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III Encontro Técnico Abraves SP debate uso restrito de antimicrobianos na suinocultura

Com o tema “Restrição ao uso de antimicrobianos: Qual é o papel do produtor, do veterinário e da indústria?”, encontro vai reunir lideranças da suinocultura paulista dia 17 de julho, em Nova Odessa, SP

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A suinocultura é uma atividade desafiadora, intensiva e que tem passado por uma grande transformação nos últimos anos. E de todos eles, poucos impactaram a produção de maneira tão importante quanto o de se manter eficiente com uso restrito de antimicrobianos. Este quadro tem exigido dos profissionais uma nova visão sobre nutrição, saúde animal, manejo, ambiência, biosseguridade, treinamento de mão de obra e tem impacto todos os setores da produção. Este quadro, tem levado ao questionamento sobre o papel de cada ator da atividade para garantir resultados no campo e se manter competitivo.

Em função deste cenário, o III Encontro Técnico da Abraves – Regional São Paulo, que vai acontecer no dia 17 de julho em Nova Odessa, no interior de São Paulo, vai reunir alguns dos profissionais mais renomados da suinocultura brasileira para debater o tema “Restrição ao uso de antimicrobianos: Qual é o papel do produtor, do veterinário e da indústria?”. A escolha do tema veio da necessidade de contribuir para que cada profissional tenha bem claro o seu papel diante desta nova suinocultura, defendeu a médica veterinária e presidente da Abraves – Regional São Paulo, Izabel Muniz.

Com a expectativa de reunir cerca de 200 participantes, ela ressalta o crescimento do evento em cada edição. “Estes encontros marcam uma nova fase da Abraves de São Paulo, que teve suas atividades intensificadas nos últimos anos. E a boa aceitação deste evento, que vem crescendo em cada edição, mostra que a decisão de ampliar nossas ações no Estado foi acertada, já que temos uma grande concentração de médicos veterinários, zootecnistas e empresas do setor em nossa região”, disse a especialista. Outras informações podem ser obtidas na página do evento (http://abravessp.com.br) ou através dos telefones (19) 98186. 7291 com Izabel ou (11) 98709. 8507 com Erlete.

 

Programa

No dia 17 de julho, a secretaria começa o atendimento às 8h para entrega de materiais e um Coffee de boas-vindas. A partir das 9h, começa o Painel Uso racional de antimicrobianos, moderado pelo professor da Unesp – Campus de Jaboticabal, Luis Guilherme Oliveira. O médico veterinário sanitarista de suínos da BRF, Augusto Heck, abre a programação com uma apresentação da “Experiência da Agroindústria”. Na sequência, a pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves Jalusa Kich vai destacar a Experiência da Academia e Pesquisa”. Logo depois o médico veterinário com mais de 30 anos de experiência em suinocultura, William Costa, vai debater a “Experiência do Campo”. Este painel será encerrado com uma mesa redonda com os participantes

No período da tarde, o Painel Restrição ao uso de antimicrobianos, que será moderado pela médica veterinária Cherlla Romeiro, será aberto pela representante do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Suzana Breslau. Ela vai apresentar o “Posicionamento do Mapa”. Em seguida, o vice-presidente executivo do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Ariovaldo Zani, vai discutir as “Implicações para a indústria de rações – IN 14”. Logo depois, a médica veterinária especialista em suínos especializada em assuntos regulatórios e boas práticas de fabricação, Denise Gregori, vai abordar a “Implantação da IN 14 na prática – BPF”. Os participantes deste painel participarão de uma mesa de debates a partir das 15h50. A programação será encerrada pelo médico veterinário Maurício Dutra com um debate sobre “O que fazer para ajustar as granjas a nova realidade?”.

 

Apoio

O evento já tem o apoio das principais empresas do setor, como APC do Brasil, Basetto Agropecuária, Bayer, Ceva, Imeve, Hipra, MCassab, MSD Saúde Animal, Neogen, Olmix, Ourofino, Poli-Nutri, Topigs Norsvin, Safeeds Nutrição Animal, Sauvet, Trouw Nutrition, Vetanco e Yes.

III Encontro Técnico da Abraves –SP:
Data: 17 de julho de 2018
Horário: das 8h às 17h30
Local: IZ – Nova Odessa, SP
Endereço: Rua Heitor Penteado, 56, Centro, Nova Odessa – SP
Informações: http://abravessp.com.br
Telefones: (19) 98186. 7291 com Izabel ou (11) 98709. 8507 com Erlete
 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Região Nordeste

Mais 16,3 mil toneladas de milho são destinadas ao ProVB em cinco Estados

Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco são os Estados que estão recebendo milho destes contratos e as unidades que já tem estoque disponível já podem ser acessadas para a aquisição do produto.

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Divulgação/Mapa

Unidades armazenadoras da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em cinco Estados nordestinos já começaram a receber o milho contratado em leilões de frete da Companhia (em um total de 16,3 mil toneladas) para abastecer o Programa de Venda em Balcão (ProVB).

Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco são os Estados que estão recebendo milho destes contratos e as unidades que já tem estoque disponível já podem ser acessadas para a aquisição do produto. Os preços da saca de 60kg variam quinzenalmente, de acordo com a localidade onde é comercializada. Consulte aqui os preços do milho nas unidades de venda.

O ProVB tem como objetivo permitir aos pequenos criadores (pecuaristas e avicultores) o acesso aos estoques públicos de milho, garantindo uma regularidade no suprimento de ração animal, com preços mais acessíveis que os praticados no mercado varejista.

O criador que desejar participar do Programa deve realizar previamente seu registro no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (SICAN). Também deve encaminhar a uma das unidades armazenadoras da Companhia uma cópia do Cadastro Ambiental Rural (CAR), RG, CPF, Ficha de Vacinação do rebanho contra a febre aftosa e documento que comprove a propriedade ou posse da terra.

Fonte: Conab
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Notícias Avanços

Um ano de zona livre de aftosa sem vacinação: saiba o que mudou para os produtores gaúchos

Além da comercialização de animais e envio de genética gaúcha para o Estado vizinho, a nova condição sanitária viabilizou a integração dos criadores em feiras e exposições.

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Família Betti inaugurou granja de suínos, em 2021, e prevê novos investimentos diante da perspectiva de ampliação de vendas - Foto: Divulgação/Seapdr

mMédico-veterinário Gilson Barreto Hoffmann, que administra a Cabanha Santa Lúcia – Foto: Fernando Dias/Seapdr

No dia 27 de maio de 2021 o Rio Grande do Sul conquistava o status de zona livre de febre aftosa sem vacinação, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). E o que mudou para os produtores gaúchos durante esse período, que tem significado o início da expansão de novas fronteiras? “Em janeiro deste ano, já vendemos um touro para São Joaquim (SC), depois de mais de 20 anos. Ele foi comercializado por R$ 18 mil”, comemora o médico-veterinário Gilson Barreto Hoffmann, que administra a Cabanha Santa Lúcia, localizada no município gaúcho de André da Rocha, junto com a mãe, Soely, de 86 anos, e a ajuda da esposa, da irmã e do irmão.

A cabanha foi fundada em 1935, por seu avô materno, Amantino Barreto da Costa, quando iniciou o plantel de gado Devon. Atualmente, na propriedade de cerca de 470 hectares, a família trabalha principalmente com melhoramento genético de gado da raça Devon, além de plantar soja, milho, aveia e azevém. São 70 hectares de campo nativo melhorado. Possui 450 exemplares, entre machos e fêmeas. “Produzimos uma média de 50 touros por ano. Quanto às fêmeas, a gente vende alguma coisa de genética também. Atuamos com comercialização de reprodutores (machos e fêmeas); temos uma parceria na venda de sêmen com uma empresa com sede em Porto Alegre, cuja matriz é nos Estados Unidos. Hoje, todos os touros da raça Devon que a empresa tem no Brasil são dessa parceria”, destaca Hoffmann.

O pecuarista foi supervisor regional da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) nos municípios de Nova Prata e Lagoa Vermelha, e servidor do órgão de 1982 a 2017, e hoje coordena a Câmara Setorial da Pecuária de Corte. Ele conta que, na década de 1940, o avô começou a participar das exposições do Menino Deus, de onde surgiu a Expointer. “De lá pra cá a família sempre participou ininterruptamente”, diz com orgulho. “Além disso, meu pai e meu avô sempre compareciam às exposições de Santa Catarina (em Lages, Chapecó, Bom Jardim da Serra, São Joaquim). E tivemos que parar em 2000, por conta do foco de aftosa que ocorreu em Joia, aqui no Estado”.

Durante esses mais de 20 anos, como a família não podia vender animais em pé para o estado vizinho, porque ele era livre de febre aftosa sem vacinação e o Rio Grande do Sul não, comercializou sêmen e embriões. “Antes a gente tinha um mercado muito bom em Santa Catarina, vendia muitos touros, e quando ele ficou em um status diferente (há 15 anos, reconhecido pela OIE), a gente perdeu esse mercado”, explica. “Mas agora, felizmente, voltamos a negociar com os catarinenses. Pra nós foi uma grande felicidade, inclusive já tem mais gente interessada nos nossos animais. Agora, as coisas vão melhorar muito”, acredita.

“Outra grande alegria nossa é poder voltar às feiras que participávamos. Pretendemos fazer isso ainda este ano”, promete Hoffmann. “E tenho ouvido manifestações de que mais criadores de Santa Catarina vão participar da Expointer este ano. É um avanço muito grande”.

Com novo status, cabanha quer exportar sêmen e embriões

 

Os primeiros animais da cabanha foram importados da Inglaterra. “Também adquirimos sêmen importado da Nova Zelândia, Austrália Estados Unidos e Inglaterra até hoje, principalmente quando surge a oferta de novas linhagens”, diz Hoffmann, que também é diretor comercial da Associação Brasileira de Criadores de Devon e Bravon (ABCDB). Conforme ele, em 2017 o presidente da Associação Britânica de Criadores de Devon, John May, em visita à propriedade, manifestou vontade de adquirir o material genético. “Ele afirmou que o Devon que viu no Brasil é um dos melhores do mundo e que eles tinham muito interesse em comprar principalmente sêmen daqui”, comenta. “O que não era possível antes da conquista do novo status. Era um impeditivo para exportar sêmen para a Inglaterra. Agora vamos poder retomar as negociações de exportar material genético, como sêmen e embriões. Inclusive elas já iniciaram”, fala com satisfação.

A Santa Lúcia possui um banco de sêmen de mais de 20 touros de diferentes países: Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália e Inglaterra. “Temos touros de mais de 50 anos no banco de sêmen e de até 12 anos trabalhando como reprodutores a campo. A longevidade é outra característica da raça Devon. A gente começa a comercializar os touros com a idade de dois anos”, afirma Hoffmann. “Os últimos que a gente congelou estão também habilitados para exportação para o Mercosul. E agora, o fato de o Rio Grande do Sul ser zona livre de febre aftosa sem vacinação vai facilitar muito a exportação de sêmen”, espera.

Ele também tem boas expectativas para a comercialização durante o período mais aquecido de venda dos animais. “A partir de agosto, é que vamos ver se o faturamento poderá aumentar devido à conquista do novo status”, esclarece Hoffmann.

Cabanha Gema voltou a fazer vendas para criadores de Jersey de Santa Catarina

Outra produtora que celebra o novo status sanitário é Ângela Maraschin, que administra a Cabanha Gema, de Santa Rosa, com tradição na criação de bovinos de leite da raça Jersey desde 1961. Para ela, a conquista significou a “quebra de barreiras” de trânsito animal com Santa Catarina, estado que tinha condição sanitária diferenciada do Rio Grande do Sul até maio de 2021.

Durante a Fenasul, a produtora Ângela vendeu a terneira Jersey para um criador catarinense -Foto: Cíntia Marchi

Para a Cabanha Gema, o novo status já tem possibilitado novos negócios. Ângela conta que, em novembro do ano passado, vendeu nove terneiras para um criador de Vargeão, no Oeste catarinense. Durante a Fenasul Expoleite, em Esteio, na semana passada, outra terneira foi comercializada para Praia Grande, Sul de Santa Catarina. A fêmea, com título de bezerra menor no julgamento da raça, embarcou no último domingo (22/5) direto para a fazenda do novo dono.

“A conquista do novo status foi essencial para que o Rio Grande do Sul não ficasse isolado e pudesse avançar no intercâmbio com os criadores de Jersey de Santa Catarina”, avalia Ângela, que também possui, em sua propriedade, a certificação livre de brucelose e tuberculose, situação que permite o ingresso de animais no estado vizinho sem a necessidade de testagens prévias.

Além da comercialização de animais e envio de genética gaúcha para o Estado vizinho, a nova condição sanitária viabilizou a integração dos criadores em feiras e exposições. Ângela diz que a Cabanha Gema está programando a participação em eventos em Santa Catarina, como na exposição que ocorre em Braço do Norte, Sul catarinense, em julho. “Essa cidade é a capital nacional do Jersey, e a nossa presença lá é importante, seja para a troca de informações com os produtores catarinenses, seja para mostrar a qualidade dos nossos animais”, afirma a produtora de leite.

Com perspectiva de ampliação nas exportações, suinocultores investem em novas granjas

A nova condição sanitária também gera reflexos positivos para a cadeia da suinocultura, uma vez que os suínos são suscetíveis à febre aftosa. “Embora a conjuntura de mercado global e os altos custos de produção não tenham favorecido o nosso setor, o novo status tornou-se um carimbo no passaporte que nos apresenta para o mundo com uma condição bastante avançada, e isto é muito relevante. A sanidade é a primeira porta de entrada para os mercados importadores”, avalia o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador.

Para o suinocultor Reginaldo Betti, de Rodeio Bonito (município que lidera a produção de suínos no Estado), o novo status de febre aftosa incentiva indústrias frigoríficas a expandir suas vendas, o que gera impulso para produção de mais suínos localmente. Em parceria com dois irmãos, Betti vem ampliando a estrutura na propriedade para aumentar o tamanho do seu plantel, driblando as dificuldades que se apresentam para o setor, como os preços elevados da ração animal e de insumos.

Até 2020, a família tinha uma Unidade Produtora de Leitões Desmamados (UPD). De lá para cá, injetou recursos na construção de outra granja que entrou em operação no ano passado. A previsão, para 2023, é investir em uma terceira granja, desta vez, para terminação de suínos. Os novos planos se alicerçam em perspectivas de bons negócios daqui para frente. “Eu trabalho no sistema de integração para uma empresa que é grande exportadora. E quanto mais ela conseguir vender carne suína, mas vai precisar do campo”, diz Betti. “Nossa região vive da suinocultura e, há um ano, quando recebemos a notícia do novo status comemoramos, porque veio para abrir novas portas, agregar mais emprego e renda tanto para o suinocultor, quanto para o frigorífico, para o transportador, para o comércio, para todo o Estado”.

Fonte: Assessoria
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Termina em 31 de maio as inscrições antecipadas para o IPVS2022

Interessados em participar devem estar atentos ao prazo

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Comissão científica preparou uma programação com temas inovadores de importância global Foto: O Presente Rural

Reconhecido mundialmente como um dos principais encontros para atualizações sobre  pesquisas e conhecimento das inovações  na área suinícola, o IPVS2022, que ocorre entre os dias 21 e 24 de junho, no RioCentro, Rio de Janeiro (RJ), informa que o prazo para as inscrições prévias para o evento se encerrará no último dia do mês de maio (31).

Com o tema “Novas perspectivas para a suinocultura: biosseguridade, produtividade e inovação”, o evento  receberá renomados palestrantes, vindos de diversos países.

Para esta edição, na qual os interessados também poderão participar no formato híbrido, a comissão científica preparou uma programação com temas inovadores de importância global, nas áreas de reprodução, doenças bacterianas e virais, manejo, bem-estar, imunologia e vacinologia, nutrição, uso de antimicrobianos e segurança alimentar.

Além de se aprofundar nos temas propostos, os congressistas terão acesso às últimas tecnologias desenvolvidas pelas empresas expositoras e ainda conhecerão os trabalhos científicos selecionados pelo comitê de  avaliadores.

Na opinião de Fernanda Almeida, esta será uma grande oportunidade de reciclagem para os profissionais que atuam na cadeia suinícola. “O IPVS2022, além de trazer renomados nomes da suinocultura mundial, será uma oportunidade de promover networking , estimulando a troca de experiências entre todos os elos desta atividade”, declara.

 

 Inscreva-se

O IPVS2022 oferece condições especiais para participação aos interessados em fazer a sua inscrição com antecedência. Os prazos e valores podem ser consultados no site do evento.

Acesse: www.ipvs2022.com

 

Somando forças com o IPVS2022

O IPVS2022 conta com o apoio das principais entidades da suinocultura brasileira, como: Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Suínos e Aves, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS), Sindicarne-SC e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

O IPVS2022 tem como Partner as empresas Boehringer-Ingelheim, Farmabase, Hipra, MSD e Zoetis. Na categoria Supporter, temos a presença da Ceva e Elanco. As empresas Agroceres PIC, Biofarma, Idexx, Ourofino, Pharmacosmos, Sanvet, Trouw Nutrition, Vetanco, Virbac e DB-Danbred formam o grupo dos patrocinadores Platinum e no grupo Gold temos Crystal Spring, Magapor, Microvet, Phytobiotics, Thermo Fisher, Tonisity, VetScience, Vetoquinol e Lanxess. Além destas, as empresas Adisseo, Boehringer-Ingelheim e ICC patrocinam o Pré-Congresso do IPVS2022.

O evento apresenta como parceiros de mídia os veículos 333 Brasil, 333 Internacional, Academia Suína, Ediciones Pecuarias/Acontecer Porcino, Engormix, Feed & Food, Maiz Y Soya, MAP, O Presente Rural, Pig Progress, Piscishow e Avisuleite, Suíno Brasil, Suino.com, Suinocultura Industrial, SuiSite, Veterinária Digital e Globo Rural.

Fonte: Assessoria
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