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Impactos da climatização na suinocultura

Com as temperaturas altas durante o verão, é essencial adotar estratégias que proporcionem conforto térmico aos animais. Além disso, a climatização adequada contribui para evitar o estresse térmico, que pode impactar negativamente a saúde e o desempenho dos animais.

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Foto: Divulgação/Plasson

Artigo escrito por Diego Palombo, Engenheiro Mecânico, MBA em gestão de projetos e negócios e Gerente Comercial Suinocultura da Plasson do Brasil

Para entendermos sobre a climatização, primeiro precisamos falar sobre a ambiência. Ambiência é o conjunto de condições ambientais em que os suínos vivem. A qualidade do manejo ambiental pode afetar positivamente ou negativamente a produtividade da granja. Um bom ambiente para os suínos inclui:

  • Controle da zona de conforto térmico e acústico.
  • Respeitar os mecanismos fisiológicos e comportamentais dos suínos.
  • Manejar adequadamente todas as fases de produção.
  • Garantir uma boa qualidade do ar e ventilação: temperatura, umidade e volume de vento.

Por que a climatização é importante?

A climatização de galpões para suínos em condições de verão é fundamental para garantir o bem-estar dos animais e a produtividade nas criações. Com as temperaturas altas durante o verão, é essencial adotar estratégias que proporcionem conforto térmico aos animais. Além disso, a climatização adequada contribui para evitar o estresse térmico, que pode impactar negativamente a saúde e o desempenho dos animais. Em alguns modelos de climatização, também há aproveitado para remover os gases que são produzidos internamente nos galpões, principalmente em períodos frios onde há necessidade de fechamento de cortinas e com isso aumenta a concentração dos gases.

Quando pensamos em climatização na suinocultura, estamos falando sobre a capacidade de manter o conforto térmico nos galpões, seja através de aquecimento, resfriamento ou ventilação. Alguns modelos de sistemas de ventilação utilizados são: ventilação natural e ventilação artificial (que pode ser por pressão positiva ou negativa).

A ventilação natural, como o próprio nome diz, trata-se de um modelo natural, sem interferência de equipamentos para fluxo de ar internamente ao galpão, pode ser utilizado cortinas para controle de situações de frio, vento extremo e chuvas.

A ventilação artificial é um sistema que têm influencias de equipamentos para forçar o fluxo de ar internamente aos galpões. Há duas formas:

  • Pressão positiva: Pressão positiva é criado quando a pressão dentro de um espaço é maior do que a pressão externa. Portanto, é o sistema em que os ventiladores forçam (empurram) o ar externo para o interior da instalação, esses ventiladores podem ser posicionados de forma transversal ou longitudinal e podem ter auxilio de nebulizadores para garantir o resfriamento do galpão.
  • Pressão negativa: A pressão negativa é criada quando a pressão dentro de um espaço é menor do que a pressão do ambiente externo. É criado um vácuo interno para passagem do ar. O conceito é gerar uma depressão por meio de um extrator de ar, fazendo-o passar por um sistema de resfriamento evaporativo e assim extrair o calor no verão durante a renovação do ar ambiente e eliminando partículas e gases do seu interior. Galpões com pressões negativas para criação de animais confinados no verão são uma estratégia eficaz para melhorar o conforto térmico dos animais e, consequentemente, aumentar a produtividade.

Nesse texto, iremos dar ênfase ao sistema de ventilação de pressão negativa, que é uma tecnologia que vem sendo muito fomentada no campo com ótimos resultados e com retorno de investimento de curto a médio prazo. Mas, será que existe apenas um projeto para todas as fases? Será que sempre precisaremos da mesma quantidade de equipamentos? Qual seria a solução ideal para quantidade de equipamentos a utilizar?

Execução em fases

Para responder a esses questionamentos, primeiramente é necessário saber que para cada fase do animal existe uma necessidade diferente de conforto térmico e consequentemente projetos diferentes para serem aplicados. Porém, não é somente a variável do tamanho do animal que precisa ser levada em conta no momento da execução de um projeto, é necessário considerar o tamanho do galpão, a densidade dos animais e as condições climáticas locais. Essa abordagem integra o cuidado com a saúde e o bem-estar animal à produtividade, criando um ambiente sustentável e eficiente para a criação.

O maior desafio do sistema está exatamente no local onde também se pode tirar o melhor resultado, na fase de maternidade. Há um grande desafio nessa fase, pois necessita proporcionar conforto térmico para a matriz e para o leitão que têm necessidades térmicas completamente diferentes. Usando um exemplo, uma matriz está confortável em um ambiente de 20ºC, porém o leitão em suas primeiras semanas de vida necessita de temperaturas mais altas, por exemplo aproximadamente entre 30 e 32ºC. Por esse motivo, os projetos precisam ser realizados por especialistas que vão instruir como proporcionar ambiente agradável em cada fase do animal. Na maternidade, é importante que a fêmea se alimente bem para poder produzir quantidade ideal de leite e dessa forma conseguir desmamar leitões com pesos maiores do que em situações de calor, proporcionando o ganho produtivo esperado ao produtor. A fêmea não perde tanto peso e volta com mais estrutura para a fase de gestação, onde também é importante que esteja com ambiente térmico confortável para que não perca o seu desempenho e ainda assim melhore a qualidade gestacional, diminuindo o percentual de retorno de cio e aumentando a quantidade de animais nascidos vivos.

Para cada etapa de produção é importante destacar que é necessário utilizar temperaturas, umidade e velocidade de vento diferentes, bem como as adaptações civis necessárias para o funcionamento adequado do sistema. Lembrando que o que importa é garantir sensação térmica (relação entre velocidade do ar, umidade e temperatura) ideal ao animal. Portanto, é imprescindível que procure um especialista para elaboração do projeto ideal.

Na fase de creche, além de proporcionar conforto térmico é importante destacar que o sistema garante a extração dos gases produzidos, algo que é uma dificuldade quando tem ventilação natural e o clima frio.

Mas e na terminação? Gostaria de deixar esse questionamento, o que o sistema pode oferecer de melhoria nessa fase tão importante do animal?

O acesso é gratuito e a edição Suínos pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural com Diego Palombo

Suínos

Facta promove live sobre nova certificação de granjas de reprodutores suínos

Auditoras federais detalham na próxima terça-feira (09) protocolos sanitários, biossegurança e rastreabilidade exigidos pela Portaria nº 1.358/2025.

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A Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal (Facta) promove na próxima terça-feira (09), das 10 às 12 horas, uma live técnica voltada a responsáveis técnicos sobre a certificação das Granjas de Reprodutores Suínos Certificadas (GRSC), conforme a Portaria nº 1.358/2025. O encontro será realizado via Zoom, e as inscrições podem ser feitas até o dia do evento.

O evento contará com a participação das auditoras federais agropecuárias Lia Coswig e Alessandra Alves, da Divisão de Sanidade de Suínos do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As especialistas explicarão detalhadamente as exigências para a certificação, além de abordar o papel do responsável técnico em cada etapa do processo.

A certificação GRSC integra o sistema oficial de controle sanitário para granjas que produzem e comercializam material genético suíno, como reprodutores, matrizes e sêmen. Para conquistar o status, a granja deve atender a protocolos sanitários, estruturais e operacionais rigorosos, garantir biosseguridade reforçada e manter rastreabilidade e monitoramento contínuo. O responsável técnico supervisiona as rotinas, organiza registros e atua como interlocutor com os órgãos oficiais.

Durante a live, serão abordados os pontos que mais geram dúvidas entre profissionais e produtores, incluindo responsabilidades legais e técnicas, critérios de avaliação e auditoria, procedimentos para manutenção da certificação, e registros exigidos no dia a dia das granjas. “Com a recente publicação da Portaria SDA/MAPA 1.358/2025, que atualiza e moderniza os critérios de certificação das Granjas de Reprodutores Suínos (GRSC), a suinocultura brasileira entra em uma nova fase de exigência sanitária, biossegurança e rastreabilidade. Diante disso, a FACTA destaca que o objetivo da live é justamente apoiar os profissionais que atuam no campo, oferecendo clareza sobre uma certificação essencial para a segurança sanitária e a eficiência da suinocultura brasileira”, ressalta o presidente da Facta, Ariel Mendes.

As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

Fonte: Assessoria Facta
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Suínos

“Mais que manejo, a inseminação impulsionou o avanço genético”, afirma pioneira da técnica em suínos

Pioneirismo e dedicação transformaram a inseminação artificial em ferramenta estratégica de melhoramento genético, abrindo caminho para avanços tecnológicos e maior participação feminina na suinocultura brasileira.

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Fotos: Arquivo pessoal

Em meados da década de 1970, quando o Brasil ainda engatinhava na adoção de tecnologias reprodutivas e o campo era um território essencialmente masculino, uma jovem médica-veterinária decidia trilhar um caminho que abriria espaço para tantas outras mulheres. Formada em dezembro de 1974, Isabel Regina Scheid seria, meses depois, a primeira mulher a integrar a equipe que implantou a primeira Central de Inseminação Artificial em Suínos do Brasil, em Estrela, no Rio Grande do Sul. “A inseminação artificial em suínos pautou a minha vida profissional. Foi extremamente marcante”, recorda Isabel, completando: “Eu me formei em dezembro e, em janeiro, já estava em Botucatu para fazer residência na área de reprodução, algo nada comum para uma mulher na época.”

Foi durante uma viagem para visitar a família em Porto Alegre (RS), em 1975, que Isabel assistiu a um seminário sobre suinocultura e ouviu, pela primeira vez, falar em inseminação artificial em suínos, um tema praticamente desconhecido no país. A palestra, ministrada pelo professor Ivo Wentz, a impressionou. “Eu o admirava muito e, ao final da palestra, conversei um pouco com ele e disse que, se houvesse uma oportunidade, gostaria de trabalhar na área”, relembra. “Algum tempo depois, o professor Ivo entrou em contato. O programa estava sendo implantado e havia uma vaga. Eu não pensei duas vezes”, emendou.

Foi assim que Isabel se viu no coração de uma iniciativa inédita, em um espaço onde praticamente tudo ainda estava por ser construído. “Quando cheguei a Estrela, encontrei literalmente o início de tudo. Tínhamos o entusiasmo, o conhecimento básico e a vontade de fazer acontecer. O resto, nós aprendemos no dia a dia”, relata.

Essa disposição para não deixar passar boas oportunidades se tornaria uma marca na carreira da veterinária. “Talvez um dos pontos mais importantes da minha vida profissional tenha sido esse: quando eu avaliava que uma oportunidade valia a pena, eu não perdia”, afirma.

Na época, as instalações da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs) e da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) dividiam o mesmo espaço físico, e o projeto contava com figuras decisivas, como o engenheiro agrônomo Hélio Miguel de Rose, então presidente da ABCS, que havia trazido da Europa a ideia da inseminação artificial. “Hélio era um visionário. Foi ele quem plantou a semente da inseminação no Brasil e acreditou que aquilo poderia transformar a forma de produzir suínos”, conta Isabel.

Tudo por construir

A equipe era pequena, mas extremamente comprometida. Além de Isabel, estavam o professor Ivo Wentz, o médico-veterinário Werner Meincke e o técnico do Ministério da Agricultura, Auri Braga. “Éramos poucos, mas tínhamos um propósito imenso. Construímos a central com o que havia disponível. O primeiro manequim que fizemos, por exemplo, não deu certo. Mas a cada tentativa, aprendíamos e avançávamos”, relembra.

Os primeiros reprodutores pertenciam a raças puras Landrace, Large White e Duroc, e formaram a base genética que impulsionaria a suinocultura brasileira nas décadas seguintes. Instalados no Vale do Taquari, região de forte tradição na criação de suínos, foi o cenário ideal para essa experiência pioneira. “Estávamos cercados de produtores apaixonados, que acreditaram no projeto e abriram suas granjas para as primeiras inseminações. Eles foram os verdadeiros protagonistas dessa história. Acreditaram na técnica e confiaram em nós”, ressalta Isabel, com uma emoção contida ao se dar conta de tudo que fizeram.

Os experimentos da equipe logo renderam frutos: a primeira inseminação bem-sucedida e o nascimento dos primeiros leitões. “Foi um momento emocionante. A gente percebia o clima de confiança, de que algo grande estava começando. Era o resultado de muito trabalho, estudo e, principalmente, de fé naquilo que estávamos construindo”, relembra Isabel, orgulhosa de poder ter vivenciado tamanho avanço para o setor.

Confiança dos produtores

Mais do que o esforço técnico, Isabel destaca o papel decisivo dos produtores. “Os grandes atores do início da inseminação artificial foram os produtores que acreditaram na técnica. Eles compraram a ideia, abriram as portas das granjas, acompanharam cada passo. Acreditaram antes mesmo de verem os resultados”, enaltece.

Essa confiança foi essencial para que a inseminação artificial se tornasse uma ferramenta estratégica, não apenas para melhorar o manejo, mas sobretudo para impulsionar o melhoramento genético, algo que transformaria definitivamente a suinocultura brasileira nas décadas seguintes.

Abrindo caminho

Doutora em Medicina Veterinária, Isabel Regina Scheid: “A credibilidade se constrói com resultados. E eles apareceram. A inseminação não foi apenas uma ferramenta de manejo, mas de melhoramento genético. Era o que o setor esperava há muito tempo”

Em um ambiente predominantemente masculino, Isabel se tornou um símbolo do pioneirismo feminino. Ainda assim, afirma não ter enfrentado resistência do ser por ser mulher, mas reconhece que naquele contexto representava um rompimento de barreiras. “Eu não senti resistência por ser mulher, pelo contrário, encontrei curiosidade e acolhimento”, ressalta, justificando: “Talvez porque muitas granjas eram familiares e, em boa parte delas, quem realmente conduzia o trabalho no campo eram as mulheres. Havia uma identificação natural”.

Essa empatia foi essencial para a aceitação da técnica e para o fortalecimento do papel feminino na suinocultura. “As mulheres do campo foram grandes aliadas. Elas entenderam rapidamente o valor da tecnologia e o que ela representava em termos de eficiência e autonomia”, recorda, destacando que a aceitação veio também da seriedade com que o trabalho era conduzido. “A credibilidade se constrói com resultados. E eles apareceram. A inseminação não foi apenas uma ferramenta de manejo, mas de melhoramento genético. Era o que o setor esperava há muito tempo”, afirma.

Com o avanço da técnica, a suinocultura brasileira entrou em um novo patamar de eficiência. As centrais se multiplicaram, os produtores se profissionalizaram, e a presença feminina passou a ocupar espaço também na pesquisa, na assistência técnica e na gestão. “Ver tantas mulheres hoje liderando projetos, pesquisas e empresas é algo que me emociona. Cada uma, à sua maneira, está ajudando a construir um setor mais diverso e mais forte”, enfatiza.

De experimento à base da suinocultura

A inseminação artificial cresceu junto com o Brasil. Nos anos seguintes, o uso da técnica se expandiu, especialmente a partir da década de 1980, quando a suinocultura passou a adotar sistemas mais organizados e integrados.

A chegada das empresas de genética e a transição das raças puras para composições comerciais aceleraram o processo. A inseminação se tornou peça central para viabilizar granjas maiores com animais geneticamente superiores, um salto de escala e de eficiência que transformou a produção nacional. “Hoje, mais de 95% das fêmeas suínas brasileiras são inseminadas artificialmente, reflexo direto daquele trabalho pioneiro iniciado em Estrela há meio século”, enfatiza a doutora em Medicina Veterinária.

Isabel menciona que a chegada, na década de 1990, das empresas fornecedoras de insumos para inseminação artificial – como diluentes, pipetas, frascos para doses de sêmen, equipamentos de laboratório e sistemas de automação – representou um avanço decisivo para o setor. “Além de melhorar a qualidade dos processos laboratoriais e a aplicação em campo, essas empresas contribuíram para a geração de dados precisos sobre o uso da inseminação artificial no Brasil”, exalta.

Lições de uma trajetória

Ao longo de mais de quatro décadas dedicadas à reprodução suín, com atuação em instituições como a Acsurs, a Embrapa Aves e Suínos e a iniciativa privada, Isabel viu o Brasil se consolidar como uma potência em genética e tecnologia. “Tive o privilégio de acompanhar essa evolução desde o início. Foi uma caminhada longa, exigiu muito esforço, e sim, houve sacrifícios pessoais. Mas valeu a pena. Eu faria tudo de novo”, resume.

Para as novas gerações, especialmente para as mulheres que hoje se destacam na suinocultura, Isabel deixa uma mensagem de inspiração e responsabilidade. “O espaço precisa ser conquistado com competência, seriedade e visão. Para isso, a qualificação, a seriedade e a responsabilidade são essenciais. Mas nunca deixem de valorizar aquilo que é genuinamente nosso: a sensibilidade, a clareza nas decisões e a enorme capacidade de relacionamento. São essas qualidades que fazem a diferença”, reflete. “O importante é se valorizar e acreditar no próprio potencial”, complementa.

Cinquenta anos depois, aquela jovem veterinária que atravessou o país para trabalhar onde tudo estava por fazer continua sendo uma referência. Sua história é a de uma mulher que ajudou a construir as bases da suinocultura moderna e, ao fazê-la, abriu espaço para que muitas outras pudessem seguir pelo mesmo caminho.

versão digital está disponível gratuitamente no site oficial de O Presente Rural. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.

Fonte: O Presente Rural
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Suínos

Levantamento nacional reforça transparência e aponta caminhos para a evolução da suinocultura

Com avaliação detalhada das associações estaduais, a ABCS recebe dados valiosos para aprimorar iniciativas e fortalecer a representatividade setorial.

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A fim de fortalecer ainda mais o relacionamento com suas 13 associações estaduais e aprimorar continuamente suas entregas, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realizou no mês de novembro, uma Pesquisa Nacional de Satisfação com todos presidentes dos estados que compõem o Sistema ABCS: Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Sergipe, Ceará e Bahia.

A iniciativa foi totalmente anônima e conduzida por uma empresa terceirizada especializada em estudos de percepção institucional, a SSK Análises, empresa há mais de 32 anos no mercado com experiência em pesquisas no setor associativista e multinacionais, garantindo isenção, credibilidade e segurança nas respostas. O objetivo foi avaliar o nível de satisfação dos associados com o trabalho realizado pela ABCS, incluindo temas como entregas, projetos, comunicação, atendimento, relacionamento, apoio técnico e institucional, além de identificar demandas e oportunidades de aprimoramento para os próximos anos.

Segundo a diretoria da ABCS, o estudo será um instrumento estratégico fundamental para orientar as ações da entidade e também as diretrizes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), permitindo que os investimentos e esforços estejam cada vez mais alinhados com as necessidades reais dos produtores e das associações estaduais.

Os resultados consolidados da pesquisa serão apresentados em dezembro ao Conselho da ABCS, e posteriormente compartilhados com todas as estaduais, fortalecendo o compromisso da entidade com a transparência e a gestão participativa. Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, “Com essa ação, a ABCS reafirma seu papel de entidade representativa que busca ouvir, compreender e atender com excelência seu público, construindo um sistema mais unido, eficiente e preparado para os desafios da suinocultura brasileira”, conclui.

Fonte: Assessoria ABCS
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