Empresas
Hubbard comemora 100 anos de compromisso com o melhoramento avícola
Em 1921, o Sr. Ira Hubbard criou oficialmente a empresa Hubbard Farms em Walpole, New Hampshire, EUA. Este foi o início do que finalmente se tornou uma das principais empresas de melhoramento genético de frangos do mundo.

Desde o início, os membros da família Hubbard construíram rapidamente sua reputação e negócios por meio do trabalho árduo e inteligente, sempre com respeito a seus funcionários e clientes e melhorando continuamente a qualidade de seus pintinhos. A evolução das demandas dos mercados e dos consumidores engajou a Hubbard Farms a se manter em movimento, apesar das várias conjunturas econômicas que conhecemos. Eles adaptaram sua seleção genética, mantendo sua tradicional ave New Hampshire de penas barradas, para diversificar e oferecer uma linhagem de penas brancas com o objetivo de atender a um novo segmento de mercado. Na década de 50, a Hubbard Farms fortaleceu seu portfólio, oferecendo várias linhagens para as empresas dos EUA. Gradualmente, passando para um sistema totalmente integrado permitindo um controle ainda melhor do processo de seleção e qualidade do produto, e iniciando a comercialização de pintos de um dia de matrizes e avós.

A expansão internacional começou na década de 1960 na Europa e depois em direção ao resto do mundo. Naquela época, Pesquisa e Desenvolvimento tornou-se o foco principal de negócio afim de garantir o avanço e a observação contínua das tendências do mercado, das necessidades dos clientes e das demandas dos consumidores. Nas décadas seguintes, os negócios foram feitos com grande sucesso e alguns contratempos.
O início do novo século destaca um ponto de inflexão nas tendências de mercado e na demanda dos consumidores, especialmente na América do Norte e na Europa, por valores mais elevados de bem-estar, melhor saúde animal e qualidade da carne. Através de sua longa experiência e grande portfólio com a Hubbard Premium, a Hubbard tem sido capaz de continuar sendo indiscutivelmente o fornecedor preferido neste segmento de mercado em crescimento.
Desde 2018, tornando-se um membro independente do Grupo Aviagen, líder mundial, uma nova era começou. Investimentos adicionais substanciais nos programas genéticos Hubbard Premium e Convencional de P&D na França e nos EUA, bem como nas instalações de produção na França, EUA, Brasil e Polônia, fortaleceram ainda mais o futuro da Hubbard.
As equipes da Hubbard estão ainda mais comprometidas em entregar pintinhos de qualidade e excelente atendimento ao cliente, atendendo ou superando as expectativas, seja com a fêmea reprodutora Hubbard Efficiency Plus de excelente desempenho ou com a conhecida linha Hubbard Premium. Os programas genéticos da Hubbard permanecem projetados e dedicados a fornecer carne de frango eficiente, saudável, de alta qualidade e saborosa para a crescente população mundial.
Os valores originais da empresa permaneceram intactos: conhecimento e paixão, compromisso e respeito aos seus clientes e valores. A Hubbard possui uma rica história de longa experiência em seleção genética, melhorias contínuas dos produtos e processos, implementação das ferramentas de seleção de última geração, bem como é gerenciada por equipes dedicadas, altamente treinadas e está sempre comprometida em entregar produtos de alta qualidade.
Inicialmente, Hubbard planejou comemorar este importante evento com seus clientes e parceiros em reuniões do setor e feiras comerciais, mas devido à situação ainda em curso do COVID-19, infelizmente tivemos que adiar até 2022.
Continuamos ao seu serviço e continuamos a evoluir para o seu negócio!
História da Hubbard
Do pequeno plantel de aves com os quais Ira e Oliver Hubbard iniciaram o negócio em 1921, a Hubbard cresceu e se tornou uma das maiores empresas internacionais de seleção genética de frangos de corte no mundo. A indústria avícola teve mudanças notáveis nos últimos 90 anos, com resultados extraordinários para o benefício da humanidade. A Hubbard desempenhou e continuará a desempenhar um papel importante e vital nesta grande indústria.
A graduação de Oliver Hubbard em New Hampshire Agriculture College, em 1921, pode ser vista como o início da Hubbard no ramo comercial de aves. De 1921 até a aquisição pela Merck em 1974, a Hubbard sempre foi uma empresa familiar. Em 1997, a Hubbard fundiu-se com o grupo ISA da França, concentrando-se exclusivamente na seleção genética de frangos a partir de 2003. Em 2005, a Hubbard foi adquirida pelo Grupo Grimaud (um grupo familiar francês). Desde fevereiro de 2018, a Hubbard tornou-se membro do Grupo Aviagen®, do grupo familiar alemão Erich Wesjohann Grupo (EWG), e continua a operar como uma empresa de melhoramento genético independente dentro do Grupo Aviagen®.
O compromisso da Hubbard é oferecer uma ampla gama de produtos que vão desde frangos convencionais com excelente custo beneficio a frangos de crescimento lento. Os programas genéticos da Hubbard são projetados e dedicados a enfrentar os crescentes desafios da humanidade, fornecendo um frango eficiente, saudável, com uma carne saborosa e de alta qualidade para a crescente população mundial.
A Hubbard opera seus programas de seleção genética na América do Norte e na Europa. A Hubbard tem uma longa experiência no melhoramento, seleção, desenvolvimento e comercialização de reprodutoras para os mercados convencionais e premium.
A presença em quase 100 países em todo o mundo e o apoio de equipes dedicadas envolvidas em P & D, Produção, Suporte ao Cliente, Vendas e Marketing asseguram a continuidade na distribuição de produtos de qualidade que sejam mais adequados aos diferentes mercados de frangos em todo o mundo.

Empresas Agenda de sustentabilidade
Com reaproveitamento de mais 17,6 mil toneladas de resíduos, GTF reforça sua economia circular em 2025
Relatório de Sustentabilidade destaca modelo produtivo integrado, desenvolvimento de comunidades rurais e alinhamento a padrões internacionais de ESG

A GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade em 2025, consolidando práticas de economia circular, eficiência operacional e fortalecimento da governança ESG em suas operações industriais. Ao longo do ano, a companhia destinou aproximadamente 87% dos seus resíduos não perigosos para processos de recuperação e valorização, totalizando 17.638 toneladas reaproveitadas de um volume de 20.245 toneladas processadas. As soluções incluem reaproveitamento de recursos e processos biológicos, reforçando o compromisso da empresa com a hierarquia de redução, reutilização e reciclagem.
Além disso, foram gerenciadas 6.609 toneladas de lodo centrifugado oriundo de abatedouros, com destinação ambientalmente adequada. A GTF também manteve programas de logística reversa e apoio a cooperativas de reciclagem, contribuindo para a inclusão social e para o fortalecimento da cadeia de reciclagem.
Na frente de energia renovável, a empresa deu continuidade ao uso de biodigestão para geração de biogás nas unidades de fecularia. A carga orgânica dos efluentes é direcionada para biodigestores, permitindo a geração de energia renovável utilizada nos próprios processos produtivos, o que reforça a redução da dependência de fontes convencionais de energia.
No eixo de gestão hídrica, a GTF manteve uma abordagem integrada envolvendo captação, monitoramento, tratamento, reuso e destinação de efluentes. Entre as iniciativas de destaque estão a higienização a seco na unidade de Maringá, o reuso de água industrial em Paraíso do Norte e o desenvolvimento de projetos voltados ao aproveitamento de efluente tratado. A empresa também opera estações próprias de tratamento com etapas físico-químicas e biológicas.
Em relação às mudanças climáticas, o relatório aponta redução das emissões de CO₂ do Escopo 2 em comparação ao ano anterior, impulsionada por ganhos de eficiência energética e melhorias operacionais. A companhia também ampliou seu inventário de emissões, incorporando novas fontes do Escopo 3 e fortalecendo o monitoramento ambiental. A empresa também iniciou o fortalecimento da avaliação ESG de fornecedores, ampliando a rastreabilidade e o controle ambiental em toda a cadeia de suprimentos.
“Em 2025, a GTF avançou de forma consistente em sua agenda de sustentabilidade, consolidando práticas de economia circular e eficiência operacional. Destinamos aproximadamente 87% dos nossos resíduos não perigosos para recuperação e valorização, além de avançarmos em iniciativas de energia renovável, gestão hídrica e redução de emissões. Esses resultados reforçam nosso compromisso com a inovação, a responsabilidade ambiental e o fortalecimento contínuo da nossa governança ESG em toda a cadeia produtiva”, disse Rafael Tortola, CEO da GTF.
Empresas Suinocultura
Da versatilidade à nutrição: como a carne suína tem conquistado o paladar dos brasileiros
A qualidade da carne está diretamente ligada ao processo produtivo no campo; o setor de suinocultura é um dos motores do superávit da balança comercial do agronegócio nacional

A carne suína segue ganhando destaque na mesa do brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Anual (ABPA), o consumo alcançou a marca de aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, o que representa um aumento de 19% nos últimos cinco anos. Esse cenário promissor é reflexo de uma produção nacional que ultrapassa 5,5 milhões de toneladas anuais e exportações que atingiram cerca de 1,51 milhão de toneladas no ano passado.
Por trás desses números expressivos está o trabalho de produtores de alimentos, empenhados em atender às exigências do consumidor moderno, com transparência, bem-estar animal e segurança alimentar. Para alcançar padrões elevados e conquistar a confiança do consumidor em atributos como maciez, suculência e cor, a cadeia produtiva se profissionalizou e se modernizou.
“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo, sustentada por avanços contínuos em tecnologia, manejo e ciência aplicada”, afirma a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.
A trajetória de consolidação da carne suína
Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil foi impactado por mitos relacionados à saúde, alguns deles baseados em sistemas produtivos antigos que já não representam a realidade atual. “A associação da carne suína a altos teores de gordura, colesterol ou riscos sanitários ainda persiste em parte do imaginário coletivo, embora essas percepções venham sendo progressivamente desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca Amanda.
Essa mudança de percepção está diretamente relacionada à evolução tecnológica da suinocultura e ao maior acesso à informação por parte da população. “Atualmente, a carne suína apresenta perfil nutricional significativamente diferente daquele observado há décadas, com maior magreza, melhor padronização e maior controle sanitário, reflexo do melhoramento genético, da nutrição de precisão e das práticas modernas de manejo”, complementa a profissional.
A força que a carne suína tem hoje no mercado brasileiro é justamente consequência do trabalho sério e dedicado de diversos produtores e profissionais do agro. Para que o consumidor final possa ter acesso a cortes saborosos e de alta qualidade, existe uma ampla cadeia produtiva, com processos rigorosos e muito cuidado.
No Brasil, toda a carne suína comercializada passa por um sistema oficial de inspeção veterinária para assegurar a qualidade e segurança do alimento, a fim de proteger o consumidor e permitir que apenas produtos próprios cheguem ao mercado. “Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que possa comprometer o consumo, a carne pode ser condenada parcialmente ou até totalmente descartada”, pontua Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal.
A versatilidade da proteína
Com cortes variados, temperados e de fácil preparo, a proteína suína deixou de ser uma coadjuvante para se tornar, em muitas ocasiões, o prato principal nas refeições das famílias. “A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo e perfis de consumidores. Hoje, contamos com uma ampla variedade de cortes, desde opções mais magras e práticas para o dia a dia até cortes especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, destaca Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).
Ainda segundo o executivo, a carne suína evoluiu muito nas últimas décadas e, atualmente, destaca-se pelo excelente valor nutricional. “É fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais importantes para a saúde. Essa combinação de versatilidade, sabor e nutrição faz da carne suína uma escolha cada vez mais presente na mesa dos brasileiros.”
Para ressaltar a força dessa proteína, ocorreu em junho a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), organizada pela ABCS e com apoio de empresas parceiras, como a MSD Saúde Animal. Uma ação que promove ainda mais o consumo, valorizando os cortes e desmistificando a carne suína junto aos consumidores.
Empresas
Better Beef produz carne premium em modelo verticalizado de autossuficiência energética e agricultura regenerativa
Na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas

O Better Beef, empresa do Better Group, um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil, transformou mais de 40 mil toneladas de resíduos industriais em nutrição animal, em apenas um ano. Com base em fatores de emissão de referência do setor (GHG Protocol), esse resultado representa redução de 20.537 toneladas de CO₂ no ambiente.
“Enquanto o mercado discute sustentabilidade, o Better Group pratica esse conceito em cada elo da cadeia. Com nosso propósito de ‘Alimentar Hoje. Cuidando do Amanhã”, construímos um sistema para entregar carne de excelência com impacto ambiental reduzido, em um modelo maduro de economia circular aplicado à pecuária”, informa Everton Gardezan, gerente de marketing do Better Group.
Esse não é o único exemplo. Por meio do processamento e recuperação da levedura oriunda da fermentação de usinas e cervejaria, o Better Beef produziu, no ano passado, mais de 2 milhões de litros de álcool, contemplando álcool industrial, álcool neutro e álcool carburante.
O álcool carburante é utilizado no abastecimento da frota própria, promovendo autossuficiência energética e redução do consumo de combustíveis fósseis. Já o álcool industrial e o álcool neutro atendem aos mercados industriais e domissanitários, agregando valor ao processo e fortalecendo o conceito de economia circular dentro do ecossistema agroindustrial. Baseada em fatores de referência setorial, esse processamento representa economia de aproximadamente 4.000 toneladas de CO₂ equivalente.
Os números crescerão ainda mais com a entrada em operação do Projeto Batata-Doce, que prevê o aproveitamento de descarte agrícola da região para produção de 15.000 litros de álcool, 20 toneladas de WDG (aditivo nutricional) e biogás na ordem de 10.000 Nm³/dia, que será utilizado inicialmente como energia térmica no processo industrial.
Além disso, na Agropecuária Vista Alegre (Better Beef Confinamento), maior confinamento coberto e com baias concretadas da América Latina, o grupo aplica princípios de agricultura regenerativa e transforma resíduos em insumos agrícolas. O esterco produzido por mais de 136 mil animais/ano é reaproveitado para enriquecimento do solo, reduzindo a dependência de adubos químicos e contribuindo para o sequestro de carbono.
“Nosso negócio não é somente produzir carne. Nosso compromisso é restaurar o ecossistema. Estamos provando que é possível ter alta produtividade e, ao mesmo tempo, fortalecer a terra para as próximas gerações”, assinala Everton Gardezan.
