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I Leilão de Suínos da Televisão Brasileira consolidará a genética que promoveu a evolução da Suinocultura no Brasil

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O dia 25 de Julho será histórico para a Suinocultura Brasileira, a data marca a realização do I Leilão de Suínos da Televisão Brasileira. O evento será transmitido de Concórdia (SC), cidade berço da Suinocultura Brasileira, para todo o Brasil, através do Canal Rural. Fazendo parte da História do Setor, os tradicionais Leilões de Suínos, que iniciaram justamente em Concórdia, há pelo menos 50 anos, consolidam a evolução da genética suína no país, permitindo que produtores, empresas e indústrias, tenham acesso ao melhor da qualidade genética da atividade, em cada edição.
 
As Granjas de Material Genético participantes do Leilão de Suínos da ACCS fazem parte da História da Suinocultura no Brasil. São granjas reconhecidas em todo o País, que possuem experiência em Leilões de Suínos, promovidos pelo setor em diversas feiras do Estado e na Região Sul do Brasil. Ao longo da história eventos como a Expo Concórdia (Concórdia/SC), Feagro (Braço do Norte/SC), Expo Inter (Porto Alegre/RS) já contaram com a participação destas Granjas em Leilões realizados. São as Granjas: Bagdá, Canadá, Embrapa Suínos e Aves e Granja Suruvi.
 
O Leilão de Suínos da ACCS deste ano pertence à programação dos 56 Anos de História da Entidade comemorados no dia 24 de Julho. Através do Leilão serão expostos e comercializados 60 suínos. Com transmissão AO VIVO pelo Canal Rural, a partir das 21h, o Leilão terá três horas de duração consecutivas, encerrando às 23h59min.
 
As Granjas participantes:
 
Com genética própria, marcada pela evolução dos seus 54 anos de história, a Granja Suruvi é a mais antiga. De acordo com o suinocultor, Clair Antônio Lusa, os animais que irão para o Leilão estão sendo preparados há várias semanas. “Podem aguardar genética de qualidade, reprodutores com o nosso selo de produtividade, que auxiliam o setor a avançar cada vez mais na evolução da suinocultura, a mesma genética que comercializamos em todo o país, em especial nas Regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste estarão na pista”, destaca o empresário da suinocultura.
 
Com 45 anos de história na suinocultura brasileira, a Granja Bagdá terá a sua genética apresentada no Leilão de Suínos da ACCS. Preocupada em contribuir para a evolução genética de suínos no país, a Granja Bagdá é responsável por conquistas na suinocultura brasileira, como a participação efetiva em Estados que iniciam agora a sua comercialização de suínos, como os Estados do Norte e Nordeste do Brasil. “Estamos sempre preocupados em comercializar genética que seja referência e transforme Regiões em produtoras de suínos de qualidade, destaca o empresário da suinocultura, Oraldi Martelli.
 
Uma das principais responsáveis pela evolução na genética da suinocultura brasileira foi criada há 36 anos, a Granja Embrapa Suínos e Aves é fonte de pesquisa e uma das principais responsáveis pela genética de suínos do mercado brasileiro. “Com qualidade, tradição, responsabilidade e avanços tecnológicos, a genética Embrapa estará no Leilão de Suínos da ACCS”, comenta o representante da Embrapa, Nilson Woloszyn. 
 
E a Granja mais recente que participará do Leilão de Suínos é a Canadá. Com apenas um ano de fundação, a Canadá foi implantada para multiplicar a genética desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves, a fêmea MO25C, visando alta produtividade da matriz e desempenho zootécnico dos suínos de abate com o adicional da melhoria na qualidade da carne (marmoreio), melhorando ainda mais a qualidade da genética Brasileira e contribuindo na melhoria de produção de suínos em granjas de todo o país. Também catarinense, a Canadá estará com sua genética no Leilão de Suínos.
 
Estrutura para o Leilão:

O Leilão Nacional de Suínos será realizado em um dos novos espaços do Parque de Exposições de Concórdia (SC), durante a Expo Agro 2015. O presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi explica que virá a Concórdia um leiloeiro profissional e mais três pisteiros (quem coordena os lances). “Será a primeira vez no Brasil que um leilão de suínos terá transmissão em rede de TV”, destaca. Os lances poderão ser dados por quem estiver participando da Expo Agro ou acompanhando pela televisão.

 
Quem poderá dar lances:

O público presente no Leilão poderá participar com lances, além do público que estará assistindo através do Canal Rural, sendo que para essa segunda opção, é obrigatoriamente solicitada a realização de um Cadastro, junto da ACCS, antes do Leilão, via telefone. Faça seu cadastro, agora mesmo. 

 Telefones: 49 8825 2971 (TIM) ou 49 8812 0945 (Claro)
 E-mail: accs@accs.org.br
 

Leilão pertence à Programação do Aniversário de 56 Anos de História da ACCS:

Paralelo a realização do Leilão de Suínos, a ACCS também irá comemorar seus 56 Anos de História. A sexta-feira (24) será marcada pelo programa ao vivo do jornal da Pecuária pelo Canal Rural a partir das 20h, seguido por um Jantar de Confraternização que será realizado no Restaurante do Parque de Exposições. Granjas de Material Genético, autoridades e convidados especiais participarão deste evento. A ACCS também reserva a noite de comemoração para homenagear os “Amigos da Suinocultura”. De acordo com o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, é sempre possível aguardar novidades quando o assunto é a Associação Catarinense de Criadores de Suínos.

A ACCS é a realizadora do Leilão de Suínos que conta com o apoio da Prefeitura de Concórdia através da Secretaria de Agricultura e o Governo do Estado de Santa Catarina e demais parceiros.

Fonte: ACCS

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Suíno vivo registra variações nos preços em janeiro

Mercado apresenta comportamento distinto nas regiões acompanhadas pelo Cepea.

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As cotações do suíno vivo apresentaram comportamento misto na última sexta-feira (09), conforme dados do Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq. Entre as principais praças acompanhadas, os preços oscilaram levemente, refletindo ajustes pontuais do mercado no curto prazo.

Em Minas Gerais, na modalidade posto, o quilo do suíno vivo foi cotado a R$ 8,35, registrando queda diária de 1,18% e recuo de 0,95% no acumulado do mês. No Paraná, o animal negociado “a retirar” foi cotado a R$ 8,25/kg, com leve alta de 0,36% no dia, embora ainda apresente variação mensal negativa de 0,24%.

No Rio Grande do Sul, o preço ficou em R$ 8,26/kg, com retração diária de 0,36% e queda de 0,48% no comparativo mensal. Santa Catarina também apresentou leve recuo, com o suíno cotado a R$ 8,31/kg, baixa de 0,12% no dia e variação negativa de 0,48% no mês.

São Paulo foi a única praça a registrar estabilidade no acumulado mensal. O preço do suíno vivo posto na indústria alcançou R$ 8,91/kg, com alta diária de 0,22% e variação mensal de 0,00%.

Os números indicam um mercado ainda ajustando preços no início de janeiro, com oscilações moderadas entre as regiões e sem movimentos expressivos de alta ou baixa.

Fonte: O Presente Rural com informações Cepea
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ACCS empossa nova diretoria e reforça foco em mercado e sanidade na suinocultura catarinense

Entidade inicia novo mandato de quatro anos com Losivanio Lorenzi reeleito e destaca desafios ligados às exportações, biosseguridade e inovação no setor suinícola de Santa Catarina.

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Foto: Divulgação/ACCS

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) realizou, nesta sexta-feira (09), a posse oficial da diretoria eleita em assembleia geral no dia 10 de outubro do ano passado. O ato marcou o início formal do novo mandato da entidade e reafirmou a continuidade do trabalho desenvolvido nos últimos anos em defesa da suinocultura catarinense.

Presidente reeleito da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi: “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade” – Foto: Divulgação/ACCS

Durante a cerimônia, o presidente reeleito, Losivanio Luiz de Lorenzi, destacou que a nova gestão mantém o compromisso com a representatividade do setor, aliando experiência e renovação. Segundo ele, alguns membros passaram por mudanças, a pedido, abrindo espaço para novas lideranças, sem perder o apoio e a contribuição daqueles que deixam os cargos diretivos. “A ACCS é construída de forma coletiva. Mesmo fora da diretoria, os produtores continuam participando, sugerindo e fortalecendo a entidade”, afirmou.

Losivanio ressaltou que os principais desafios do novo mandato estão ligados ao acompanhamento constante do mercado, tanto no cenário estadual e nacional quanto no internacional.

Santa Catarina responde por mais de 50% das exportações brasileiras de carne suína e, em 2024, superou o Canadá, tornando-se o terceiro maior exportador mundial da proteína. Nesse contexto, o presidente reforçou a importância da atuação conjunta com indústrias e cooperativas, fundamentais para a comercialização da produção.

Outro ponto central abordado foi a manutenção do elevado status sanitário do rebanho

Foto: Divulgação/ACCS

catarinense. Para a ACCS, a biosseguridade e a sanidade animal são pilares estratégicos para a permanência e ampliação do acesso aos mercados internacionais, além de garantirem qualidade e segurança ao consumidor brasileiro. “É a sanidade que nos mantém competitivos e confiáveis no mundo”, destacou.

A nova diretoria assume com a missão de seguir inovando, acompanhando as transformações do setor, inclusive com o avanço de novas tecnologias e da inteligência artificial, sempre com foco na sustentabilidade da atividade, na qualidade de vida do suinocultor e na entrega de uma proteína segura e de alta qualidade à mesa do consumidor. O mandato tem duração de quatro anos.

Fonte: Assessoria ACCS
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Biosseguridade como estratégia para proteger a suinocultura catarinense

Nova portaria estadual reforça a prevenção sanitária nas granjas, combina exigências técnicas com prazos equilibrados e conta com apoio financeiro para manter Santa Catarina na liderança da produção de proteína animal.

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Foto: Shutterstock

Santa Catarina é reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência sanitária de sua produção animal. Esse reconhecimento não é fruto do acaso: é resultado de um trabalho contínuo, técnico e coletivo, que envolve produtores, agroindústrias, cooperativas, entidades de representação, pesquisa e o poder público. Nesse contexto, a Portaria SAPE nº 50/2025, em vigor desde 8 de novembro de 2025, representa um marco decisivo para a suinocultura tecnificada catarinense, ao estabelecer medidas claras e objetivas de biosseguridade para granjas comerciais.

Ao ser elaborada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) em conjunto com a Cidasc e outras instituições ligadas ao setor produtivo e à pesquisa agropecuária, a normativa consolida um entendimento que sempre defendemos: a prevenção é a melhor estratégia. Em um cenário global marcado por riscos sanitários crescentes, pressão por padrões mais rigorosos e mercados cada vez mais exigentes, proteger o plantel catarinense significa proteger empregos, renda no campo, investimentos industriais e a confiança dos compradores internacionais.

Diretor executivo do SINDICARNE, Jorge Luiz De Lima – Foto: ARQUIVO/MB Comunicação

A Portaria traz prazos que demonstram equilíbrio e respeito à realidade das propriedades. As granjas preexistentes têm período de adaptação, com adequações estruturais previstas para ocorrer entre 12 e 24 meses, conforme o tipo de ajuste necessário. Contudo, também há medidas de implementação imediata, principalmente de caráter organizacional, baseadas em rotinas padronizadas de higienização, controle e prevenção. É o tipo de avanço que qualifica a gestão e eleva a eficiência sem impor barreiras desproporcionais.

Vale destacar que muitas granjas catarinenses já operam nesse padrão, em razão das exigências sanitárias de mercados internacionais e do comprometimento histórico do setor com boas práticas. Por isso, a adaptação tende a ser tranquila, além de trazer ganhos diretos de controle, rastreabilidade e segurança. Entre as principais ações previstas, estão: uso obrigatório de roupas e calçados exclusivos da unidade de produção; desinfecção de equipamentos e veículos; controle rigoroso de pragas e restrição de visitas; tratamento da água utilizada; e manutenção de registros e documentação atualizados. São medidas que, embora pareçam simples, fazem enorme diferença quando aplicadas com disciplina.

Outro ponto que merece reconhecimento é a criação do Programa de Apoio às Medidas de Biosseguridade na Produção Animal Catarinense, instituído pela Resolução nº 07/2025. O Governo do Estado não apenas regulamentou: também viabilizou um caminho real para que o produtor possa investir. O programa permite financiamento de até R$ 70 mil por granja, com pagamento em cinco parcelas, sem correção monetária ou juros, e com possibilidade de subvenção de 20% a 40% sobre o valor contratado. Trata-se de um estímulo concreto, que fortalece a base produtiva e mantém Santa Catarina na liderança brasileira em produção e exportação de carne suína.

O processo é tecnicamente estruturado e acessível. O suinocultor deve elaborar um Plano de Ação (Plano de Adequação), com apoio de médico-veterinário da integradora, cooperativa ou assessoria técnica — incluindo alternativas como o Sistema Faesc/Senar-SC para produtores independentes. O documento é preenchido na plataforma Conecta Cidasc. A partir dele, a Cidasc emite o laudo técnico, e o produtor pode buscar o financiamento do Fundo Estadual de Desenvolvimento Rural (FDR), com solicitação feita junto à Epagri, que atua como ponte para viabilizar o acesso à política pública.

Biosseguridade não é custo; é investimento. É ela que sustenta a sustentabilidade do setor, reduz perdas, previne crises e mantém nossa competitividade. A Portaria nº 50/2025 e o Programa Biosseguridade Animal SC mostram que Santa Catarina segue fazendo o que sempre fez de melhor: antecipar desafios, agir com responsabilidade e proteger seu patrimônio sanitário, garantindo segurança, qualidade e confiança do campo ao mercado.

Fonte: Assessoria Sape-SC
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