Conectado com
FACE

Notícias IFC Brasil

IFC Brasil DIGITAL de 01 a 03 de dezembro – o encontro virtual da cadeia do pescado

IFC Brasil será o primeiro evento digital da cadeia do pescado: Das águas à mesa do consumidor – Por uma cadeia competitiva e sustentável

Publicado em

em

De 01 a 03 de dezembro a cidade de Foz do Iguaçu – PR, vai sediar a segunda edição do International Fish Congress e Fish Expo Brasil, evento internacional que reuniu mais de 1.500 profissionais do setor do pescado no ano passado. O evento que marcou de forma extremamente positiva o calendário de eventos de aquacultura mundiais e tornando-se o ponto de encontro de toda a cadeia do pescado, seria realizado no mês de setembro, mas em função das restrições impostas pela pandemia fará uma edição inovadora online. Para responder aos desafios deste ano e dos próximos, o IFC Brasil se converteu em uma plataforma digital de soluções e lança o IFC Brasil Digital 2020. As inscrições já estão abertas no site www.ifcbrasil.com.br e tem o valor de R$150,00 para profissionais e R$75,00 para estudantes.

“O momento exige superação. E é isso que o IFC Brasil Digital se propõe: transpor barreiras, superar limites e conectar milhares de pessoas, profissionais e empresários do setor em torno de um objetivo comum, fazer do Brasil um grande produtor mundial de pescados. Com conteúdo de qualidade, o IFC vai discutir tendências, apontar caminhos, discutir novas tecnologias com os mais renomados conferencistas nacionais e internacionais. Realizar o IFC Brasil Digital é uma grande demonstração de compromisso com o setor. E será feito com muito carinho, qualidade, participação e interação de todos com o que tem de melhor no mundo do pescado”. Altemir Gregolin, ex ministro da pesca e presidente do IFC Brasil.

O evento digital tem o apoio fundamental do Governo do Estado do Paraná, através da SEAB – Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e empresas Sanepar, Copel, Agência de Fomento e BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Entre as entidades apoiadoras estão  a Peixe BR – Associação de Produtores de Peixes do Brasil , Abipesca – Associação das Indústrias de Pesca , CONEPE- Conselho Nacional de Pesca, ABRAPES – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado, ABCC – Associação Brasileira de Produtores de Camarão, SINDIPI – Sindicato dos Armadores de Pesca de Itajaí, CNA – Confederação Nacional da Agricultura, MAPA – Ministério da Agricultura e Abastecimento/ Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca e COOPACOL.

O IFC Brasil DIGITAL 2020 – Na Era da Tecnologia, evento híbrido online será realizado de 01 a 03 de dezembro de 2020, com  a missão de certificado ao final. Em ambiente digital, o evento utilizará tecnologia que permite interatividade e networking. Reunirá especialistas nacionais e internacionais, com tradução simultânea para espanhol e inglês.

Serão mais de 12h de conteúdo exclusivo, com especialistas de três continentes. Os mediadores estarão em estúdio com sistema de câmeras de vídeo de alta definição e em telas de led full HD. “Trata-se do primeiro e único evento internacional da cadeira do pescado em ambiente híbrido e virtual”, destaca Eliana Schwarz, CEO do IFC. Ainda conforme ela, o evento será ancorado do Paraná, mantendo o Estado como sede em 2019, 2020 e 2021.

“Em um mundo lotado de conteúdo online e muitas dúvidas, lançamos a IFC Digital, mantendo nosso DNA: uma comissão organizadora que conhece profundamente os desafios e oportunidades do setor do pescado, sob medida, os conteúdos mais relevantes, instigantes e inspiradores – de saúde mental a transformação digital, do novo papel do profissional da cadeia do pescado nos cenários político-econômicos, de inovação a estratégia”, afirma Eliana.

Para Ronaldo Bulhões – Diretor Presidente da FUNDEP – Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-graduação, entidade coorganizadora do IFC BRASIL, a relevância do evento é apoiar o desenvolvimento de atividades de pesquisa, ensino, extensão e pós-graduação com a apresentação dos trabalhos científicos. “A realização de um evento desse porte é a principal forma de intercambiar experiências, cooperar com outras instituições do segmento da aquicultura e desenvolver atividades destinadas a auxiliar a subsistência do setor aquícola, comunidade universitária e indústria. E ainda fomentar a pesquisa, o ensino e a extensão de Instituições de Ensino Superior, públicas ou privadas, envolvidas no projeto, de forma integrada”, revelou.

Alexandre Almeida Weber, Reitor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE, outra instituição parceira coorganizadora, coloca que o evento é uma oportunidade para a Universidade divulgar o conhecimento e a pesquisa gerados no universo acadêmico, oferecendo soluções para o segmento, uma vez que a Universidade tem expertise no tema por possuir o curso de graduação em Engenharia de Pesca e Mestrado e Doutorado em Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca. “A UNIOESTE reconhece a importância de cooperar e se conectar ativamente com a indústria, o mercado, o Estado e a sociedade civil, que são os consumidores do conhecimento e da inovação gerados pelas Universidades, e o IFC BRASIL é uma grande porta aberta para essa conexão, pois engloba toda a cadeia pesqueira e abre caminho para o encontro de soluções para o setor”.

Tecnologia de ponta

O IFC Brasil Digital acontecerá em uma plataforma digital, onde os expositores estarão organizados em 3 Oceanos (setores de produtos). Cada empresa terá à sua disposição um estande digital. Usando texto, imagens, vídeos e, em alguns casos, gráficos 3D, eles podem apresentar seus modelos, soluções, inovações tecnológicas e catálogo de forma atraente.Um importante espaço em cada estande é reservado para reuniões B2B, onde empresas poderão agendar suas conferências.

A Comissão Organizadora do IFC 2020 decidiu criar um evento virtual através de uma plataforma tecnológica completa para acelerar a realização de negócios, discutir aprendizados e promover encontros virtuais. “Acreditamos que o engajamento e a colaboração são palavras chaves para a superação do momento. Com o impedimento do presencial vamos utilizar as ferramentas que o meio digital nos proporciona para aproximar ainda mais os fornecedores de produtos, serviços e equipamentos para supermercados e outros varejos” – afirma Eliana Panty – Diretora Executiva do IFC Brasil.

Para Panty, a feira virtual é estratégica porque as empresas continuam investindo e há também a retomada do food service e abertura de mercados internacionais. “Será uma oportunidade especial para facilitar o fechamento de negócios.

Os mais de 20 conferencistas irão debater: conjuntura, estratégia, mercado, desenvolvimento e sustentabilidade, legislação e regulamentação, tendências tecnológicas e tecnologias de produção e processamento. Os temas incluem ainda sistemas de produção na aquicultura, nutrição, sanidade e biossegurança, manejo, gestão de recursos pesqueiros, tecnologias de captura, entre outros.

A Exposição Feira terá a com a participação dos principais players do mercado de tecnologias e serviços para aquicultura e pesca e toda a cadeia do pescado. Arena do conhecimento com o Aqua 4.0 destinado a Startups. Inova Aqua para demonstração de tecnologias de ponta. Rodada de negócios digitais – marketplace. Apresentação de trabalhos científicos coordenados pelas universidades Unioeste, Unila, IFPR, UFPR e Univali.

O International Fish Congress & Fish Expo Brasil 2020 serão compostos de:

– Pré-Congressos de Indústria de Processamento de Pescados

– Congresso Internacional

– Temas de Conjuntura e Estratégia

– Seminário Internacional de Aquicultura e de Pesca

– Apresentação de Trabalhos científicos

– Feira virtual de negócios

– Arena do Conhecimento Digital;

– Áqua 4.0 – espaço para startups.

Fonte: Ass. de Imprensa
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

19 − seis =

Notícias Safra de inverno

Santa Catarina amplia em 15% área plantada de trigo

Com a safra encerrada no final de janeiro, a expectativa é de que tenham sido colhidas 171 mil toneladas

Publicado em

em

Divulgação/AENPr

A alta nos preços estimulou o plantio de trigo em Santa Catarina. Com a safra encerrada no final de  janeiro, a  expectativa é de que tenham sido colhidas 171 mil toneladas, cultivadas em aproximadamente 58 mil hectares – um aumento de 15% na área plantada em relação ao ano anterior. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural vem estimulando a produção de trigo nas lavouras catarinenses como alternativa para reduzir a crescente dependência de milho para ração animal.

“Embora com uma queda na produtividade, tivemos um resultado muito positivo na safra de trigo 2020/2021. Estamos estimulando a pesquisa para o desenvolvimento de novos cultivares, queremos ampliar ainda mais a área plantada com cereais de inverno em Santa Catarina. Temos áreas pouco utilizadas, com lavouras disponíveis para o plantio de trigo, triticale e cevada, por exemplo, que podem ser utilizados na fabricação de ração animal. Com isso, conseguiremos agregar mais uma fonte de renda para o produtor rural”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

Em algumas regiões como Canoinhas e São Bento do Sul, o aumento da área plantada chega a 40%. Segundo o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) João Rogério Alves, os bons preços praticados no início da safra levaram os produtores a investir na atividade e ampliar suas áreas de cultivo.

As estimativas são de que os catarinenses tenham colhido 171,3 mil toneladas de trigo na safra 2020/21, uma alta de 11% em relação ao ano anterior. Boa parte da produção está concentrada na região de Canoinhas e Chapecó.

Alta nos preços de trigo

A manutenção dos preços do trigo em patamares elevados se deve a vários fatores, entre eles a produção nacional insuficiente para atender a demanda, já que mais da metade do volume consumido pelo mercado brasileiro é importado. Outro aspecto relevante é o mercado internacional, com o dólar elevado e a implementação de barreiras tarifárias impostas por importantes países exportadores.

Estímulo ao plantio de grãos de inverno

Com uma cadeia produtiva de carnes em constante crescimento, Santa Catarina busca alternativas para reduzir a dependência de milho e diminuir os custos de produção. A Secretaria de Estado da Agricultura pretende reforçar o apoio para o plantio de trigo, triticale e cevada.

A Secretaria da Agricultura já desenvolve um Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno, que pretende ampliar em 120 mil hectares a área plantada com esses grãos no estado. A intenção é ocupar as áreas de cultivo também nesta estação, trazendo uma alternativa de renda para os produtores e mais competitividade para a cadeia produtiva de carnes.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Pecuária

Comprador pressiona, mas baixa oferta de animais limita queda do indicador

Esse posicionamento reflete a dificuldade em vender a carne nos atuais patamares de preços

Publicado em

em

Divulgação/Embrapa

Neste início de março, frigoríficos seguem cautelosos para novas aquisições de animais, tentando evitar abrir preços maiores aos pecuaristas. Segundo colaboradores do Cepea, esse posicionamento reflete a dificuldade em vender a carne nos atuais patamares de preços.

No entanto, a oferta limitada de animais para abate tem diminuído a força da pressão compradora. De 24 de fevereiro a 3 de março, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) permaneceu praticamente estável (-0,45%), fechando a R$ 298,15 na quarta-feira (03).

Quanto às vendas ao mercado internacional, o menor número de dias úteis em fevereiro e o ano novo chinês reduziram os embarques da carne bovina brasileira para o patamar registrado em janeiro/19. Mesmo assim, as exportações seguem acima das 100 mil toneladas mensais desde o começo de 2018, mostrando que o mercado externo continua importante para o Brasil. Em fevereiro, o Brasil exportou 102,12 mil toneladas do produto in natura, baixas de 4,85% em relação a janeiro/21 e de 7,64% em comparação a fevereiro do ano passado (dados da Secex).

Fonte: Cepea
Continue Lendo

Notícias ANTT

Transporte rodoviário tem novo piso mínimo de frete

Tabela foi publicada na quarta-feira (03) no Diário Oficial da União

Publicado em

em

Gervásio Baptista/Agência Brasil

O transporte rodoviário de carga tem novo piso mínimo de frete. A tabela com os valores específicos foi publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Diário Oficial da União de quarta-feira (03).

Conforme diz a nota técnica que antecedeu a portaria, a Lei nº 13.703/2018 determina que, quando ocorrer no mercado nacional oscilação no preço do óleo diesel superior a 10% (para mais ou para menos), uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela agência do setor.

Essa equação considera alguns coeficientes relativos aos custos de deslocamento, de carga e de descarga. Tais custos contemplam tanto custos operacionais como mercadológicos. Entre os elementos considerados estão os de aquisição do veículo, preço do óleo diesel, pneus e salário dos motoristas. O atual reajuste não inclui o IPCA, segundo a ANTT.

A tabela apresenta os novos pisos mínimos para os mais diversos tipos de frete – diferenciados por tipo de carga, coeficiente de custo e número de eixos carregados. O cálculo apresentado na nota técnica leva em consideração o resultado de um levantamento de preços feito pela Agência Nacional do Petróleo, tendo como período observado o relativo a 22 e 27 de fevereiro, quando o valor médio do diesel S10 aumentou de R$ 3,663 para R$ 4,25.

Em termos percentuais, esse aumento equivale a 16,03%. Percentual acima dos 10% usados como espécie de gatilho para a revisão da tabela, pela agência.

Fonte: Agência Brasil
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.