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I International Fish Congress será lançado nesta semana, em Natal

Primeiro evento a reunir todos os elos da cadeia de pescados vai acontecer de 17 a 19 de setembro, em Foz do Iguaçu

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O I International Fish Congress & Fish Expo Brasil, que vai acontecer de 17 a 19 de setembro de 2019, em Foz do Iguaçu, no Paraná, será lançado nesta semana durante a XV Fenacam (Feira Nacional do Camarão), em Natal, no Rio Grande do Norte. A novidade tem o objetivo de reunir todos os elos da cadeia produtiva de pescados para debater seus principais desafios e oportunidades.

Cases de sucesso em diferentes áreas e temas como as mais recentes pesquisas e tecnologias para a atividade, bem como assuntos institucionais e regulatórios farão de uma programação diferenciada para o setor, além de uma feira de negócios que vai reunir os mais variados segmentos do setor de pescados mundial, destacou o ex-ministro da Pesca e Chairman do IFC (International Fish Congress & Fish Expo Brasil), Altermir Gregolin.

“Não há no Brasil nenhum evento desta natureza. Vamos reunir, pela primeira vez, todo o conjunto da cadeia do pescado, incluindo desde a produção, passando pela indústria, mercado e serviços”, destacou o especialista lembrando que este encontro foi concebido para atender as demandas de um mercado que cresce globalmente. “O Brasil é um dos países com o maior potencial de produção de pescados do mundo, podendo transformar-se em grande exportador e gerar bilhões de dólares em divisas, como já acontece com frango, suíno e bovinos”, disse.

A Diretora do IFC&FEB e executiva de eventos, Eliana Panty, avalia que este cenário exige uma maior integração entre os diferentes elos desta cadeia. “Da mesma forma como fazem os grandes produtores mundiais de pescado, o Brasil precisa de um evento que reúna o conjunto da cadeia produtiva para integrar seus diferentes elos, discutir temas de caráter estratégico e de conteúdo técnico, difundir tecnologias e fazer negócios. Isso é o que se propõe o International Fish Congress & Fish Expo Brasil. Será um grande evento no coração da América do Sul”. 

De acordo com os organizadores, a expectativa é reunir cerca de 1.000 participantes, entre empresários da indústria, da aquicultura e da pesca, do varejo, distribuidores, aquicultores, pescadores, prestadores de serviços, profissionais do setor, acadêmicos e formadores de opinião. Nesta semana, de 13 a 15 de novembro, os idealizadores da iniciativa estrão presentes na XV Fenacam, em Natal, para realizar o lançamento do mais novo encontro da cadeia produtiva. Na ocasião, eles vão apresentar o evento aos participantes, além de esclarecer dúvidas. 

Os Organizadores

O evento é um projeto concebido conjuntamente pelo ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin e pela diretora da Holus Comunicação e Eventos, Eliana Panty. A empresa tem experiência de mais de 10 anos em organização de eventos nos setores de suínos, aves e bovinos de leite.

“É uma empresa especializada neste tipo de negócio e que conta com relações com muitas empresas que também atuam no setor de pescados, como empresas de equipamentos, nutrição e sanidade”, afirmou Gregolin. Outras informações sobre o IFC estão disponíveis no site do evento www.ifcbrasil.com.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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Divulgação/Agrostock

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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