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ICC Brazil marca presença na 5ª FAVESU

Está sendo apresentado o ImmunoWall®, produto composto por uma alta quantidade de ß-glucanas e MOS, que contribui para a melhoria do sistema imune

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Foto: Divulgação

A ICC Brazil, empresa que apresenta soluções inovadoras que visam à saúde e ao desempenho animal, além da segurança alimentar, é uma das expositoras da 5ª Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba (FAVESU), que acontece nos dias 5 e 6 de junho em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo. Realizada pela Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES), a FAVESU é o principal ponto de encontro de produtores, gestores, empresários, técnicos, acadêmicos, fornecedores e demais envolvidos diretamente na cadeia produtiva de aves, ovos e suínos.

Esta é a primeira vez que a ICC participa da feira. “Além de apresentar os benefícios do uso do ImmunoWall®, conheceremos as prioridades de desenvolvimento deste importante mercado regional, conhecendo suas necessidades, para verificar como a ICC Brazil pode contribuir com este importante mercado produtivo”, afirma o gerente Regional de Vendas, William Brodbeck, reforçando que a ICC terá um estande com o distribuidor Suprivet.

A cidade de Santa Maria do Jetibá, no Espírito Santo, possui o maior polo de produção de aves no Brasil com cerca de 17 milhões de aves de postura. O Estado também possui representatividade na suinocultura, com cerca de 8 mil matrizes em produção.

O ImmunoWall®, produto composto por uma alta quantidade de ß-glucanas e MOS, assegura que os animais mantenham o equilíbrio da microbiota intestinal e melhorem as respostas do sistema imune, resultando na redução da contaminação por patógenos. Como consequência, há considerável melhora no bem-estar dos animais, bem como no seu desempenho. Estudos realizados demonstraram que a suplementação de ImmunoWall® na alimentação animal reduz em 90% a contaminação de Salmonella enteritidis em aves de postura e, por consequência, também nos ovos.

Em suínos, o uso do ImmunoWall® permite que os agentes patogênicos sejam eliminados e que os porcos estejam preparados imunologicamente para uma defesa imediata, reduzindo, assim, o uso de antibióticos.

A ICC Brazil já realizou mais de 200 estudos in vitro e possui mais de 56 estudos in vivo em diversas espécies que demonstram a eficiência do ImmunoWall®.

Fonte: Assessoria
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Infecções urinárias e M.M.A em suínos provocam grandes prejuízos aos produtores

Conheça as causas, sintomas e tratamento para essas doenças

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Divulgação Vetoquinol

As infecções do trato urinário, também conhecidas como cistites, estão entre as mais importantes causas de perda e morte súbita de matrizes nas granjas, assim como a Síndrome Metrite Mastite Agalaxia (MMA). “Infecções urinárias e MMA têm um agente infeccioso em comum: a Escherichia coli. Ambas causam grandes prejuízos aos suinocultores, devido à facilidade de proliferação de alta taxa de mortalidade”, explica André Buzato, gerente técnico da área de suínos da Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores empresas de saúde animal no mundo.

Os sintomas das infecções urinarias apresentam diferença em relação à MMA. As cistites incluem sinais de apatia, perda de peso, dificuldade para permanecer de pé e inquietação. Em casos mais graves, é possível observar severa septicemia. Na MMA, os sintomas, que geralmente surgem três dias após o parto, envolvem anorexia, febre e edemas nas glândulas mamárias.

As cistites causam falhas reprodutivas nas matrizes e morte súbita, característica em outras infecções causadas pela E. coli. A MMA acomete as fêmeas de suínos no final da gestação. Durante o parto e no período de lactação, ela costuma acompanhar a metrite (infecção no útero) e pode ser causada por outras bactérias, não apenas a E.coli, o que é mais perigoso. “Por ser enfermidades graves e de fácil propagação, geralmente ligadas às condições do ambiente, é importante que os suinocultores estejam sempre atentos a quaisquer sinais de fraqueza dos animais”, alerta Buzato.

As condições dos alojamento dos suínos podem ser um fator de risco, também contribuindo para a propagação de bactérias. “Por isso, é importante manter o ambiente sempre limpo e na temperatura certa, o que dificulta a proliferação desses agentes infeciosos”, complementa o técnico da Vetoquinol.

Para o tratamento da MMA e das infecções do trato urinário, a Vetoquinol Saúde Animal recomenda Forcyl, antibiótico injetável dose única próprio para tratar infecções causadas pela E.coli e outros agentes bacterianos. Seu princípio ativo é a marbofloxacina que, combinado com uma alta concentração plasmática, evita o fortalecimento do agente bacteriano. Forcyl também possui baixo período de carência (apenas nove dias). “É uma solução rápida e eficaz para o suinocultor, de modo que gera menos perdas e gastos para a granja”, completa André Buzato.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas

Nutrição animal pode contribuir para o uso responsável de recursos naturais

Segurança alimentar e conservação do meio ambiente andam juntas quando o assunto é sustentabilidade, destaca BIOMIN

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Divulgação Biomin

O uso de recursos não-renováveis é um desafio, mas também uma oportunidade de criar novas formas para modernizar a cadeia de proteínas animais e garantir que os negócios sejam cada vez mais rentáveis. A sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente são pilares da produção de alimentos seguros e acessíveis ao consumidor. Além disso, esses conceitos também beneficiam os criadores. A BIOMIN contribui para o desenvolvimento de tecnologias naturais que, aplicadas na alimentação e na água, proporcionam menor impacto ambiental.

“A conservação dos recursos naturais é possível a partir de estratégias que englobam diferentes elos da cadeia das proteínas animais. Como empresa de nutrição animal, desenvolvemos aditivos alimentares para otimizar a conversão alimentar e reduzir ao máximo as emissões de CO2 na produção animal”, explica Ricardo Pereira, presidente da Biomin para América Latina.

Animais saudáveis representam o caminho para levar qualidade e segurança à mesa dos consumidores. Com mais eficiência alimentar, os animais podem atingir o seu máximo desempenho com o uso de menos recursos. Estudos comparativos mostram que ao emitir 1 tonelada de CO2 na fabricação do aditivo fitogênico Digestarom®, proporciona-se redução de 128 toneladas do mesmo gás na produção de frangos de corte. A solução é uma mistura de óleos essenciais com ação antimicrobiana e anti-inflamatória, que melhora a digestibilidade da proteína bruta.

“A boa digestibilidade tem grande importância no desenvolvimento animal. Dessa forma, buscamos sempre melhorar esse processo por meio de soluções naturais que beneficiam o microbioma intestinal. Com melhor absorção de nutrientes pelos animais, menor será o uso de recursos para garantir a produtividade do plantel. É preciso ter em mente que animais saudáveis refletem em melhores ganhos econômicos e pegada ambiental reduzida”, lembra Ricardo.

O uso de antibióticos como aditivos promotores de crescimento – outro ponto de atenção – é um grande desafio no combate à resistência antimicrobiana. Há preocupação global com a eficácia dos antibióticos no tratamento de doenças, caso seu uso inconsequente continue a ocorrer na produção de alimentos de origem animal.

“Trabalhar para o bom funcionamento do sistema imunológico dos animais, com o uso de soluções naturais, é o caminho para o controle de doenças. O portfólio de soluções da BIOMIN é composto por misturas de extratos de plantas e óleos essenciais (os aditivos fitogênicos), além de micro organismos probióticos cuidadosamente selecionados que promovem o equilíbrio da microflora intestinal.  O conceito de sustentabilidade é abrangente e envolve uma série de fatores, mas todos com o mesmo objetivo: preservar o meio ambiente, promover a saúde, segurança e proteção dos alimentos”, conclui Ricardo Pereira.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Premix se une à ABCZ em projeto que visa aprimorar qualidade da carne de raças zebuínas

O programa visa atender à crescente demanda por alimentos de qualidade produzidos de forma sustentável

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Foto: Divulgação

Seguindo o seu compromisso de contribuir para o desenvolvimento de uma pecuária cada vez mais sustentável, a Premix uniu forças com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) no projeto “Zebu, carne de qualidade”, cujo objetivo é incentivar a produção sustentável de carne bovina de alto padrão das raças zebuínas.

A iniciativa evidencia todo o esforço da Premix e da ABCZ em prol do melhoramento da raça Nelore, conduzido para gerar animais produtivos, rústicos, econômicos e capazes de fornecer uma carne de ótima qualidade.

O programa visa atender à crescente demanda por alimentos de qualidade produzidos de forma sustentável, suprindo uma população cada vez mais exigente e levando em conta a constante preocupação com fatores que impactam na produção desses alimentos.

Durante 21 meses, 111 machos da raça Nelore, todos com RGN na categoria PO (puro de origem), serão suplementados com os protocolos da Premix relacionados à recria a pasto e ao confinamento, sendo que os animais serão posteriormente abatidos para se medir o diferencial econômico do uso de genética zebuína PO de qualidade.

Os animais, com idade entre 6 e 8 meses e 200 kg de peso médio, foram doados por 89 criadores de 10 estados brasileiros. O programa será conduzido na Fazenda Experimental da ABCZ – Orestes Prata Tibery Júnior, localizada no município de Uberaba (MG).

Ao final do período, as carcaças dos animais serão avaliadas e formarão um banco de dados para elaboração de novos critérios de produção sustentável de carne, com a descrição dos melhores e mais adequados protocolos de manejo nutricionais e sanitários.

Segundo Lauriston Bertelli, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da Premix, o projeto tem como foco submeter esses animais com qualidade comprovadamente superior a um protocolo de recria a pasto, que inclui suplementação moderada aditivada com o Fator P, um aditivo 100% natural.

“Nosso objetivo é produzir animais bem-acabados e com carne de qualidade, sendo que a produção por área deverá ser de 30 arrobas por hectare durante a fase de recria, que dura de 10 a 11 meses. Depois dessa etapa, os animais serão confinados e suplementados com núcleo natural concentrado para rações, aditivado com o Fator P, sem ionóforo e sem antibiótico, até o final do processo, seguindo depois para o abate”, explica Bertelli.

Durante o programa, a Premix será responsável por toda a dieta dos animais, utilizando sua experiência na condução e orientando todo o modelo operacional.

A empresa também irá medir o impacto dos animais na questão ambiental durante os 21 meses que envolvem o projeto. “Vamos calcular a pegada de carbono e comparar com a média nacional da pecuária de corte, já que o programa visa um protocolo de produção econômica, com qualidade e ambientalmente sustentável”, ressalta o diretor de PD&I.

O CEO da Premix, Marco Guidolin, destaca que as principais características para a produção de carne de qualidade, que são nutrição, sanidade, manejo e genética, estão presentes no projeto, cujo desafio é mostrar o potencial produtivo da raça Nelore.

A iniciativa tem grande importância para a pecuária de corte, uma vez que a ABCZ é uma entidade voltada ao melhoramento que reúne vários pecuaristas. “É uma ótima oportunidade para mostrarmos o nosso trabalho, por meio dos produtos, conceitos e protocolos de nutrição”, finaliza Guidolin.

 

Fonte: Assessoria
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