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Iguassu Valley cria grupo para fortalecer agro na região Oeste do Paraná

Apresentação oficial do plano estratégico do agro de Cascavel será no dia 20 de julho, a partir das 07h30, no Sindicato Rural com a presença de autoridades, técnicos e convidados.

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A mais recente reunião do grupo foi no Espaço Impulso, no Show Rural - Foto: Divulgação

O Iguassu Valley Agro conta com a participação de cooperativas, instituições de ensino, aceleradoras, hubs de inovação e órgãos voltados ao incremento da atividade produtiva. “A inovação é fundamental para os mais diferentes setores e a principal meta dela deve ser a geração de riquezas, colaborando para melhorar as condições de vida e de oportunidades em toda a área que influencia”, disse o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, na abertura dos trabalhos do encontro mais recente do grupo no Espaço Impulso, na área que abriga o Show Rural.

A Tecnologia da Informação traz uma revolução intensa e bem-vinda nas empresas, contribuindo para vencer a burocratização e para dar mais dinâmica a inúmeras atividades, citou Dilvo. Ele lembrou também que o aprimoramento da gestão e a disseminação do espírito empreendedor são atitudes indispensáveis em uma era de mudanças contínuas. O presidente da Coopavel citou que 129 dos 399 municípios do Paraná respondem por 83% do PIB e são o motor das mais diferentes oportunidades geradas para fortalecer os indicadores da quarta força econômica entre 27 estados brasileiros.

O tamanho do agro

O Espaço Impulso, inaugurado em fevereiro, integra entidades com perfil inovador com a missão de contribuir para o contínuo aperfeiçoamento do agronegócio. O agro brasileiro responde por 27,4% do PIB brasileiro e ajuda a alimentar cerca de um bilhão de pessoas no mundo. O Oeste abriga seis das maiores cooperativas nacionais (Coopavel, C. Vale, Lar, Frimesa, Copacol, Copagril e Primato) que, juntas, têm 66 mil cooperados; 73,3 mil colaboradores e movimentam R$ 55,7 bilhões por ano. “Esse é o maior hub do agro brasileiro”, citou Larissa Brandt, do PTI.

O Iguassu Valley Agro busca conectar empresas, produtores e os mais diferentes atores do segmento, trazendo assim soluções aos desafios que o campo costuma enfrentar, destacou o diretor de Negócios do Sebrae, Emerson Durso. Emerson é quem está à frente dessa fase de estruturação do grupo. O objetivo é ampliar a representatividade e o reconhecimento da governança e elaboração de um evento especial que vai marcar oficialmente a entrega do Plano de Fortalecimento do Agronegócio do Oeste do Paraná.

Fonte: Ascom Coopavel
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Notícias

Possibilidade de safra recorde pressiona valores do trigo no Brasil

As negociações do cereal seguem em ritmo lento no mercado interno, com moinhos comprando apenas para o curto prazo, aguardando a entrada da nova safra nacional. Já no mercado externo, os valores têm sido sustentados por dados apontando piora das condições das lavouras nos Estados Unidos e na Europa.

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Foto: Arquivo/OP Rural

A semeadura da safra deste ano foi praticamente encerrada, e estimativas indicam possibilidade de produção recorde no Brasil.

De acordo com a Conab, devem ser colhidas 9,16 milhões de toneladas nesta temporada, alta de 19,3% em comparação à safra 2021/22.

Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário vem pressionando as cotações domésticas do trigo.

As negociações do cereal seguem em ritmo lento no mercado interno, com moinhos comprando apenas para o curto prazo, aguardando a entrada da nova safra nacional.

Já no mercado externo, os valores têm sido sustentados por dados apontando piora das condições das lavouras nos Estados Unidos e na Europa e por preocupações com as exportações ucranianas.

Fonte: Cepea
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Notícias Edição Cooperativismo

ESG não é moda, é necessidade, aponta Lar

A Lar Cooperativa Agroindustrial tem o ESG em seu DNA, com o “S” de social muito forte em sua atuação junto à comunidade onde está inserida, viabilizando aproximadamente 80% dos mini e pequenos produtores rurais.

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Crianças participam de atividade de conscientização com plantio de árvores nativas nas margens de nascentes em alusão ao Dia Mundial da Água - Fotos: Arquivo Lar

O Brasil é um dos principais produtores do agronegócio mundial, liderando a produção e exportação de uma infinidade de produtos agropecuários. Conforme estimativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), até 2030 a produção agrícola do país deve crescer mais de 20%. Esta produção demandará um maior uso de recursos naturais – como da água e do solo -, e de insumos agrícolas, os quais precisarão ser cada vez mais manejados de modo eficiente a fim de não interferirem no meio ambiente e nas gerações futuras.

Do lado das empresas, aquelas que adotarem práticas e modelos alinhadas à Agenda ESG – um conjunto de condutas ambientais, sociais e de governança para guiar investimentos e escolhas de consumo – se diferenciarão no mercado e criarão as bases para um crescimento sustentável.

Diretor-presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues: “A Lar monitora o atendimento aos padrões de qualidade do ar em 100% de suas unidades, com isso, somente em 2021 sequestrou 640 toneladas de carbono do ar”

A Lar Cooperativa Agroindustrial tem o ESG em seu DNA, com o “S” de social muito forte em sua atuação junto à comunidade onde está inserida, viabilizando aproximadamente 80% dos mini e pequenos produtores rurais. O respeito e a preservação ao meio ambiente também norteiam as ações da Lar, que tem atuado intensamente na preservação e na economia d’água, tratamento de efluentes, resíduos sólidos, qualidade do ar e em educação ambiental. “Temos ainda muitas oportunidades para melhorar nossas práticas, mas também temos muito o que capitalizar em nossos negócios com as ações que já realizamos”, pontua o diretor-presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues.

Com clientes em diversas regiões do Brasil e do mundo, Rodrigues ressalta que a questão ambiental tem sido bastante valorizada no fechamento de novos negócios, principalmente após a COP26, realizada ano passado na Escócia. “Além disso, as instituições financeiras há algum tempo já estão considerando as ações ambientais, sociais e de governança como itens de avaliação das organizações para a concessão de crédito. Não se consegue conceder um empréstimo ou fazer negociações com empresas que poluem o meio ambiente, desmatam de forma ilegal, discriminam seus funcionários ou mesmo não praticam ações de governança, como a participação nas decisões e a transparência nas informações”, evidencia.

Compromisso

Conforme Rodrigues, a Agenda ESG é, em primeiro lugar, um compromisso da diretoria e do Conselho de Administração da Lar, instâncias onde são definidas as prioridades e as estratégias de atuação da cooperativa. Dentro da Lar, o tema está ligado à Superintendência Administrativa e Financeira na Gerência de Qualidade, Meio Ambiente e Inovação. “Não existe um departamento criado exclusivamente para essa finalidade, uma vez que o tema permeia em toda a cooperativa, em suas diferentes áreas. A evolução econômica, do conhecimento, cultural e social é notável na família associada e no quadro de funcionários”, expõe Rodrigues.

Governança

Vista aérea da Unidade Industrial de Aves em Matelândia, PR, em que mostra as florestas de eucalipto que recebem o efluente tratado da indústria

No que diz respeito à governança, foi criado na Lar o Conselho Consultivo, que trouxe o associado ainda mais perto da cooperativa, participando e opinando sobre os rumos da companhia; a Universidade Corporativa, que conta com um número enorme de programas de treinamento e preparação de pessoas, tanto para associados quanto para os funcionários; além dos comitês por atividades, que são fóruns técnicos de discussão, onde os associados podem aprender mais sobre o segmento que atuam, visando a evolução de suas atividades.

“A Lar atua e continuará atuando fortemente na preparação de lideranças, além de trabalhar junto à comunidade, através da conscientização da necessidade da cooperação como forma de melhoria da qualidade de vida das pessoas, assim como também atuará junto aos stakeholders na conscientização sobre a importância da preservação do meio ambiente para garantia da sustentabilidade, ou seja, que as gerações futuras também possam aproveitar dos recursos naturais do nosso planeta”, salienta o diretor-presidente da Lar.

Entre as principais ações de governança realizadas pela Lar estão a formalização em estatuto do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, auditoria interna, auditoria externa com reconhecimento internacional, planejamento estratégico, divulgação das demonstrações financeiras, criação do Conselho Consultivo e de Comitês por atividades, decisões colegiadas na alta administração, que envolve diretores e as superintendências, bem como da inserção de mulheres e jovens no ambiente empresarial do Sistema Lar.

Para reduzir ao mínimo as chances de erros contábeis, Rodrigues reforça que boa parte das informações são geradas por softwares específicos e interligados para cada atividade ou processo, porém, ainda assim, podem haver riscos de alguns erros por algum lançamento errôneo. “Utilizamos diversos mecanismos internos de checagem, como as conciliações diárias e mensais, auditorias internas e externas profundas, e o próprio conhecimento dos profissionais das áreas que, conhecendo detalhadamente os negócios, conseguem identificar quando algum número passa a não corresponder à realidade. Esses desvios são fáceis e rapidamente identificados, tratados e os sistemas melhorados para que não voltem a acontecer”, enfatiza.

Agenda ambiental

Através do Programa Prioridade Ambiental, a cooperativa desenvolve um rigoroso monitoramento em todas as atividades de forma a manter a qualidade do ar, do controle e gerenciamento dos parâmetros da água, resíduos e efluentes, além de trabalhar de forma a melhorar a eficiência energética, com o uso de fontes alternativas e de atuação junto à comunidade com temas voltados à educação ambiental.

Um belo exemplo é da família Colombari que, com uma pequena propriedade em São Miguel do Iguaçu, PR, diversifica sua produção de grãos com a criação de suínos e de gado de corte. Os dejetos dos animais são removidos para um biogestor para gerar energia elétrica para as instalações do sítio. Já são quatro gerações da família que trabalham no campo.

Em 2021, a cooperativa reduziu 867 mil m³ de água no processo de abate de aves, volume considerado o bastante para atender o consumo de 3.942 residências durante um ano. Outro projeto de extrema relevância para a sustentabilidade, elencado por Rodrigues, é a recuperação de nascentes degradadas das propriedades dos associados e da própria cooperativa, onde já foram recuperadas mais de 150 nascentes, devolvendo água pura e abundante à natureza e ao consumo nas propriedades.

São mais de 150 minas já revitalizadas pela Lar para aumentar e garantir a disponibilidade hídrica no Oeste do Paraná

Em relação ao tratamento de resíduos, após o processo de filtração da água de abate e sua adequação aos parâmetros legais, a cooperativa realiza a sua disposição em solo por meio da fertirrigação em uma área de 331 hectares. Além do aproveitamento da água que retorna à natureza, a Lar também sequestra carbono com o plantio e manejo de florestas de eucalipto.

“A Lar possui áreas de reflorestamento com 1.830,26 hectares e mais 1.369,77 hectares de vegetação nativa. Além disso, monitora o atendimento aos padrões de qualidade do ar em 100% de suas unidades. Somente em 2021, sequestrou 640 mil toneladas de carbono do ar”, relatou Rodrigues.

Os gases de efeito estufa, principalmente o metano, são os mais prejudiciais ao meio ambiente e a Lar tem adotado formas de evitar a sua emissão para a atmosfera, entre elas com a implantação de biodigestores nas unidades de produção de leitões e a canalização do gás para transformar em energia elétrica, alimentando geradores e abastecendo as unidades as quais estão instalados. Em 2021, a cooperativa estima que foram evitados a emissão de 740 mil m³ de metano na atmosfera.

“Também trabalhamos fortemente com a gestão dos resíduos sólidos. Em nossas unidades de aves, de rações e de produção de ovos realizamos a logística reversa de embalagens. E nas unidades de produção de pintainhos e leitões, além das propriedades dos associados, fizemos a recolha dos resíduos de serviço de saúde animal, desta forma conseguimos no ano passado destinar adequadamente 62 toneladas destes resíduos”, pontua Rodrigues.

No último ano, a Lar também destinou de forma correta 293 toneladas de embalagens de agrotóxicos, material gerado por 15 municípios do Oeste paranaense.

Com vistas à conscientização ambiental, a Lar realiza eventos de valorização de datas comemorativas, como o Dia Mundial do Meio Ambiente, Dia da Água, Dia da Terra, Dia da Árvore, envolvendo a comunidade estudantil de forma a contribuir para uma sociedade mais integrada com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Ações futuras

Com forte atuação na preservação de recursos naturais, entre as ações previstas para os próximos estão a implantação de um projeto de reuso de água em uma das plantas de abate de aves. Em funcionamento, o sistema reduzirá em 30% o consumo de água. Outra iniciativa que está em andamento é o Prêmio Lar de Sustentabilidade, que irá premiar os associados que praticam as Boas Práticas de Sustentabilidade na propriedade. “Nosso objetivo é disseminar e estimular a cultura de sustentabilidade junto aos associados e à comunidade, a partir de critérios ESG. As inscrições encerraram no fim de junho, agora serão feitas as avaliações nas propriedades e os vencedores serão conhecidos no mês de novembro”, declara o diretor-presidente da Lar.

Conforme Rodrigues, a Agenda ESG para a Lar não é mais uma prática de gestão que está na moda, mas uma necessidade para as empresas que anseiam atuar no mercado mundial. “As empresas de classe mundial que adotam medidas ESG serão as preferidas em negociações comerciais e financeiras”, encerra.

Para saber um pouco mais de como a agenda ESG está movimentando o cooperativismo brasileiro acesse a versão digital da edição Especial de Cooperativismo clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Nesta quarta-feira

Presidente da Aurora Coop é painelista do Fórum Encadear 2022

No evento, Neivor Canton apresentará a dimensão do Sistema Aurora Coop e sobre o Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista.

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Diretor-presidente da Aurora Coop, Neivor Canton - Foto:Divulgação/Aurora Coop

O diretor-presidente da Aurora Coop Neivor Canton participará nesta quarta-feira (17), das 14h30 às 15h45, do painel “Competitividad)e de ponta a ponta” do Fórum Encadear 2022, que acontecerá entre quarta e quinta-feira (18) no Hotel Transamérica, em São Paulo (SP). O evento promovido pelo Sebrae tem como objetivo contribuir para melhorar a competitividade, a sustentabilidade e a inovação nos pequenos negócios inseridos ou com potencial de inserção nas cadeias de valor de grandes empresas.

Canton apresentará a dimensão do Sistema Aurora Coop, formado por 11 cooperativas associadas e mais de 72 mil cooperados, sendo que 80% remetem a pequenas propriedades rurais. Também explicará sobre o Prêmio Empreendedor Rural Cooperativista – considerado um dos maiores reconhecimentos do agronegócio catarinense – que valoriza os empresários rurais que se destacaram com práticas diferenciadas de melhoria da qualidade de vida e renda, bem como pela contribuição com a preservação do planeta.

A certificação de Propriedade Rural Sustentável iniciou em 2016 com a intenção de desenvolver cooperados para que atinjam níveis de sustentabilidade nas cadeias produtivas, envolvendo processos de gestão, meio ambiente e social. Para isso, foram estabelecidos critérios de avaliação das propriedades proporcionando assistência técnica para utilização dos procedimentos padrões. Como benefícios, eles recebem remuneração diferenciada por produtividade e desempenho. Até o momento foram certificadas 896 empresas rurais.

Canton antecipa que sua participação estará direcionada a mostrar a visão da Aurora Coop para a importância da redução dos gaps de competitividade nas cadeias produtivas de suínos, aves e leite. “Destacarei tanto os programas internos quanto as estratégias alinhadas com parceiros, a exemplo do Sebrae para execução do Programa Encadeamento Produtivo, que buscam a diminuição dos gaps de competitividade do setor primário, ou seja, antes das plataformas de industrialização. Observamos que essa atuação foi fundamental para os ganhos de competitividade e de qualidade que apresentamos em nossos produtos”, analisa.

Programação

O painel terá como mediadora Christimara Garcia da Catalyze Innovations e, além de Canton, participarão como painelistas o diretor de suprimentos e logística na Intercement Douglas Catan e o gerente setorial de parcerias da Petrobras João Matsuzaka Costa. Como case será apresentado a Felippi Strass pela representante Valéria Felippi.

A programação de quarta-feira (17) também contempla palestra magna sobre “Sustentabilidade empresarial, uma visão ampliada para a prosperidade econômica das cadeias de valor” e outros três painéis com líderes de grandes empresas: “Potencialize os resultados com práticas de ESG na cadeia de valor”, “Inovabilidade como fator de diferenciação” e “Como construir o futuro e sustentar a transformação +50?. A programação completa dos dois dias de evento ou a inscrição pode ser feita no site www.forumencadear.com.br.

Neste ano, o tema do evento é “Agenda ESG: conectando competitividade, inovação e sustentabilidade na cadeia de valor. Essa temática abrange uma preocupação global: Agenda ESG (sigla, em inglês, para Sustentabilidade, Social e Governança) e como a sustentabilidade empresarial pode fomentar uma maior inserção dos pequenos negócios em cadeias de valor de grandes empresas.

Sebrae 50+50

Em 2022, o Sebrae celebra 50 anos de existência, com atividades em torno do tema “Criar o futuro é fazer história”. Denominado Projeto Sebrae 50+50, a iniciativa enfatiza os três pilares de atuação da instituição: promover a cultura empreendedora, aprimorar a gestão empresarial e desenvolver um ambiente de negócios saudável e inovador para os pequenos negócios no Brasil.

Passado, presente e futuro estão em foco, mostrando a evolução desde a fundação em 1972 até os dias de hoje, com um olhar também para os novos desafios que virão para o empreendedorismo no país.

Fonte: Ascom
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