados e colaboradores, a Castrolanda tem alcançado resultados expressivos. Neste mês de novembro, pela primeira vez na história, a Cooperativa superou a barreira dos R$ 4 bilhões de faturamento.

“Apesar da pandemia e todas as questões inerentes à Covid-19, tem sido um ano muito bom para o agro e, especialmente, para a gente. Todo esse resultado é fruto do trabalho em conjunto e bases sólidas construídas por nossos pioneiros durante esses anos”, afirma o Diretor Executivo Seung Lee.

Nova Estrutura Corporativa

A estrutura tem um estilo único, com uma mistura de elementos que remetem às construções na Holanda.

A data também marca a reinauguração da sede administrativa, em Castro/PR. Após um ano e nove meses de trabalho, o ambiente foi desenhado com um mix de culturas e texturas com objetivo de reestruturar e melhorar o local, oferecendo acessibilidade e otimizando os espaços.

“O projeto nasceu de um anseio e desejo para que tenhamos um local apropriado e que pudéssemos conectar a imagem da Castrolanda ao mercado. Tenho certeza que atingimos a expectativa, ao entregar um produto muito especial, conectado a história e a essência da Cooperativa”, destaca o Coordenador de Engenharia, Gustavo Viganó.

“Somos movidos por pessoas. Por isso, em todos os ambientes, buscamos levar conforto, bem-estar e funcionalidade dos espaços para os nossos cooperados, colaboradores e parceiros”, ressalta Willem.

Todo o projeto é contemplado por elementos, texturas, design, paisagismo e que estão ligados aos tripé da imigração: fé, educação e cooperação

Fonte: Ass. de Imprensa Castrolanda.
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Notícias Mercado

Semeio da soja avança e preços recuam, mas baixa umidade preocupa

Avanço do semeio de soja na América do Sul pressionou os valores domésticos da oleaginosa na semana passada

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O avanço do semeio de soja na América do Sul pressionou os valores domésticos da oleaginosa na semana passada, de acordo com informações do Cepea. No Brasil, o semeio segue para a reta final, chegando a 79%, segundo dados divulgados pela Conab no dia 23 de novembro.

Porém, o baixo índice pluviométrico preocupa sojicultores, que se ausentam de novas vendas. O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná caiu 1,76% entre 20 e 27 de novembro, indo para R$ 161,1/sc de 60 kg.

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) cedeu 0,8% no mesmo comparativo, indo para R$ 162,31/sc de 60 kg na sexta-feira (27).

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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