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II Encontro de Suinocultores do Oeste do Paraná acontece em Toledo

A programação conta com palestras sobre mercado, marketing da carne suína e novas tecnologias

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Com o objetivo de levar ao suinocultor informações atualizadas da cadeia produtiva, a Associação dos Criadores do Oeste do Paraná (ASSUINOESTE) está organizando o II Encontro de Suinocultores do Oeste do Paraná. A atividade acontece no dia sete de dezembro, no Centro de Eventos Ismael Sperafico, em Toledo. O tema do encontro é “Suinocultura Sustentável: Gestão e Meio Ambiente”. A programação conta com palestras sobre mercado, marketing da carne suína e novas tecnologias.

O intuito em realizar a atividade, segundo o presidente da Associação, Gilberto Antônio Minosso, é levar mais e atualizadas informações para os suinocultores da região. “Nas palestras estamos trazendo temas bem atualizados que são de interesse de todos os produtores”, conta. “É uma ótima oportunidade para o produtor se inteirar daquilo que está acontecendo na suinocultura como um todo”, complementa.

Entre os assuntos que serão discutidos estão o mercado de insumos e suínos e as projeções para 2017; marketing da carne suína; lei da integração; e as soluções tecnológicas para a destinação correta das carcaças de animais mortos nas granjas e para o aproveitamento dos dejetos.

Todos os envolvidos na cadeia estão convidados a participar. “Suinocultores de toda a região Oeste estão convidados a participar do Encontro”, informa Minosso. Além disso, informa, a inscrição será feita na hora, sem custo algum. O presidente somente diz que é necessário que aqueles que pretendem almoçar no local, avisem até a terça-feira (06). “Serviremos almoço a base de carne suína. Por isso, pedimos que os participantes que pretendem almoçar avisem com antecedência”, informa. O valor para aqueles que almoçarão será de R$ 20. O contato para confirmar a presença no almoço é pelos telefones (45) 3277-1613 e (45) 9-9997-0024.

Minosso ainda conta que a terceira edição do Encontro já está com data marcada. “Acontecerá em fevereiro de 2017. Queremos movimentar a suinocultura da nossa região”, afirma. A atividade conta com o apoio da Associação Paranaense de Suinocultores, Secretaria de Agricultura do Paraná e Prefeitura de Toledo.

Programação

09h30 – Abertura

10h – Palestra sobre ações do Projeto de Extensão da UFPR, campus Palotina, sobre a Qualidade da Carne Suína, com Daiane Donin, médica veterinária e coordenadora do projeto

11h – Palestra sobre os mercados de suínos e de milho: situação atual e as projeções para o ano de 2017, com João Luiz Nogueira, do Deral/SEAB

12h15 às 13h30 – Intervalo para almoço e confraternização

13h30 – Palestra sobre animais mortos na granja: a busca da solução, com Everton Luiz Krabbe, da Embrapa Suínos e Aves de Concórdia, SC

14h30 – Palestra sobre a Lei de Integração e a formação das CADECs, com Cesar da Luz, consultor e assessor do Sistema Suinícola do Paraná

15h30 – Palestra sobre a solução tecnológica para aproveitamento de dejetos e transformação em adubo granulado, com Vanderlei Goulart e Gilberto Gonçalves, da Dejgran

16h30 – Encerramento

Fonte: O Presente Rural

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Mercosul defende início de negociações comerciais com a China

Bloco também avança em tratativas com Japão, Canadá, Índia e Vietnã para ampliar o acesso a mercados internacionais.

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Imagem criada pelo ChatGPT/Emili Schneider/OP Rural

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (30), o início das negociações entre o Mercosul e a China para um acordo comercial. A proposta foi apresentada durante a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai.

Foto: Divulgação

Segundo Lula, o bloco já avança em tratativas com Canadá, Índia e Vietnã e, nesta edição da cúpula, deu início às negociações para uma parceria econômica com o Japão. “Em breve, queremos fazer o mesmo com a China e seguir nos aproximando dos mercados mais dinâmicos do planeta”, afirmou.

Durante o discurso, o presidente também defendeu o fortalecimento do Mercosul diante do cenário internacional e afirmou que o bloco deve ampliar sua atuação conjunta.

Lula destacou que o comércio entre os países do Mercosul passou de US$ 4,5 bilhões, em 1991, para US$ 50 bilhões em 2025. Segundo ele, as exportações do bloco cresceram 6% neste ano, alcançando US$ 770 bilhões.

A cúpula marcou o encerramento da presidência temporária do Paraguai no Mercosul e a transferência do comando do bloco para o Uruguai pelos próximos seis meses. Participaram do encontro chefes de Estado de Brasil, Paraguai, Uruguai, Chile, Bolívia e Equador. O presidente da Argentina, Javier Milei, não compareceu ao evento.

Fundo do Mercosul

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

Durante a reunião, Lula também anunciou que o Brasil pretende destinar US$ 100 milhões por ano ao novo Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem), mecanismo que substituirá o modelo atual e tem como objetivo reduzir as desigualdades entre os países do bloco.

Segundo o presidente, a proposta prevê ainda a inclusão da Bolívia no fundo. Desde sua criação, em 2004, o Focem financiou mais de mil quilômetros de rodovias, 680 quilômetros de ferrovias, 750 quilômetros de linhas de transmissão de energia e 100 quilômetros de redes de saneamento básico.

Segurança e integração

Na área de segurança pública, o Brasil apresentou uma proposta de pacto regional de combate ao feminicídio e à violência contra as mulheres. O governo brasileiro também informou que financiará, durante um ano, a atuação de delegados dos 12 países da região no escritório regional da Interpol, em Buenos Aires, para reforçar o combate ao tráfico internacional de drogas e ao crime organizado.

Além das negociações comerciais com Japão, Canadá, Índia e Vietnã, o Mercosul avançou no reconhecimento da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) como documento válido para ingresso nos países do bloco e nos Estados associados.

Fonte: Agência Brasil
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Receita adia para 2027 exigência de CNPJ para produtores rurais pessoa física

Prazo para emissão de documentos fiscais eletrônicos é prorrogado e beneficia produtores com receita anual de até R$ 3,6 milhões.

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Imagem criada por Jaqueline Galvão/ChatGPT/OP Rural

A Receita Federal estendeu o prazo para que pessoa física que exerce atividade econômica regularmente se inscreva no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para emissão de documentos fiscais eletrônicos (DFes). O novo prazo é 1º de janeiro de 2027 para se adaptar à exigência, conforme a Reforma Tributária, regulamentada pela Lei Complementar 214/2025. A medida beneficia produtores rurais com receita anual igual ou inferior a R$ 3,6 milhões.

Foto: Marcello Casal

“Estamos atentos ao processo de implementação das novas regras da Reforma Tributária para orientar os nossos produtores rurais”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Os produtores têm se esforçado e conseguido se adaptar às mudanças que vêm ocorrendo de maneira escalonada. Agora, com mais tempo, é possível planejar e se organizar”, completa.

Com a Reforma Tributária, o produtor pessoa física precisa de um CNPJ para emitir documento fiscal no novo modelo do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Isso porque a lei, que criou o IBS e a CBS, também estabeleceu um sistema de identificação único para todos os contribuintes com atividade econômica, válida em todas as esferas: União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

Até o final do prazo definido pela Receita, o produtor rural pode seguir emitindo o Documento Fiscal Eletrônico (DFe) com sua inscrição estadual vinculada ao Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Mudanças

A Receita Federal está estendendo o prazo porque desenvolve um novo sistema simplificado de inscrição no CNPJ, que deve ser disponibilizado somente em novembro. Até lá, o órgão ainda deve realizar testes, divulgar manuais técnicos e capacitar os emissores para as novidades.

Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Sistema Faep lembra que a inscrição no CNPJ não transforma a pessoa física em jurídica, serve apenas para facilitar a apuração do IBS e da CBS. Ou seja, o fato de o produtor rural (com receita igual ou inferior a R$ 3,6 milhões) ter um CNPJ não significa que terá obrigações de pessoas jurídicas. A medida é apenas para facilitar a apuração dos dados fiscais.

“Mesmo assim, orientamos que o produtor fique de olho e, desde já, se prepare para essa inscrição simplificada, que passa a ser exigida a partir de janeiro de 2027”, conclui Meneguette.

Em relação à Reforma Tributária e seus impactos, o Sistema Faep desenvolveu uma cartilha com orientações aos produtores. Confira aqui.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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CMN amplia poder dos bancos para negar prorrogação de dívidas rurais

Sistema Faep pede ao Banco Central revisão da resolução que entra em vigor em 1º de julho e alerta para insegurança jurídica aos produtores.

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Foto: Divulgação

Na segunda-feira (29), em ofício destinado ao presidente do Banco Central, Gabriel Muricca Galípolo, o Sistema Faep solicita que seja revista a redação da Resolução 5.314/2026, publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no último dia 25. O ponto a ser alterado envolve o poder de negar um pedido de prorrogação das dívidas de crédito rural por parte das instituições financeiras.

A resolução, divulgada na semana passada e que passa a valer a partir de 1º de julho, altera a regra de prorrogação descrita no item 4, da Seção 6, Capítulo 2 do Manual de Crédito Rural (MCR 2-6-4). Com a adição da nova expressão, “por sua conveniência e decisão”, a regra converte o que, por lei e jurisprudência consolidada, já era dever em poder de escolha, decisão e juízo de valor da instituição financeira.

Presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette:  “Não podemos deixar que o produtor rural perca o direito legal de alongar suas dívidas” – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“Não podemos deixar que o produtor rural perca o direito legal de alongar suas dívidas. A realidade do campo está complicada, principalmente depois de uma sequência de eventos climáticos extremos e sucessivas crises de preços que comprometeram a renda dentro da propriedade”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “É dever do Poder Público assegurar a segurança jurídica da atividade rural e de não fomentar a judicialização”, completa.

Para o Sistema Faep, a nova norma do Conselho instala incerteza sobre um direito que era exercido com base em requisitos objetivos, abrindo espaço para recusas discricionárias e subjetivas das instituições financeiras. A mudança resulta em insegurança jurídica sobre um setor que é estratégico para o país, mas que já está pressionado por custos elevados e margens comprimidas, com efeito cascata sobre o acesso ao crédito da safra seguinte.

Como detalhado no ofício, a resolução do CMN não pode restringir o direito que a própria lei assegura. Na Súmula 298, por exemplo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) é categórico ao afirmar que “o alongamento de dívida originada de crédito rural não constitui faculdade da instituição financeira, mas, direito do devedor nos termos da lei.”

Ao inviabilizar administrativamente, por mera “conveniência”, um direito que a Justiça já reconhece, a norma ainda estimula a judicialização de forma desnecessária, onerosa, ilegal e contrária ao interesse público.

Além do restabelecimento de uma redação compatível com o direito à prorrogação, no ofício o Sistema Faep solicita ao Banco Central que, enquanto não reeditada a norma, seja ao menos assegurada a interpretação conforme a Constituição. “A prorrogação precisa continuar sendo autorizada ao produtor que comprove os requisitos objetivos do MCR e tem que ser vedada a recusa por mera conveniência da instituição financeira”, conclui Meneguette.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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