Conectado com
OP INSTAGRAM

Notícias

I Seminário Farmabase de Avicultura

Publicado em

em

A Farmabase promoveu nos dias 27 e 28 de junho o I Seminário Farmabase de Avicultura, evento realizado no Hotel Premium, em Campinas (SP). O Seminário contou com apresentações de profissionais renomados que abordaram temas sobre potencial genético, ambiência, produção, desempenho de frango de corte e integridade intestinal, e reuniu clientes do Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
Entre os palestrantes estavam o Dr. Antonio Froilano, da Froilano Consultoria; a Prof. Dra. Irenilza de Alencar Nääs, da Unicamp; o Prof. Dr. Paulo Lourenço da Universidade Federal de Uberlândia; o Prof. Dr. Antonio Piantino da Universidade de São Paulo; e o médico veterinário e consultor da Farmabase, José Severino Neto. 
O Seminário teve início com as palavras do gerente comercial da Farmabase, Vitor Franceschini, que apresentou a nova identidade visual da empresa e as novas embalagens dos produtos.  O Dr. Antonio Froilano abordou o tema “Estamos explorando todo o potencial genético do frango atual?”. Froilano também falou sobre a importância da qualidade inicial dos pintos de corte nos índices de produção. “Testes realizados demonstraram que aves gnotobióticas apresentaram um desempenho superior e um maior desenvolvimento das vilosidades intestinais comparativamente a aves criadas com flora normal” contou. “Impacto da qualidade do ar no desempenho de frangos de corte” foi o tema da palestra da Dra. Irenilza de Alencar Nääs que falou sobre a importância de se ter um ambiente de alojamento adequado na produção de aves. “Frangos de corte expostos a altas temperaturas alteram seu comportamento normal, procuram locais onde haja temperaturas mais amenas e mostram diminuição da eficiência energética”, conta. 
O médico veterinário e consultor da Farmabase, José Severino Neto, falou sobre “Aspectos práticos de farmacologia e manejo que interferem nos programas de medicação em frangos de corte” e apresentou os conceitos corretos da medicação via água de bebida. “Alguns dos cuidados importantes para esse tipo de medicação são a temperatura da água, a estabilidade da solução medicada e o tempo diário de medicação”, disse. “Integridade intestinal” foi o tema apresentado pelo Prof. Dr. Paulo Lourenço, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). “Muitos fatores podem afetar a integridade da mucosa intestinal das aves, entre eles agentes patogênicos como vírus, bactérias e protozoários; micotoxinas; aditivos na água e na ração; tipo e qualidade de nutrientes da ração; equilíbrio da microbiota; manejo e ambiência, entre outros”, disse. 
O Prof. Dr. Antonio Piantino da Universidade de São Paulo (USP) palestrou sobre “Aspectos econômicos relacionados à integridade intestinal”. De acordo com ele, meio ambiente, alimento, nutrientes e água são os aspectos mais impactantes no desenvolvimento das aves. “Quando esses fatores não estão bem conectados, o impacto econômico das enfermidades entéricas é elevado”, afirmou. O médico veterinário e consultor da Farmabase, José Severino Neto, apresentou os “Conceitos terapêuticos para maximizar o controle de infecções entéricas” e mostrou como pode ser feito o controle da coccidiose e da clostridiose através do uso sobreposto do diclazuril e da amoxicilina respectivamente. “O intestino é a base para uma produtividade eficiente e temos que valorizar as ferramentas que contribuam para a manutenção de sua integridade. A coccidiose e clostridiose são infecções de alto significado econômico para a indústria de frangos de corte”, finalizou. 
Para a Farmabase, a importância do evento é levar temas atualizados aos clientes e convidar palestrantes que abordam temas do dia a dia deles. “O I Seminário Farmabase de Avicultura veio como uma resposta das demandas dos clientes. A rotina da produção é tão pesada que muitas vezes é difícil recorrer ao livro ou artigos publicados e para a Farmabase é fundamental disponibilizar informações técnicas relevantes ao mercado”, afirmou a coordenadora de avicultura da Farmabase, Érica De Lucca.  Segundo Rogério Iuspa, gerente nacional de avicultura da Agroceres Multimix, empresa parceira da Farmabase, os palestrantes para o Seminário foram muito bem escolhidos.  “São palestrantes que trazem experiências de campo de diferentes regiões do país”, afirmou.  Fabio Meirelles, da Organizações Francap, também elogiou o evento. “Os conteúdos apresentados são bem atuais e os palestrantes convidados são muito conceituados”, contou.
Farmabase
A Farmabase é uma empresa brasileira com padrão de qualidade global que atua nos mercados de suinocultura e avicultura industrial. São quase 20 anos de participação, contribuindo para a produção de animais saudáveis e alimentos seguros.

Fonte: Ass. Imprensa da Farmabase

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

17 − dois =

Notícias

Castrolanda doará R$ 1 milhão no combate à Covid-19 e suporte as famílias em vulnerabilidade social

As ações reforçam a responsabilidade social da instituição em meio à crise do novo Coronavírus.

Publicado em

em

Representantes do Conselho de Administração da Castrolanda durante ato simbólico realizado na sede administrativa da Cooperativa / Edgar Ribas

Neste momento tão difícil para toda a sociedade, com avanço de casos e a situação econômica e social enfrentada pelo país, a Cooperativa Castrolanda anunciou nesta terça-feira, 20, que doará R$ 1 milhão no combate e prevenção à Covid-19. O valor será destinado aos municípios localizados nos estados do Paraná e São Paulo, onde estão concentradas as atividades da empresa e fazem parte da campanha de ação social ‘Cuidar, Envolver e Amar’, que no último ano arrecadou 30 toneladas de alimentos e mais de dois mil kit’s de higiene, além de milhares de itens de proteção individual, álcool em gel e materiais destinados aos profissionais de saúde.

“Esse é um momento único e desafiador para toda a nossa sociedade. E períodos assim pedem que nós como cooperativa, realizemos um esforço em prol do coletivo e senso solidário. Por isso, estamos fazendo essa doação para frentes tão importantes: saúde, alimentação e higiene”, destaca o Presidente da Castrolanda Willem Berend Bouwman.

Os hospitais e secretarias de saúde serão auxiliadas com insumos ou equipamentos conforme as necessidades levantadas. Já as cestas básicas e kit’s de higiene serão destinados às famílias carentes que sentem os impactos da pandemia com a falta de produtos de primeira necessidade e estão cadastradas nos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) dos municípios.

Vale ressaltar que as doações seguirão um cronograma de entregas em um trabalho realizado em conjunto com as unidades de saúde e as secretarias de assistência social das cidades de atuação Castrolanda.

Meta é R$ 2 milhões

A campanha ‘Cuidar, Envolver e Amar’ é uma iniciativa da Castrolanda e Associação dos Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC) que teve início em 2020 com o objetivo de contribuir com famílias em estado de vulnerabilidade. Neste primeiro trimestre de 2021 já foram doados aproximadamente R$ 110 mil entre respiradores, máscaras respiratórias, oxigênio e EPI’s.

Para os próximos meses a meta é angariar R$ 2 milhões.  “Por meio do espírito de cooperação e união de associados, colaboradores e instituições parceiras buscamos trazer um impacto positivo tanto para quem está na linha de frente como para as famílias mais necessitadas”.

Fonte: Assessoria.
Continue Lendo

Notícias

Suspensão do imposto de importação do milho: Abramilho defende livre mercado

Entidade alerta para impactos da seca no desenvolvimento da 2a. safra

Publicado em

em

Arquivo / OP Rural

Em relação à suspensão da alíquota do imposto de importação do milho, anunciada nesta segunda-feira (19), pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), o presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) – www.abramilho.org.br -, Cesario Ramalho, afirma que a entidade defende, acima de tudo, o livre mercado tanto para exportações quanto também para as importações.

Ramalho pontua que a demanda pelo milho brasileiro vem crescendo de forma significativa nas mais recentes safras. Primeiro pelas exportações, e segundo pelo uso interno do grão como principal insumo para as indústrias de carnes, e também sendo destinado à fabricação de etanol.

“Isso prova a competência do produtor brasileiro que ano a ano incorpora novas tecnologias, obtendo ganhos de produtividade, bem como grãos cada vez mais de melhor qualidade.” O presidente institucional da Abramilho diz ter certeza que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, saberá conduzir de forma hábil, como é de praxe, a questão da redução das tarifas de importação junto aos demais órgãos do governo.

 Seca traz riscos para o desenvolvimento da 2a. safra

No tocante à segunda safra de milho 2020/21, Ramalho diz que a seca, que vem castigando as principais regiões produtoras no Centro-sul, pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras e comprometer a produção. “Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, além do plantio que sofreu atraso, a estiagem foi severa.”

Recente relatório da Abramilho em parceria com a Céleres, de fato, alerta para os efeitos que o clima pode ter sobre a produtividade da segunda safra de milho na temporada corrente.

De acordo com o documento, mesmo com expressivo aumento da área plantada (15,2 milhões de hectares), caso a produtividade fique em torno de 4,8 toneladas por hectare (rendimento similar ao do ciclo 2017/18), o excedente exportável – milho destinado às exportações e estoque de passagem – será baixo.

Caso este quadro se concretize, um rearranjo no consumo será necessário, seja via redução das exportações, do consumo interno ou até mesmo de ambos, fazendo com que, especialmente as agroindústrias de carnes [suínos e frangos de corte] tenham que recorrer às importações de milho – insumo básico do segmento.

Fonte: Assessoria.
Continue Lendo

Notícias

Dieta de alto concentrado continua vantajosa mesmo com elevado custo dos grãos

Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente

Publicado em

em

Divulgação.

As chamadas dietas quentes têm sido usadas por pecuaristas brasileiros que utilizam confinamento. Pesquisas comprovam que essa prática, dieta rica em grãos e alimentos não fibrosos para bovinos de corte, além de ser mitigadora de gases de efeito estufa (GEE), tem sido vantajosa economicamente para a maioria dos produtores nos últimos anos. Mas com o preço do milho, e dos grãos de uma forma geral, subindo desde o ano passado, a lógica é pensar que dietas animais baseadas nesses produtos não seriam mais indicadas. No entanto, de acordo com o pesquisador Sergio Raposo de Medeiros, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), especialista em nutrição animal, essa escolha não deve ser descartada.

Com a arroba do boi valorizada, elas ainda podem ser a melhor opção, segundo Raposo. A alimentação de alto concentrado em confinamento tem muitas vantagens. A redução de emissão de gases de efeito estufa é uma delas. Os animais que recebem maior quantidade de concentrado em comparação aos bovinos alimentados com elevada porcentagem de volumoso tem a melhor conversão alimentar. “Um dos motivos dessa dieta ser metabolicamente mais eficiente é que produz menos metano para cada quilograma ingerido. Todavia, o principal motivo da redução da emissão de GEE é que o bovino atinge o peso final em um tempo menor”, diz Raposo. Da mesma forma, quando o animal tem um ciclo de produção mais curto por causa do seu melhor desempenho, o pecuarista tem o retorno do seu investimento mais rápido e, frequentemente, com maior rentabilidade.

O pesquisador lembra, também, que, por conta das maiores taxas de ganho de peso, esse tipo de dieta acelera a deposição de gordura, auxiliando na obtenção de carcaças de melhor qualidade. “O produtor aumenta as chances de receber algum bônus por uma carcaça de melhor qualidade e, mesmo que isso não ocorra, produz uma carne que, por encantar o cliente, ajuda com que ele prefira seu produto a qualquer outra opção”, conta.

Em relação ao custo, o pecuarista deve avaliar na fase de planejamento a alimentação economicamente mais vantajosa por arroba engordada. O pesquisador alerta que é importante analisar a viabilidade de acordo com as condições de cada propriedade, levando-se em consideração logística, disponibilidade comercial dos insumos, proximidade dos polos produtores e oferta dos grãos. “Nos últimos anos, contudo, para muitas situações têm prevalecido as dietas de alto concentrado. O encarecimento do concentrado e uma grande eficiência na produção de um volumoso podem mudar isso, reforçando a ideia que se deve sempre encontrar a dieta para aquele lugar, naquele ano e com os preços e custos das matérias primas que se possa contar”, ressalta.

A viabilidade ou não da dieta de alto concentrado vai depender de cálculos e consideração de muitas variáveis. No atual cenário, mesmo com os grãos com preço elevado, as dietas quentes continuam atraentes. No entanto, como Raposo alertou, é preciso planejar.

Fonte: Embrapa Pecuária
Continue Lendo
Dia Estadual do Porco – ACSURS

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.