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Peixes Em Belém do Pará

IFC Amazônia será um evento Net Zero

Iniciativa reforça a importância da sustentabilidade como pilar central dos eventos do setor, alinhando-se às demandas globais por práticas mais responsáveis e conscientes.

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Fotos: Divulgação/IFC

O IFC Amazônia, que acontecerá nos dias 23, 24 e 25 de abril em Belém do Pará, será mais um marco na história dos eventos sustentáveis do setor. O evento pré-Cop 30, segue o exemplo bem-sucedido do IFC Brasil 2024, realizado em Foz do Iguaçu (PR). o IFC Amazônia também adotará o compromisso Net Zero, neutralizando todas as emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas durante sua realização. A iniciativa reforça a importância da sustentabilidade como pilar central dos eventos do setor, alinhando-se às demandas globais por práticas mais responsáveis e conscientes.

A experiência bem-sucedida do IFC Brasil 2024

A 6ª edição do IFC Brasil 2024, realizada em setembro do ano passado, foi o primeiro evento do setor a alcançar o status Net Zero. Para isso, contou com a expertise da GPX Tecnologia, empresa especializada em soluções sustentáveis e certificações ambientais. A GPX realizou o cálculo detalhado de todas as emissões de GEE, desde o consumo de energia elétrica até o gerenciamento de resíduos e o uso de água. Com base nesses dados, foi possível compensar integralmente as emissões por meio de créditos de carbono gerados em um projeto na Amazônia, validado pela RINA, uma das principais certificadoras internacionais.

O sucesso do IFC Brasil 2024 mostrou que é possível realizar grandes eventos de forma sustentável, sem abrir mão da qualidade ou do impacto positivo no setor. Agora, o IFC Amazônia seguirá o mesmo caminho, consolidando a sustentabilidade como um dos pilares centrais da organização.

Eliana Panty, diretora do IFC Brasil e IFC Amazônia, destaca que “não basta um evento falar de sustentabilidade, é preciso praticar sustentabilidade e isso é possível sim”. Desde a primeira edição, os organizadores demonstraram grande preocupação com os resíduos gerados pelo evento, especialmente materiais como lonas e adesivos provenientes dos estandes. “Sempre procuramos dar um destino correto a esses materiais”, afirma Panty. Além disso, o evento adotou medidas como a substituição de copos plásticos por copos de papel e a redução da impressão de materiais que poderiam ser disponibilizados digitalmente. “Com isso, reduzimos mais de meia tonelada de material impresso”, complementa.

O IFC Brasil deu um passo significativo ao não apenas garantir o descarte adequado dos resíduos, mas também compensar todas as emissões de CO2 geradas pelo evento e pelos participantes. Para isso, estabeleceu uma parceria com a empresa GPX, demonstrando que “qualquer atividade pode compensar os gases de efeito estufa”. Essa iniciativa reforça o compromisso do IFC Brasil em criar um espaço de troca de conhecimento, onde a sustentabilidade é discutida e esclarecida. “Isso demonstra o compromisso do IFC Brasil em transformar o evento num espaço onde esse assunto é debatido e colocado em prática”, ressalta Panty.

O presidente do IFC Brasil e IFC Amazônia, Altemir Gregolin, reforça que “nossos valores e propósitos sempre estiveram comprometidos com modelos de desenvolvimento sustentáveis”. Ele enfatiza a urgência de agir diante das mudanças climáticas que afetam o planeta: “Mais do que nunca, frente às profundas mudanças climáticas, a sociedade precisa agir, mudar comportamentos. E nós do IFC Brasil e IFC Amazônia queremos fazer a nossa parte e inspirar empresas e pessoas para que também tomem iniciativas”. Gregolin conclui afirmando que “NET Zero é um compromisso com o planeta”, destacando a importância de ações concretas para um futuro mais sustentável.

Como funcionará o Net Zero no IFC Amazônia?

Assim como no IFC Brasil, a GPX Tecnologia será responsável por quantificar e compensar todas as emissões de GEE geradas durante o IFC Amazônia. O processo inclui:

  • Cálculo do consumo de energia elétrica e estacionária;
  • Gerenciamento e destinação correta de resíduos sólidos;
  • Uso e reuso de água;
  • Emissões geradas pelo transporte e estacionamento de veículos.

Para realizar esses cálculos, a GPX utiliza metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol e a ISO 14064, garantindo precisão e transparência no processo. Após a quantificação, as emissões serão compensadas por meio de créditos de carbono vinculados a projetos sustentáveis, como o desenvolvido pela GPX na Amazônia em parceria com uma empresa italiana.

Sustentabilidade como legado

A decisão de tornar o IFC Amazônia um evento Net Zero não apenas reduz o impacto ambiental, mas também reforça o compromisso do setor com a sustentabilidade. Paulinho César Gaspar, CEO da GPX Tecnologia, destacou que a neutralização de carbono vai além de uma estratégia de marketing: é uma ação concreta para contribuir com a preservação do meio ambiente e a redução da pegada de carbono.

Além disso, a experiência do IFC Brasil 2024 mostrou que é possível aliar grandes eventos a práticas sustentáveis, servindo de inspiração para outras iniciativas no setor. O IFC Amazônia será mais uma oportunidade para demonstrar que a sustentabilidade é viável e necessária, independentemente do porte ou da complexidade do evento.

Próximos passos da GPX

A GPX Tecnologia já está envolvida em outros projetos sustentáveis, como a quantificação das emissões de GEE do Parazão 2025, o campeonato de futebol da primeira divisão do estado do Pará. Essas iniciativas reforçam o compromisso da empresa em expandir suas soluções sustentáveis e contribuir para um futuro mais responsável.

O IFC Amazônia será mais um exemplo de como é possível realizar grandes eventos de forma sustentável, seguindo o sucesso do IFC Brasil 2024. Com a expertise da GPX Tecnologia, o evento não apenas neutralizará suas emissões, mas também promoverá a conscientização sobre a importância de práticas sustentáveis no setor. A iniciativa reforça a necessidade de que mais eventos e empresas adotem medidas concretas para reduzir seu impacto ambiental, contribuindo para um futuro mais verde e responsável.

Fonte: Assessoria IFC

Peixes

Setor de piscicultura se prepara para Aquishow Brasil 2026

Evento apresenta tecnologias, debates técnicos e premiações para impulsionar a produção de tilápia no Triângulo Mineiro.

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Fotos: Divulgação/Aquishow Brasil

A Aquishow Brasil, o maior evento da aquicultura nacional, será realizada mais uma vez em Uberlândia (MG), entre 9 e 11 de junho de 2026, no Castelli Master. O objetivo é avançar nas conquistas já realizadas e contribuir ainda mais para o crescimento da piscicultura em Minas Gerais, que já é uma das mais fortes do Brasil.

Para isso, o evento está maior, com discussões técnicas e completas e conta com a presença de mais de 100 empresas dos vários segmentos da cadeia da produção de peixes de cultivo – especialmente de tilápia.

“A Aquishow Brasil é o maior evento do setor e tem uma missão estratégica: contribuir para o fortalecimento da atividade no país, especialmente em regiões de alto potencial. O Triângulo Mineiro pode se tornar ainda mais relevante na produção de tilápia e estar em Uberlândia pelo segundo ano nos possibilita ajudar nesse processo”, diz Marilsa Patrício, diretora da Aquishow Brasil e secretária executiva da Peixe SP – Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União.

A expectativa da Aquishow Brasil 2026 é receber 7 mil visitantes de todas as partes do país e do exterior. A edição de 2025 atraiu participantes mais de 20 países – especialmente da América Latina. No ano passado, o evento movimentou R$ 115 milhões e o objetivo para 2026 é crescer pelo menos 10%.

A Aquishow reúne todos os elos da cadeia produtiva da aquicultura brasileira e apresenta as mais modernas tecnologias em genética, insumos, equipamentos, serviços e produtos. Uma completa agenda de apresentações técnicas contribui para atualizar os produtores e apresentar novas tecnologias.

Destaque também às premiações especiais para reconhecer quem contribui para o contínuo crescimento da aquicultura, como o Prêmio Inovação Aquícola e o Prêmio Personalidades Brasileiras da Aquicultura – Aline Brun e Geraldo Bernardino.

Mais informações clique aqui e e-mail peixesp@peixesp.com.br. Organização (17 99616-6638 e 17 98137-8657), Departamento Comercial (Eder Benício, 11 97146-9797)

Fonte: Assessoria Aquishow Brasil
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Peixes

Com tilápia à frente, setor de pescado projeta crescimento de 30% na Semana Santa

Setor projeta aumento da demanda sem pressão sobre preços, com estoques reforçados e logística organizada.

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Foto: Shutterstock

As vendas de pescado no Brasil devem crescer cerca de 30% durante a Semana Santa de 2026, segundo estimativas do setor. A expectativa é de aumento na procura sem impacto relevante nos preços ao consumidor, diante de estoques reforçados e organização antecipada da distribuição.

Foto: Divulgação/OPR

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros, as empresas iniciaram o ano com contratos já firmados e ajustes operacionais que garantem maior eficiência. A previsão é de manutenção dos preços e, em alguns segmentos, possibilidade de leve redução em comparação com anos anteriores.

A tilápia segue como principal espécie da piscicultura nacional, respondendo por mais de 65% da produção de cultivo no país. Em 2024, o volume produzido chegou a 662.230 toneladas, alta de 14,36% em relação ao ano anterior. O consumo médio no Brasil é de 4 quilos por habitante ao ano, com crescimento médio de 10,3% ao ano na última década.

No comércio exterior, o Brasil registrou aumento de 2% nas exportações em 2025, mesmo diante de barreiras tarifárias nos Estados Unidos e da concorrência do Vietnã. O Canadá passou a figurar como novo destino para o pescado brasileiro.

Fonte: O Presente Rural
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Peixes

Programa amplia bolsas e incentiva formação científica na pesca artesanal

Iniciativa do Ministério da Pesca e Aquicultura vai beneficiar mais de 700 estudantes de comunidades pesqueiras em todo o país.

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Foto: Enir Rodrigues

O Ministério da Pesca e Aquicultura lançou uma chamada pública que prevê a ampliação do Programa Jovem Cientista da Pesca Artesanal, com a oferta de mais de 700 bolsas de Iniciação Científica Júnior (ICJ) para estudantes do ensino médio ligados a comunidades pesqueiras artesanais em todo o país. A iniciativa é realizada em parceria com o CNPq.

As inscrições para o programa estão abertas entre 10 de fevereiro e 17 de março de 2026. O investimento total previsto é de R$ 2,5 milhões, com bolsas mensais no valor de R$ 300, pagas durante 12 meses. O início das atividades está previsto para maio deste ano.

O programa tem como objetivo incentivar a formação científica e estimular a permanência de jovens nas comunidades pesqueiras, contribuindo para a qualificação da mão de obra e para o fortalecimento da cadeia produtiva da pesca artesanal. Podem participar estudantes filhos, netos ou dependentes de pescadores com Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) ativo.

Segundo o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, a iniciativa busca ampliar oportunidades educacionais e sociais para jovens que vivem em territórios pesqueiros. De acordo com ele, o programa também contribui para reduzir a evasão escolar e fortalecer a formação profissional nas comunidades tradicionais.

O presidente do CNPq, Olival Freire Junior, destacou que a ação amplia a integração entre o conhecimento científico e os saberes tradicionais. A proposta envolve a participação de universidades e grupos de pesquisa que atuarão diretamente com os estudantes e suas comunidades.

A iniciativa também integra políticas estruturadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando o acesso de jovens à pesquisa e inovação em setores estratégicos da produção nacional.

Como participar

Para participar da chamada pública, as propostas devem ser apresentadas por Instituições de Ensino Superior (IES) ou Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs), públicas ou privadas sem fins lucrativos.

As instituições devem possuir cadastro ativo no Diretório do CNPq, manter programas institucionais de iniciação científica voltados ao ensino médio e comprovar experiência prévia em projetos relacionados à pesca artesanal. Também será necessário indicar as escolas parceiras que participarão do desenvolvimento das atividades.

O programa priorizará escolas localizadas em comunidades pesqueiras, regiões costeiras e áreas ribeirinhas tradicionais.

Formação e fortalecimento da cadeia produtiva

O Programa Jovem Cientista da Pesca Artesanal integra o Programa Povos da Pesca Artesanal e busca estimular pesquisas voltadas à realidade das comunidades produtoras. Atualmente, a iniciativa já contempla mais de 450 bolsas distribuídas em nove estados brasileiros.

Além da formação científica, o programa está inserido em um conjunto de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da atividade pesqueira, incluindo ações de extensão produtiva, capacitação profissional, valorização cultural e fortalecimento da sustentabilidade econômica das comunidades artesanais.

Fonte: O Presente Rural com MPA
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