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Empresas Avicultura

ICC Brazil apresenta estudo sobre suplementação de óleos essenciais em frangos de corte no PSA 2019

Evento é um dos principais do mundo na área da avicultura

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Foto: Divulgação

A ICC Brazil, empresa pioneira na produção de soluções inovadoras para a nutrição animal à base de aditivos de levedura, estará presente no Poultry Science Annual Meeting (PSA), que acontece entre 15 e 18 de julho em Montreal, Quebec, no Canadá. Este é um dos principais eventos da área de avicultura.

A gerente de P&D Melina Bonato, apresentará o estudo “Growth performance of broilers fed diets supplemented with different levels of essential oils” (“Desempenho de frangos de corte alimentados com dietas suplementadas com diferentes níveis de óleos essenciais”). “Estamos desenvolvendo uma solução para controle de patógenos, baseada em óleos essenciais e os testes estão sendo realizados em frangos de corte. Até o momento tivemos sucesso em testes com contaminação com Eimeria, com melhoria de ganho de peso e conversão alimentar”, diz.

Investimentos em pesquisa colocam a ICC Brazil em posição de destaque. A empresa realiza pesquisas científicas focadas nas soluções que o mercado precisa para a saúde e nutrição animal. Desde sua fundação, em 1992, a empresa realizou mais de 200 estudos que asseguram produtos inovadores que garantem maior rentabilidade para seus clientes. Por ano, são investidos aproximadamente R$ 1,5 milhão em pesquisa e desenvolvimento de novas soluções para a nutrição animal.

Fonte: Assessoria da ICC
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Empresas Pneumonia enzoótica:

Um desafio para suinocultura

Patologia afeta os níveis produtivos dos rebanhos causando uma série de prejuízos

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Foto: O Presente Rural

As doenças respiratórias são um dos principais desafios enfrentados pela suinocultura. Dentre elas, a pneumonia enzoótica é responsável por uma série de prejuízos econômicos associados aos baixos índices zootécnicos, gastos com medicamento e condenações de carcaças.

Altamente contagiosa e amplamente presente nos plantéis brasileiros, a patologia afeta o sistema respiratório dos suínos, causando alta morbidade e baixas no desempenho dos animais. Pesquisas recentes indicam que a enfermidade pode causar perdas de até 30% no potencial produtivo do rebanho.

“O Mycoplasma hyopneumoniae (Mh) é o principal agente da pneumonia enzoótica. Presente na mucosa respiratória dos animais, a bactéria causa imunossupressão e pode contribuir para a entrada de outros agentes infecciosos na granja. A transmissão da doença ocorre através do contato direto com secreções respiratórias de um suíno portador, ou por meio de aerossóis presentes no ambiente”, afirma o gerente técnico da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, William Costa.

Entre os sinais clínicos mais comuns, estão: tosse seca, febre, apatia, atraso no ganho de peso e quedas no desempenho zootécnico. Como causa imunossupressão, o diagnóstico da patologia é complexo, visto que os suínos podem apresentar uma sintomatologia difusa. Por isso, a diferenciação dos sintomas e das lesões causadas pela enfermidade é fundamental para o diagnóstico diferencial. “Outras infecções secundárias podem acometer o rebanho afetado pela pneumonia enzoótica, pois o Mh é um dos maiores contribuintes para o surgimento do Complexo das Doenças Respiratórias de Suínos”, explica William.

A prevenção tem um papel fundamental para conter os avanços da patologia. O investimento em medidas de biosseguridade e a implementação de um protocolo de vacinação assertivo são imprescindíveis para conter o desafio na granja. Estudos demonstraram que diversas cepas de Mh podem apresentar diferentes graus de virulência e que a uma exposição prévia com uma amostra de baixa patogenicidade não protege o suíno contra uma infecção por um isolado de Mh de alta virulência.

Frente aos desafios impostos pela doença, a Ceva Saúde Animal desenvolveu a Hyogen®.

“O grupo de pesquisa e desenvolvimento da Ceva investigou e avaliou as cepas mais prevalentes de Mh na atualidade e cuidadosamente selecionou as amostras mais imunogênicas. A cepa selecionada foi a BA 2490-99, amostra isolada de campo em suínos acometidos clinicamente pelo Mh nos Estados Unidos. Em seguida, a cepa foi caracterizada antigenicamente e purificada para a indução de uma excelente resposta imune, atendendo as mais altas exigências de qualidade e eficácia em alto desafio”, afirma a gerente de linha da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, Marina Moreno.

O resultado disso é que uma dose de Hyogen® proporciona proteção robusta e efetiva contra o Mh. “Graças a uma potente estimulação do sistema imune pelo antígeno originado a partir da cepa BA 2490-99 de Mh junto ao exclusivo adjuvante Imuvant™, a Hyogen® garante proteção aos animais de forma rápida, a partir de 17 dias após a vacinação, e duradoura, por períodos superiores a 25 semanas após a imunização”, explica Marina.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Cobb discute elaboração de programas de biosseguridade na avicultura

Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, defendeu conceito One Health na elaboração de planos de biosseguridade  

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Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira   - Foto: Divulgação

A segurança sanitária da população mundial é pauta diária com a pandemia de Covid-19. Medidas de higiene e distanciamento social são necessárias para reduzir a transmissão da doença. Em algumas atividades, como na avicultura industrial, esse tema é conduzido com particular sucesso no Brasil. O controle sanitário em granjas é tão rigoroso que o país é um dos únicos no mundo que nunca detectaram um foco de Influenza Aviária (IA). “Todas as ações que fazemos para proteger nossas aves agora fazemos para proteger a saúde humana contra a Covid-19”, destacou o médico veterinário e gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, durante webinar promovido pela empresa, uma das maiores fornecedoras de matrizes do mundo. A palestra online aconteceu simultaneamente para vários países da América Latina, com a participação de centenas de pessoas.

O evento teve o objetivo de manter os produtores e profissionais de agroindústrias atualizados em programas de biosseguridade. Para ele, o principal é saber que sempre é possível melhorar. Ou seja: um programa de biosseguridade deve estar em constante aperfeiçoamento. “Nunca devemos pensar que estamos bem, mas sempre que podemos melhorar”, destacou, reforçando que a biosseguridade está relacionada com saúde e bem-estar das aves. “O entendimento pleno de biosseguridade tem que ser visto com conceitos de saúde e bem-estar”.

Na avicultura, destacou, desafios como “micoplasmas, salmonela, influenza, laringotraqueíte e doença de Newcastle podem ser introduzidos por vários meios, como aves doentes, calçados, roedores ou água. Para tudo isso temos que ter ferramentas para bloquear ou reduzir os riscos. São muitos os riscos de contato das aves com microrganismos, mas 90% das infecções são passadas pelo homem”, orientou o médico veterinário.

Pereira destacou algumas medidas que a avicultura toma no processo de biosseguridade, como isolamento das granjas, controle do tráfego, limpeza e desinfecção das instalações, divisão entre zonas limpa e suja, controle de vetores, como ratos e cascudinho, tratamento térmico das granjas, quarentena de funcionários que tiveram contato com outras aves, mesmo pássaros de estimação, monitoramento da saúde dos funcionários e manutenção de programas de auditoria de boas práticas de produção. Para isso, frisou Pereira, “o treinamento das pessoas é muito importante”.

De acordo com ele, o arco sanitário, que higieniza veículos na entrada das granjas, precisa ser mais eficiente. “O arco sanitário é a primeira barreira em qualquer etapa da produção. Além de arco, precisamos outros mecanismos, pois muitas vezes ele não consegue tirar toda a sujeira só com desinfetante”, sugeriu.

Em algumas etapas da produção, como na criação dos pintinhos que vão povoar as granjas, as práticas de biosseguridade são ainda mais intensas. Para trabalhar, os funcionários precisam tomar dois banhos. Pereira destacou que essas instalações precisam dar o máximo conforto possível para que os funcionários o façam de maneira correta. “O banho dos funcionários tem que ter boa qualidade, com disponibilização de sabão, shampoo, bom espaço. É preciso desinfetar a área todo dia”. O álcool em gel e a limpeza de mãos frequente é outra prática necessária, alertou o médico veterinário. Em sua apresentação, Pereira também ressaltou a importância de manter limpos os arredores dos galpões. Isso ajuda no controle de roedores, e de insetos, como moscas e o cascudinho.

Citou outros pontos importantes na avicultura, como a monitoria da qualidade das rações, da água, e dos fornecedores de maravalha para a cama de aviário, além da execução de um plano de vacinação bem realizado e monitorado. “A biosseguridade requer compromisso e disciplina. É um trabalho diário. Nunca teremos um ponto pleno”, reforçou Pereira. O webinar teve a moderação do diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb na América do Sul, Marcus Briganó, do diretor Associado de Marketing da Cobb na América do Sul, Cassiano Bevilaqua e do gerente Sênior de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na América do Sul, Luciano Keske.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Com suplementação estratégica, Fazenda Matinha em Goiás consegue rápida terminação a pasto e maior lucratividade

Em um mês, os animais obtiveram um ótimo ganho de peso no período, reduzindo idade de abate para 21 meses

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Divulgação Minerthal

A terminação na pecuária de corte é sempre um desafio e uma corrida contra o tempo para o produtor, que necessita de animais com bom acabamento para que consiga agregar qualidade e valor na hora da venda.  E, para obter o máximo desempenho dos bovinos, a Fazenda Matinha, localizada em Edeia (GO), adotou um protocolo de nutrição estratégica que lhes rendeu 1,362 kg de ganho médio de peso diário por animal e ainda reduziu o período estimado de suplementação de 120 para 93 dias, com animais abatidos aos 21 meses.

“Utilizamos o Pró-Acabamento da Minerthal na nossa propriedade e os bois apresentaram uma boa adaptação ao produto e obtiveram um ótimo ganho de peso. Atingimos o resultado esperado em pouco mais de 90 dias e estamos muito satisfeitos com o resultado”, comemora o produtor Valdemar Martins da Silva Júnior.

Além do alcance no lucro por @ produzida, houve liberação do pasto para categorias mais leves, maior quantidade de @ produzida por hectare/ano, melhor aproveitamento da pastagem, valorização dos animais ao abate e giro mais rápido do capital investido.

Segundo ele, o melhor deste protocolo foi ainda obter o dobro de lucro por @ produzida se comparado à projeção inicial, “evidenciando a excelente alternativa escolhida para a terminação dos animais”, reforçou.

Estratégia nutricional

No final do ano passado, a Fazenda Matinha possuía 13 bovinos, Nelore/Senepol e Girolando/Senepol, com aproximadamente 400 kg (13,3@). Neste momento, o produtor avaliou, junto com a equipe técnica da Minerthal, se valeria à pena vender os animais ainda leves para desocupar o pasto, mantê-los numa suplementação convencional até estarem prontos para o abate ou ainda intensificar a suplementação e terminá-los antes da seca.

Devido o cenário atual de mercado, com a arroba bastante valorizada e custo razoável de insumos, foram traçadas as estratégias simulando o aspecto financeiro e produtivo de cada uma dessas opções. “Manter os animais na propriedade com suplementação convencional significaria passar mais uma seca com esse rebanho na fazenda e, possivelmente, perder a alta do preço da arroba”, pontua Tiago Lopes Barros, gerente territorial da Minerthal.

Após avaliar o lucro da venda dos animais com 13,3@, o custo para mantê-los na fazenda para uma venda futura ou melhorar o ganho de peso para que pudessem ser abatidos antes da próxima seca, com baixo custo da arroba produzida e aproveitando o valor da arroba vendida, o produtor decidiu-se pela última opção.

Na busca pelo máximo desempenho do rebanho, foi fornecido, diariamente de janeiro a abril (águas) o suplemento mineral proteico-energético Pró-Acabamento da Minerthal, com consumo médio de 1% do PV. “A suplementação foi fornecida para que os animais em sistema de pastejo (braquiarão) pudessem ter um ganho adicional àquela vinda apenas do pasto, com projeção de alcançar total de 1 kg/animal/dia, o que superou nossa meta inicial traçada”, afirma Daniel Tavares, consultor técnico comercial da Minerthal.

Ao final dos 93 dias de suplementação, a média de peso final dos animais atingiu 17,5@ e rendeu um lucro de R$ 41,40 por @ produzida.

Resultado consolidado:

Produto utilizado: Pró-Acabamento

Animais: 13 bovinos ½ Nelore/Senepol e Girolando/Senepol

Idade dos animais: 21 meses

Época do ano: Águas

Consumo médio do Pró-Acabamento: 4,53 kg/animal/dia

Dias de suplementação: 93 dias

Média de Peso Inicial: 398,5 kg (13,3 @)

Média de Peso Final: 525,2 kg (17,5 @)

Ganho de Peso Diário: 1,362 kg

Custo @ produzida: R$ 148,60

Lucro @ produzida: R$ 41,40

Fonte: Ass. de Imprensa
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