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Notícias Safra 2020/2021

Imea prevê avanço no plantio de soja em Mato Grosso com chegada das chuvas

Conforme o Imea, o Estado havia semeado 8,2% da área projetada até a última sexta-feira,

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Arquivo/OP Rural

Produtores de soja de Mato Grosso, maior produtor de grãos do Brasil, deverão avançar com o plantio de soja com a chegada de chuvas e previsão de mais precipitações nesta semana, avaliou na segunda-feira (19) o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Com mais umidade, produtores poderão recuperar parte do expressivo atraso inicial.

Conforme o Imea, o Estado havia semeado 8,2% da área projetada até a última sexta-feira, ante 41,8% no mesmo período do ano passado, o que deverá resultar em uma colheita mais tardia no ciclo 2020/21.

“CHUVA!!! Depois de muita expectativa (e preocupação), a chuva chegou de forma mais intensa em várias regiões do Estado. De acordo com o Aproclima/TempoCampo, os volumes do dia 8 ao dia 18 de outubro alcançaram 35,58 mm, ficando próximo do percebido no último ano”, afirmou o Imea em boletim.

Segundo o instituto, sojicultores procuram alternativas para que a “janela” da segunda safra não fique tão prejudicada. Produtores plantam milho ou algodão após a colheita da soja. “Alguns destes, por exemplo, ainda buscam no mercado sementes de ciclo mais precoce para trocar pelos materiais já adquiridos”, afirmou, ressalvando que, dependendo de como for o clima na fase reprodutiva da cultura, materiais precoces podem apresentar redução de produtividade.

O Ministério da Agricultura divulgou nota na segunda-feira que aponta que a semana deverá ter chuvas em praticamente todo o país. Segundo boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), citado pelo ministério, a região Sul deve ter os maiores acumulados de chuva no centro do Estado do Paraná, que poderão ficar em torno de 80 mm.

No Sudeste, “não estão descartadas tempestades, com ocorrência de chuva forte, granizo e rajadas de vento, mas as chuvas serão mais escassas no norte de Minas Gerais”.

Na região Centro-Oeste, as chuvas terão maior volume no norte do Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e leste do Estado de Mato Grosso.

“Há possibilidade de ocorrência de chuva forte e rajadas de vento em algumas áreas da região”, diz o boletim meteorológico do instituto.

Fonte: Reuters
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Notícias Avicultura

Brasileira é a nova coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade do Conselho Mundial da Avicultura

Sulivan Alves, diretora técnica da ABPA, estimulará o fortalecimento dos ODS no trabalho multissetorial do IPC

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Divulgação

A diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sula Alves, foi escolhida para o cargo de coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade e Meio Ambiente do Conselho Mundial da Avicultura (IPC, sigla em inglês).

Sula assumirá a posição de Anne-Marie Neetson, com a missão de dar continuidade ao trabalho de continuidade ao acordo global firmado pela Declaração de São Paulo, assinada pelos membros da avicultura mundial durante o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS) de 2019.

“Como setor avícola mundial é um dos principais alicerces da segurança alimentar nos cinco continentes, temos um importante desafio no fortalecimento da implantação de iniciativas em linha com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, sobre os quais o IPC assumiu compromissos globais. Este será o alicerce do nosso trabalho”, destaca.

Zootecnista e doutora em Agronomia pela Universidade de São Paulo (USP), Sula desenvolveu pesquisas junto ao NUPEA (Núcleo de Pesquisas em Ambiência) da ESALQ e em bem-estar animal. Além de mais de uma década de atuação institucional e em empresas do setor, a diretora técnica da ABPA acumula experiências na área acadêmica como professora dos cursos de Ciências Agronômicas, Medicina Veterinária e Zootecnia na Universidade do Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

Adapar intensifica fiscalização da colheita da soja

Fiscalização neste momento se faz de extrema importância para verificar a utilização dos agrotóxicos e produção de soja com qualidade

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Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR) iniciou as fiscalizações da pré-colheita da cultura da soja 20/21 cultivada na região extremo oeste paranaense. A fiscalização neste momento se faz de extrema importância face a retirada do agrotóxico Paraquate pela ANVISA, herbicida que era amplamente utilizado na agricultura, mas considerado danoso a saúde pública, e também pelos problemas no fornecimento de agrotóxicos registrados para dessecação da cultura em função da pandemia do COVID-19. Esses e outros fatores podem possibilitar a utilização de agrotóxicos não registrados ou proibidos no território paranaense.

 Diante disso, os Fiscais Agropecuários da ADAPAR Unidade Regional de Toledo irão atuar nas fiscalizações do trânsito, comércio, recomendações de agrotóxicos pela assistência técnica e utilização de agrotóxicos nas propriedades agrícolas. Para subsidiar as ações, a Agência conta com um banco de dados informatizado (SIAGRO) que possibilita planejar as ações antecipadamente, bem como, checar no local da colheita todos os agrotóxicos utilizado pelo agricultor. Em caso de indícios de irregularidade na aplicação ou origem de um agrotóxico, serão realizadas coletas fiscais de grãos de soja no momento da colheita para análise de multiresíduos de agrotóxico.

De acordo com o supervisor Regional da ADAPAR de Toledo, Antonio Carlos Dezaneti, a produção agropecuária aumentou nos últimos anos e mesmo em meio a pandemia do COVID-19 os trabalhos da Defesa Agropecuária não pararam, seja na área sanidade vegetal ou animal, bem como da inspeção dos produtos de origem animal. “No caso da soja, o nosso objetivo é resguardar a Legislação Federal e Estadual de agrotóxicos, proteger os comerciantes, profissionais da agronomia e agricultores que atuam dentro da lei e promover a produção de grãos de soja dentro da norma legal, tanto para o consumo doméstico, quanto para a exportação da soja paranaense”.

Constatado irregularidade, a Agência irá iniciar os processos de responsabilização administrativos que podem culminar com a aplicação de multas, interdições e até destruição da cultura conforme gravidade da infração. Além disso, os fatos serão comunicados ao Ministério Público do Estado do Paraná para as responsabilizações civis e criminais cabíveis.

Fonte: Adapar
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Notícias Avicultura

Avicultura do MT renova seguro pioneiro no Brasil

Ao todo, 300 milhões de aves para corte e 10,5 milhões de aves de postura foram asseguradas

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Arquivo/OP Rural

A Associação Matogrossense de Avicultura (AMAV-MT) renovou seguro avícola do estado – o primeiro implantado no setor avícola mundial – assinado em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e as seguradoras Proposta e FairFax. A solenidade ocorreu ontem na sede da associação nacional, em São Paulo (SP).

Ao todo, 300 milhões de aves para corte (produção de carne) e 10,5 milhões de aves de postura (produção de ovos) foram asseguradas contra eventuais ocorrências de Influenza Aviária e Doença de Newcastle, com um montante de R$ 22 milhões para fundo indenizatório, além de R$ 2 milhões para fins de contenção de eventuais foco.

A apólice se transformou em um diferencial para a produção avícola, de acordo com Lindomar Rodrigues, presidente da AMAV-MT. Ele ressalta que o seguro dá tranquilidade para as cinco plantas avícolas e 16 granjas de ovos que operam no estado.

“Este seguro gerou mais tranquilidade para investirmos em defesa sanitária, e é visto com bons olhos pelos importadores de nossos produtos. É uma vantagem nas negociações para abertura de mercados, como também para a implantação de novas instalações avícolas em nosso estado”, avalia o presidente da AMAV-MT.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, há expectativa que o modelo de seguro em vigor no Mato Grosso seja implantado em outras regiões, para fortalecer ainda mais a estratégia setorial em crises sanitárias.

“Como nação livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle, o Brasil tem empenhado esforços para fortalecer sua defesa agropecuária, bem como a sua capacidade de reação diante de crises, e o seguro avícola é um grande diferencial, reforçando o papel dos fundos indenizatórios privados e públicos que temos hoje nos estados. Por outro lado, a assinatura comprova a transparência e a seriedade do setor em trabalhar com dados claros e ações efetivas de prevenção, que possibilitaram a assinatura de um seguro”, avalia.

Além de Santin e Rodrigues, participaram da assinatura do documento o membro do conselho consultivo da ABPA e um dos idealizadores do seguro, Ariel Antônio Mendes, e o representante das seguradoras, Ricardo Sassi.

Fonte: Assessoria
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