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Ilender apresenta Simpósio de Questões Emergentes em nutrição de aves
A Ilender Pharmaceutical Corporation participou, no mês passado, do Simpósio sobre Questões Emergentes em Nutrição de Aves, em parceria com a Universidade Estadual da Carolina do Norte, Estados Unidos.
A aliança com um dos maiores centros de pesquisa em aves do mundo permitiu uma grande troca de informações e experiências, com palestras dadas pelos maiores especialistas mundiais em nutrição e o público, formado por empresários latino americanos.
A América Latina é um dos locais de firmamento da indústria avícola, representando a promessa de aumentar a qualidade dos alimentos, sendo acessível a todo mundo.
O evento proporcionou uma forte atualização dos conceitos fundamentais para produção animal, tratou de temas emergentes para a avicultura de altíssima eficiência e promoveu interação fantástica entre profissionais e pesquisadores de diferentes países., revela Rafael Neme, Country Manager Brasil.
A Ilender
A Ilender Pharmaceutical Corporation é uma empresa multinacional, que se dedica à pesquisa, produção e comercialização de produtos farmacêuticos veterinários. A companhia atua nos mercados da Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai, América Central, Peru e Venezuela. Sua missão é satisfazer as necessidades dos clientes com produtos e serviços que excedam suas expectativas, desenvolvendo uma equipe de trabalho qualificada e comprometida com os valores da corporação.
Fonte: Ass. Impr. da Ilender

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El Niño 2026/27 pode reordenar oferta global de grãos com impactos opostos entre hemisférios, aponta Itaú BBA
Fenômeno altera padrões de chuva e temperatura no planeta, com efeitos assimétricos sobre EUA, Brasil, Argentina, Ásia e Oceania e maior risco de volatilidade agrícola.

O El Niño é um fenômeno climático de escala global associado ao aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Ele integra o ciclo El Niño-Oscilação Sul (ENOS), que alterna entre três fases: a quente (El Niño), a fria (La Niña) e a neutra.
A fase de El Niño se caracteriza quando as temperaturas do Pacífico permanecem pelo menos 0,5°C acima da média por vários meses consecutivos, acompanhadas por alterações relevantes na circulação atmosférica.

Foto: José Fernando Ogura
Esse processo está ligado ao enfraquecimento ou até à inversão dos ventos alísios, o que favorece o deslocamento de águas mais quentes em direção ao leste do Pacífico e reduz a ressurgência de águas frias na costa da América do Sul. “Por cobrir cerca de um terço do planeta, o Pacífico exerce forte influência sobre a circulação atmosférica global, reorganizando padrões de chuva e temperatura em escala planetária”, afirma a Consultoria Agro Itaú BBA.
Na fase oposta do sistema, a La Niña, observa-se o resfriamento anormal das águas do Pacífico Equatorial, acompanhado pela intensificação dos ventos alísios e por efeitos climáticos em geral contrários aos do El Niño em diversas regiões do mundo.
Ao modificar a interação entre oceano e atmosfera, o ENOS altera a circulação global de umidade e, consequentemente, os regimes de precipitação em diferentes continentes.
O El Niño tende a elevar temporariamente a temperatura média global, enquanto a La Niña promove um leve resfriamento de curta duração. Em ambos os casos, há uma reorganização dos riscos climáticos em escala planetária.

Foto: Gilson Abreu
Esses eventos ocorrem, em média, a cada dois a sete anos e costumam durar entre nove e 12 meses, com impactos relativamente consistentes sobre grandes regiões agrícolas, ainda que com variações de intensidade entre episódios.
Estados Unidos: efeitos mais fortes no inverno e impacto indireto no verão
Nos Estados Unidos, os efeitos do El Niño são mais bem definidos no outono, inverno e início da primavera, quando o fenômeno altera de forma mais consistente os padrões de temperatura e precipitação.
Em termos gerais, o evento está associado a invernos mais amenos e úmidos no Centro-Norte do país e a condições mais secas no Sul, com destaque para o Texas.
Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, há registros históricos de safras elevadas no Corn Belt em episódios de El Niño de intensidade moderada, como em 2009, 2015 e 2023, quando a combinação de umidade e temperaturas mais equilibradas favoreceu o desenvolvimento das lavouras.
Ainda assim, a influência do fenômeno sobre o verão, fase crítica para o desenvolvimento de milho e soja, é menos estável e apresenta maior variabilidade, com casos pontuais em que excesso de precipitação ou ondas de calor tardias impactaram negativamente a produtividade.
Na direção oposta, a fase de La Niña tende a aumentar o risco de secas e ondas de calor no Sul dos EUA e em parte do cinturão agrícola, elevando o estresse hídrico

Foto: Divulgação
sobre as lavouras e ampliando a variabilidade produtiva.
Brasil: assimetria regional e alto grau de variabilidade produtiva
No Brasil, o El Niño acentua a heterogeneidade climática entre as regiões, provocando padrões de chuva distintos e, muitas vezes, opostos no território nacional.
No Sul, há tendência de precipitações acima da média durante a primavera e o verão, o que pode favorecer o desenvolvimento de culturas como soja e milho. Contudo, esse cenário também eleva o risco de encharcamento do solo, proliferação de doenças fúngicas e ocorrência de eventos extremos.
No Sudeste, o regime de chuvas tende a se tornar mais irregular, com alternância entre períodos mais úmidos e episódios de calor intenso, o que pode afetar o desempenho de culturas como soja, milho e cana-de-açúcar justamente em fases críticas do ciclo produtivo.
No Centro-Oeste, o principal risco está associado ao atraso do início das chuvas de primavera, o que pode reduzir a janela ideal de plantio da soja e, por consequência, comprometer o calendário da segunda safra de milho. Além disso, a maior frequência de veranicos e episódios de déficit hídrico durante o verão aumenta a vulnerabilidade das lavouras. “Em cenários de maior intensidade do fenômeno, a combinação entre atraso de plantio e irregularidade das chuvas eleva de forma relevante o risco para o milho 2ª safra no Centro-Oeste”, destaca a Consultoria Agro Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Freepik
Nas regiões Norte e Nordeste, o impacto tende a ser mais negativo, com redução mais acentuada das chuvas, o que amplia o risco de secas severas e afeta diretamente o Matopiba e áreas de agricultura de subsistência.
Mapa de risco climático no Brasil
A projeção da Consultoria Agro Itaú BBA indica que o El Niño amplia a assimetria climática no país:
- Sul (RS, SC, PR): risco alto de excesso de chuva e inundações, com impacto também sobre qualidade sanitária das lavouras
- Norte/Amazônia e Matopiba: risco alto de seca, queimadas e déficit hídrico
- Centro-Oeste Norte (MT): risco de veranicos e irregularidade no plantio
- Centro-Oeste Sul (MS e GO): risco médio-alto associado a calor excessivo
- Sudeste: risco médio-alto de ondas de calor e chuvas irregulares
“O comportamento não é homogêneo, e o desafio central é a simultaneidade de riscos distintos dentro de um mesmo país produtor”, aponta a consultoria.
Argentina: padrão mais favorável ao El Niño
Na Argentina, o El Niño historicamente favorece a produção de soja e milho, sobretudo pelo aumento das chuvas durante a primavera-verão, período crítico para o

Foto: Divulgação
desenvolvimento das lavouras no cinturão agrícola do país.
Em anos recentes de El Niño, como 2014/15 e 2016/17, o país registrou produtividades acima da média, em contraste com os episódios de La Niña, marcados por forte restrição hídrica e perdas expressivas.
Segundo a Consultoria Agro Itaú BBA, a seca prolongada de 2020–22, associada à La Niña, levou a produção de soja argentina a cerca de 25 milhões de toneladas em 2022/23, enquanto a reversão para um El Niño forte em 2023/24 permitiu recuperação relevante da oferta, com colheita próxima de 50 milhões de toneladas. “Os extremos do ENOS têm efeito direto e imediato sobre a variabilidade produtiva da Argentina, com forte sensibilidade da soja às condições de chuva no ciclo de primavera-verão”, destaca a consultoria.
Ásia e Oceania
Na Ásia e na Oceania, o El Niño está frequentemente associado ao enfraquecimento das monções (ventos sazonais) e à redução das chuvas, o que provoca alterações relevantes no regime hídrico de algumas das principais regiões agrícolas do mundo.
Na Índia e no Sudeste Asiático, esse padrão climático afeta diretamente culturas estratégicas como arroz, milho e cana-de-açúcar, além de impactar a produção de óleo de palma na Indonésia e na Malásia, com repercussões importantes sobre a oferta global de óleos vegetais.

Foto: Gilson Abreu
Na Austrália, o fenômeno costuma estar ligado a episódios de seca e ondas de calor, comprometendo de forma significativa a produção de trigo, como observado em eventos recentes, incluindo 2015 e 2023. “A forte dependência das monções faz com que a região responda de forma particularmente sensível às variações de temperatura do Pacífico”, observa a Consultoria Agro Itaú BBA.
Sistema climático integrado e risco de oferta global
O conjunto de evidências reforça que o El Niño não se trata de um evento isolado, mas de um componente de um sistema climático integrado, com efeitos simultâneos e interconectados em diferentes continentes.
Na leitura da Consultoria Agro Itaú BBA, o principal ponto de atenção para o ciclo 2026/27 não está apenas na intensidade do fenômeno, mas na sua capacidade de redistribuir riscos climáticos entre hemisférios, com potencial de alterar o equilíbrio global de oferta de grãos e aumentar a volatilidade dos mercados agrícolas.
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Copel abre contratação para 147 vagas de eletricistas
Profissionais farão parte do Copel Agro no suporte ao primeiro atendimento a produtores rurais nas regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste do Paraná.

A Copel está abrindo, nesta sexta-feira (26), 147 vagas para a contratação de eletricistas em nove municípios das regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste do Paraná. As inscrições estarão abertas até o próximo dia 6 de julho. Os detalhes das vagas estão disponíveis no portal da companhia, com acesso pelo link https://www.copel.com/site/institucional/carreira/ e no endereço da Copel no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/copel/).
“Estamos fortalecendo as equipes da Copel em regiões estratégicas com vagas abertas a profissionais locais. É a geração de oportunidade e de empregos a quem conhece a região. Um importante reforço à companhia”, afirma o diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antonio Villela de Abreu. Os profissionais farão parte do efetivo próprio da companhia em equipes do Copel Agro no suporte ao primeiro atendimento a produtores rurais.
Na região Oeste, há 24 vagas abertas para novos eletricistas em Cascavel; 18 em Medianeira e seis em Marechal Cândido Rondon. No Sudoeste, são 23 vagas abertas em Laranjeiras do Sul; 16 em Francisco Beltrão e 12 em Realeza. No Noroeste paranaense são 24 vagas em Ubiratã; 14 vagas em Campo Mourão e 10 em Cianorte.
Quadro próprio e perfil da vaga
As vagas abertas são de Eletricista de Distribuição de Redes, para atuar na manutenção, operação e atendimento em redes de distribuição de energia elétrica, executando atividades em campo com foco em segurança, qualidade e continuidade do fornecimento de energia; Eletricista de nível III, abertas a profissionais com mais de três anos de atuação na área com sólida experiência em redes de distribuição de energia; Eletricista II, com experiência de um ano na função e conhecimento prático em atividades elétricas e autonomia na execução de serviços em campo; e Eletricista nível I, iniciante na área com interesse em aprender e se desenvolver no setor elétrica.
A efetivação dos profissionais será em 5 de agosto. Aqueles que forem contratados passarão por treinamento na Escola Copel de Eletricistas.
Escola de Eletricistas
Estão em fase final de treinamento, na Escola Copel de Eletricistas, 160 profissionais que vão compor 55 equipes em todo o Paraná. Os profissionais foram selecionados e contratados pela Copel para vagas abertas em fevereiro deste ano.
O projeto da Escola Copel de Eletricistas conta com investimentos de R$ 1,4 milhão na formação de profissionais e estruturação de centros regionais de treinamento em todas as regiões do Estado.
Há oito centros de treinamento já estruturados no Estado: Curitiba e Matinhos (Leste); Londrina (Norte); Cascavel e Toledo (Oeste); Pato Branco (Sudoeste); Umuarama (Noroeste); União da Vitória (Sul). Até o final deste ano está prevista a implantação de mais centros de treinamento em regiões estratégicas.
Copel Agro
Fruto de construção coletiva da Copel com representantes do setor produtivo paranaense, o programa Copel Agro tem se consolidado como importante suporte ao desenvolvimento do agronegócio.
Cerca de 76 mil clientes da cadeia de proteína (peixe, frango, leite) estão cadastrados no programa em todo o território paranaense.
Em pouco mais de dois meses de funcionamento, o Copel Agro ultrapassou a marca de 60 mil atendimentos pela linha direta 0800 643 76 76, com 95% de aprovação dos clientes. Os teleatendentes estão à disposição 24 horas por dia, sete dias por semana.
“A primeira entrega do Copel Agro é o atendimento exclusivo. O programa vai além, com a contratação de equipes próprias de eletricistas, treinamento com foco no primeiro atendimento, mutirões de poda e outras intervenções preventivas e corretivas para garantir o fornecimento de energia de qualidade aos produtores rurais”, observa o gerente-executivo do Copel Agro, Marcelo Gonçalves.
O Copel Agro conta com infraestrutura própria que contempla equipe dedicada no Centro de Operações da Copel; a ampliação do quadro de eletricistas e de centros de capacitação e a utilização de tecnologia de ponta para a conectividade das equipes de campo.
“A contratação de eletricistas nas próprias regiões é um importante reforço às ações do Copel Agro. Será um profissional identificado com a região, com conhecimento do território e do próprio perfil de produção local, a se integrar às equipes da companhia no primeiro atendimento. Um importante reforço para a Copel e para a população dessas regiões”, completa o gerente-executivo do Copel Agro.
Notícias Bovinos
Seapi atualiza aplicativos que auxiliam tomadas de decisão relacionadas à bovinocultura
Aplicativos BovConfort, BovCria e BovSan ganham versão web, com isso o novo modelo WebApp, celulares, tablets e computadores com qualquer sistema operacional podem acessar

Os aplicativos BovConfort, BovCria e BovSan agora estão com acesso pela web, por meio de sites específicos, permitindo que os usuários os utilizem em celulares, tablets e computadores com qualquer sistema operacional. Anteriormente, em formato de aplicativo móvel, só estavam disponíveis para download em smartphones e tablets com Android.
“As funcionalidades permanecem as mesmas, com a vantagem de poder acessar pelo computador também, além dos dispositivos móveis”, explica a pesquisadora do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA/Seapi) Adriana Tarouco, coordenadora do projeto de pesquisa que desenvolveu os aplicativos.
Resultados do projeto “Desenvolvimento de ferramentas digitais para a bovinocultura”, os aplicativos auxiliam tomadas de decisão relacionadas à bovinocultura, em temas como reprodução, saúde dos rebanhos de corte e produtividade em bovinos de leite frente a fatores climáticos.
Os WebApps podem ser acessados nos seguintes links:
BovConfort: https://bovconfort.vercel.app/
BovCria: https://bov-cria.vercel.app/
BovSan: https://bovsan-master.vercel.app/
Quem já tem os aplicativos móveis deve acessar os links acima para reinstalar versões mais recentes.
