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Idal® System: MSD Saúde Animal destaca tecnologia para vacinação de suínos sem uso de agulhas, em Chapecó

Empresa apresenta novo conceito de vacinação sem agulha que permite melhorar bem-estar animal, reduzir lesões musculares e otimização de mão de obra na atividade

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Bem-estar animal, redução de lesões musculares e maior agilidade na imunização do plantel são apenas alguns dos benefícios desta tecnologia de vacinação que será apresentada na próxima semana, no X Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, de 1 a 3 de agosto, em Chapecó, SC.

O IDAL® System é um sistema para vacinação intradérmica, com aplicador de fácil manuseio e higienização, que não usa agulha no processo de vacinação. Desta maneira, além de atender às crescentes exigências pelo bem-estar animal, o equipamento também traz maior nível de segurança não apenas para o rebanho, como também para os profissionais envolvidos na vacinação. Outras vantagens mencionadas são: menor nível de estresse dos suínos e redução do risco de abscessos na carne, atendendo a uma exigência de mercados internacionais.

‘Pesquisas evidenciam que esta inovação é tão ou mais eficiente que o atual método de vacinação em granjas de suínos no país (de forma intramuscular)’, destaca o médico veterinário e gerente de Produtos – Suinocultura da MSD Saúde Animal, Robson Gomes. “A vacinação intradérmica encontra, de forma mais ágil, a célula de defesa do animal que estão localizadas na pele e desta forma promove imunidade alta e duradoura”, explica.
 

 

Gestão do processo vacinal para garantir a saúde dos animais.

O sistema para vacinação intradérmica, IDAL® System, facilita o manejo pois é totalmente portátil e permite a sua aplicação em diferentes locais do suíno. O IDAL além de mostrar diversas informações no display digital, ainda permite a comunicação com um aplicativo para celular que possibilita o envio de relatórios e análises do processo.

Vacinas       

Aliado ao dispositivo Idal® System, duas vacinas (via intradérmica e sem agulha), foram especialmente desenvolvidas e são comercializadas: Porcilis PCV ID e Porcilis M1ID. Imunidade contra circovírus e micoplasma, duas das enfermidades de maior impacto econômico na produção suinícola, elas ainda trazem a novidade de dosagens menores, de apenas 0,2 ml. 
 

A Porcilis M1 ID vacina inativa indicada para imunização de suínos saudáveis, para redução de lesões pulmonares devido à infecção causada pelo Mycoplasma hyopneumoniae. E a Porcilis® PCV ID é uma vacina de subunidade inativada contendo a proteína ORF2 de circovírus suíno tipo 2 como ingrediente ativo. O produto é indicado para imunização ativa de suínos para reduzir a viremia, a carga viral em órgãos e tecidos linfoides e a excreção do Circovírus suíno tipo 2. Além disso, para reduzir a perda de ganho de peso diário e mortalidade associada à infecção pelo PCV2.

A MSD Saúde Animal vai participar com sua equipe nacional do X Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, que vai acontecer de 1 a 3 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nés, em Chapecó, Santa Catarina. O objetivo é atender os participantes e responder às principais dúvidas sobre saúde animal.   

Fonte: Ass. de Imprensa

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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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