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IHARA apresenta produtos focados no trigo e cevada no WinterShow 2019

Com soluções inovadoras para um cultivo mais produtivo e sustentável, empresa apresenta no evento Fusão EC, Certeza N, Bold e Targa Max

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Foto: O Presente Rural

Conhecidas como cultura de inverno, o cultivo do trigo e da cevada passam, a partir de setembro, a marcar ainda mais presença no calendário da agricultura brasileira. Diante dessa realidade, os produtos que visam a melhoria no trato dos cereais tornam-se um importante investimento para os agricultores à procura de maior ganho na produção no campo.

Com foco em negócios, tecnologia e inovação, o WinterShow 2019 ocorre entre os dias 15 e 17 de outubro, em Guarapuava, no Paraná – maior produtor nacional de trigo do país, para debater os desafios do setor e atualizar os produtores das novidades para lavoura. Mais uma vez, a IHARA, empresa que possui diversas soluções para atender as necessidades do agricultor, é presença garantida.

Focados no tratamento de doenças de solo e na prevenção de pragas e bactérias, durante o evento, a IHARA irá expor os produtos FUSÃO EC (fungicida) e CERTEZA N (fungicida), além do BOLD (inseticida) e do TARGA MAX (controle de azevém).

“Estar próximo ao agricultor nos permite compreender melhor quais obstáculos eles enfrentam desde o momento do plantio até a colheita e, assim, oferecer soluções sustentáveis que realmente façam a diferença em suas produções. É isso que nos motiva a continuar investindo cada vez mais em tecnologias e produtos de ponta”, declara Ricardo Hendges, gerente de Marketing regional da IHARA.

Com forte ação em toda a planta, o FUSÃO EC oferece um maior controle de pragas, a partir do princípio ativo exclusivo metominostrobina, nunca utilizado no Brasil. Sua alta velocidade de absorção e movimentação atinge rapidamente todas as áreas da planta, reduzindo a ação das doenças.

Outro fungicida que se destaca é o CERTEZA N, primeiro tratamento de sementes-fungicida com proteção completa para as sementes que age de forma sistêmica e de contato. “Ele possui exclusiva tecnologia UHPS (Ultra High Performance Sticker) em sua formulação, que proporciona uma melhor aderência à semente, isto é, proteção à lavagem pela chuva”, afirma Hendges.

Durante a feira, o produtor ainda vai conhecer mais sobre o BOLD, indicado para o controle de Percevejo Barriga-verde, Lagarta-do-cartucho, Lagarta-do-trigo e Pulgão-verde-dos-cereais nas culturas do trigo e cevada. O inseticida tem duplo mecanismo de ação (sistêmico e de contato), podendo ser utilizado em qualquer fase da cultura. “O produto também possui característica residual, prolongando o combate direto”, esclarece Hendges.

Completando o portfólio, o TARGA MAX é o herbicida que age com eficiência contra as plantas daninhas, como o azevém, com alta velocidade no controle, promovendo uma maior produtividade.

“Como temos bastante proximidade com o agricultor, conseguimos enxergar com clareza os principais problemas enfrentados e, assim, conseguir estar sempre à frente dos desafios, trazendo soluções que melhorem o desempenho da lavoura. E uma feira como a WinterShow nos abre espaço para mostrar um portfólio que ajudará ainda mais o produtor nas culturas de inverno”, conclui Hedges.

Serviço – WinterShow – Excelência em Cereais de Inverno
Data: 15 a 17 de outubro
Local: Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária – FAPA / Colônia Vitória / Distrito de Entre Rios – Guarapuava (PR)
Informações: http://www.wintershow.com.br/ 

Fonte: Assessoria da Ihara
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JBS entrega novo hospital em Ceilândia (DF)

Empreendimento é um dos legados permanentes do programa de responsabilidade social da empresa, “Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o Mundo com Solidariedade”

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Foto: Divulgação

Nesta segunda-feira (13), a JBS, por meio do programa Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o Mundo com Solidariedade, entrega o Hospital Modular de Ceilândia, em Brasília, para o governo do Distrito Federal. Com isso, a saúde da população brasiliense ganha 73 leitos clínicos para o atendimento de pacientes com o novo coronavírus e ainda um ativo permanente para a população após a pandemia. Ao todo, a obra custou pouco mais de R$ 10,3 milhões.

O hospital, que é acoplado ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), foi construído em 33 dias.  Com um pavimento térreo de cerca de 1.015 metros quadrados de construção, contempla 54 módulos hospitalares refrigerados e uma rampa de ligação entre a unidade acoplada e o HRC.

O programa social da Companhia já doou 19,5 toneladas de alimentos a duas instituições situadas em Brasília (DF): Igreja Batista Livre Acesso e Grande Loja Maçônica do Distrito Federal. A cidade recebeu também 230 mil equipamentos de proteção individual (EPIs) – aventais, luvas descartáveis, máscaras cirúrgicas e N95, propés, viseiras faciais e toucas –, além de cerca de 6 mil litros de álcool líquido e em gel e 4 mil cestas básicas. E ainda foram entregues 35,5 mil luvas de procedimento para a Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

“Esta é uma das entregas mais importantes do programa. A partir de agora, a população de Brasília pode contar este novo ativo para a saúde pública, que fica mesmo após a pandemia. É muito gratificante saber que conseguimos impactar a vida de brasileiros de todas as regiões, seja em ações imediatas quantos outras permanentes, no âmbito de saúde, ciência e social”, comenta Frank Faria, gerente industrial da JBS em Samambaia (DF).

Brasília é uma das mais de 200 cidades que serão beneficiadas pelo programa no Brasil. No Distrito Federal, a JBS vai doar R$ 11 milhões para o enfrentamento do coronavírus, beneficiando cerca de 3 milhões de pessoas.

 

“Fazer o Bem Faz Bem – Alimentando o Mundo com Solidariedade”

Os R$ 400 milhões que serão doados pela JBS contra a pandemia no Brasil serão aplicados nas três frentes de atuação do programa – saúde, assistência social e ciência. A estimativa é que mais de 63 milhões de pessoas sejam beneficiadas com as ações.

A alocação dos recursos considera um diagnóstico feito com sistemas de saúde municipais e estaduais e incluiu entrevistas e análise de dados. Essas informações foram avaliadas por especialistas dos três comitês independentes do programa da JBS nas áreas de saúde, social e ciência e que, com larga experiência em seus respectivos setores de atuação, apoiaram na definição das ações e projetos atendidos.

 

Saiba mais sobre o programa no site jbs.com.br/fazerobemfazbem.

Fonte: Assessoria da JBS
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BRF investe em digitalização na maior fábrica de pizzas do país

Projeto faz parte da transformação digital que a Companhia vem promovendo nos últimos anos

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Desde o ano passado, a BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, deu início ao projeto de digitalização da maior fábrica de pizzas do Brasil, localizada em Ponta Grossa, no Paraná. Com tecnologia que já reduziu cerca de 15% o desperdício de matérias-primas, a linha de produção possui equipamentos de ponta que garantem a qualidade diferenciada dos alimentos. Com esta inovação, a linha chega a produzir atualmente 6.400 pizzas por hora.

O projeto consiste em coletar os dados que antes eram feitos manualmente pelos operadores da linha e agora passou a ser realizado por meio de um aplicativo para smartphone com armazenamento na nuvem. “A nova tecnologia teve influência nas tratativas de desperdício de matérias-primas, auxiliando na redução em torno de 15% de desperdício, aumentando a produtividade e a redução dos custos operacionais”, comenta Antonio Cesco, diretor global de TI BRF.

A unidade da BRF de Ponta Grossa produz pizzas desde 1998 e hoje conta com uma moderna linha de produção, garantindo a eficiência e a qualidade dos produtos. O sabor mais vendido é a pizza de calabresa da Sadia com 20% de preferência do consumidor.

Outros sabores do portfólio também fazem parte da linha de produção da marca: quatro queijos, frango com requeijão, lombo, marguerita, muçarela e portuguesa. Já as pizzas da Perdigão são produzidas nos sabores brasileira, napolitana e calabresa.

“A adoção do software para a coleta de dados está dentro de um conjunto de iniciativas adotadas pela BRF para a transformação digital dentro da indústria.  Essa iniciativa está alinhada ao sistema de excelência operacional (SEO) da BRF, que viabiliza a execução das atividades internas de forma simples e objetiva, dando resultado para o negócio”, finaliza Cesco.

Fonte: Assessoria BRF
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A importância da genética na qualidade da carne suína

André Costa, diretor geral da Topigs Norsvin, destaca como a genética torna a suinocultura cada vez mais competitiva frente às outras proteínas

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Diretor geral da Topigs Norsvin, André Costa.

O mercado mundial de genética suína está passando por um processo de consolidação, mas ainda tem um espaço muito grande para ocupar. A China continua sendo o assunto mais comentado no momento, principalmente em função dos problemas sanitários na produção de suínos. Atualmente a China representa 50% da produção global, no entanto, tem uma suinocultura de baixa tecnologia.

Neste cenário, o mercado de genética suína profissional no mundo ocupa um espaço de apenas 35%. A tendência é de que este número cresça, principalmente, em detrimento da mudança significativa no perfil da produção chinesa de suínos, que caminha para uma maior profissionalização.

No Brasil, um dos principais países produtores e exportadores da proteína suína, a profissionalização faz parte da rotina do setor. “Somos o 4º maior exportador de carne suína, considerando a União Europeia como um único bloco. Isso é resultado de todo o trabalho que existe na produção brasileira”, destaca o diretor geral da Topigs Norsvin, André Costa.

Nos últimos 30 anos, a entrada de empresas de genética permitiu ao Brasil se tornar um grande player da produção de suínos no mundo. Contribuíram para esse feito também as características favoráveis que o País oferece, como a extensão de terra, produção de grãos, água e o profissionalismo dos produtores.

A genética desempenha um grande papel no crescimento da produção de carne suína de 5% ao ano. Um setor que se orgulha em ser extremamente profissional e de trabalhar com a genética mais avançada do mundo. A Topigs Norsvin, líder mundial em pesquisa e desenvolvimento de genética suína, investe na importação de material genético de qualidade. “Tudo isso para manter os planteis brasileiros atualizados geneticamente, comparados em termos de nível genético com os principais produtores do mundo”, acrescenta Costa.

Outro destaque da suinocultura brasileira é o produtor, que realiza grande investimento para manter o plantel atualizado, não apenas em genética, mas também em melhores instalações, nutrição de qualidade, além de investimentos cada vez mais altos em relação às questões de bem-estar animal e sanidade. Dessa forma, os ganhos se somam e efetivamente a suinocultura brasileira cresce facilmente 5% ao ano.

A genética é fundamental nesse processo, pois o suíno é um animal com um ciclo curto de vida, sendo uma espécie que compete com o ser humano por soja e milho. “O trabalho com genética avançada nos permitirá reduzir cada vez mais o consumo de alimentos, tornando o suíno mais eficiente, e aumentando a produção de leitões por fêmea, valorizando a questão da qualidade de carne. Assim, a genética permite que a suinocultura seja cada vez mais competitiva frente às outras proteínas, sem esquecer o grande diferencial da carne suína que é a praticidade, o sabor e a versatilidade. A carne suína nos oferece desde um tradicional bife de lombo até um refinado presunto de parma”, finaliza André Costa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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